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	<title>Arquivos Chris Messina - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Chris Messina - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Air &#8211; A História Por Trás do Logo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 22:45:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Air &#8211; A História Por Trás do Logo conta a história da Nike, que na década de 1980 queria entrar para o mercado de calçados de basquete, mas enfrentava grande dificuldade no meio, que era dominado por Adidas e Converse. Com o surgimento da promessa do esporte Michael Jordan, na época apenas um garoto, o chefe Sonny Vaccaro (Matt Damon, O Último Duelo) viu a oportunidade que precisava para alavancar a marca. Naquela vibe de filme em que os personagens [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Air &#8211; A História Por Trás do Logo</strong></em> conta a história da Nike, que na década de 1980 queria entrar para o mercado de calçados de basquete, mas enfrentava grande dificuldade no meio, que era dominado por Adidas e Converse. Com o surgimento da promessa do esporte Michael Jordan, na época apenas um garoto, o chefe Sonny Vaccaro (Matt Damon, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/"><em>O Último Duelo</em></a>) viu a oportunidade que precisava para alavancar a marca.</p>
<p>Naquela vibe de filme em que os personagens estão constantemente correndo, este longa consegue fazer vários acertos que o tornam melhor do que a promessa. Ainda que o ritmo seja acelerado, os diálogos são bem construídos e pausados, deixando o espectador entender exatamente o que está acontecendo e qual a dinâmica. Acho problemático filmes que se valem de conversas aceleradas para tentar passar uma sensação de que o roteiro é mais inteligente que o espectador, quando na maior parte das vezes, não é.</p>
<p>Sonny está sem moral na Nike, depois de um bom tempo sem oferecer vitórias dentro de sua área. Phil Knight (Ben Affleck, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/"><em>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</em></a>), fundador da marca, está decepcionado e cobrando um retorno financeiro de todo o investimento que é feito. Com isso, eles precisam saber dosar a vontade de vencer com o desespero de suas ações, algo bem difícil para quem tem concorrentes tão fortes.</p>
<p>É então que surge a promessa de Michael Jordan. O personagem que faz o atleta famoso não aparece de frente em momento algum, algo que considero assertivo, já que o roteiro escolhe pincelar com imagens do personagem da vida real, especialmente no final de <em><strong>Air &#8211; A História Por Trás do Logo</strong></em>. Essa dinâmica vai sendo costurada com a expectativa do resultado final de toda aquela investida: Jordan vai ou não assinar contrato com a Nike?</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16593" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3.jpg" alt="AIR: A HISTÓRIA POR TRÁS DO LOGO" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O fato de ser uma história real torna tudo mais empolgante. Sou grande fã de longas baseados em fatos verídicos, especialmente quando é bem explorado, como o caso aqui. Temos um foco grande na mãe do jogador, Deloris (Viola Davis, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-mulher-rei/"><em>A Mulher Rei</em></a>), que segura emocionalmente a família e toma as decisões mais importantes. Ela é quem deve ser escutada, paparicada e agraciada, e logo Sonny percebe isso.</p>
<p>A medida que avançamos nas negociações, o longa vai trilhando um caminho de conhecimento do atleta, enquanto nos encaminha para o <em>grand finale</em>. Mesmo para quem sabe do resultado, a expectativa cria uma vontade real de entender como tudo aconteceu. E, de fato, é uma história e tanto.</p>
<p>Ben Affleck assume também a cadeira de diretor e mostra mais uma vez, depois de ótimos longas como <em>Atração Perigosa</em> e <em>Argo</em>, que esse é um papel que ele executa com facilidade e excelência. <em><strong>Air &#8211; A História Por Trás do Logo </strong></em>tinha um grande potencial de ficar chato e entediante, mas foi a condução de direção dele que fez com que o resultado fosse muito bom.</p>
<p>Temos aqui um filme que facilmente pode ser indicado em premiações futuras, não apenas pelas atuações excelentes, como pela combinação de roteiro e direção. Além disso, não é daqueles longas que se demoram e enrolam o espectador. Ele mostra logo para o que veio e não se estende no tempo, nos deixando com a sensação de que não existem excessos nem faltas.