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	<title>Arquivos Chris Evans - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Chris Evans - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Amores Materialistas (HBO max)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 11:04:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Celine Song (Vidas Passadas) se vale das marcas narrativas e estéticas de comédias românticas dos últimos 30 anos para construir o roteiro e a direção de Amores Materialistas. No entanto, ao invés de almejar se encaixar no subgênero, a artista subverte o mesmo, colocando a história em outro lugar, um local de progressiva introspecção, o que pode desagradar o público. No entanto, o que é incômodo, na verdade, durante a projeção é o fato de Celine começar bem a obra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Celine Song (<em>Vidas Passadas</em>) se vale das marcas narrativas e estéticas de comédias românticas dos últimos 30 anos para construir o roteiro e a direção de <em>Amores Materialistas</em>. No entanto, ao invés de almejar se encaixar no subgênero, a artista subverte o mesmo, colocando a história em outro lugar, um local de progressiva introspecção, o que pode desagradar o público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, o que é incômodo, na verdade, durante a projeção é o fato de Celine começar bem a obra e ir perdendo o rumo. Com desenvolvimento da protagonista, Lucy (Dakota Johnson), a trama parece consistente: uma casamenteira (Dakota Johnson) bem sucedida, deseja ser rica. Ela conhece o homem perfeito (Pedro Pascal), até que reencontra um grande amor do passado (Chris Evans). A simplicidade dessa premissa poderia render discussões criativas e contemporâneas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, Song não apenas perde a mão do plot básico, como insere subplots, que desviam o foco do enredo principal e transformam o tom do longa-metragem completamente. A reviravolta pode fazer parte das ficções, é bem verdade, mas existem duas opções de trabalhar a atmosfera de uma produção, que geralmente são usadas: construí-la gradativamente ou convocá-la em um rompante e mantê-lo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que ocorre aqui é que nenhum destes fatores é aplicado. Após a virada da narrativa, as personagens perdem as conexões umas com as outras – no roteiro e nas atuações – e há uma confusão sobre qual história realmente está sendo contada. A principal questão aqui é a relação de Lucy com “os boys” dela ou o drama vivido por Sophie (Zoe Winters), sua cliente? A violência que a jovem sofre é grave e transforma completamente o filme, mas, ao mesmo tempo, não se dá espaço suficientemente para que esse enredo tenha o desenvolvimento necessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, não foi construída dinâmica alguma entre elenco ou nas direções (geral, de arte e de fotografia), que levasse a sessão para esse lugar. Todo o cenário discursivo se transforma em algo sombrio, porém a estética permanece. A decupagem é a mesma, a personalidade de Lucy também – mesmo que ela diga que está mal, é a mesma tonalidade do início da projeção –, as temperaturas, as luzes, os quadros, nada se modifica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sensação que resta é a de que Celine ficou com medo de fazer um longa fútil. Todavia, na indecisão se sua obra é um drama, um romance ou uma comédia romântica, o filme fica mal trabalhado. Com toda essa vontade de se levar a sério, Celine perde a oportunidade de criar uma grande <em>romcom</em> e de trabalhar os casais trazidos pelo roteiro. Lucy vai perdendo a química tanto com John (Evans), quanto com Harry (Pascal). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Toda a inserção do debate sobre saber o que se quer e de mulher independente também cai por terra, porque, no final das contas, Lucy escolhe a paixão juvenil ao invés de optar por aquilo que planejou sua vida inteira. E nada disso parece justificável no que é elaborado por Celine. Até mesmo a situação gravíssima de Sophie é finalizada de maneira leviana, simplesmente a colocando no mesmo ponto de partida que ela estava no começo da exibição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta maneira, a produção da A24 é feliz em sua primeira parte. Há, no início, coerência e coesão entre visualidades, mesclando as cores pastéis com as rubras, com uma atuação do trio central que convoca essas tonalidades para suas atuações, com uma direção que enquadra mostrando o cenário ao redor, como nas romcoms dos anos 1990/2000. Mas, a história se perde e a sessão acaba sendo cansativa e esquecível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção</strong>: Celine Song</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco</strong>: Dakota Johnson, Chris Evans, Pedro Pascal</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="Amores Materialistas | Trailer Oficial Legendado" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/3KPtaeBKLto?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Agente Oculto (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 21:19:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É tudo muito pop em Agente Oculto! Seja por seu elenco cheio de figurinhas comumente vistas em Hollywood &#8211; como Ryan Gosling, Chris Evans ou a Ana de Armas-, pela direção dos Irmãos Russo (Vingadores: Ultimato) ou por ser da Netflix, esta é uma produção que quer fazer honra ao seu estrelato e ser cool em cada minuto de sua projeção. Aí, é só chamar o Herry Jackman (Jumanji: Próxima Fase) para trazer uma junção de músicas eletrizantes, colocar menos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É tudo muito pop em <strong><em>Agente Oculto</em></strong>! Seja por seu elenco cheio de figurinhas comumente vistas em Hollywood &#8211; como Ryan Gosling, Chris Evans ou a Ana de Armas-, pela direção dos Irmãos Russo (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores: Ultimato</em></a>) ou por ser da Netflix, esta é uma produção que quer fazer honra ao seu estrelato e ser cool em cada minuto de sua projeção. Aí, é só chamar o Herry Jackman (<em>Jumanji: Próxima Fase</em>) para trazer uma junção de músicas eletrizantes, colocar menos de um segundo para cada plano e transformar um elenco super expressivo fora dali em um nível Keanu Reeves de atuação e se tem o pacote completo deste filme.</p>
<p>E o que isso quer dizer? A primeira coisa que se pode falar é que a maior parte do elenco não consegue imprimir uma emoção na expressão facial. Os textos são ditos de forma mecânica, quase robótica. A única exceção, talvez, seja Wagner Moura (<em>Cidade Baixa</em>), que faz uma pequena participação como Laszlo. Mas, isto não quer dizer que ele estava bem, pelo contrário. Fugindo da neutralidade de sentimentos, Moura vai para a outra ponta e carrega nas tintas. Laszlo é cheio de trejeitos corporais e uma entonação exagerada. Essa característica do <em>casting</em> afasta uma conexão com o público, porém este não é o ponto mais difícil de lidar durante a projeção.</p>
<p>Algumas vezes, circula por aí uma ideia de que filmes de ação precisam ser cobertos de correria e adrenalina. Essa noção está impregnada neste longa-metragem. Não existem respiros aqui e isso acaba deixando a tarefa de torcer pelo protagonista Six (Gosling) muito mais complicada. Nesse sentido, as sequências mais intensas de suspense e luta são as que mais funcionam, justamente porque é onde o esmero e o talento dos envolvidos parecem estar. As movimentações de câmera, os efeitos especiais e as coreografias se juntam para causar uma sensação de falta de ar em que assiste.</p>
