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	<title>Arquivos Cinema Baiano - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Cinema Baiano - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Luta do Século</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Mar 2018 18:29:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Luta do Século]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O documentário A Luta do Século, do diretor Sérgio Machado, conta a história de rivalidade entre Reginaldo Holyfield e Luciano Todo Duro, dois lutadores nordestinos que disputaram nos ringues de boxes durantes anos de carreira. O longa traz ainda a relação por trás de tudo isso e a origem de cada lutador. A premissa do filme é bem interessante. Ele começa traçando uma linha do tempo entre as disputas que foram surgindo entre Holyfield e Todo Duro, e como essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O documentário <em>A Luta do Século</em>, do diretor Sérgio Machado, conta a história de rivalidade entre Reginaldo Holyfield e Luciano Todo Duro, dois lutadores nordestinos que disputaram nos ringues de boxes durantes anos de carreira. O longa traz ainda a relação por trás de tudo isso e a origem de cada lutador.</p>
<p>A premissa do filme é bem interessante. Ele começa traçando uma linha do tempo entre as disputas que foram surgindo entre Holyfield e Todo Duro, e como essa rivalidade teve surgimento. Um é baiano, enquanto o outro é pernambucano, reforçando ainda mais essa rixa, uma vez que os dois estados já têm esse passado histórico. Aliás, os resultados dos embates provavelmente eram sempre mais agressivos por conta disso. Agressões físicas, participações dos torcedores e até dos treinadores mostram o quanto que os dois se odeiam.</p>
<p>Com uma série de recortes de jornais, o diretor Sérgio Machado vai introduzindo a história dos lutadores e até divertindo o espectador, que ri em muitos momentos com as ameaças entre os esportistas. Em dado momento, o documentário começa a introduzir os personagens da vida real, saindo daquele meio de imagens antigas. Com isso, o espectador vai ganhando mais informação e contexto das duas histórias. O que é uma ótima alternativa, por sinal, já que a parte de recortes de jornais é longa demais e mal aproveitada.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8803" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/03/263740.png-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Tanto Holyfield como Todo Duro eram muito humildes e tiveram na luta, talvez, a única oportunidade de ter uma qualidade de vida melhor no futuro. Com o dinheiro vindo da fama e sucesso, eles viajaram, frequentaram os melhores restaurantes e conheceram celebridades. É doloroso, no entanto, ver como os dois lutadores entraram em decadência e não souberam aproveitar o dinheiro que surgiu no auge da fama. Hoje em dia, eles dependem de dinheiro de aparição pública e ajuda de terceiros (embora Holyfield tenha conseguido um emprego na prefeitura de Salvador). Eles continuam tentando ajudar sempre os familiares e pessoas carentes da comunidade do entorno.</p>
<p>Embora muito bem intencionado, o documentário tem suas falhas. Se perde na narrativa em alguns momentos e poderia ter feito melhor uso dos artifícios que a própria história oferecia. Alguns personagens parecem montados demais e pouco naturais, fugindo a ideia do documentário. O que ajuda muito  é o carisma nato dos dois boxeadores, que enchem a tela de alegria a todo momento. Isso faz com que o espectador fique ansioso pela finalização do filme, segurando-o na cadeira por todo o período.</p>
<p>Além de um documentário sobre dois boxeadores, <em>A Luta do Século</em> é uma narrativa sobre a história de vida de dois lutadores da vida real e suas dificuldades ao longo dos anos. A sensação que fica para o espectador é que a rivalidade deles é o que os mantém ativos e que, no fundo, eles se gostam muito e são bons amigos. É excelente também ver nosso Nordeste retratado nas telas com histórias de luta e força.