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	<title>Arquivos Chris Pine - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Chris Pine - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: O Cara da Piscina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 19:25:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Cara da Piscina é o primeiro longa dirigido, roteirizado, produzido e protagonizado por Chris Pine. Aqui, o ator usa todo o seu trânsito em Hollywood para conseguir um elenco formado por nomes de peso como Annette Bening, Danny DeVito, Jennifer Jason Leigh e Ray Wise para protagonizar esta história, além de contar com o suporte da diretora Patty Jenkins (de Mulher-Maravilha) na produção do projeto ao seu lado. No entanto, é incrível como a junção de tantos nomes marcados pela excelência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><strong>O Cara da Piscina</strong> </i>é o primeiro longa dirigido, roteirizado, produzido e protagonizado por Chris Pine. Aqui, o ator usa todo o seu trânsito em Hollywood para conseguir um elenco formado por nomes de peso como Annette Bening, Danny DeVito, Jennifer Jason Leigh e Ray Wise para protagonizar esta história, além de contar com o suporte da diretora Patty Jenkins (de <i>Mulher-Maravilha</i>) na produção do projeto ao seu lado. No entanto, é incrível como a junção de tantos nomes marcados pela excelência em suas respectivas carreiras não foi o suficiente para salvar este filme do completo fiasco.</p>
<p>Em <i><strong>O Cara da Piscina</strong></i>, Chris Pine interpreta um limpador de piscinas de um condomínio aspirante a filósofo e cineasta. O personagem se vê enredado na função de detetive quando uma misteriosa mulher (DeWanda Wise, de <i>Jurassic World: Domínio</i>) solicita seus serviços em um caso envolvendo figurões de Los Angeles. Daí em diante, a trama do longa assume ares de filme de detetive (<i>noir</i>) inclinado para a abordagem de um humor <i>non sense</i>.</p>
<p>Em sua estreia, Pine tem muitas ambições com <i><strong>O Cara da Piscina</strong></i>. Ele deseja fazer uma espécie de <i>Vício Inerente</i> com um personagem &#8220;chapadão&#8221; de visual inspirado no &#8220;the dude&#8221; de Jeff Bridges em <i>O Grande Lebowski </i>envolvendo uma trama criminal &#8220;diferentona&#8221;<i> </i>com diversas referências cinéfilas explícitas no roteiro. Tem de tudo em <i><strong>O Cara da Piscina</strong></i>: <i>Chinatown</i>, <i>Crepúsculo dos Deuses</i>, <i>Ladrão de Casaca </i>e até <i>Erin Brokovich</i>. Nenhuma delas faz muito sentido na história porque, no final das contas, <i><strong>O Cara da Piscina </strong></i>tem como foco o ego de Chris Pine.<i> </i>É um filme carente de identidade e completamente movido pela vaidade do ator, agora, diretor. Qualquer momento aleatório da trama é justificativa para o diretor e roteirista trazer para o público alguma amostra do seu repertório e ele &#8220;joga&#8221; esta &#8220;genialidade&#8221; para o público como se agisse despretensiosamente sob a forma de uma abordagem que emula uma direção e um roteiro <i>cool</i>. No final das contas, nada daquilo apresenta organicidade e qualquer expectativa de liame narrativo se perde em meio ao ego do próprio artista.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18750" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-5-1.png" alt="O Cara da Piscina" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-5-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-5-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-5-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A trama <i>neo noir </i>de <i><strong>O Cara da Piscina</strong></i><i> </i>não faz muito sentido e parte da sua aparência de história de detetive <i>cool </i>em torno de personagens &#8220;idiotas&#8221; que na verdade revelariam que  por trás do seu comportamento existe uma proposta filosoficamente comprometida do roteiro do projeto é extremamente calculada por Pine, o que, por si só, já destaca quão equivocado é este projeto. Com <i>O Cara da Piscina</i>, Chris Pine sente que está oferecendo algo genial para o público e no final das contas parece conceber um filme que existe para massagear o seu próprio ego.</p>
<p>Não há uma cena sequer em <i><strong>O Cara da Piscina</strong></i><i> </i>que demarque um movimento inteligente do roteiro, um personagem que se destaque como original, carismático ou passível de empatia, sobretudo o seu protagonista, que parece uma colagem de diversas criações já vistas na tela e que parecem fazer parte do imaginário de Pine como fã do tipo de história que o projeto parece emular. Não há comentário inteligente ou humor que sustente <i>O Cara da Piscina</i>, apenas o constrangimento de momentos como aqueles nos quais o personagem de Pine conversa com um grande lagarto ou mesmo um desentendimento entre o protagonista e a personagem de Jennifer Jason Leigh quando ele descobre que a namorada com quem nunca quis estabelecer um compromisso está saindo com outro homem.</p>
