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	<title>Arquivos Cinema Francês - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: 50 São os Novos 30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jul 2018 20:44:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[50 São os Novos 30]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Francês]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival Varilux de Cinema Francês]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não há muito o que dizer sobre a nova comédia romântica estrelada, dirigida e roteirizada por Valérie Lemercier (As Férias do Pequeno Nicolau). Aqui, sem grandes surpresas, o espectador encontra uma série de clichês e estereótipos já vistos no gênero. Marie Francine (Lemercier) é uma cientista sem muita vaidade, que é deixada pelo marido por uma moça vinte anos mais nova. A premissa, já desgastada, poderia ser salva pelo desenvolvimento da trama. Infelizmente, não é isto que acontece. Em menos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não há muito o que dizer sobre a nova comédia romântica estrelada, dirigida e roteirizada por Valérie Lemercier (<em>As Férias do Pequeno Nicolau</em>). Aqui, sem grandes surpresas, o espectador encontra uma série de clichês e estereótipos já vistos no gênero. Marie Francine (Lemercier) é uma cientista sem muita vaidade, que é deixada pelo marido por uma moça vinte anos mais nova.</p>
<p>A premissa, já desgastada, poderia ser salva pelo desenvolvimento da trama. Infelizmente, não é isto que acontece. Em menos de trinta minutos de projeção já é possível saber como serão s encaminhamentos e o desfecho do longa.</p>
<p>Além da obviedade dos acontecimentos postos na narrativa, <em>50 São os Novos 30</em> não tem ritmo. Em constante lentidão, ele torna-se tedioso e cansativo. A mistura de obviedade com pouco dinamismo deixa a sessão um tanto dolorosa. Com um roteiro preguiçoso, os conflitos também não motivam quem assiste a, ao menos, sentir-se entretido. Desta forma, os 95 minutos não se justificam.</p>
<p>O elenco não joga em cena e segue por trazer estratégias um pouco apelativas, mais para o pastelão. Obviamente, que o estilo cômico poderia ter sido concretizado bem, porém o tom escolhido não combina com a suavidade que o filme parece buscar. Enquanto há uma leveza – quase fastidiosa – nas falas dos atores, seus gestos parecem desejar performar mais e o casamento dessa tentativa não provoca riso ou empatia, pois a vontade que pode prevalecer no público é de que a exibição termine o mais rápido possível.</p>
<p>Há, no entanto, um respiro diante de tanto enfado. Hélène Vicent, que interpreta a mãe da protagonista, traz certo vigor para a tela. Em meio à pasmaceira presente na história, ela vem com uma energia mais vibrante, que sua personagem pede. A atriz consegue fazer o texto crescer, ainda que ele seja até um tanto ofensivo no que se refere às mulheres.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fNeA8X1JVGc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Uma Família de Dois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2017 14:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Francês]]></category>
		<category><![CDATA[Clémence Poésy]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Omar Sy]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Família de Dois]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma Família de Dois traz a história de um pai de primeira viagem que descobre a paternidade no susto e tem que lidar com as mudanças que isso implica em sua vida, antes tão despreocupada. O longa francês é uma versão de um filme mexicano, mas posso garantir que tem seu estilo pessoal e qualificado. A história é muito comovente e circula em torno dessa relação do pai com a filha e o retorno da mãe que a abandonou. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma Família de Dois</em> traz a história de um pai de primeira viagem que descobre a paternidade no susto e tem que lidar com as mudanças que isso implica em sua vida, antes tão despreocupada. O longa francês é uma versão de um filme mexicano, mas posso garantir que tem seu estilo pessoal e qualificado.</p>
<p>A história é muito comovente e circula em torno dessa relação do pai com a filha e o retorno da mãe que a abandonou. O filme evolui de forma muito tranquila, mostrando conteúdos mais de humor no início e adentrando no drama com o passar das cenas. Mas não é nada forçado. Ele caminha gradativamente para esse final emocionante, sem forçar a reação do espectador.</p>
<p>O filme é conduzido por Omar Sy, que dá sempre um show de simpatia e boa atuação. Ele, que pode ser visto no excelente <em>Intocáveis</em>, mostra cada dia mais o seu potencial como ator de qualidade. Esperamos que o cinema americano abra espaço para papéis de maior destaque com ele.</p>
<p>O ator conta ainda com a parceria da atriz que interpreta sua filha, Gloria Colston. A menina é igualmente carismática e natural em cena, formando com Omar uma dupla realmente envolvente e que conduz o roteiro muito bem. Eles dividem muitas cenas com o amigo gay, que ao meu ver soa um pouco forçado mas também concede a suavidade que o filme necessita em muitos momentos. Além dele, Clémence Poésy (que pode ser lembrada por seu papel como Fleur Delacour, dos filmes de <em>Harry Potter</em>) que também mantém o equilíbrio nas atuações.</p>
<p><em>Uma Família de Dois</em>, como um todo, funciona muito bem e emociona o espectador na medida certa. Tem momentos, claro, que poderiam ser melhor explorados. Como a evolução de idade da menina logo no início. Essa transição é feita de maneira muito rápida e poderia oferecer mais possibilidades ao roteiro. Ainda assim, não é algo que compromete o resultado final.</p>
<p>O filme é uma ótima refilmagem de uma obra que já era boa. Ouso dizer que é ainda melhor que a obra original. A presença de Omar Sy definitivamente permite que esses degraus sejam subidos com facilidade. Vale a pena conferir!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Fq1Y0aM6xmY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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