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ben Affleck</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Matt Damon, Ben Affleck, Viola Davis, Jason Bateman, Chris Messina, Gustaf Skarsgård, Barbara Sukowa, Marlon Wayans</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/evFdZeEbij4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Eu Me Importo (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 22:41:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conseguindo imprimir uma velocidade frenética, com o uso intenso de câmera lenta para ações ágeis, que dão a impressão de que os fatos estão aumentados, Eu Me Importo estabelece seu tom desde os seus primeiros minutos de exibição. Pautado na ironia e no humor ácido, as peripécias de suas personagens se estendem a cada ato e os limites dos acontecimentos parecem não existir dentro da narrativa. No entanto, falta algum equilíbrio rítmico, a noção de onde o enredo quer chegar e, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conseguindo imprimir uma velocidade frenética, com o uso intenso de câmera lenta para ações ágeis, que dão a impressão de que os fatos estão aumentados, <strong><em>Eu Me Importo</em></strong> estabelece seu tom desde os seus primeiros minutos de exibição. Pautado na ironia e no humor ácido, as peripécias de suas personagens se estendem a cada ato e os limites dos acontecimentos parecem não existir dentro da narrativa. No entanto, falta algum equilíbrio rítmico, a noção de onde o enredo quer chegar e, principalmente, consciência do instante certo de terminar a história.</p>
<p>Dirigido e roteirizado por J Blakeson (<em>A 5ª Onda</em>), o filme, por um lado, consegue criar uma suspensão, com <em>plot twists</em> e um jogo de gato e rato entre a protagonista, Marla Grayson (Rosamund Pike, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-garota-exemplar/"><em>Garota Exemplar</em></a>), e o antagonista, Roman Lunyov (Peter Dinklage, <em>Game of Thrones</em>). Estas estratégias podem prender o espectador, mas, do outro, as constantes reviravoltas, o pouco tempo de desenvolvimento das personagens, a ausência de respiros e os artifícios da trilha – que dita o tom com seu <em>tecno</em> de dinâmica desenfreada-, e algumas cenas soltas. Um exemplo desta frouxidão são as diversas sequências de Marla fazendo exercício, que  não contribuem para a trama, mas devem ter ficado por dar uma <em>vibe</em> <em>cool</em> para a produção, com luzes coloridas piscando e bastante <em>slow motion</em>.</p>
<p>Estas características tornam <strong><em>Eu Me Importo </em></strong>enfadonho, em algumas partes, principalmente quando ele chega em sua metade e parece não caminhar para lugar algum. Além disso, existe uma sensação de que a obra se divide em duas. Até o início do terceiro ato, veem-se todos estes elementos visuais e sonoros já citados (slow, tecno, luzes coloridas) e a premissa principal sendo vivenciada: a do trabalho de Marla, as audiências que ela precisa ir, o embate com sua nova “cliente”, Jennifer – uma Dianne Wiest coesa, mas que não terá tanto espaço nesta crítica, pois sua personagem é deixada de lado por Blakeson abruptamente. Em seguida, toda a atmosfera construída se esvai.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13810" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/UVKAL2OVVSF7DO3DJXPIVOFH2I.jpg" alt="Eu Me Importo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/UVKAL2OVVSF7DO3DJXPIVOFH2I.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/UVKAL2OVVSF7DO3DJXPIVOFH2I-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/UVKAL2OVVSF7DO3DJXPIVOFH2I-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/UVKAL2OVVSF7DO3DJXPIVOFH2I-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Primeiro, a estética fica um tanto mais crua, temperaturas e movimentações de câmera são mais neutros. Segundo, o público é sufocado de reviravoltas até o derradeiro segundo de exibição e se antes o desenvolver do enredo parecia frágil, ele desaparece. Chega até a ser cômico a quantidade de momentos que parecem o final, sem que a projeção termine enfim. Para piorar este incômodo, J Blakeson selecionou uma finalização covarde, cheia de moral e punição. A cereja do bolo vem do fato de Marla, que tem uma namorada, entrar para a lista de mulheres não heterossexuais da ficção que possuem um desfecho trágico. É uma junção infeliz de fatores!</p>
<p>O que retira um pouco do sabor amargo de <strong><em>Eu Me Importo</em></strong> é lembrar da interpretação de Rosamund Pike. Pensando nos detalhes de sua construção, Pike mede cada respiração, pausa e olhar direcionado para seus colegas de cena. Corporalmente, ela traz um tônus para sua Marla e um andar retilíneo, típico de uma pessoa controladora. Para evocar movimentos mais circulares e mostrar certa fragilidade há o uso do vaporizador. Este objeto revela as suas ansiedades e inquietações, deixando Marla mais humana e menos plana.</p>
<p>No geral, a obra possui um potencial. A sua concepção traz aspectos positivos, um zelo imagético e uma aparente busca por uma elaboração de universo ficcional cuidadosa. Ainda que falhe na regularidade rítmica e narrativa, vale ver por apresentar sequências emocionantes e ser majoritariamente divertido.</p>