<p>Se em 2024 tivemos a ótima revelação de Zoë Kravitz como diretora de <i>Pisque Duas Vezes</i>, um projeto muito bem equilibrado entre uso de referências cinéfilas, concebido por uma realizadora debutante que procura e encontra a sua própria voz como artista, com um roteiro focado no objetivo da sua história, também tivemos Chris Pine em <i><strong>O Cara da Piscina</strong></i><i>, </i>o completo oposto disso. A esperança é que o resultado ruim desse projeto e sua repercussão valham de alguma coisa para que, futuramente, caso Pine decida continuar investindo nas funções de diretor e roteirista, aprenda com seus erros e vá por um caminho bem diferente deste aqui.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Chris Pine</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Chris Pine, Annette Bening, Danny DeVito, Jennifer Jason Leigh, DeWanda Wise</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/p6ddKnhS3Mw?si=mYen6Rh9Mah7coHG" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Wish &#8211; O Poder dos Desejos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 23:15:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os créditos finais de Wish &#8211; O Poder dos Desejos denuncia o contexto da mais recente produção animada dos estúdios Disney: o longa é uma encomenda comemorativa pelos 100 anos da companhia do Mickey Mouse. Enquanto os nomes dos envolvidos passam na tela, são exibidos personagens que formaram o catálogo do estúdio na ordem cronológica do lançamento dos seus respectivos filmes. Além dessa afetuosa inserção ao legado do estúdio, ao longo da história, o espectador reconhecerá referências a filmes como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os créditos finais de <strong><em>Wish &#8211; O Poder dos Desejos</em></strong> denuncia o contexto da mais recente produção animada dos estúdios Disney: o longa é uma encomenda comemorativa pelos 100 anos da companhia do Mickey Mouse. Enquanto os nomes dos envolvidos passam na tela, são exibidos personagens que formaram o catálogo do estúdio na ordem cronológica do lançamento dos seus respectivos filmes. Além dessa afetuosa inserção ao legado do estúdio, ao longo da história, o espectador reconhecerá referências a filmes como Peter Pan, A Pequena Sereia e Cinderela e, claro, a maior delas é um dos seus personagens principais da história, uma simpática estrela dos desejos. A estrela dos desejos de Wish unifica os contos de fadas que formaram a filmografia da Disney a partir dos seus principais elementos: a magia, o encantamento, os sonhos.</p>
<p><strong><em>Wish &#8211; O Poder dos Desejos</em></strong> conta a história de um reino governado por Magnífico, um mago ditador que controla o destino de toda a população local ao aprisionar seus desejos. Quando a verdadeira natureza do governante é descoberta por uma jovem que se frustra ao constatar que o sonho do seu avô jamais poderá ser realizado, os dias de reinado do mago passam a ser ameaçados, sobretudo porque ela contará com a ajuda de uma estrela dos desejos.</p>
<p>No intuito de fazer de <strong><em>Wish &#8211; O Poder dos Desejos</em></strong> uma homenagem a sua própria trajetória, a Disney não consegue dar qualquer senso de originalidade e profundidade ao filme. Wish soa como um filme banal, com trama protocolar e personagens pouco carismáticos que mais parecem rascunhos do passado do estúdio. Há no filme um esforço bem tímido de unificar a filmografia da Disney com motes e ideias que seriam a gênese ou assinatura do estúdio, mas é tudo muito discreto e esse conceito jamais atinge a sua potencialidade de fato.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17638" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/01/image-2.png" alt="Wish - O Poder dos Desejos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/01/image-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/01/image-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/01/image-2-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/01/image-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Para além do caráter simbólico da representação do legado de 100 anos da Disney, o ponto &#8220;fora da curva&#8221; que faz Wish ganhar algum senso de relevância na história recente do estúdio é a estética da animação. Wish faz uma interessante união entre animação 2D e 3D com traços originais que a distinguem da própria assinatura visual do estúdio, que tende para uma homogeneidade em suas diferentes eras. Aqui, de fato, são empregadas cores e formas que singularizam o trabalho dos animadores e dão personalidade ao projeto.</p>
<p>No mais, é uma pena que algumas ideias ensaiadas em <strong><em>Wish &#8211; O Poder dos Desejos</em></strong> , sobretudo esse mote de unificar o legado da Disney em um pretenso &#8220;universo compartilhado&#8221;, jamais ganhe qualquer impulso na tela. Pela primeira vez em anos, vemos uma protagonista cuja história não consegue envolver e consequentemente não nos faz torcer pelo seu êxito, um vilão sem carisma e números musicais que não fazem a gente sair da sessão com suas canções reverberando em nossa memória. É um pouco embaraçoso que justamente a animação que serve para celebrar o legado Disney seja um dos seus projetos mais esquecíveis.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Chris Buck, Fawn Veerasunthorn</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Ariana DeBose, Chris Pine, Alan Tudyk, Angelique Cabral, Victor Garber, Natasha Rothwell, Jennifer Kumiyama, Harvey Guillen, Niko Vargas</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/uc_N_NcGIN0?si=-P5TTGa5tXOP5Ioj" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Dungeons &#038; Dragons &#8211; Honra Entre Rebeldes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 12:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os fãs de ficção fantástica torcem por um lançamento verdadeiramente empolgante há décadas. Com exceção do sucesso que ainda são as franquias Senhor dos Anéis e Harry Potter, nos cinemas, nada veio para preencher o vazio dos fãs do subgênero.  Nem mesmo os filmes que expandiram o universo bruxo ou a Terra Média foram capazes de reproduzir o mesmo frenesi no espectador. E esse vazio fez com que o anúncio de Dungeons &#38; Dragons: Honra Entre Rebeldes surgisse como uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os fãs de ficção fantástica torcem por um lançamento verdadeiramente empolgante há décadas. Com exceção do sucesso que ainda são as franquias <em>Senhor dos Anéis</em> e <em>Harry Potter</em>, nos cinemas, nada veio para preencher o vazio dos fãs do subgênero.  Nem mesmo os filmes que expandiram o universo bruxo ou a Terra Média foram capazes de reproduzir o mesmo frenesi no espectador. E esse vazio fez com que o anúncio de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> surgisse como uma luz no fim do túnel.</p>
