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	<title>Arquivos Christina Hendricks - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Christina Hendricks - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Toy Story 4</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2019 17:39:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o desfecho de Toy Story 3, ficou claro que a franquia dos brinquedos da Pixar não precisava de mais um capítulo. O filme de Lee Ulkrich de 2010 encerrava de maneira satisfatória a jornada dos seus personagens com a cena na qual Andy, partindo para a faculdade, deixava sua coleção de bonecos aos cuidados da pequena Bonnie. Acontece que Toy Story 4 foi feito pela Pixar, ele existe, e o estúdio conseguiu realizar mais uma história que mescla de maneira orgânica aventura, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Com o desfecho de <i>Toy Story 3</i>, ficou claro que a franquia dos brinquedos da Pixar não precisava de mais um capítulo. O filme de Lee Ulkrich de 2010 encerrava de maneira satisfatória a jornada dos seus personagens com a cena na qual Andy, partindo para a faculdade, deixava sua coleção de bonecos aos cuidados da pequena Bonnie. Acontece que <i><b>Toy Story 4</b> </i>foi feito pela Pixar, ele existe, e o estúdio conseguiu realizar mais uma história que mescla de maneira orgânica aventura, humor e momentos emocionantes com seu grupo de personagens de carisma comprovado.</p>
<p>O quarto longa é centrado numa história sobre Woody, que acaba não se tornando o brinquedo preferido de Bonnie como poderíamos imaginar. Ainda assim, o cowboy é extremamente fiel a sua dona e faz de tudo para vê-la feliz, principalmente agora que ela começou sua jornada no Jardim de Infância e acaba se apegando a Garfinho, um boneco que cria a partir de sucatas no seu próprio colégio. Quando encontra Betty, brinquedo preferido da irmã de Andy, ao acaso, Woody passa a questionar se está de fato entregando para os outros àquilo que de melhor tem a dar e passa a considerar deixar Bonnie.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10786" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/4636005.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/4636005.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/4636005.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/4636005.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O quarto capítulo da franquia acaba sendo um filme que reflete sobre os efeitos de bem estar e autoestima gerados a partir do exercício da sua própria vocação, no caso de Woody, claramente, servir às pessoas. <i><strong>Toy Story 4</strong> </i>lança as questões: para o que você é feito? A partir disso, você está sendo de fato aproveitado no máximo do seu potencial pelo mundo? É interessante notar como os realizadores do filme encontraram um propósito para sua história que tornou o quarto longa tão urgente quanto os demais, ainda que evidentemente acessório.</p>
<p>Dosando momentos de puro entretenimento que exploram o carisma comprovado de antigos personagens e apresenta em igual potência a simpatia e complexidade dos seus novatos (como Garfinho, o Coelho e o Pato, Gabi), <strong><i>Toy Story 4 </i></strong>é um filme delicioso de se assistir e presenteia o público com momentos de grande sensibilidade que fazem justiça à tradição Pixar (um deles pela boneca Gabi do antiquario e outro pelo próprio Woody). Não vou nem afirmar que um quinto filme é desnecessário porque o legado de <i>Toy Story </i>está mais do que dado com esse conjunto de obras porque é bem possível que o estúdio faça mais um título com o sucesso desse e seja tão bom quanto.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Josh Cooley<br />
<strong>Elenco:</strong> Tom Hanks, Tim Allen, Annie Potts, Tony Hale, Keegan Michael Key, Madeleine McGraw, Jordan Peele, Keanu Reeves, Christina Hendricks, Ally Maki</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/76CslX-q5C4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Lugares Escuros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2015 22:56:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[Chloe Grace Moretz]]></category>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Lugares Escuros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estrelado e co-produzido por Charlize Theron, Lugares Escuros é mais um suspense baseado em um romance da escritora Gillian Flynn, que ano passado roteirizou Garota Exemplar, um livro de sua autoria levado para os cinemas pelo diretor David Fincher. Lugares Escuros, por sua vez, é conduzido para as telonas pelo francês Gilles Paquet-Brenner, de filmes como A Chave de Sarah e A Prisioneira, que, por sinal, também assina o roteiro do longa sozinho, ou seja, sem a participação de Flynn. O resultado pode não ser tão vibrante quanto aquele visto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3008" aria-describedby="caption-attachment-3008" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Lugares-Escuros.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3008 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Lugares-Escuros-620x387.jpg" alt="Lugares-Escuros" width="620" height="387" /></a><figcaption id="caption-attachment-3008" class="wp-caption-text">A força da atriz: Pela segunda vez consecutiva, a vencedora do Oscar Charlize Theron consegue uma grande interpretação em 2015, desta vez por Lugares Estranhos.</figcaption></figure>
