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	<title>Arquivos Cliff Curtis - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Cliff Curtis - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Doutor Sono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2019 23:50:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aguardado com grande expectativa pelos fãs do terror, Doutor Sono tem como&#8221;sombra&#8221; uma das maiores obras do cinema, O Iluminado de Stanley Kubrick. Também baseado em um romance de Stephen King, o longa é roteirizado e dirigido por Mike Flanagan (Ouija &#8211; Origem Do Mal). Ele já está habituado com o universo do escritor, depois de ter conduzido Jogo Perigoso para a Netflix. Este também é uma continuação dos eventos de O Iluminado. O filme de Flanagan se sai bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aguardado com grande expectativa pelos fãs do terror, <em><strong>Doutor Sono</strong></em> tem como&#8221;sombra&#8221; uma das maiores obras do cinema, <em>O Iluminado</em> de Stanley Kubrick. Também baseado em um romance de Stephen King, o longa é roteirizado e dirigido por Mike Flanagan (<em>Ouija &#8211; Origem Do Mal</em>). Ele já está habituado com o universo do escritor, depois de ter conduzido <em>Jogo Perigoso</em> para a <em>Netflix</em>. Este também é uma continuação dos eventos de O Iluminado.</p>
<p>O filme de Flanagan se sai bem dessa &#8220;roubada&#8221; ao não se deixa intimidar pelo passado, mas também respeitá-lo e reverenciá-lo sem exageros, entregando ainda um filme que, na maior parte das vezes, é consistente. Sabiamente, <em><strong>Doutor Sono</strong></em> se interessa mais em ser uma adaptação do romance homônimo do que um espelho de <em>O Iluminado</em>. Este é o primeiro &#8220;salto&#8221; do filme, já que poderia lhe trazer sérios problemas.</p>
<p>Neste longa, Ewan McGregor (<em>O Impossível</em>) interpreta a versão madura de Danny Torrance, um homem repleto de traumas ainda a serem superados. Os caminhos de Danny se cruzam com o da garota Abra, que, assim como ele, tem recorrentes visões, um elo muito potente com o sobrenatural. Danny encara a assustadora lembrança do seu pai quando Abra começa a ser perseguida por Rose, a líder de um bando maligno que se alimenta de humanos.</p>
<p>Uma das qualidades do trabalho de Flanagan em <strong><em>Doutor Sono</em></strong> é a maneira como ele entende ser necessário desenvolver gradualmente sua trama e seus personagens, sem forçação ou pressa. O filme nos apresenta primeiro Danny assimilando os eventos vivenciados no Overlook e se tornando um adulto acuado, apegado a vícios. Em seguida, faz ele encontrar formas de colocar a sua vida nos eixos.</p>
<p>Também somos introduzidos à menina Abra, as manifestações do seu dom sobrenatural e a dificuldade que seus pais têm para lidar com o assunto. Por fim, <strong><em>Doutor Sono</em></strong> nos introduz Rose, a maligna que traz para a sua órbita um grupo de seguidores obcecados pela vida eterna. A maneira como Flanagan explora cada um desses pontos da sua trama, construindo &#8220;terrenos&#8221;, fazendo economia do clímax, conduzindo passo a passo o destino dos seus personagens até suas vidas entrelaçarem-se é exemplar.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11756" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/4772706.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Doutor Sono" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/4772706.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/4772706.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/4772706.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O filme tem como alicerce a interpretação de Ewan McGregor, ótimo na maneira econômica com a qual emula em grau mais elevado a introspecção do Danny que conhecemos em <em>O Iluminado</em>. Adulto, o Danny de McGregor é um sujeito avesso a protagonismos sociais, não quer ser notado. É um homem cheio de sequelas e que teme qualquer tipo de enfrentamento público dessas questões, preferindo o isolamento aos riscos do convívio social.</p>
<p>A qualidade da performance sutil, complexa e quieta de McGregor contrasta com a interpretação de Rebecca Ferguson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-nacao-secreta/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Missão Impossível &#8211; Nação Secreta</em></a>) como Rose. Claro que a personagem da atriz acaba não sendo o grande vilão do filme. Ela acaba se mostrando apenas um obstáculo que Danny encontra pelo caminho para enfrentar o seu verdadeiro algoz, os medos que cultiva na sua psiquê.</p>
<p>No entanto, como durante boa parte do longa Rose é o mal a ser combatido na jornada do protagonista, essa cruzada perde um pouco do seu impacto na medida em que Ferguson não transmite autoridade e o senso de perigo necessários à sua personagem. A atriz não consegue contornar as limitações físicas que não estão a seu favor, como seus traços delicados e sua juventude, interpretando Rose com unidimensionalidade através de &#8220;caras e bocas&#8221; de ira. Não chega a ser algo que compromete severamente o filme, mas traz impactos consideráveis na atmosfera de horror da trama.</p>