<p>Contudo, assim como outras adaptações e/ou remakes de jogos &#8211; a exemplo do não tão bem recebido <i>Mortal Kombat</i> (2021) -, a nova produção da Paramount dividiu opiniões. Da divulgação da produção de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes </i></b>até os trailers, muito se especulou e teorizou sobre o que poderia ser o filme. E em meio ao burburinho, os fãs de RPG e da série animada dos anos 1980 ficaram cada vez mais curiosos. Mas será que o tão aguardado lançamento da aventura medieval está a altura da ansiedade estabelecida pelo estúdio?</p>
<p>Ainda que o roteiro de Michael Gilio e dos co-diretores Jonathan Goldstein e John Francis Daley (ambos de <i>Noite de Jogo</i>, de 2018) não se debruce no aprofundamento de sua história ou personagens, <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> é um longa-metragem divertido. A história consegue prender a atenção do espectador e cativar até mesmo os mais céticos com a produção.</p>
<p>O jogo entre os personagens feito por Gilio, Goldstein e Daley ajuda o resultado do projeto. Existe uma dosagem precisamente medida das participações e interações entre o elenco principal. E é esse equilíbrio entre o drama, a comédia e a aventura que fez de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> um filme interessante para o subgênero.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-16658 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-750x500.jpg" alt="Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes (2023)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2.jpg 759w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É evidente que a narrativa construída pelo trio nem se compara à complexidade e aprofundamento que as franquias citadas anteriormente. Isso, no entanto, não impede que o longa encontre seu lugar no mercado. Existe uma gama de fãs do jogo e de ficção fantástica que se sentem órfãos de ver na telona o seu tipo de jornada preferida e com <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes </i></b>isso volta a ser possível &#8211; e com qualidade.</p>
<p>A direção da dupla Goldstein e Daley é dinâmica o suficiente para esconder algumas falhas do roteiro ao mesmo tempo que não perde o <i>timing</i> da ação e comédia. Essa talvez seja a maior conquista dos diretores em <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b>. Conseguir manter o público entretido apesar das faltas. Afinal, é inevitável comparar com produções como <i>Game of Thrones</i> (2011 &#8211; 2019) ou <i>A Casa do Dragão</i> (2022-) e os diretores sabiam que o roteiro deles nem se equiparava a isso, por isso o investimento em outros elementos da produção.</p>
<p>Um enfoque maior nas relações entre os personagens distrai o espectador da falta de desenvolvimento dos vilões da história, por exemplo. A coesão em cena dos atores, porém, justifica essa escolha. Além disso, o filme preenche o seu universo com detalhes do mundo do RPG &#8211; sem contar com uma surpresa escondida para os fãs da série animada dos anos 1980. Assim, a narrativa se torna mais atrativa e próxima para que o resultado seja positivo para <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b>.</p>
<p>No fim das contas, a ansiedade dos fãs e a curiosidade do público como todo foi bem paga por essa produção que veio para ficar por algum tempo. Não só por vivermos na era das franquias, mas o universo RPG representado no filme permite que <b><i>Dungeons &amp; Dragons </i></b>possa ter uma vida longa nos cinemas. Para isso, entretanto, é preciso que as próximas histórias sejam melhor desenvolvidas. Mais camadas, momentos dramáticos, ação e referências. Essa é a fórmula para o sucesso e a longa vida da possível franquia medieval.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Jonathan Goldstein e John Francis Daley</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Chris Pine, Michelle Rodriguez, Regé-Jean Page, Justice Smith, Hugh Grant e Sophia Lillis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/4sN3bTR3NaU?si=yQFpQus9tXJqRqrV" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Não Se Preocupe, Querida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 00:27:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não Se Preocupe, Querida é o mais novo filme da diretora Olivia Wilde, que fez a sua estreia na direção no ótimo Fora de Série e fazia uma grande promessa com esse aqui. O filme, de fato, é ótimo e bem interessante, embora falte originalidade em alguns aspectos. Ainda assim, a forma como foi dirigido, as escolhas de câmera e, principalmente, as atuações, fazem com que o seu resultado seja ainda melhor do que uma simples cópia de outras obras. Na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Não Se Preocupe, Querida</em></strong> é o mais novo filme da diretora Olivia Wilde, que fez a sua estreia na direção no ótimo <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-fora-de-serie/"><em>Fora de Série</em></a> e fazia uma grande promessa com esse aqui. O filme, de fato, é ótimo e bem interessante, embora falte originalidade em alguns aspectos. Ainda assim, a forma como foi dirigido, as escolhas de câmera e, principalmente, as atuações, fazem com que o seu resultado seja ainda melhor do que uma simples cópia de outras obras.</p>