<p><strong>Direção:</strong> J Blakeson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Rosamund Pike, Peter Dinklage, Eiza Gonzalez, Dianne Wiest, Chris Messina</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DjovwjAVD_o" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Aves de Rapina &#8211; Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2020 00:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fale o que quiser de Esquadrão Suicida, afinal o filme de David Ayer fez por merecer a péssima fama. O que não pode ser dito é que Margot Robbie (O Escândalo) não tenha saído ilesa do desastre de opinião pública que foi esse projeto de 2016 da DC Comics em parceria com a Warner. Com a célebre personagem dos quadrinhos, a atriz australiana fez um brilhante trabalho de composição, captando o espírito da Arlequina e contornando com carisma os percalços [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fale o que quiser de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-esquadrao-suicida/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Esquadrão Suicida</em></a>, afinal o filme de David Ayer fez por merecer a péssima fama. O que não pode ser dito é que Margot Robbie (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/"><em>O Escândalo</em></a>) não tenha saído ilesa do desastre de opinião pública que foi esse projeto de 2016 da <em>DC Comics</em> em parceria com a <em>Warner</em>. Com a célebre personagem dos quadrinhos, a atriz australiana fez um brilhante trabalho de composição, captando o espírito da Arlequina e contornando com carisma os percalços de um roteiro e uma direção problemáticos. É o tipo de trabalho que destoava de toda a obra e que merecia um ótimo carro-chefe para selar em definitivo a criação da atriz. <em><strong>Aves de Rapina &#8211; Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</strong></em> é esse projeto.</p>
<p>Dirigido por Cathy Yan, realizadora americana de descendência chinesa que ganhou notoriedade em 2018 por um filme chamado <em>Dead Pigs</em>, <em><strong>Aves de Rapina &#8211; Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</strong></em> reúne Arlequina com mais quatro personagens da <em>DC Comics</em>: Canário Negro, Caçadora, a detetive Renee Montoya e Cassandra Cain. As três acabam sendo reunidas por obra do acaso e enfrentam o perigoso Máscara Negra, um chefão do crime de Gotham.</p>
<p>Adotando ocasionalmente em sua abordagem narrativa as tonalidades do universo de Arlequina, <strong><em>Aves de Rapina &#8211; Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</em></strong> é um longa de ação que oferece em dosagens equilibradas elementos que a maioria dos filmes do seu nicho proporcionam. Cathy Yan tem um ótimo senso de ação na concepção das duas cenas de luta e há muito humor no projeto &#8211; mas, graças a Deus, nada que nos lembre aquela abordagem espertinha e autoconsciente da maioria desses filmes, portanto, não espere piadas sobre o fiasco público de Esquadrão Suicida.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12356" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/1437378.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Aves de Rapina - Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/1437378.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/1437378.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/1437378.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O grande acerto do seu projeto entretanto é seu roteiro enxuto e que consegue construir um arco satisfatório para Arlequina, levando-a para lugares diversos daqueles que ocupou em <em>Esquadrão Suicida</em>, e ainda nos apresentar as demais personagens, todas muito bem construídas. A desobediência do roteiro de Christina Hodson a chavões sobre os três atos de uma narrativa é muito bem-vinda, com a inserção de diversos <em>flashbacks</em> que, no lugar de atrapalhar o andamento da história, a tornam ainda mais interessante e dinâmica.</p>
<p>O pecado de <em><strong>Aves de Rapina &#8211; Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</strong></em> talvez tenha sido não &#8220;abraçar&#8221; escancaradamente a piração que é a cabeça da sua protagonista, mas naquilo que se pretende e como veículo para a criação de Margot Robbie o filme é um acerto de grandes proporções. É difícil para o público esquecer a péssima impressão deixada pelo <em>DC Universe</em> desde 2016, sobretudo em tempos onde cada erro é martelado um zilhão de vezes na rede com um cem número de memes, mas acho que em 2020, com títulos que passam longe do desastre como <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><em>Aquaman</em></a>, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-shazam/"><em>Shazam!</em></a>, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/"><em>Coringa</em> </a>e agora Aves de Rapina já dá para perdoar a <em>Warner</em> por seus pecados e deixá-la seguir com seus próximos filmes da <em>DC Comics</em>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Cathy Yan<br />
<strong>Elenco:</strong> Margot Robbie, Ewan McGregor, Rosie Perez, Mary Elizabeth Winstead, Ella Jay Basco, Jurnee Smollett-Bell, Chris Messina, Ali Wong, David Ury</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/M2LMRXkAZSY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aves-de-rapina-arlequina-e-sua-emancipacao-fantabulosa/">Crítica: Aves de Rapina &#8211; Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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