<p>Os movimentos corporais dos intérpretes, principalmente Gosling, são precisos e deixam que o público consiga fruir com atenção cada soco, chute, empurrão etc. No entanto, a tensão evapora se o público não se importar com a vida dos mocinhos. Se Gosling não consegue sustentar o seu carisma nesta personagem inexpressiva, de Armas menos ainda. É irritante como ela ocupa uma posição no cinema daquela mulher que quase consegue fazer alguma coisa. É como se ela sempre pudesse salvar o dia, mas ninguém vê isso acontecendo e ela acaba se tornando uma sidekick genérica.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15844" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Imagem-1-do-filme-Agente-oculto-scaled-1.jpg" alt="Agente Oculto" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Imagem-1-do-filme-Agente-oculto-scaled-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Imagem-1-do-filme-Agente-oculto-scaled-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Imagem-1-do-filme-Agente-oculto-scaled-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Imagem-1-do-filme-Agente-oculto-scaled-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Em <strong><em>Agente Oculto</em></strong> não é diferente e ela se torna tão irrelevante para a trama que é possível esquecer dela em vários momentos da narrativa. Já os supostos vilões são Carmichael (Regé-Jean Page) e Llyod (Chris Evans). O primeiro não ganha espaço de tela o suficientemente para que possa desenvolver seu papel, mas, até onde é mostrado, também não apresenta camadas, é insosso e suas motivações são aleatórias. Já Llyod é o pior de todos. Evans conseguiu a proeza de ser caricato e inexpressivo ao mesmo tempo. Além disso, as atitudes de Llyod, mesmo ele sendo totalmente perturbado mentalmente, não fazem sentido algum.</p>
<p>Quem invadiria a cidade de Praga e mandaria todo mundo sair atirando? Até mesmo dentro da história esta ideia estapafúrdia é comentada, mas, mesmo assim, há um ponto contraditório neste ato, porque Llyod é introduzido como um louco, mas um louco que apresenta resultados. Inicialmente, ele parece minimamente esperto e sagaz, porém, ao passo em que a trama avança, ele vai piorando e, no final do longa, já não parece a mesma personagem. De assustador, ele começa a soar como um mero sanguinolento com ausência de inteligência. Isso só funcionaria se existe um arco dramático para que ele pudesse ir se transformando, mas não é o que ocorre aqui.</p>
<p>Desta forma, <strong><em>Agente Oculto</em></strong> é cansativo, contando apenas com alguns momentos de diversão, como toda a sequência com a ex-detetive Margaret (Alfre Woodard). Ela ganha poucas cenas, mas que é uma das poucas figuras que o público pode se sentir próximo. Esta é uma coisa curiosa, na verdade. Porque mesmo com breves minutos, há um impacto no sacrifício dela e somente duas coisas explicam esta força: a atuação de Woodard e um flashback dela, que é o único que funciona, porque consegue amarrar passado e presente de tal maneira que é emocionante acompanhar o que ocorre com Margaret.</p>
<p>No mais, a obra poderia ser, de repente, um videoclipe? Com takes cheios de movimentos absurdos de câmera e Ryan Gosling performando masculinidade tóxica, sem mexer uma sobrancelha, esta é produção esquecível.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joe e Anthony Russo</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Ryan Gosling, Chris Evans, Ana de Armas, Regé-Jean Page</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/bsRwoMfiQI8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Lightyear</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 01:12:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se tem uma história que deu certo para a Disney foi Toy Story. Seja com o seu lançamento em 1995 ou com aquele belíssimo Toy Story 3 de 2010, o fato é que os quatro filmes renderam muitos fãs e dinheiro para o estúdio. E se eles fizessem uma história focada em um personagem específico? Foi isso que aconteceu aqui com o personagem Buzz Lightyear, que virou um protagonista de peso. E sim, tinham muitas chances de dar errado, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma história que deu certo para a Disney foi <em>Toy Story</em>. Seja com o seu lançamento em 1995 ou com aquele belíssimo <em>Toy Story</em> 3 de 2010, o fato é que os quatro filmes renderam muitos fãs e dinheiro para o estúdio. E se eles fizessem uma história focada em um personagem específico? Foi isso que aconteceu aqui com o personagem Buzz Lightyear, que virou um protagonista de peso. E sim, tinham muitas chances de dar errado, mas o filme consegue acertar em todos os detalhes.</p>
<p>Para quem não se lembra do começo lá de<em> Toy Story 1</em>, o garotinho Andy é fã do Buzz por conta de um filme que ele assistiu contando a saga do patrulheiro espacial. Quando finalmente ganha o boneco super tecnológico em seu aniversário, o Woody, brinquedo um pouco mais velho e sem recursos, fica com ciúme. <em><strong>Lightyear</strong> </em>é justamente o filme que o Andy era fissurado em<em> Toy Story</em>. Então tenha em mente aqui que esse é um novo universo pelo qual a gente pode se apaixonar por um personagem.</p>
<p>Buzz Lightyear é um patrulheiro valente que desbrava planetas desconhecidos junto com sua fiel tripulação. Em uma das missões, eles acabam ficando presos em um mundo hostil a 4,2 milhões de anos-luz da Terra e sua única alternativa é tentar transformar os recursos disponíveis em energia. Ele descobre da pior forma possível, no entanto, que cada tentativa dele de viajar e ver se o combustível funciona, que leva poucos minutos, representa anos para os que ficam. E a medida que ele se esforça em achar a fórmula perfeita para tirar todos daquele planeta, o tempo vai passando e ele vai perdendo a vida ao seu redor.</p>
<p>Como todo filme da Pixar, <em><strong>Lightyear</strong> </em>propõe diversas reflexões envoltas em muitas risadas e personagens interessantes. O curioso gato robô que representa o apoio terapêutico que Buzz precisa quando descobre que muitos anos se passaram e as coisas mudaram, é um dos personagens mais engraçados que tem. Associado a ele, a maravilhosa Izzy, neta da grande amiga de Buzz, Alicia Hawthorne. Esse núcleo é bem interessante de se acompanhar, pois o enredo consegue aprofundar das relações e nos fazer criar vínculos rapidamente.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15586" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/buzz-935394.jpg" alt="Lightyear" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/buzz-935394.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/buzz-935394-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/buzz-935394-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/buzz-935394-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A diversidade está presente aqui, com personagens negros, fisicamente não-padronizados e até homossexuais (que é algo que o estúdio vem pincelado como possibilidade há alguns longas e aqui surge de maneira escancarada e simplista ao mesmo tempo). Isso mostra o cuidado em incluir as pessoas neste novo momento em que vivemos, onde as diferenças vem sendo ressaltadas e levadas em consideração na hora de partir para os planos de criação. É justamente sair daquela fórmula padrão de personagens brancos, heteronormativos e com corpos padrões (ou até mesmo inatingíveis). E isso é importantíssimo.</p>