<p>Na década de 1950, uma pequena cidade no deserto americano prospera por conta de uma fábrica que fica nos arredores, onde todos os homens trabalham, enquanto suas mulheres ficando cuidando da casa e dos filhos. Alice (Florence Pugh, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/"><em>Adoráveis Mulheres</em></a>) e Jack (Harry Styles, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-eternos/"><em>Eternos</em></a>) são jovens e apaixonados, vivendo o tempo inteiro em um romance ardente e invejável. O bairro acaba sendo impactado quando uma vizinha começa a surtar e falar coisas sem sentido, deixando o marido envergonhado e com risco de perder o emprego. Embora Alice seja amiga dela, acaba não dando o devido suporte e ignorando os episódios. Até que ela presencia um surto físico da amiga.</p>
<p>Logo de cara o filme me pegou em uma cena onde toda as esposas colocam as marmitas de seus maridos, dão beijos e vão levar até o carro. Tudo ao mesmo tempo e muito sincronizado. Aliás, a sincronia é um ponto cuidadoso da direção de Wilde, que é minuciosa em cada cena. Ali eu saquei que o enredo teria relação com o machismo e a necessidade de superioridade que os homens exercem sobre as mulheres. E assim o foi, mas vamos deixar de lado os spoilers.</p>
<p>Embora Alice esteja acostumada com aquela rotina e ame o marido profundamente, tem sempre um incômodo que a perturba. É como se ela nunca estivesse 100% à vontade, constantemente com uma discreta pulga atrás da orelha. Depois que o longa nos apresenta aquele cenário, rapidamente seguimos para o caminhar da história. A protagonista avista um episódio estranho e acaba transgredindo a regra de ultrapassar o limite da cidade. A partir daí, coisas bizarras começam a acontecer.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15891" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/fylxnegwqaanom2.jpg" alt="Não Se Preocupe Querida" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/fylxnegwqaanom2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/fylxnegwqaanom2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/fylxnegwqaanom2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/fylxnegwqaanom2-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A semelhança com <em>Mulheres Perfeitas</em> é absurda, se apresentando momento a momento. Isso seria um problema real se <strong><em>Não Se Preocupe, Querida</em></strong> não fosse além em outros quesitos. Sinto que aqui a história é menos caricata e passeia mais por um thriller psicológico, como se bebesse um pouco da fonte de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-corra/"><em>Corra!</em></a>, tendo, inclusive, algumas cenas semelhantes e até uma sonoplastia que lembra um pouco.</p>
<p>As atuações, definitivamente, são um ponto alto aqui. Mesmo que fora das telas houvessem discussões entre atores e até com a diretora, em cena, tudo fluiu tão bem quanto poderia, numa unicidade grandiosa. Chris Pine (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/"><em>Mulher-Maravilha</em></a>) no papel do ambicioso e inescrupuloso chefe da cidade onde moram, a própria Olivia no papel de uma vizinha chamativa que bebe sempre e quer festa o tempo todo. Pugh, no entanto, é quem rouba todos os holofotes e com todos os direitos. Ela consegue transitar com tamanha facilidade em todos os traços de personalidade que a protagonista apresenta, deixando o espectador hipnotizado a cada momento.</p>
<p>Tudo isso casado com a excelente direção de Wilde, que faz escolhas sábias de jogos de câmeras, focos, combinações de cenas e detalhes que vão muito além do que percebemos. É o tipo de filme que vale uma segunda vista, justamente para nos darmos conta de todas as arestas que vão sendo lapidadas por ela. Ao som, ainda, de uma ótima trilha sonora, que varia de acordo com a emoção e angústia de Alice.</p>
<p>Não há como se alongar muito sem cair no erro de dar vários spoilers. É possível informar, sem prejuízo, que <strong><em>Não Se Preocupe, Querida</em></strong> é um longa que angustia, que instiga e que entretém. Ele vale muito do hype que existia desde que sua produção foi anunciada. O problema para mim, no entanto, que o leva a não ser reconhecido como um filme de tanta excelência é a falta de originalidade em vários quesitos do roteiro. Como falei, as semelhanças dos dois filmes (especialmente o primeiro) citados anteriormente são imensas e constantes, o que nos leva a várias frustrações. Ainda assim, é um filme que entrega muito bem!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Olivia Wilde</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Florence Pugh, Harry Styles, Chris Pine, Olivia Wilde, KiKi Layne, Gemma Chan, Nick Kroll, Sydney Chandler</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/lTkaEjZSQEA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Mulher-Maravilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2017 02:12:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pine]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gal Gadot]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher-Maravilha]]></category>
		<category><![CDATA[Patty Jenkins]]></category>
		<category><![CDATA[Wonder Woman]]></category>
		<category><![CDATA[Zack Snyder]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulher-Maravilha é um dos filmes mais aguardados do ano e não é por menos. Quem espera há tanto tempo pelo primeiro longa de uma super heroína sabe o significado de finalmente ter este filme nos cinemas. E que filme! Como uma reverência aos quadrinhos, aos fãs, à alma feminina e ao momento que vivemos, Mulher-Maravilha é tudo que poderíamos esperar e um tanto mais. O longa conta a história de como Diana, filha da Rainha das Amazonas da ilha paradisíaca [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mulher-Maravilha</em> é um dos filmes mais aguardados do ano e não é por menos. Quem espera há tanto tempo pelo primeiro longa de uma super heroína sabe o significado de finalmente ter este filme nos cinemas. E que filme! Como uma reverência aos quadrinhos, aos fãs, à alma feminina e ao momento que vivemos, <em>Mulher-Maravilha</em> é tudo que poderíamos esperar e um tanto mais.</p>