<p>À medida em que a história avança, <strong><em>Doutor Sono</em></strong> deixa claro como toda a trama em torno da perseguição de Rose e seu bando à Abra é um motivo para fazer com que Danny encare seus traumas de infância, um tema recorrente na obra de King. Acaba sendo um longa sobre esse personagem e sobre sua redenção. Tudo isso a partir do instante em que ele consegue compreender a necessidade de contornar os anos de repressão à sua espontaneidade infantil.</p>
<p>Por anos, Danny encarou sua &#8220;iluminação&#8221; como algo contra o qual precisava combater ou conter. A partir do instante em que o personagem compreende que a melhor forma de lidar com suas manifestações é através do acolhimento, tudo se transforma. Essa reescrita da história de Danny e sua redenção é vivenciada também pela menina Abra. Ela encontra uma forma de não repetir a história do amigo, se aceitando e compreendendo a &#8220;iluminação&#8221; como um traço pessoal e não uma maldição.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Mike Flanagan<br />
<strong>Elenco:</strong> Ewan McGregor, Rebecca Ferguson, Kyliegh Curran, Carel Struycken, Carl Lumbly, Emily Alyn Lind, Cliff Curtis, Zahn McClarnon, Bruce Greenwood, Jacob Tremblay</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oM4Jp05zI7E" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Velozes e Furiosos: Hobbs &#038; Shaw</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 19:43:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Derivado da franquia Velozes e Furiosos, Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw transforma dois personagens coadjuvantes, que juntos funcionavam como uma espécie de alívio cômico e que acabaram de alguma maneira ditando o tom dos blockbusters de uns anos para cá, em seus protagonistas. Interpretados pelos heróis de ação que parecem crias dos anos de 1980, o Hobbs de Dwayne Johnson e o Shaw de Jason Statham funcionam em Velozes e Furiosos pelo contraste entre seus estilos de ação. Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw segue a linha da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator">Derivado da franquia <i>Velozes e Furiosos</i>, <i><b>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</b> </i>transforma dois personagens coadjuvantes, que juntos funcionavam como uma espécie de alívio cômico e que acabaram de alguma maneira ditando o tom dos <i>blockbusters </i>de uns anos para cá, em seus protagonistas. Interpretados pelos heróis de ação que parecem crias dos anos de 1980, o Hobbs de Dwayne Johnson e o Shaw de Jason Statham funcionam em <i>Velozes e Furiosos</i> pelo contraste entre seus estilos de ação.</div>
<div class="separator"></div>
<div class="separator"><i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw </i>segue a linha da ação e do humor autoconscientes dos filmes da franquia, funcionando em certa medida como uma espécie de paródia. Entretanto, o que era usado como um recurso eventual dos demais longas aqui toma a trama de maneira totalizante e daí fica difícil agradar totalmente quando seus recursos se restringem a piadas sobre músculos, tamanhos de pênis e a participação especial de um ator canastrão que anda supervalorizado.</div>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10979" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<div>É óbvio que <i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw </i>dispensa a seriedade no tratamento da sua história e, nesse sentido, o filme até que cumpre o seu objetivo contando uma história genérica e absurda que envolve um vírus e o aperfeiçoamento do ser humano através da tecnologia. Sob a direção de David Leitch ( o mesmo de <i>Deadpool 2 </i>e <i>Atômica</i>), o filme compreende como seus dois protagonistas servem à história, mas nem sempre isso é o suficiente quando as piadas são tão limitadas, soando repetitivas em dado momento.</div>
<div></div>
<div>De maneira geral, os dois personagens funcionavam mais como presença pontual nos outros <i>Velozes e Furiosos</i>. Dominantes em <i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</i>, The Rock e Statham<i> </i>surgem como uma piada batida que é apenas contada de diferentes maneiras ao longo de mais de duas horas de projeção. O longa aparenta tirar um sarro do seu próprio sexismo e da sua cultura <i>crossfiteira </i>quando na verdade carrega consigo uma série de traços de um cinema de ação meio <i>démodé</i>.</div>
<p><strong>Direção:</strong> David Leitch<br />
<strong>Elenco:</strong> Dwayne Johnson, Jason Statham, Idris Elba, Vanessa Kirby, Helen Mirren, Eddie Marsan, Eiza Gonzalez, Cliff Curtis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/V4nxGVgDPEw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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