<p class="separator" style="color: #000000;">Estrelado e co-produzido por Charlize Theron, <i>Lugares Escuros </i>é mais um suspense baseado em um romance da escritora Gillian Flynn, que ano passado roteirizou <i>Garota Exemplar, </i>um livro de sua autoria levado para os cinemas pelo diretor David Fincher. <i>Lugares Escuros</i>, por sua vez, é conduzido para as telonas pelo francês Gilles Paquet-Brenner, de filmes como <i>A Chave de Sarah </i>e <i>A Prisioneira</i>, que, por sinal, também assina o roteiro do longa sozinho, ou seja, sem a participação de Flynn. O resultado pode não ser tão vibrante quanto aquele visto no filme de David Fincher em parceria com a autora, mas, ao menos, apresenta-se ao espectador como um suspense na maior parte do tempo instigante e maduro na construção dos seus personagens e na abordagem das suas principais  temáticas, entre elas o trauma e a sua superação.</p>
<figure id="attachment_3010" aria-describedby="caption-attachment-3010" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/charlize-theron-dark-places-movie-gillian-flynn-chloe-grace-moretz-release-date-trailer-serving-cinema-joey-nolfi.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3010 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/charlize-theron-dark-places-movie-gillian-flynn-chloe-grace-moretz-release-date-trailer-serving-cinema-joey-nolfi-620x339.jpg" alt="charlize-theron-dark-places-movie-gillian-flynn-chloe-grace-moretz-release-date-trailer-serving-cinema-joey-nolfi" width="620" height="339" /></a><figcaption id="caption-attachment-3010" class="wp-caption-text">Relação delicada: Protagonista vivida por Charlize Theron convive com o trauma de ter seu irmão acusado de matar sua mãe e suas irmãs.</figcaption></figure>
<p class="separator" style="color: #000000;">No longa, Charlize Theron, interpreta Libby Day, uma mulher que convive com o fantasma da violenta morte de sua família, testemunhada por ela quando criança. A culpa do crime recaiu sobre o seu irmão mais velho, Ben Day (Corey Stoll), que na época havia se relacionado com grupos de adoração a satã (algo que nos lembra a &#8220;família Manson&#8221;) e que, junto com Libby, foi o único sobrevivente do massacre. Procurada por uma sociedade que se reúnem para desvendar crimes complicados, Libby Day receberá uma considerável quantia em dinheiro para retornar o passado e confirmar ou não a culpa do irmão naquela noite traumática.</p>
<p class="separator" style="color: #000000;">A condução de Gilles Paquet-Brenner não tem nenhum atrativo em especial, contudo o diretor não compromete <i>Lugares Escuros </i>com firulas estéticas. Paquet-Brenner é direto, objetivo e consegue um equilíbrio entre a carga dramática pesada e tensa da sua história com momentos introspectivos, nos quais voltamos nossas atenções para a personagem de Charlize Theron, principal atrativo da história. Theron, por sinal, é um dos pontos fortes do longa, conseguindo trazer, com muito segurança e sensibilidade, para a personalidade de Libby Day os efeitos do seu trauma. Nas mãos de Charlize, Libby é uma mulher desacreditada na humanidade, mas não chega a ser dura ou sisuda, a atriz consegue criar brechas que torna a superação do trauma crível e gradual. O filme também conta com Nicholas Hoult, que esteve ao lado de Charlize em <i>Mad Max- Estrada da Fúria</i>, mas que aqui tem muito pouco a fazer na pele do líder da sociedade que procura a protagonista, e Chloe Grace Moretz, uma escolha um tanto quanto óbvia na pele de uma garota-problema envolvida amorosamente com o irmão de Libby. Há também a ótima Christina Hendricks, intérprete da matriarca da família. Hendricks, por sinal, merece o título de co-protagonista do filme, já que a montagem do longa intercala os acontecimentos do passado e do presente da família Day, e a atriz ganha a empatia do espectador ao viver com doçura e dignidade Patty Day.</p>
<figure id="attachment_3009" aria-describedby="caption-attachment-3009" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/dark-places-trailer-do-filme-adaptado-do-livro-de-gillian-flynn-autora-de-garota-exemplar_5.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3009 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/dark-places-trailer-do-filme-adaptado-do-livro-de-gillian-flynn-autora-de-garota-exemplar_5-620x366.jpg" alt="dark-places-trailer-do-filme-adaptado-do-livro-de-gillian-flynn-autora-de-garota-exemplar_5" width="620" height="366" /></a><figcaption id="caption-attachment-3009" class="wp-caption-text">Garota-problema: Chloe Grace Moretz repete um personagem que já viveu em outros trabalhos.</figcaption></figure>
<p class="separator" style="color: #000000;">O maior problema de <i>Lugares Escuros</i> é que ele nos mantém durante boa parte da projeção interessados no desfecho da sua história &#8211; e o realizador é muito hábil ao contar paralelamente os acontecimentos que sucederam o crime e a investigação sobre ele empreendida no presente &#8211; , contudo, quando o longa chega ao fim, o seu encerramento do caso soa insatisfatório e até mesmo óbvio. Não chega a ser frustrante ou decepcionante, mas menos interessante do que o caminho que a sucessão de descobertas sobre o crime empreendidas por Libby Day traça para o espectador.</p>
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