<p>O longa conta a história de como Diana, filha da Rainha das Amazonas da ilha paradisíaca de Themyscira, e de como ela construiu sua vida até se tornar a Mulher-Maravilha de fato. O roteiro traz os detalhes desde quando ela era pequena e se espreitava no canto para admirar as amazonas em treinamento, e como sua mãe, Hipólita, tentava proteger ela o máximo possível de se envolver com batalhas.</p>
<p>A ilha Themyscira é um espetáculo à parte que foi milimetricamente pensado pelo diretor. Faz toda a referência à Grécia e seus deuses, com visuais paradisíacos, muita luz, cenários deslumbrantes e águas cristalinas. Eles seguem toda a especificação criada pelos quadrinhos e não fica devendo em nada à imaginação dos leitores.</p>
<p>A criação do perfil de Diana, desde a sua infância até o momento em que ela se torna a Mulher-Maravilha, é extremamente cuidadosa e detalhista. O espectador vai criando cada vez mais empatia pela personagem e se envolvendo com suas questões. É muito fácil torcer por ela e por suas causas de batalha.</p>
<p>Nada disso seria possível sem o talento e a simpatia de Gal Gadot. A atriz incorpora o espírito da protagonista com tamanha facilidade e naturalidade, que é impossível imaginar qualquer outra pessoa no lugar dela. Toda cena se torna um encantamento particular, prendendo a atenção do espectador cada segundo mais. Ao contracenar com Chris Pine, Gadot se fortalece ainda mais. Os dois possuem ótima química e sincronia importante, conferindo ao casal principal um carinho único.</p>
<p>A diretora é cuidadoso ao criar um relacionamento entre os protagonistas sem afetar a personalidade e a representatividade da Mulher-Maravilha. O foco não é o romance, claramente, mas ele tem o cuidado de conferir amorosidade às cenas dos dois. Aliás, o produtor Zack Snyder foi muito feliz ao deixar o seu lado sombrio um tanto de lado para dar mais leveza a alguns momentos importantes da trama. Na liderança, a diretora Patty Jenkins, que consegue dar ainda mais força e representatividade ao longa.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7707" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/05/314541.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>O elenco é tão forte quanto o núcleo principal. Connie Nielsen faz o papel da Rainha das Amazonas e mãe de Diana, e o personifica muito bem. Mas o destaque mesmo vai para Antíope, a tia, protagonizada por Robin Wright, a nossa querida Claire Underwood da série <em>House of Cards</em>. A força que ela passa em cena é inebriante e confere à personagem ainda mais autenticidade.</p>
<p>A equipe de ensaio teve muito cuidado com as cenas de ação. Elas são sincronizadas e esteticamente bonitas. O que é super importante, uma vez que são várias cenas de ação. Jenkins consegue intercalar muito bem estes momentos de maior tensão com a leveza dos personagens agregados e até mesmo da protagonista. Agregado a isso, a inserção de vilões que efetivamente são fortes e oferecem risco à Mulher-Maravilha e à sociedade como um todo.</p>
<p>O maior ganho de todos com esse filme, no entanto, não é sua qualidade. É seu potencial de representatividade. Em um mundo onde as minorias se esforçam cada vez mais para ter seu lugar ao sol, um filme que reverencia a capacidade feminina, no maior estilo <em>girl power</em>, é no mínimo um deleite para nossas almas. O estranhamento de Diana ao adentrar numa sociedade onde há uma diferenciação muito clara de gênero é sutil e instigante. Ela não entende, por exemplo, porque um homem não pode dormir ao lado de uma mulher sem sexualizar ela. Aliás, a questão da sexualização da personagem foi muito bem cuidada. Gal Gadot é incrivelmente linda e não há como negar. Mas ainda assim, a diretora teve o cuidado de não explorar o lado sexual dela sem necessidade. Embora haja um deslumbramento com sua beleza, é uma percepção muito natural e comum, sem exageros.</p>
<p>Todo o filme, desde as cenas aos diálogos, é recheado de significados e mensagens ao telespectador. Este não é apenas mais um filme de super-herói. Não mesmo. É a consagração da representatividade da mulher no cinema. A aceitação de que somos fortes e poderosas, e que a sociedade pode e deve englobar as questões feministas nos seus diálogos diários. <em>Mulher-Maravilha</em> é um dos melhores filmes da <em>DC Comics</em> no últimos anos e dificilmente será superado tão cedo. É de uma importância singular para a sociedade. Ele ainda consegue, em meio a diálogos e ações de empoderamento feminino, tratar da questão racial, com uma pincelada que nos faz lembrar que &#8220;todos vivemos nossas próprias batalhas&#8221;.</p>
<p><em>Mulher-Maravilha</em> é um filme simplesmente espetacular.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/I6Gj8Fvukk4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Qualquer Custo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2017 22:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Qualquer Custo]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Foster]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pine]]></category>