<p>O passar do tempo é cruel e mostra ao Lightyear que, por mais que seja importante ter foco no seu objetivo, é preciso olhar ao redor para entender quais ajustes precisam ser feitos. Enquanto buscava alcançar algo, a vida foi passando e ele simplesmente não viu e não participou de nada na vida daqueles que ama. Uma ótima alfinetada à sociedade atual que está mais preocupada com números em bancos e status social, deixando de lado os vínculos afetivos que poderiam ser construídos. Como será que estamos dedicando o tempo precioso de nossa vida?</p>
<p>O foco em emoções aqui é nítido e palpável. O profundo amor de amizade estabelecido entre Buzz e Alicia, as relações familiares dela, o suporte oferecido ao protagonista por parte do gatinho robô. O roteiro não se priva de trazer a nova formatação de histórias da Pixar, deixando o padrão dos anos 1990 para trás. Com isso, é fácil de envolver pelas histórias de cada personagem e se imergir no universo ali apresentado. Lembrando aqui que Buzz é um personagem bem diferente do que conhecíamos, pois é a versão original que inspirou o boneco famoso. Ele possui, naturalmente, muito mais camadas de personalidade.</p>
<p>Mesmo com tudo isso, <strong><em>Lightyear</em> </strong>tem o mais puro objetivo de entreter. É leve, divertido, interessante. Não comete excessos, não se apoia hora nenhuma em <em>Toy Story</em> e deixa o público entretido a todo momento. Não é mais um filme caça-níqueis que só foi criado com o objetivo de lucrar. Ele tem motivação e propósito, e consegue executar de maneira brilhante um roteiro acertado. Foi uma grata surpresa!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Angus MacLane</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Marcos Mion, Chris Evans, Flora Paulita, Keke Palmer, Uzo Aduba, Dale Soules, Taika Waititi, Peter Sohn, James Brolin</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/DcHYpu8Wfl0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 00:01:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foi completamente sem expectativas que entrei na sala de cinema para conferir Free Guy &#8211; Assumindo o Controle, durante a cabine de imprensa. Um filme que não apresentava o trailer mais atrativo e a sinopse menos ainda. Ryan Reynolds (Deadpool) no papel de um caixa de banco entediado com a rotina, que descobre que faz parte de uma realidade virtual do mundo exterior. Sim, ele não é nada mais que um personagem de videogame super realista. Com um elenco bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi completamente sem expectativas que entrei na sala de cinema para conferir <em><strong>Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</strong></em>, durante a cabine de imprensa. Um filme que não apresentava o trailer mais atrativo e a sinopse menos ainda. Ryan Reynolds (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-deadpool/"><em>Deadpool</em></a>) no papel de um caixa de banco entediado com a rotina, que descobre que faz parte de uma realidade virtual do mundo exterior. Sim, ele não é nada mais que um personagem de videogame super realista.</p>
<p>Com um elenco bem interessante, composto ainda por Jodie Comer (<em>Killing Eve</em>), Lil Rel Howery (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-corra/"><em>Corra!</em></a>), Joe Keery (<em>Stranger Things</em>) e Taika Waititi (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/"><em>Jojo Rabbit</em></a>), o longa evolui com um roteiro bem interessante e construído. É preciso abstrair alguns elementos do absurdo, mas a própria história propõe isso ao espectador. E não estamos falando aqui sobre um filme que força a inserção de Inteligência Artificial. <em><strong>Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</strong></em> não subestima o espectador em hora nenhuma, apresentando uma história coerente e atrativa.</p>
<p>Além disso, as cenas de ação são bem propícias e orquestradas, sempre ao som de uma bela trilha sonora e alguns refrescos no meio do caminho. Vários atores como Channing Tatum, Chris Evans, Dwayne Jonhson, Tina Fey, John Krasinski, Hugh Jackman têm super breves participações, porém bem interessantes. É mais um atrativo aos olhos do espectador, a essa hora já bem conquistado.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14437" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2.jpg" alt="Free Guy - Assumindo o Controle" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Guy é um cara positivo e desconfiado da realidade onde vive. O seu envolvimento com a Garota do Molotov é construído de maneira a induzir uma relação verdadeira, mesmo que impossível de acontecer. Enquanto isso, observamos o amor de Keys pela colega de criação e como Guy, na verdade, funciona como seu alter ego apaixonado e silencioso.</p>
<p>O conhecido diretor Taika Waititi entra como um vilão mesquinho e ganancioso, que visa apenas o dinheiro acima de qualquer coisa. Sua dualidade de atuação histérica com o equilíbrio dos outros personagens dá o tom perfeito dessa relação.</p>
<p>A história do filme é muito original e ainda dá pequenas alfinetadas no estilo de vida dos <em>gamers</em>, ainda que trate tudo com muito humor e diversão. Ele consegue equilibrar muito bem a distopia nerd com a alma de envolvimento naquele enredo familiar. O longa propõe ainda uma ideia de assumir o controle de sua própria vida, mesmo que isso implique em perder algumas benesses que já estamos acostumados, como a segurança de um lar entediante.</p>
<p><em><strong>Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</strong> </em>é, no final das contas, uma grata surpresa para quem assiste. Divertido, interessante, com ótimas atuações, cenas de ação de qualidade e uma trilha sonora deliciosa, com certeza vale a experiência do cinema, pelos benefícios que a grande tela oferece em termos de percepção do CGI, utilizado exaustivamente.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Shawn Levy</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Ryan Reynolds, Jodie Comer, Lil Rel Howery, Joe Keery, Taika Waititi, Channing Tatum, Chris Evans, Dwayne Jonhson, Tina Fey, John Krasinski, Hugh Jackman</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/CMynkj1qAYo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Entre Facas e Segredos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 13:24:14 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu quinto trabalho como diretor e roteirista, Rian Johnson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-os-ultimos-jedi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Star Wars: Os Últimos Jedi</em></a>, de 2017) traz às telonas um suspense policial a la Agatha Christie. A morte do patriarca de uma família se desenrola numa atmosfera leve e cheia de graça. O paradoxo do cômico em meio ao trágico é uma das melhores sacadas do longa-metragem. Os entrelaces do mistério são tecidos em meio à dramática presença do detetive Benoit Blanc &#8211; interpretado por Daniel Craig. Essa versão atrapalhada e canastrona do Hercule Poirot rendeu ao diretor as possibilidades que diferenciam esse filme de um suspense comum. Com sua mescla perfeitamente dosado entre comédia e suspense, <em><strong>Entre Facas e Segredos</strong></em> chega aos cinemas nesta quinta-feira (12).</p>
