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	<title>Arquivos Christina Milian - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Christina Milian - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Fugindo do Amor (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 13:35:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Netflix lançou no finalzinho deste mês de julho o longa Fugindo do Amor. A comédia romântica conta com elenco praticamente todo composto por negros, o que já torna a narrativa muito mais interessante. Além disso, contamos com o trabalho do diretor Steven K. Tsuchida, responsável pela série Cara Gente Branca, que tem foco na temática racial. Sendo assim, era de se esperar que o filme trouxesse uma abordagem eficiente sobre a inclusão social. E assim o fez. Erica está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Netflix lançou no finalzinho deste mês de julho o longa <strong><em>Fugindo do Amor</em></strong>. A comédia romântica conta com elenco praticamente todo composto por negros, o que já torna a narrativa muito mais interessante. Além disso, contamos com o trabalho do diretor Steven K. Tsuchida, responsável pela série <em>Cara Gente Branca</em>, que tem foco na temática racial. Sendo assim, era de se esperar que o filme trouxesse uma abordagem eficiente sobre a inclusão social. E assim o fez.</p>
<p>Erica está cansada do amor depois que foi largada um mês antes do casamento. Ela segue morando em Nova York e tentando seguir o sonho de ser cantora. Quando acontece uma grande frustração neste sentido, a garota acaba topando uma experiência de trabalho de quatro meses nas Ilhas Maurício, na África, onde cantará em eventos num resort.</p>
<p>O mote principal do filme é mais um clichê comum que estamos acostumados a ver. O atrativo em <strong><em>Fugindo do Amor</em></strong> é que o roteiro, que conta com a cantora Alicia Keys como produtora, é trabalhado com calma em seus personagens. Ele nos dá tempo de nos envolver pela história da protagonista, antes de colocá-la em situações de provação ou dúvidas. O elenco é eficiente e tem uma sintonia gostosa de acompanhar, além de ótimas atuações.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14392" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/4765567.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Fugindo do Amor" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/4765567.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/4765567.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/4765567.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/4765567.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O grande ganho do filme fica por parte dos cenários espetaculares e da trilha sonora cuidadosa. Uma vez que a protagonista é cantora, então temos muitos momentos de cantoria e são bem gratos. A dualidade que é criada em cena, entre o passado e o futuro amoroso, é feita de maneira muito natural. Erica não se envolve loucamente por Caleb, pois ainda tem um sentimento mal resolvido por Jason. Então tudo se torna muito mais real neste sentido, especialmente quando eles começam a construir a relação.</p>
<p>Para além disso, a rivalidade criada entre ela e a atual noiva de seu ex acontece de maneira cuidadosa e objetiva. Não é como se elas se odiassem ou algo do tipo, quando a verdade vem à tona. Existe uma história mal explicada ali no meio que as levam a isso. Ainda assim, a irmandade surge em muitos momentos, mostrando que, muitas vezes, o homem é que é o grande problema da equação.</p>
<p>Sim, este longa é recheado de clichês e não tem um fim exatamente imprevisível. Mas a conjunção dos fatores, o roteiro honesto, as boas atuações e cenário impressionantes, tornam <strong><em>Fugindo do Amor</em></strong> uma experiência agradável de fim de dia, para relaxar e dar algumas risadas. Vale a pena!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Steven K. Tsuchida</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Christina Milian, Jay Pharoah, Sinqua Walls, Christiani Pitts, Tymberlee Hill, Alexander Hodge</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/mHPNYVyMXtw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Amor em Obras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2019 01:04:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Logo na primeira cena de Amor em Obras, Gabriela Diaz (Christina Milian, Be Cool: O Outro Nome do Jogo) pedala dentro de casa em sua bicicleta ergométrica. Para fugir da mobília branca a sua volta, a protagonista usa um visor de realidade virtual. Transportada para uma paisagem costeira, a hiperativa arquiteta grita &#8220;Eu adoro o interior!&#8221;. Os cinco minutos seguintes do filme, em um rápido ritmo, asseguram que o escapismo buscado pela protagonista está próximo de se tornar sua realidade. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Logo na primeira cena de <em><strong>Amor em Obras</strong></em>, Gabriela Diaz (Christina Milian, <em>Be Cool: O Outro Nome do Jogo</em>) pedala dentro de casa em sua bicicleta ergométrica. Para fugir da mobília branca a sua volta, a protagonista usa um visor de realidade virtual. Transportada para uma paisagem costeira, a hiperativa arquiteta grita &#8220;Eu adoro o interior!&#8221;. Os cinco minutos seguintes do filme, em um rápido ritmo, asseguram que o escapismo buscado pela protagonista está próximo de se tornar sua realidade. Nesse meio tempo, há falência de sua empresa e o fim de seu relacionamento por dois anos.</p>