		<category><![CDATA[David Mackenzie]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Bridges]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No início de A Qualquer Custo, o público acompanha a ação dos irmãos Toby e Tanner Howard, Chris Pine (da franquia Star Trek) e Ben Foster (de Os Indomáveis), em um dos assaltos que empreendem por agências bancárias do Texas. No outro lado da ação está Marcus Hamilton, papel de Jeff Bridges (de  Bravura Indômita), que está prestes a se aposentar e assume ao lado do parceiro mestiço, descendente de índios e mexicanos, a missão de levar os responsáveis pela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No início de <i>A Qualquer Custo</i>, o público acompanha a ação dos irmãos Toby e Tanner Howard, Chris Pine (da franquia <i>Star Trek</i>) e Ben Foster (de <i>Os Indomáveis</i>), em um dos assaltos que empreendem por agências bancárias do Texas. No outro lado da ação está Marcus Hamilton, papel de Jeff Bridges (de <i> Bravura Indômita</i>), que está prestes a se aposentar e assume ao lado do parceiro mestiço, descendente de índios e mexicanos, a missão de levar os responsáveis pela limpa nos bancos à justiça. Independente do quão questionáveis são os atos dos personagens desse filme, todos são movidos por um senso de dever, cada um atende ao mesmo da sua maneira. Assim funciona a engrenagem de <i>A Qualquer Custo</i>.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O longa se apresenta como um <i>western </i>com as tradicionais marcações do gênero, com direito a ter como cenário da ação o interior do Texas, uma terra vulnerável aos fora-da-lei, mas que está sob a vigília de alguns homens honrados, um protagonista fazendo de um tudo para garantir o futuro da sua família e temas que gravitam em torno de valores como justiça, honra etc. Claro que aqui tudo ganha uma roupagem  do século XXI, com direito até a uma contextualização na crise financeira que tem reflexos até hoje, mas no fundo o que o longa deseja ser é um competente filme do seu gênero e o consegue cumprir a sua função com muita dignidade.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No comando do título está o diretor escocês David Mackenzie, de filmes pequenos como <i>Sentidos do Amor </i>e <i>Jogando com Prazer</i>, ou seja, nada que prenunciasse que em sua carreira ele estaria destinado a dirigir um <i>western </i>como este. E Mackenzie faz isso com muita propriedade, compondo soluções visuais que oscilam entre a beleza plástica e a eficiência na orquestração das suas exemplares sequências de ação, sobretudo àquelas que jogam a dupla interpretada por Pine e Foster em caçadas policiais. O realizador ainda tem a seu favor um roteiro econômico e preciso de Taylor Sheridan, que não perde tempo com firulas verbais, mas ao mesmo tempo consegue desenhar com complexidade e com um certo pragmatismo os caminhos da sua trama e as motivações dos seus personagens.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7383" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/hell-or-high-water-ben-foster-chris-pine-reviews-1.png" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No terreno das atuações, <i>A Qualquer Custo </i>conta com um trio de atores que faz toda a diferença no resultado do filme. Chris Pine agarra uma rara oportunidade de interpretar um protagonista que inspira empatia na sua trajetória sem mostrar-se como uma figura isenta de qualquer ranhura de caráter, tendo a sua honradez na consciência de que suas ações extremas não são exemplo algum para seus filhos. Ao lado de Pine, o público tem Ben Foster, um ator acima de qualquer suspeita, já que não é de hoje que entrega performances fascinantes ainda que não tenha o destaque merecido em seus títulos, e que aqui compõe mais um tipo interessante, um criminoso igualmente consciente dos caminhos tortos da sua vida, mas, diferente do irmão, se inebriando pela adrenalina da fora-da-lei. Na outra ponta da história, Jeff Bridges cumpre com autoridade sua farda de xerife em um tempo que parece funcionar sob uma lógica circular que não tem previsão para se extinguir.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Ao final do longa, fica claro que os tempos são outros, mas que certas coisas nunca mudam. A mola propulsora das ações de Toby Howard (Pine) é a terra, àquilo que dará a seus filhos uma dignidade que ele e seus antepassados nunca tiveram. No final das contas, os personagens de <i>A Qualquer Custo </i>são velhos conhecidos apesar de inseridos em um outro contexto que transforma seus cavalos em <i>pick ups </i>ou conversíveis e que os faz transitar em cassinos e restaurantes de beira de estrada no lugar dos antigos <i>saloons</i>. É de encher os olhos e os corações de qualquer fã de <i>western</i>.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/bFNcVACX7kM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Nicole Kidman é sondada pela Warner para interpretar papel importante em Mulher-Maravilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2015 00:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pine]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Gal Gadot]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher-Maravilha]]></category>
		<category><![CDATA[Nicole Kidman]]></category>
		<category><![CDATA[Patty Jenkins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em cartaz no Brasil com a biografia Grace de Mônaco, a vencedora do Oscar Nicole Kidman pode estar prestes a se juntar ao elenco de Mulher-Maravilha.  Segundo informações do site Collider, Kidman está em negociações com a Warner para viver Hyppolytta, a rainha amazona que na HQ é a mãe da princesa Diana, a Mulher-Maravilha. Primeiro filme de super-herói protagonizado por uma personagem feminina, Mulher-Maravilha terá a direção de Patty Jenkins (Monster &#8211; Desejo Assassino) e Gal Gadot interpretará o papel da personagem-título. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/intTD_FIF_2013_05_15_HC_JURY_Longs_Metrages_CALL_Nicole_KIDMAN_Steven_SPIELBERG_0648.png"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3912" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/intTD_FIF_2013_05_15_HC_JURY_Longs_Metrages_CALL_Nicole_KIDMAN_Steven_SPIELBERG_0648.png" alt="intTD_FIF_2013_05_15_HC_JURY_Longs_Metrages_CALL_Nicole_KIDMAN_Steven_SPIELBERG_0648" width="600" height="382" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/intTD_FIF_2013_05_15_HC_JURY_Longs_Metrages_CALL_Nicole_KIDMAN_Steven_SPIELBERG_0648.png 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/intTD_FIF_2013_05_15_HC_JURY_Longs_Metrages_CALL_Nicole_KIDMAN_Steven_SPIELBERG_0648-100x65.png 100w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>Em cartaz no Brasil com a biografia <em>Grace de Mônaco</em>, a vencedora do Oscar Nicole Kidman pode estar prestes a se juntar ao elenco de <em>Mulher-Maravilha.  </em>Segundo informações do site <i>Collider</i>, Kidman está em negociações com a Warner para viver Hyppolytta, a rainha amazona que na HQ é a mãe da princesa Diana, a Mulher-Maravilha.</p>