<p>O famoso escritor Harlan Thrombey (Christopher Plummer) completa 85 anos. Na manhã seguinte à festa de aniversário, o escritor é encontrado morto em seu escritório. Como em um de seus livros, a morte de Harlan está cheia de mistério e só pode ser resolvida com um olhar mais apurado. Para isso, o renomado detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) se une à investigação para desvendar o possível crime. Esse será, contudo, um caso difícil até mesmo para Blanc porque, diante dos funcionários misteriosos e da família problemática, todos têm motivos e todos são suspeitos.</p>
<p><em><strong>Knives Out</strong></em> (título original) funciona como uma espécie de tributo aos romances policiais que inspiraram sucessos cinematográficos das décadas de 1950 e 1960. A partir do uso de formatos padrões, como o estilo narrativo do <em>whodunit</em> &#8211; expressão designada para histórias desencadeadas por um assassinato e seguidas pela árdua investigação do mesmo -, o longa consegue beber dessas fontes sem perder sua originalidade. A partir da mescla entre o cômico e o suspense &#8211; assim como foi feito em <em>A Noite de Jogo</em> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-pequeno-favor/"><em>Um Pequeno Favor</em></a> (ambos de 2018) &#8211; Rian Johnson entrega ao público uma história inteligente e instigante. O espectador fica preso àquela trama do primeiro ao último minuto.</p>
<p>Outra sacada que faz <strong><em>Entre Facas e Segredos</em></strong> se sobressair é a utilização da ironia metalinguística presente na história. A ideia de ver um renomado escritor de romances policiais vivendo suas próprias histórias potencializa a trama. Durante todo o filme, o público é lembrado dessa ironia por meio da personagem de Noah Segan (<em>Looper: Assassinos do Futuro</em>, de 2012) que é um fã das histórias de Harlan Thrombey. A possibilidade de brincar com a narrativa dentro e fora dela é um fator que cativa a atenção do espectador. Dessa forma, a metalinguagem potencializa tanto a comicidade como a tensão do longa.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12064" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5367347.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Entre Facas e Segredos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5367347.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5367347.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5367347.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A inovação não é um ponto forte no roteiro, mas a forma como Johnson brinca com os preceitos já estabelecidos faz toda a diferença. As personagens são versões problemáticas de uma família completamente disfuncional que sempre viveu às custas do pai. Não há nada de novo nisso, contudo, a maneira como as nuances de cada personagem são reveladas mostra ao público que existem camadas por trás dessas “pessoas conhecidas”. Ao mesmo tempo que a narrativa carrega essas personagens comuns, Daniel Craig <em>(<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-contra-spectre/">007 Contra Spectre</a></em>, de 2017) e Ana de Armas (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-blade-runner-2049/"><em>Blade Runner 2049</em></a>, de 2017) vivem figuras com características peculiares que, tanto ajudam no desenrolar da trama, como funcionam como outra saída cômica.</p>
<p>Tecnicamente, <strong><em>Knives Out</em></strong> é um filme correto. A direção é extremamente precisa e inteligente em suas escolhas. Os enquadrados, por exemplo, dinamizam as cenas e, consequentemente, a trama. Ao pensar no roteiro, os <em>plots</em> são um ponto-chave. A proposta escolhida por Johnson, apesar de não ortodoxa, é bem elaborada e se torna uma motivação a mais para o espectador se prender ao que acontece na tela. A fotografia e a direção de arte do filme também ajudam a compor a atmosfera lúdica e misteriosa da narrativa. As imagens que passam diante dos olhos do público não são apenas esteticamente belas, mas também estão carregadas de significados.</p>
<p>Com seus 130 minutos de duração, <em><strong>Entre Facas e Segredos</strong></em> é uma experiência prazerosa. O mistério é satisfatório e recheado de criativas saídas que não permitem que a narrativa caia nas mesmices do gênero. Com uma bilheteria que já ultrapassa mais de três vezes seu orçamento, o longa chega aos cinemas brasileiros para ganhar a atenção do público. Além do sucesso comercial, o filme também é bem visto pela crítica. Com o prêmio de “Melhor Elenco de Filme” no Satellite Awards, o longa foi, recentemente, indicado em três categorias do Globo de Ouro (“Melhor Ator em Comédia ou Musical”, “Melhor Atriz em Comédia ou Musical” e “Melhor Comédia ou Musical”).</p>
<p><strong>Direção:</strong> Rian Johnson<br />
<strong>Elenco:</strong> Daniel Craig, Chris Evans, Ana de Armas, Noah Segan, Jamie Lee Curtis, Michael Shannon, Don Johnson, Toni Collette, Lakeith Stanfield, Christopher Plummer, Katherine Langford</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fEVEpTq0k2k" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Vingadores: Ultimato (SEM SPOILER)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2019 14:45:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A jornada do herói tem seu fim. Vingadores: Ultimato chega aos cinemas com o objetivo de impressionar os fãs do Universo Estendido da Marvel (MCU) a partir de uma narrativa cheia de surpresas e emoção. A grandiosidade do longa-metragem se apresenta desde a sua duração até as pomposas cenas de batalha. A produção tenta seguir a mesma linha de Guerra Infinita (2018) e trabalha a visualidade e a dinâmica dos acontecimentos de tal forma a prender o público desde seus [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A jornada do herói tem seu fim. <strong><em>Vingadores: Ultimato</em></strong> chega aos cinemas com o objetivo de impressionar os fãs do Universo Estendido da Marvel (MCU) a partir de uma narrativa cheia de surpresas e emoção. A grandiosidade do longa-metragem se apresenta desde a sua duração até as pomposas cenas de batalha. A produção tenta seguir a mesma linha de <em>Guerra Infinita</em> (2018) e trabalha a visualidade e a dinâmica dos acontecimentos de tal forma a prender o público desde seus primeiros minutos de tela.</p>
<p>A construção do MCU pode ser analisada através do conceito de Joseph Campbell de monomito – também conhecido como jornada do herói. O ciclo de Campbell é visto em cada uma das três fases do MCU – representando os três atos do caminho a ser trilhado pela figura heroica. A Fase Três da Marvel – iniciada em <em>Guerra Civil</em> (2016) – estabelece as mudanças significativas que desencadeariam os acontecimentos começados em <em>Infinity War</em> cuja conclusão só ocorre em <strong><em>Endgame</em></strong> (título original). O contraponto, a mudança e o confronto final são os focos desse último ato elaborado pela Marvel Studios. Todos os elementos criados até então foram pensados para que os Vingadores vivessem essa última tarefa.</p>
<p>Após Thanos (Josh Brolin) devastar metade da população do universo, os Vingadores encontram-se desmantelados. Os membros da equipe de super heróis que viveram ao estalo estão devastados com a perda da batalha. Mesmo com todo esse sentimento de culpa e dor e sem o Tony Stark (Robert Downey Jr.) – cujo está perdido no espaço com a Nebulosa (Karen Gillan) –, Capitão América (Chris Evans) e Viúva Negra (Scarlett Johansson) continuam a buscar pelo Titã louco para detê-lo e reverter o estrago feito pelas Joias do Infinito. Em meio a isso, a enigmática volta do Homem-Formiga (Paul Rudd) parece trazer uma nova solução para o problema e faz com que os Vingadores remanescentes se reúnam para uma tentativa final de consertar o erro.</p>