<p>Dessa maneira, Gabriela logo se propõe a procurar um emprego. Entretanto, dificuldades do mercado e a saudades do namorado fazem com que ela se afunde em sorvete e vinho. Após quase desistir de sua busca, uma surpreendente vaga, para dirigir uma hospedagem na Nova Zelândia, surge. Então, na tentativa de recomeçar sua vida, tanto profissional quanto amorosa, Diaz larga tudo para viver seu conto de fadas.</p>
<p>Eventualmente, fica claro que nem tudo são flores. Diferentemente do anúncio mostrado na internet, a casa estava quase em ruínas, além de ser habitada por um bode. Com uma difícil missão pela frente, Gabriela terá de reconstruir não só sua vida, como toda a mobília da propriedade. Enquanto isso, ela procura fazer amizade com os habitantes da pequena cidade e se envolve com Jake (Adam Demos, <em>UnREAL</em>), um príncipe saído diretamente de uma fábula.</p>
<p>Dentre os muitos problemas de <em><strong>Amor em Obras</strong></em>, é que, apesar de ser uma comédia-romântica, só a segunda parte funciona. O roteiro aposta em <em>gags</em> repetitivas de móveis quebrados, da protagonista sendo desastrada ou de aparições surpresas do bode, seguidas por gritos insuportáveis de Milian. Esse tipo de humor, que subestima a inteligência da personagem principal, também atinge os secundários de <em>Beechwood Downs</em>. De mesmo modo, o funcionamento da cidade colabora para o tom fabuloso da história, lembrando a série <em>Once Upon a Time</em> (<em>ABC</em>). Todos os habitantes frequentam a mesma cafeteria e sabem de todas as fofocas locais.</p>
<p>Os roteiristas estrantes, Elizabeth Hackett e Hilary Galanoy, também acreditam que o espectador da <em>Netflix</em> não seja inteligente o suficiente. As facilitações narrativas e os diálogos expositivos estão por todo lado. Primeiramente, o <em>VR</em> da bicicleta possui uma inteligência artificial que funciona como um <em>coach</em> virtual, motivando as decisões de Gabriela.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-11191 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1593859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1593859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1593859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1593859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Segundamente, todos os subtextos trama são explicados. Ao colocar um personagem explicando que a reconstrução da casa significa a reconstrução de sua vida tira muita força dessa metáfora. Para piorar, o terceiro ato introduz dificuldades que aparecem apenas para servir de obstáculo e dilemas morais aos protagonistas, sem a menor explicação ou coerência.</p>
<p>Conforme a trama progride, o foco muda para o relacionamento entre Gabriela e Jake, o faz-tudo da região. Os atores possuem uma química convincente, indo da implicância para uma gradual troca de olhares e toques. O príncipe encantado é o único que tem uma história de fundo aprofundada, sendo assim o personagem mais interessante. Em contraste, Charlotte (Anna Jullienne, <em>800 Words</em>), dona da outra hospedagem da região, não funciona. Sua inserção na história serve para a protagonista ter sua antítese, mas é totalmente dispensável.</p>
<p>Outro defeito de <em><strong>Amor em Obras</strong></em> está em sua indecisão sobre a mensagem que quer passar. Por um lado, ressalta nos diálogos e nas ações de Gabriela como ela é uma mulher independente e auto-suficiente. Afinal, sua mudança de continente envolve uma jornada de autoconhecimento. Para reforçar, até piada com <em>mansplaining</em> é feita. Por outro lado, Jake aparece como o príncipe que resgata a princesa dos apuros. Sem sua ajuda na construção da casa, ela jamais teria ficado pronta. Com essa contradição, o filme enfraquece a força de sua própria protagonista.</p>
<p>Dirigido por Roger Kumble (<em>Segundas Intenções</em>), não dá para dizer que o diretor é pretensioso. Desde o primeiro momento já há a indicação que ele apresentará um romântico e escapista conto de fadas. Curioso, entretanto, é que para o norte-americano, vivenciar outra cultura seja tratado como algo quase mágico. Todos os clichês envolvendo geografia estão presentes: confusão entre Austrália e Nova Zelândia; reforço no sotaque acentuado da região e claro, um ritual haka.</p>
<p>Por fim, <em><strong>Amor em Obras</strong></em> (<strong><em>Falling Inn Love</em></strong>, até que um bom trocadilho) entra na lista de dispensáveis da <em>Netflix</em>, ficando perdido entre a comédia e o romance; o conto de fadas em que a princesa encontra o príncipe e uma história de autossuficiência. O canal de <em>streaming</em>, que enfrenta o aumento de popularidade do <em>Amazon Prime</em> a criação do <em>Disney+</em>, precisa focar em qualidade, não quantidade. Já para os que se contentam com finais felizes e querem fazer um <em>tour</em> pela Nova Zelândia, a visita pode agradar. Aliás, pelo menos eu descobri que bodes são fofos.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Roger Kumble<br />
<strong>Elenco</strong>: Christina Milian, Adam Demos, Jeffrey Bowyer-Chapman e Anna Jullienne.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vhcrn0Wzmhk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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