<p>Primeiro filme de super-herói protagonizado por uma personagem feminina, <em>Mulher-Maravilha </em>terá a direção de Patty Jenkins (<em>Monster &#8211; Desejo Assassino</em>) e Gal Gadot interpretará o papel da personagem-título. O ator Chris Pine será o seu interesse amoroso, Steve Trenor. Segundo informações do <em>Collider</em>, Hyppolytta deve aparecer no filme em <em>flashbacks </em>da juventude de Diana.</p>
<p>As filmagens de <em>Mulher-Maravilha </em>começarão em 2016 e o filme tem estreia prevista para 2017, mesmo ano em que será lançado o filme <em>Liga da Justiça</em>, reunindo os principais super-heróis da DC Comics. O filme <i>Batman vs. Superman, </i>que estreia em março de 2016, será um primeiro capítulo desta reunião de personagens e, como muitos já sabem, a princesa Diana terá uma participação importante.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/nicole-kidman-e-sondada-pela-warner-para-interpretar-papel-importante-em-mulher-maravilha/">Nicole Kidman é sondada pela Warner para interpretar papel importante em Mulher-Maravilha</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Boletim de Notícias: 07 de julho</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/boletim-de-noticias-07-de-julho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2015 22:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Armie Hammer]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pine]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Rachel McAdams e Chris Pine em projetos da Marvel e da DC  Escalações de elenco para os próximos filmes da Marvel e da DC/Warner estão tomando conta dos sites de notícia nesse início da semana. A Marvel pretende chamar a atriz Rachel McAdams (True Detective) para viver a principal personagem feminina de &#8220;Doutor Estranho&#8221;, protagonizado por Benedict Cumberbatch e com Chiwetel Ejiofor e Tilda Swinton no elenco. Já a DC está interessada em chamar o ator Chris Pine para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rachel McAdams e Chris Pine em projetos da Marvel e da DC </strong></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3089" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide.jpg" alt="2015_minions_movie-wide" width="594" height="387" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide.jpg 594w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide-100x65.jpg 100w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/2015_minions_movie-wide-260x170.jpg 260w" sizes="(max-width: 594px) 100vw, 594px" /></p>
<p>Escalações de elenco para os próximos filmes da Marvel e da DC/Warner estão tomando conta dos sites de notícia nesse início da semana. A Marvel pretende chamar a atriz Rachel McAdams (True Detective) para viver a principal personagem feminina de &#8220;Doutor Estranho&#8221;, protagonizado por Benedict Cumberbatch e com Chiwetel Ejiofor e Tilda Swinton no elenco. Já a DC está interessada em chamar o ator Chris Pine para interpretar o interesse amoroso da Mulher-Maravilha no filme-solo da heroína ou o próximo Lanterna Verde.</p>
<p><strong>Henry Cavill e Armie Hammer vêm para o Brasil </strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3090" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540.jpg" alt="Armie Hammer, Henry Cavill" width="512" height="342" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540.jpg 512w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/tumblr_nn6v0jAUcr1squubko4_540-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a></p>
<p>Os atores Henry Cavill (O Homem de Aço) e Armie Hammer (O Cavaleiro Solitario) devem chegar ao Brasil em agosto para divulgar &#8220;O Agente da UNCLE&#8221;, longa de espionagem de Guy Ritchie que os dois protagonizam. O filme estreia em setembro no Brasil.</p>
<p><strong>Sonia Braga protagonizará novo filme do diretor de <em>O Som ao Redor</em></strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/son2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3091" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/son2-620x388.jpg" alt="son2" width="620" height="388" /></a></p>
<p>O diretor Klebber Mendonça Filho (O Som ao Redor) acaba de oficializar em sua conta pessoal do Facebook que a atriz <strong>Sonia Braga</strong> será a protagonista do seu próximo longa, <em>Aquarius. </em>Há muitos anos Braga está afastada dos cinema brasileiro, este será o retorno da atriz que fez a seguinte declaração sobre a oportunidade de trabalhar com o diretor: &#8220;Quando li Aquarius, tive que parar para respirar. Sim, respirar e entender que era real. Que era um roteiro do Kleber Mendonça e que ele estava me oferecendo para participar. Pareceu de cara um sonho: uma personagem íntegra, da minha idade, com meus sonhos, com os meus sonhados filhos e família. Quis logo viver esta mulher. As palavras do roteiro pareciam que ja tinham andado na minha boca. Quando assisti a O Som ao Redor, entendi logo que tinha que parar, respirar, voar, para entrar no universo incrível e magnificamente estranho do Kleber. Me vi, me senti nele. Sei que a viagem em Aquarius será um mergulho num profundo mar azul, infinito e misterioso, mas simples. Um mergulho nos meus mais profundos sonhos e desejos. Mas, principal e finalmente, a volta e um mergulho na minha língua mãe, que me acolheu sempre tão carinhosamente. Kleber me escolheu e eu fico muito agradecida que um grande cineasta como ele me veja assim, dentro deste universo estranhamente desnivelado , mas com linhas paralelas, que só os artistas colocam no infinito&#8221;.</p>