<p>No novo longa, o desenvolver do episódio final é dividido em dois momentos: a primeira parte é dinâmica, explicativa e chocante enquanto a segunda é lenta, emocional e cheia de reviravoltas. A narrativa se estabelece a partir da ideia de resolução das questões em aberto. Os primeiros 20 minutos de tela causam uma sensação de desnorteamento pela quantidade de incidentes ocorridos. Apesar do impacto positivo causado nessa espécie de prólogo, existem algumas saídas escolhidas para a história que são mal trabalhadas. O Homem-Formiga saindo do reino quântico e a salvação de Tony Stark e Nebulosa do espaço são exemplos de situações malfeitas. Os <em>plots twists</em>, contudo, conseguem superar esses defeitos da primeira parte do longa e podem acabar passando despercebidos para alguns.</p>
<p>Em seu segundo momento, a produção remonta a força de grandiosidade existente em <em>Guerra Infinita</em> e executa todas as soluções apresentadas pelas personagens. Com todos os percalços óbvios de uma jornada heroica, os Vingadores confrontam sua própria realidade. Existe uma preocupação do filme em amarrar e retomar todos os pontos subentendidos, mal resolvidos e esquecidos dos seus antecessores. A segunda parte do longa, portanto, se atenta com o esclarecimento dessas questões e com o tão esperado confronto final entre os heróis e seu maior inimigo.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10453" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Vingadores: Ultimato" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely (<em>Guerra Civil</em> e <em>Guerra Infinita</em>) peca em alguns momentos. Diferente do capítulo anterior, nem todas as personagens são bem aproveitadas. Mais uma vez a Marvel insiste na mudança de estilo de Thor – a qual foi sucesso entre alguns fãs em <em>Ragnarok</em> (2017) –, da mesma forma o estúdio, novamente, subaproveitou a Capitã Marvel. Apesar da super heroína ter sido vendida como a solução para os problemas do outro filme, ela foi pessimamente explorada durante a produção. Além disso, existem dúvidas quanto a alguns acontecimentos pontuais dessa produção que ficam sem explicação. Independente dos 181 minutos de duração, a obra conseguiu deixar o público confuso com algumas de suas saídas mal explicadas.</p>
<p>O ritmo da narrativa, contudo, faz do filme uma experiência prazerosa. Apesar das falhas e questões mal trabalhadas no roteiro, o longa-metragem imprime uma qualidade que segue a linha das outras produções. O capítulo final não deixa de cumprir sua função para o universo e tampouco decepcionará os fãs – seja dos filmes ou quadrinhos. Os co-roteiristas souberam usar muito bem os momentos de embate e os <em>plots</em> para criar esse apego a trama. A emoção é constante e bem executada, as personagens que eles se propõem a trabalhar de verdade são bem desenvolvidas e o momento ápice da história carrega a essência dos últimos 11 anos de trabalhos da Marvel Studios.</p>
<p>Mais uma vez os irmãos Russo emplacam o que será, provavelmente, seu maior sucesso. <em><strong>Endgame</strong></em> abrange ideias e caminhos surpreendentes. A condução dessa narrativa é bem regida por Anthony e Joe e proporciona aos fãs um último vislumbre ao que eles conhecem. Os diretores souberam criar uma boa despedida. Existe um clima nostálgico e saudosista do início ao fim da película. A sensibilidade reina durante as três horas de filme – seja pelo teor das cenas, seja pela representatividade que a produção tem para o MCU – e ela conduz o espectador. O público é pego pelo coração pela forma como os irmãos elaboram as cenas, o desencadeamento das ações e a própria emoção.</p>
<p>Apesar das falhas com figuras como Capitã Marvel e Thor, <strong><em>Ultimato</em></strong> tem uma presença de personas maior que seu antecessor. Mesmo com esse desafio, os irmãos Russo e os co-roteiristas Markus e McFeely decidem por criar mininarrativas dentro do conflito maior. É como se dentro da jornada do herói existisse um embate particular que cada um deles precisa resolver. Gavião Arqueiro, Viúva Negra, Homem de Ferro e Capitão América são algumas das personagens destaque da narrativa cujo aproveitamento foi correto. Cada uma de suas ações e vivências durante o conflito final são extremamente representativas para o universo e para o futuro do MCU e das personagens.</p>
<p>Em meio a toda essa batalha dentro e fora das telonas, a produção acerta com outro trabalho que terá uma vida longa nos multiplex e arrecadará montanhas de dólares. É inevitável pontuar e impossível de não perceber os erros cometidos quando se pensa sob uma perspectiva do que seria uma criação cinematográfica completa. <strong><em>Vingadores: Ultimato</em></strong> finaliza a jornada do herói com alguns tropeços, mas, ainda assim, marcará o gênero. O longa é, entretanto, tecnicamente inferior a <em>Guerra Infinita</em> por comportar uma mesma grandiosidade de tempo, personagens e narrativas paralelas, porém o fazendo com alguma – mesmo que pequena – dificuldade.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joe Russo, Anthony Russo<br />
<strong>Elenco:</strong> Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Brie Larson, Paul Rudd, Don Cheadle, Karen Gillan, Josh Brolin, Gwyneth Paltrow, Jon Favreau, Chris Pratt, Elizabeth Olsen, Danai Gurira, Benedict Wong, Tessa Thompson, Anthony Mackie, Sebastian San, Chadwick Boseman, Dave Bautista, Evangeline Lilly, Tom Holland, Michelle Pfeiffer, Tilda Swinton, Letitia Wright, Linda Cardellini, Natalie Portman, Rene Russo, Zoe Saldana, Tom Hiddleston, Michael Douglas, Samuel L. Jackson, Stan Lee, Benedict Cumberbatch</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4QRdB4RAQMs" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Capitão América &#8211; Guerra Civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2016 15:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um momento crucial de Capitão América &#8211; Guerra Civil, sendo mais específico, o duelo final entre os dois personagens centrais desse filme (o Capitão América e o Homem de Ferro) parte da essência da clássica e cultuada série de HQs Guerra Civil da Marvel é transposta em um filme que não faz questão alguma de prestar obediência (e nem deveria ou teria a obrigação de fazer isso) aos quadrinhos. Existem dois modelos de condutas bem claros que são postos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em um momento crucial de <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil</i>, sendo mais específico, o duelo final entre os dois personagens centrais desse filme (o Capitão América e o Homem de Ferro) parte da essência da clássica e cultuada série de HQs <i>Guerra Civil </i>da Marvel é transposta em um filme que não faz questão alguma de prestar obediência (e nem deveria ou teria a obrigação de fazer isso) aos quadrinhos. Existem dois modelos de condutas bem claros que são postos em conflito e, nesse ponto do texto, inevitavelmente, recorrerei a <b><u>SPOILERS</u></b>, portanto, <b>SE NÃO ASSISTIU AO FILME, NÃO CHEGUE AO FINAL <u>DESSE PARÁGRAFO INTRODUTÓRIO</u></b>. O Homem de Ferro questiona o <i>status </i>de herói do Capitão América, atribuindo a sua fama a uma simbólica indumentária e ao seu poderoso escudo, que, por sinal, fora feito com o dinheiro e a tecnologia do seu pai, afirma Stark. Imediatamente, Steve Rogers abandona o seu escudo e posteriormente, em uma carta, os próprios Vingadores (mesmo que momentaneamente, é verdade), deixando claro que o que o torna um herói não é o escudo, a roupa ou mesmo o reconhecimento público conferido pela simbologia em torno do Capitão América ou do <i>status </i>legal de líder dos Vingadores, mas sim a sua conduta ética. Esse talvez seja o ponto máximo em que <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil </i>consegue levar a Marvel Studios a um patamar um pouco acima do perfil burocrático que os seus filmes seguiram até então, permitindo discussões tão interessantes quanto aquelas que foram provocadas por <i>Guerra Civil </i>nas HQs.