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	<title>Arquivos Colman Domingo - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Colman Domingo - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Lenda de Candyman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 03:02:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chegou aos cinemas nesta quinta-feira, dia 26 de agosto, o longa A Lenda de Candyman com roteiro de ninguém menos que Jordan Peele, o responsável por sucessos como Corra! (2017) e Nós (2019). Por conta disso, a expectativa de público e crítica era alta e cheia de previsões de como seria esse novo projeto. Sob direção da novata Nia DaCosta, o filme tomou um formato bem interessante de thriller de terror com viés de questões raciais. Em meio a lendas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou aos cinemas nesta quinta-feira, dia 26 de agosto, o longa <em><strong>A Lenda de Candyman</strong></em> com roteiro de ninguém menos que Jordan Peele, o responsável por sucessos como <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-corra/"><em>Corra!</em></a> (2017) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nos/"><em>Nós</em> </a>(2019). Por conta disso, a expectativa de público e crítica era alta e cheia de previsões de como seria esse novo projeto. Sob direção da novata Nia DaCosta, o filme tomou um formato bem interessante de thriller de terror com viés de questões raciais.</p>
<p>Em meio a lendas urbanas, <em><strong>A Lenda de Candyman</strong></em> nos apresenta o surgimento do mito do Candyman, um homem que aparece oferecendo doces a crianças e cometendo crimes em uma comunidade negra e humilde de Chicago, nos EUA, em 1977. Anos depois, aquele local onde existiam vários conjuntos habitacionais foi restaurado e agora abriga prédios caros e de classe média alta.</p>
<p>O roteiro transporta o espectador para 2019, quando um jovem vai apresentar o novo namorado à sua irmã, Brianna, e é recepcionado por ela na nova casa, junto com o namorado da moça, Anthony. Em meio ao bate-papo, ele acaba revelando uma história misteriosa daquele bairro que hoje a irmã mora e que anos atrás foi palco de crimes terríveis. Esse conto anterior foi, inclusive, roteiro de <em>O Mistério de Candyman</em> (1992), que acabou virando um clássico cult à época. <em><strong>A Lenda de Candyman</strong></em> funciona como uma sequência espiritual, e não direta, deste anterior.</p>
<p>O filme não se demora a mostrar que tem muito mais camadas do que um simples filme de terror com um espírito assassino que assombra a todos. Seria simplista demais pensar que Peele iria propor esse tipo de projeto, uma vez que ele sempre insere questões raciais em seus roteiros. E assim é com este longa.</p>
<p>O que começa com uma história macabra contada em meio a um jantar, rapidamente se mostra algo muito mais complexos que exemplifica a ira que surge de um homem negro injustiçado por sua cor. A origem do Candyman e a maneira como ele se constrói é sempre relacionado ao quanto o negro é visto de maneira subalterna na sociedade.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14488" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/i11730.jpeg" alt="A Lenda de Candyman" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/i11730.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/i11730-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/i11730-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/i11730-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com um elenco principal composto por excelentes atores negros como Yahya Abdul-Mateen II (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-7-de-chicago-netflix/"><em>Os 7 de Chicago</em></a>), Teyonah Parris (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-se-a-rua-beale-falasse/"><em>Se a Rua Beale Falasse</em></a>) e Colman Domingo (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-voz-suprema-do-blues-netflix/"><em>A Voz Suprema do Blues</em></a>), <em><strong>A Lenda de Candyman</strong></em> conta ainda com o roteirista cujo nome é o maior protagonismo negro no cinema atual, Jordan Peele, e uma ótima diretora, também negra, a Nia DaCosta. Neste ponto, entramos no lugar de fala que a equipe possui ao tratar de um tema denso como o racismo estrutural.</p>
<p>O filme propõe a desconstrução do mito do Candyman, mostrando que ele é figura criada como reação dos oprimidos aos opressores, em contraposição às injustiças que vivenciam diariamente. Diversas vítimas são brancas e, em algum momento, algozes dos negros ao redor.</p>
<p>O clima do filme dá o tom à história proposta no roteiro de Peele. DaCosta consegue equilibrar a violência bruta com o choque e a curiosidade do espectador, que está a todo momento tentando entender os caminhos que a narrativa irá tomar. As analogias inseridas na trama são ainda mais ricas ao longa como um todo. As abelhas, que no contexto da Bíblia representam “justiça divina”, que surgem do Candyman já mostram desde o começo o que ele vai induzir nos desdobramentos a seguir.</p>
<p>Além disso, o “body horror” (horror corporal), que é uma estratégia de filmes de terror para criar a sensação de asco no espectador, associado à metáfora de que o racismo consome o negro de dentro para fora e o agride fisicamente.</p>