<p><strong>Filme solo de Han Solo já está em desenvolvimento na Disney</strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/HanSolo031612.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3092" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/HanSolo031612-620x348.jpg" alt="HanSolo031612" width="620" height="348" /></a></p>
<p>Como já anunciado, a Disney não pretende lançar apenas uma nova trilogia para a saga <em>Star Wars</em>, cujo primeiro episódio <em>Star Wars &#8211; Episódio VII: O Despertar da Força </em>deve chegar aos cinemas no fim de 2015, mas também vários <em>spin-offs </em>com personagens importantes da franquia. Um desses filmes que já está em desenvolvimento trará Han Solo (Harrison Ford), em sua versão mais jovem e suas aventuras anteriores aos longas da trilogia da década de 80. Os diretores já foram escolhidos, Christopher Miller e Phil Lord, da série <em>Anjos da Lei </em>e da animação <em>Uma Aventura Lego</em>. Resta encontrar o ator que dará vida ao personagem em sua versão mais jovem.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/boletim-de-noticias-07-de-julho/">Boletim de Notícias: 07 de julho</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: Caminhos da Floresta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2015 20:19:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Kendrick]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos da Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pine]]></category>
		<category><![CDATA[Emily Blunt]]></category>
		<category><![CDATA[James Corden]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Depp]]></category>
		<category><![CDATA[Meryl Streep]]></category>
		<category><![CDATA[Rob Marshall]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/streep-corden-woods.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2671" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/streep-corden-woods-620x343.jpg" alt="streep-corden-woods" width="620" height="343" /></a></p>
<p>Por ser uma produção Disney, muito se temia que a adaptação cinematográfica do famoso musical de James Lapine<i> Caminhos da Floresta </i>não fosse corajoso o suficiente para assumir os descaminhos que a história propõe ao universo dos contos de fadas. Porém, de alguma maneira, o diretor Rob Marshall conseguiu contornar esse possível empecilho e tornar o longa não apenas uma celebração ao gênero que sempre foi o carro chefe da Disney, mas também uma forma de subvertê-lo, de tensionar o seu discurso utópico do &#8220;felizes para sempre&#8221;. Claro que tudo é feito com uma certa cautela, mas <i>Caminhos da Floresta </i>talvez tenha encontrado guarida nessa nova política da Disney de reinventar determinados terrenos previamente definidos e estanques na construções das suas princesas, príncipes e bruxas. Nesse sentido, podemos afirmar que <i>Caminhos da Floresta </i>é o conto de fadas mais <i>down to earth </i>que o estúdio já concebeu.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Caminhos da Floresta</i> a ação tem início quando uma bruxa impõe um desafio a um padeiro e sua esposa para quebrarem um feitiço que os impossibilita de terem o seu primeiro filho. Eles devem adentrar na floresta e buscar uma vaca, uma capa vermelha, um sapato e alguns fios de cabelo dourado. Se eles não cumprirem o combinado, jamais poderão conceber uma criança.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/into-the-woods-lede.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2672" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/into-the-woods-lede-620x348.jpg" alt="into-the-woods-lede" width="620" height="348" /></a></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Relacionando essa trama central às já conhecidas histórias de <i>Cinderela</i>, <i>Rapunzel</i>, <i>Chapeuzinho Vermelho </i>e <i>João e o Pé de Feijão</i>, <i>Caminhos da Floresta </i>é um filme que demanda muito cuidado. Existem diversas tramas e personagens que exigem atenção redobrada de Rob Marshall e James Lapine, que roteirizou o filme. Evitando transformar o musical em um filme disperso ou superficial no tratamento dos seus personagens, os realizadores acabam voltando suas atenções para as tramas do padeiro e da sua esposa, papéis de James Corden e Emily Blunt, e da bruxa, vivida por Meryl Streep, o que faz com que o longa seja um filme surpreendente para quem nunca teve contato com o material original. Inicialmente, <i>Caminhos da Floresta </i>se apresenta como um conto de fadas rotineiro, porém ele acaba se tornando um filme que tenta reconfigurar os estratagemas já conhecidos dessas histórias. O longa acaba falando sobre as aspirações que temos em nossas vidas e como às vezes nos equivocamos em colocar a utopia, que nada mais é do que o conto de fadas, como uma meta a ser alcançada.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>O elenco do filme é harmônico e não há um único desempenho que se sobressaia, mesmo o da badalada Meryl Streep, o que é bem positivo e um sinal de que a vaidade foi um elemento que não prevaleceu no set. Ainda que seja visível a dificuldade do Rob Marshall em lidar com tantos personagens, no final das contas o resultado de <i>Caminhos da Floresta</i> é satisfatório, surpreendente e agradável.</p>
</div>
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