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>O FILME <u>SEM SPOILERS </u>AGORA</b>. E <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil </i>segue esse tom. O filme está longe de seguir a urgência das HQs <i>Guerra Civil</i>, que trazia discussões sobre a conduta dos EUA pós-11 de setembro em sua atuação contra o terrorismo numa oposição entre segurança (defendida pelo Homem de Ferro) e liberdade (Capitão América) &#8211; e desculpem as comparações, mas é inevitável, o próprio filme se submete a esse risco quando se intitula <i>Guerra Civil</i>. Essa corajosa discussão política, contudo, é diluída no longa, que não toma decisões tão enérgicas assim sobre o futuro dos seus personagens quanto seu vínculo prometera. No filme dos irmãos Russo, existe um conflito ideológico em &#8220;carne viva&#8221;, mas as motivações são muito mais de ordem pessoal, sobretudo pelo ponto de vista do Tony Stark.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>E antes que alguns comecem a virar o nariz para o que escrevo sobre o filme, problematizar esse aspecto da obra, que, na verdade, acaba externando um &#8220;calcanhar de Aquiles&#8221; de toda a produção da Marvel Studios nesse projeto <i>Vingadores </i>desde o longa <i>Homem de Ferro </i>em 2008, não implica que este que vos escreve não reconhece as qualidades desse longa em especial e de tudo a Marvel e seus produtores fizeram até aqui. Acontece que, o resultado de <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil</i>, ainda que consiga ser mais corajoso, maduro e com personalidade do que outros trabalhos da Marvel Studios, é obstacularizado pelo receio que os envolvidos sempre têm de produzir uma obra que desagrade um nicho do público. Os filmes são homogêneos e não tem muita coragem para tomar decisões extremas que, de fato, possam elevar o tom de urgência de seus temas e modificar drasticamente o curso dos seus personagens, levando-os a mudanças mais radicais. Mesmo em <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil</i>, talvez o longa que assuma as decisões mais enérgicas do estúdio com relação às dinâmicas dos seus personagens, qualquer movimento além do esperado para um filme Marvel Studios é inibido por alguma piada ou mesmo um <i>happy end</i>.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p> Manter esse tom é errado? Não necessariamente, e talvez essa reflexão particular que faço em formato de crítica seja uma questão de &#8220;paladar&#8221; cinematográfico do autor desse texto. Acontece que quando temos uma linha ascendente de longas que demonstraram desejar ir além do &#8220;feijão com arroz&#8221; da Marvel Studios (um &#8220;feijão com arroz&#8221; bom, mas que não deixa de ser um &#8220;feijão com arroz&#8221;) como <i>Capitão América 2 &#8211; Soldado Invernal </i>e, até mesmo, <i>Guardiões da Galáxia</i>, <i>Homem-Formiga </i>e <i>Capitão América &#8211; O Primeiro Vingador</i>, longas que permitiram, em diferentes tons, aos seus diretores irem além do manual Marvel de fazer filmes e imprimiram uma certa personalidade aos projetos, cria-se uma expectativa grande para um longa com a dimensão prometida em <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil</i>, que não deixa de esgarçar as possibilidades dramáticas do universo, mas que também é muito tímido em determinados momentos nos quais visivelmente poderia colocar a produção do estúdio em outro patamar. Acredito que essa problematização/ reflexão seja importante para que a gente possa sair dessa polarização pobre que costuma dominar a discussão sobre o cinema nos últimos tempos, simplificando as coisas entre o &#8220;gosto&#8221; ou &#8220;não gosto&#8221;, entre aqueles que odeiam e amam sem concessões os filmes. Esse tipo de exercício reflexivo, acredito, é interessante e bem-vindo, enriquece o debate e nossa percepção não apenas sobre a obra em si, mas sobre o que ela representa e traz do seu próprio modelo de produção.</p>
</div>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5952" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/13059445_10206665833941343_1172456252_n.jpg" alt="13059445_10206665833941343_1172456252_n" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Sobre o filme em si, <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil </i>é uma experiência bem divertida e é interessante notar como os irmãos Joe e Anthony Russo conseguem costurar a trama do longa e desenvolver as demandas requeridas pelo seu grupo numeroso de personagens sem deixar a desejar no tratamento de nenhum deles, mesmo aqueles que estão no filme como alívio cômico somente, como é o caso do Homem-Formiga de Paul Rudd. Claro que há um realce no tratamento que os realizadores dão ao Capitão América e ao Homem de Ferro (sobre esse último, talvez a contribuição seja muito benéfica, tendo em vista o estado automático que o personagem andava de uns tempos para cá), mas há um tratamento interessante para a Viúva Negra, o Soldado Invernal, o Falcão e até para os novatos Pantera Negra e Homem-Aranha, introduzido nesse quadro de personagens de maneira resumidamente brilhante. Os diretores, assim como fizeram em <i>Soldado Invernal</i>, também conduzem muito bem as sequências de ação do filme, fazendo o espectador compreender o movimento dos seus personagens em cenas dinâmicas e marcadas por uma forte interação entre eles, além de usarem com eficiência os recursos tecnológicos à disposição de um filme desse porte.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em suma, <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil </i>é um filme que valeu a pena esperar. É certo que chega aos cinemas coberto de expectativas e com um boca-a-boca exagerado que o anuncia como &#8220;o melhor filme de super-heróis já feito&#8221;, &#8220;o melhor filme da Marvel Studios&#8221;, &#8220;o melhor filme do ano&#8221; etc. Particularmente, e em um primeiro contato (nenhuma palavra sobre obra alguma pode ser definitiva e está sempre sujeita a revisões), não vejo o filme se enquadrar em nenhum desses títulos. É um longa marcado pelos momentos mais dramáticos e pelas decisões mais extremas do estúdio com relação aos seus personagens, muito eficiente técnica e narrativamente, mas que também sofre por ser uma história que tem o potencial de ir além do que realmente foi e que não avança mais em prol de todo um manual de produção cinematográfica que é muito cômodo aos envolvidos. Tem infinitas qualidades, mas também é um filme cujos falhas são reflexo de uma política diplomática da Marvel Studios de atender a várias demandas ao mesmo tempo (às do público nerd, dos cinéfilos, do espectador esporádico de cinema etc.) que, curiosamente, é responsável pelos seus méritos. Entrega uma narrativa &#8220;basicona&#8221; que vai um pouco além do que a gente está acostumado a ver eles realizarem, mas que também não é marcada por tanta coragem assim quanto se esperava, sobretudo depois de um filme tão interessante quanto <i>Capitão América 2 &#8211; O Soldado Invernal. </i></p>