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xZE7J3uAYkA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Amor dos Outros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2016 14:56:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Baiano]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[O Amor dos Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O longa nacional O Amor dos Outros é uma produção baiana que está em cartaz no Cine XIV, no Pelourinho, e conta a história da conturbada vida amorosa de um jovem que busca incessantemente se encontrar através do amor. O filme é da produtora +1 Filmes, conhecida, em Salvador, pelos vídeos de humor inspirados na essência da cidade. A produção fica por conta de Moara Rocha e Deo. O Amor dos Outros fica em cartaz até o dia 4 de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa nacional <em>O Amor dos Outros</em> é uma produção baiana que está em cartaz no Cine XIV, no Pelourinho, e conta a história da conturbada vida amorosa de um jovem que busca incessantemente se encontrar através do amor. O filme é da produtora +1 Filmes, conhecida, em Salvador, pelos vídeos de humor inspirados na essência da cidade. A produção fica por conta de Moara Rocha e Deo. <em>O Amor dos Outros</em> fica em cartaz até o dia 4 de dezembro, domingo, sempre às 17h. Os ingressos custam R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia), podendo custar R$ 5, se a pessoa apresentar o cupom do filme, morar ou trabalhar na região do Pelourinho.</p>
<p>A narrativa se inicia com um casal discutindo o fim do relacionamento e como aquilo pode (ou não) ter solução. A película é praticamente toda gravada em preto e branco, o que dá uma sensação mais saudosista no enredo e reflete o sentimento do protagonista. Faz todo o sentido, principalmente quando o espectador assiste a primeira e única cena colorida, que é, efetivamente, a cena mais feliz do longa. Ele está frustrado com tudo aquilo que está acontecendo e não faz a menor ideia de que rumo tomar na vida.</p>
<p>Mantendo um estilo reverso, quando o fim é no começo, o roteiro conseguiu transpor isso de forma muito clara para a tela, sem confundir o espectador. Os capítulos são divididos de forma categórica e ajudam a entender toda aquela dinâmica. E tudo tem um motivo. Voltar no tempo é a forma que o personagem encontrou de entender tudo que aconteceu na vida dele. Ou, pelo menos, tentar.</p>
<p>Os momentos de graça do filme são feitos de maneira muito natural e inseridos sem exagero. É como uma conversa com o espectador, que fica cada minuto mais inserido naquele universo. E sim, é um universo bem baiano. Delicioso ver nosso sotaque, nossas gírias, nosso estilo de falar e pensar exposto de forma verídica na telona. Ainda assim, não é nada tão característico que alguém de fora não possa entender. Existe o equilíbrio.</p>
<p>Ao falar de elenco, sentimos esse equilíbrio também. A equipe funciona entre si, se apoia nas cenas e complementa o roteiro como um todo. Existe uma sintonia e cada personagem tem seu momento de glória, de luz. O próprio protagonista dá espaço aos coadjuvantes.</p>
<p>A finalização do filme, que naturalmente não vou dar spoiler, é surpreendente e muito bem pensada. É como uma evolução de todo aquele ritmo de busca do personagem, tão confuso no começo, mas que vai se encontrando cada vez mais ao final do longa.</p>
<p><em>O Amor dos Outros</em> mostra o imenso potencial que o cinema baiano nos apresenta e que deve ser prestigiado sempre. Uma produção honesta e de qualidade, com atores bons, mostrando que mesmo com baixo investimento é possível colocar o potencial artístico na telona. Basta oportunidade. Prestigiem nosso cinema!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/5SZADQWqWrU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Direção, Roteiro, Edição, Montagem, Direção de Fotografia:</span> Deo<br />
<span style="text-decoration: underline;">Color Granding:</span> Felipe Franca<br />
<span style="text-decoration: underline;">Produção Executiva, Produção Geral, Direção de Arte, Operação de Áudio:</span> Moara Rocha<br />
<span style="text-decoration: underline;">Atores:</span> Vinicius Bustani, Celso Junior, Nely One, Diego Alcantara, Isabela Silveira, Clara Troccoli, Mario Bezerra, Danilo Cairo, Saulo Santos, Deisy Andrade, Naia Pratta, Yanna Vaz, Natielly Santos, Pedro Souza, Evana Jeyssan, Natália Mascarenhas, Mariana Barbosa, Gabys Lima, Jean Pedro</p>
<p><strong>Cupom de desconto</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-7016" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/12/WhatsApp-Image-2016-12-02-at-10.51.50-419x590.jpeg" alt="whatsapp-image-2016-12-02-at-10-51-50" width="419" height="590" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/12/WhatsApp-Image-2016-12-02-at-10.51.50-419x590.jpeg 419w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/12/WhatsApp-Image-2016-12-02-at-10.51.50.jpeg 909w" sizes="(max-width: 419px) 100vw, 419px" /></p>
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