<p><em><strong>A Lenda de Candyman</strong></em> é um filme de terror que vai muito além do susto ou do espírito matador comum. Analisando as diversas camadas, somos apresentados à um longa crítico e contundente sobre como o racismo estrutural e os comportamentos segregacionista adoecem a nossa sociedade como um todo. Mais um acerto do excelente Jordan Peele.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Nia DaCosta</p>
<p><strong>Roteiro:</strong> Jordan Peele, Win Rosenfeld</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Yahya Abdul-Mateen II, Teyonah Parris, Nathan Stewart-Jarrett, Colman Domingo, Tony Todd</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/cDZn2hWMzDE" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Voz Suprema do Blues (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2021 22:33:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Voz Suprema do Blues é mais uma produção da Netflix a disputar o Oscar 2021 em várias categorias (Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Figurino, Melhor Cabelo e Maquiagem, Melhor Design de Produção). Com Viola Davis (As Viúvas) e o saudoso Chadwick Boseman (Pantera Negra) no elenco principal, o longa acompanha a temperamental cantora Ma Rainey durante a gravação de um álbum, na companhia de seu trompista Levee e em constante tensão com a gerência branca do estúdio. É difícil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>A Voz Suprema do Blues</strong></em> é mais uma produção da <em>Netflix</em> a disputar o <a href="https://coisadecinefilo.com.br/confira-a-lista-completa-de-indicados-ao-oscar-2021/"><em>Oscar 2021</em></a> em várias categorias (Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Figurino, Melhor Cabelo e Maquiagem, Melhor Design de Produção). Com Viola Davis (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-viuvas/"><em>As Viúvas</em></a>) e o saudoso Chadwick Boseman (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-pantera-negra/"><em>Pantera Negra</em></a>) no elenco principal, o longa acompanha a temperamental cantora Ma Rainey durante a gravação de um álbum, na companhia de seu trompista Levee e em constante tensão com a gerência branca do estúdio.</p>
<p>É difícil começar falando de qualquer outro ponto do filme que não sejam as atuações brilhantes do elenco, especialmente da dupla principal. Viola se dedica de corpo e alma a todos os papéis que atua, mas nem sempre está presente nos melhores projetos (inclusive é algo que precisa ser contestado urgentemente). Então não é sempre que ela tem a oportunidade de mostrar o quão maravilhosa e profissional é, enchendo os olhos do espectador em todas as cenas.</p>
<p>Ma é famosa, personalidade forte, corre atrás do que quer e dificilmente recebe um não como resposta. Já Levee tem uma personalidade parecida, porém mais sonhador e determinado a se tornar mais reconhecido na sua profissão, que é um dom. Juntos, mesmo que a maior parte do tempo separados, eles protagonizam discussões importantes sobre o racismo enraizado da época, especialmente no meio artístico e musical. Esse é o foco principal do filme, inclusive, tornando-se uma temática bastante atual e necessário no momento em que vivemos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13881" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/FILME-A-VOZ-SUPREMA-DO-BLUES-19.jpg.jpg" alt="A Voz Suprema do Blues" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/FILME-A-VOZ-SUPREMA-DO-BLUES-19.jpg.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/FILME-A-VOZ-SUPREMA-DO-BLUES-19.jpg-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/FILME-A-VOZ-SUPREMA-DO-BLUES-19.jpg-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/FILME-A-VOZ-SUPREMA-DO-BLUES-19.jpg-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Boseman, que já estava bastante debilitado na época da filmagem e apresenta um perfil físico bem diferente do que vimos em <em>Pantera Negra</em>, se dedica como o papel de sua vida. Não é fácil superar Viola Davis, mas ele consegue fazer isso em muitos momentos, chamando todos os holofotes para si e nos apresentando uma performance impecável e comovente.</p>
<p>O diretor George C. Wolfe (<em>Um Momento Pode Mudar Tudo</em>), conhecido dos palcos da Broadway, conseguiu equilibrar a ambientação característica dos anos 1920 em Chicago, com as temáticas que são inseridas, como racismo e o jazz como força de afirmação do negro da época. Vemos isso nos detalhes, como no momento em que o personagem de Chadwick compra o sapato novo para a apresentação. Embora seja uma história real, não há intenção aqui de ser um longa biográfico. E é uma escolha acertada que o cineasta faz, ao trazer a sua experiência de teatro para dar o tom do filme.</p>
<p>A história em si pode até seduzir o espectador, mas definitivamente não é o maior atrativo, por passear em pontos comuns que já vimos em tantos outros longas. As atuações, sim, são a alma e a essência de <em><strong>A Voz Suprema do Blues</strong></em> e são essas as indicações que merecem nossa atenção. A grande probabilidade é de que Boseman receba um Oscar póstumo, assim como já foi justamente premiado pelo Globo de Ouro. Vale muito a pena este último tributo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> George C. Wolfe<br />
<strong>Elenco:</strong> Viola Davis, Chadwick Boseman, Colman Domingo, Glynn Turman, Jeremy Shamos, Taylour Paige, Jonny Coyne</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/HkRE1vBs-lY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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