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		<title>Assista ao primeiro trailer de Capitão América 3 &#8211; A Guerra Civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2015 12:06:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão América 3 - A Guerra Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Evans]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
		<category><![CDATA[Os Vingadores]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Downey Jr.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos filmes mais aguardados de 2016, Capitão América 3 &#8211; A Guerra Civil tem enfim o seu primeiro trailer divulgado pela Marvel. O filme é baseado em uma das tramas mais cultuadas das HQs da editora e traz um conflito interno na equipe dos Vingadores que faz com que os heróis de dividam em duas equipes, uma liderada pelo Capitão América e a outra pelo Homem de Ferro, com visões diferentes sobre as ações do grupo de super-heróis na Terra. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Captain-America-3-Civil-War-Fan-Art-Battling-Iron-Man.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4006" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Captain-America-3-Civil-War-Fan-Art-Battling-Iron-Man-620x310.jpg" alt="Captain-America-3-Civil-War-Fan-Art-Battling-Iron-Man" width="620" height="310" /></a></p>
<p>Um dos filmes mais aguardados de 2016, <em><strong>Capitão América 3 &#8211; A Guerra Civil</strong> </em>tem enfim o seu primeiro trailer divulgado pela Marvel. O filme é baseado em uma das tramas mais cultuadas das HQs da editora e traz um conflito interno na equipe dos Vingadores que faz com que os heróis de dividam em duas equipes, uma liderada pelo Capitão América e a outra pelo Homem de Ferro, com visões diferentes sobre as ações do grupo de super-heróis na Terra.</p>
<p>O longa é dirigido por Anthony e Joe Russo, de <em>Capitão América 2 &#8211; Soldado Invernal </em>e traz Chris Evans e Robert Downey Jr. encabeçando um elenco formado por Scarlett Johansson (Viúva Negra), Elizabeth Olsen (a Feiticeira Escarlate), Paul Rudd (Homem-Formiga), Anthony Mackie (Falcão), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Paul Bettany (Visão), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Emily VanCamp (Sharon Carter) e Don Cheadle (Máquina de Guerra). O vilão do filme será interpretado por Daniel Brühl e o filme ainda trará as estreias de Chadwick Boseman e Tom Holland no universo Marvel, ambos intérpretes do Pantera Negra e do Homem-Aranha, que terão seus filmes solos após <em>Capitão América 3. </em></p>
<p><em>A Guerra Civil </em>trará reflexos nos próximos filmes da Marvel, incluindo <em>Thor 3</em>, que será protagonizado não apenas por Thor, mas também pelo Hulk, que não aparecem em <em>Capitão América 3</em>, e nos próximos filmes dos Vingadores. <em>Capitão América 3 &#8211; A Guerra Civil </em>estreia dia 28 de abril de 2016.</p>
<p>Assista ao trailer abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uVdV-lxRPFo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira também os cartazes oficiais do filme:</p>
<p>&nbsp;</p>

<a href='https://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-primeiro-trailer-de-capitao-america-3-a-guerra-civil/captain-america-v-iron-man-civil-war-46186/'><img decoding="async" width="600" height="343" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Captain-America-v-Iron-Man-Civil-War-46186-600x343.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-primeiro-trailer-de-capitao-america-3-a-guerra-civil/civil-war-poster-04c38/'><img decoding="async" width="656" height="343" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Civil-War-Poster-04c38-656x343.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-primeiro-trailer-de-capitao-america-3-a-guerra-civil/civil-war-poster-iron-man-c492b/'><img decoding="async" width="599" height="343" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Civil-War-Poster-Iron-Man-c492b-599x343.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>

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		<title>Crítica: Expresso do Amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2015 22:04:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Evans]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Ed Harris]]></category>
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		<category><![CDATA[Jamie Bell]]></category>
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		<category><![CDATA[Joon-ho Bong]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Precisou passar quase dois anos para Expresso do Amanhã ser lançado no Brasil. As razões do atraso só a confusa logística das distribuidoras brasileiras explica. Nesse jogo de alterações constantes de data que foi Expresso do Amanhã, a certeza que temos é a completa falta de timing da sua estreia já que, com a rapidez com que cada vez mais temos acesso ao que vem de fora seria fundamental encurtar as janelas dos lançamentos internacionais no Brasil. A verdade é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3432" aria-describedby="caption-attachment-3432" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/snowpiercer-2-hp.gif"><img decoding="async" class="wp-image-3432 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/snowpiercer-2-hp-620x349.gif" alt="snowpiercer-2-hp" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3432" class="wp-caption-text">Rebelião: Liderados pelo personagem de Chris Evans passageiros do último vagão lutam para conseguir os mesmos privilégios da elite do trem.</figcaption></figure>
<p class="separator">
<p class="separator">Precisou passar quase dois anos para <i>Expresso do Amanhã </i>ser lançado no Brasil. As razões do atraso só a confusa logística das distribuidoras brasileiras explica. Nesse jogo de alterações constantes de data que foi <i>Expresso do Amanhã</i>, a certeza que temos é a completa falta de <i>timing </i>da sua estreia já que, com a rapidez com que cada vez mais temos acesso ao que vem de fora seria fundamental encurtar as janelas dos lançamentos internacionais no Brasil. A verdade é que <i>Expresso do Amanhã </i>chega às nossas salas quando a maior parte dos cinéfilos brasileiros já assistiram ao filme por vias alternativas em função da incerteza acerca de uma resposta definitiva sobre sua estreia nos cinemas. E nem adianta culpar a internet, novos tempos exigem novas estratégias de lançamento para barrar esse tipo de concorrência que, com o perdão das palavras rudes, é imbatível. Dito isso, vamos ao filme que é, sem exagero, espetacular.</p>
<p class="separator">Baseado em uma HQ francesa chamada <i>Le Transperceneige</i>, <i>Expresso do Amanhã </i>é ambientado em um futuro pós-apocalíptico no qual o ecossistema foi destruído e as tentativas de recuperação climática por ação do homem não deram certo. Agora todos vivem em uma implacável era glacial e os sobreviventes desse cenário acabam mantendo-se vivos presos em um trem dividido em vagões que acabaram abrigando castas sociais: a elite possui diversos privilégios e ocupa os vagões da frente enquanto ao fundo estão os mais pobres, mantidos em condições precárias. Um dia, o grupo do último vagão empreende um plano para tomar o poder dos mais abastados e equilibrar as condições de vida no trem. Para conseguirem o que querem, eles devem passar por todos os vagões até chegarem àquele em que vive o homem por trás de toda a desigualdade instalada no trem, o Sr. Wilford.</p>
<figure id="attachment_3433" aria-describedby="caption-attachment-3433" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/snowpiercer-04WEB.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3433 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/snowpiercer-04WEB-620x359.jpg" alt="snowpiercer-04WEB" width="620" height="359" /></a><figcaption id="caption-attachment-3433" class="wp-caption-text">Prisioneira: Camaleônica, a atriz Tilda Swinton vive uma das reféns do grupo rebelde</figcaption></figure>
<p class="separator">
<p class="separator"><i>Expresso do Amanhã </i>é o primeiro trabalho em língua inglesa do diretor sul-coreano Joon-ho Bong, responsável por filmes primorosos como <i>O Hospedeiro </i>e <i>Mother &#8211; A Busca pela Verdade, </i>uma estreia, é preciso que se diga, que não deixa em nada a desejar, sobretudo quando os exemplos cotidianos nos mostram o quanto experiências de realizadores em línguas não-nativas são conturbadas. Nesse caso, facilita o controle que Joon-ho Bong tem em <i> Expresso do Amanhã, </i>não apenas por ter sido o roteirista do filme, mas também por ter na produção pessoas que entendem o seu modo peculiar de fazer cinema (o realizador também sul-coreano Chan-wook Park é um deles). Assim, o que vemos é sim um filme comercial e palatável às plateias com os mais diversificados repertórios, com determinados estratagemas do cinemão norte-americano, mas tudo com muito pulso e a assinatura de Joon-ho Bong, que concebe uma história de trama intrincada, com uma linguagem audiovisual segura e bem aplicada e que está muito longe de ser um esquecível caça-níqueis.</p>
<p class="separator">O filme se apresenta como um eficiente filme-pipoca, mas mostra uma faceta mais interessante ainda quando demonstra o seu potencial como alegoria sociológica, abordando temas eternamente contemporâneos como as nossas relações com o poder, a corrupção e a desigualdade social. Apesar de ter um elenco diversificado, <i>Expresso do Amanhã </i>não é um filme no qual esse ou aquele ator se destaque é o tipico &#8220;filme de elenco&#8221;, portanto cada personagem é peça fundamental de uma engrenagem que é mais importante como coletivo do que individualmente, entre os elementos desse grupo harmônico estão Octavia Spencer (vencedora do Oscar por <i>Histórias Cruzadas</i>), Jamie Bell (o Coisa do recente <i>Quarteto Fantástico</i>), John Hurt (de <i>Imortais</i>), Ed Harris (de <i>Medo da Verdade</i>) e Kang-ho Song (colaborador do diretor em <i>O Hospedeiro</i>). Ainda assim, é preciso reconhecer os méritos de dois atores em especial. O primeiro deles é a camaleônica Tilda Swinton, sempre um diferencial em qualquer produção. A atriz vive aqui a asquerosa Mason, que leva as ordens de Wilford aos passageiros do último vagão. O outro elemento interessante do elenco é o ator Chris Evans, popularizado como o Capitão América dos filmes da Marvel, o ator domina dramaticamente dois momentos cruciais da história ao final do longa.</p>
<figure id="attachment_3434" aria-describedby="caption-attachment-3434" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/snowpiercer-screenshot-2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3434 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/snowpiercer-screenshot-2-620x311.jpg" alt="snowpiercer-screenshot-2" width="620" height="311" /></a><figcaption id="caption-attachment-3434" class="wp-caption-text">Desempenhos: Chris Evans surpreende com forte interpretação e Tilda Swinton mantém a diversificação usual dos seus trabalhos</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amplo em sua simbologia sem ser pretensioso, <i>Expresso do Amanhã </i>é um filme acessível e que sustenta a sua proposta do início ao fim sem as usuais concessões dramáticas que alguns filmes de estúdio costumam fazer. O longa acaba sendo interessante por contemplar profundidades de leituras diversas: pode ser encarado como uma ficção-científica pós-apocalíptica de primeira linha, como também um aplicado e inteligente &#8220;tratado sociológico cinematográfico&#8221;, ou ainda como uma combinação dos dois, o que o torna ainda mais interessante. <i>Expresso do Amanhã</i> tem muita violência gráfica, mas ela acaba não sendo mais impactante para o espectador do que a diversão que ele proporciona e do que a mensagem que Joon-ho Bong quer passar sobre a humanidade e sua urgente porém corrosiva necessidade de se organizar coletivamente para sobreviver.</p>
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		<title>Crítica: Deixa Rolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2015 14:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Evans]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia Romântica]]></category>
		<category><![CDATA[Deixa Rolar]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Monaghan]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nada como uma comédia romântica bestinha para alegrar nossos dias, né?! Deixa Rolar segue bastante esse perfil, sem grandes roteiros incríveis, mas deixando o espectador satisfeito mesmo assim. A história é muito simples. Chris Evans protagoniza um jovem que é super mulherengo e não acredita no amor. Ele é escritor e o chefe cobra que ele escreva sobre uma comédia romântica. Com muita dificuldade de falar sobre o assunto, ele é surpreendido por uma moça que faz finalmente seu coração [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/deixarolar-9-650x400.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2997 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/deixarolar-9-650x400.jpg" alt="deixarolar-9-650x400" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Nada como uma comédia romântica bestinha para alegrar nossos dias, né?! <em>Deixa Rolar</em> segue bastante esse perfil, sem grandes roteiros incríveis, mas deixando o espectador satisfeito mesmo assim.</p>
<p>A história é muito simples. Chris Evans protagoniza um jovem que é super mulherengo e não acredita no amor. Ele é escritor e o chefe cobra que ele escreva sobre uma comédia romântica. Com muita dificuldade de falar sobre o assunto, ele é surpreendido por uma moça que faz finalmente seu coração balançar. O longa é a saga dele em tentar conquistar a garota, que não é nem um pouco o estilo que ele estava acostumado.</p>
<p>Clichê, claro. Sabemos que não tem nada de novo, é bem verdade. Mas isso não significa que ele não seja bom. Primeiro que o casal tem uma química interessante. Michelle Monaghan também é uma velha conhecida do mundo de comédias românticas, tendo grande destaque em <em>O Melhor Amigo da Noiva</em>, com Patrick Dempsey. Evans é mais famoso pelo herói <em>Capitão América</em>, mas mesmo assim protagonizou o <em>Qual o Seu Número?</em>, que foi muito bem recebido pelo público.</p>
<p>A história flui em um ritmo bem divertido. Por ser escritor, o protagonista costuma escutar muitas histórias e se colocar no lugar dos personagens. Só que isso é transmitido para a tela, com cenas bem interessantes que compõem graciosamente o filme como um todo. A trilha sonora é outro quesito importante. Não que ela tenha destaque ou seja sensacional, mas casa perfeitamente com as imagens, as cenas, os takes.</p>
<p>O que talvez não funcione muito bem é a mudança de perfil do protagonista. Em um momento ele é aquele clássico descrente do amor para logo em seguida, sem nenhuma construção clara, ele já estar apaixonado e correndo atrás da mocinha. Isso certamente poderia ter acontecido com mais fluidez.</p>
<p>É uma comédia romântica bem água com açúcar, mas entretém e cumpre seu objetivo. É super leve, diverte, dá pra dar umas boas risadas e tudo mais. Não há como dizer que é ruim. A sensação do filme é muito positiva.</p>
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