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	<title>Arquivos Chris Buck - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Chris Buck - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Wish &#8211; O Poder dos Desejos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 23:15:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os créditos finais de Wish &#8211; O Poder dos Desejos denuncia o contexto da mais recente produção animada dos estúdios Disney: o longa é uma encomenda comemorativa pelos 100 anos da companhia do Mickey Mouse. Enquanto os nomes dos envolvidos passam na tela, são exibidos personagens que formaram o catálogo do estúdio na ordem cronológica do lançamento dos seus respectivos filmes. Além dessa afetuosa inserção ao legado do estúdio, ao longo da história, o espectador reconhecerá referências a filmes como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os créditos finais de <strong><em>Wish &#8211; O Poder dos Desejos</em></strong> denuncia o contexto da mais recente produção animada dos estúdios Disney: o longa é uma encomenda comemorativa pelos 100 anos da companhia do Mickey Mouse. Enquanto os nomes dos envolvidos passam na tela, são exibidos personagens que formaram o catálogo do estúdio na ordem cronológica do lançamento dos seus respectivos filmes. Além dessa afetuosa inserção ao legado do estúdio, ao longo da história, o espectador reconhecerá referências a filmes como Peter Pan, A Pequena Sereia e Cinderela e, claro, a maior delas é um dos seus personagens principais da história, uma simpática estrela dos desejos. A estrela dos desejos de Wish unifica os contos de fadas que formaram a filmografia da Disney a partir dos seus principais elementos: a magia, o encantamento, os sonhos.</p>
<p><strong><em>Wish &#8211; O Poder dos Desejos</em></strong> conta a história de um reino governado por Magnífico, um mago ditador que controla o destino de toda a população local ao aprisionar seus desejos. Quando a verdadeira natureza do governante é descoberta por uma jovem que se frustra ao constatar que o sonho do seu avô jamais poderá ser realizado, os dias de reinado do mago passam a ser ameaçados, sobretudo porque ela contará com a ajuda de uma estrela dos desejos.</p>
<p>No intuito de fazer de <strong><em>Wish &#8211; O Poder dos Desejos</em></strong> uma homenagem a sua própria trajetória, a Disney não consegue dar qualquer senso de originalidade e profundidade ao filme. Wish soa como um filme banal, com trama protocolar e personagens pouco carismáticos que mais parecem rascunhos do passado do estúdio. Há no filme um esforço bem tímido de unificar a filmografia da Disney com motes e ideias que seriam a gênese ou assinatura do estúdio, mas é tudo muito discreto e esse conceito jamais atinge a sua potencialidade de fato.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17638" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/01/image-2.png" alt="Wish - O Poder dos Desejos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/01/image-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/01/image-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/01/image-2-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/01/image-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Para além do caráter simbólico da representação do legado de 100 anos da Disney, o ponto &#8220;fora da curva&#8221; que faz Wish ganhar algum senso de relevância na história recente do estúdio é a estética da animação. Wish faz uma interessante união entre animação 2D e 3D com traços originais que a distinguem da própria assinatura visual do estúdio, que tende para uma homogeneidade em suas diferentes eras. Aqui, de fato, são empregadas cores e formas que singularizam o trabalho dos animadores e dão personalidade ao projeto.</p>
<p>No mais, é uma pena que algumas ideias ensaiadas em <strong><em>Wish &#8211; O Poder dos Desejos</em></strong> , sobretudo esse mote de unificar o legado da Disney em um pretenso &#8220;universo compartilhado&#8221;, jamais ganhe qualquer impulso na tela. Pela primeira vez em anos, vemos uma protagonista cuja história não consegue envolver e consequentemente não nos faz torcer pelo seu êxito, um vilão sem carisma e números musicais que não fazem a gente sair da sessão com suas canções reverberando em nossa memória. É um pouco embaraçoso que justamente a animação que serve para celebrar o legado Disney seja um dos seus projetos mais esquecíveis.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Chris Buck, Fawn Veerasunthorn</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Ariana DeBose, Chris Pine, Alan Tudyk, Angelique Cabral, Victor Garber, Natasha Rothwell, Jennifer Kumiyama, Harvey Guillen, Niko Vargas</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/uc_N_NcGIN0?si=-P5TTGa5tXOP5Ioj" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Frozen 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Dec 2019 15:22:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Parece que foi ontem, mas já têm seis anos de Frozen &#8211; Uma Aventura Congelante chegou aos cinemas e deu início a um verdadeiro fenômeno. Até hoje, as crianças são completamente encantadas pela histórias das irmãs Elsa e Anna. Bonecos, fantasias, adereços, festinhas. Tudo no clima de &#8220;você quer brincar na neve&#8221;. Em pleno inverno norte-americano, Frozen 2 chega com a promessa de reforçar ainda mais este grande sucesso. A história desta longa volta um pouco no tempo e mostra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que foi ontem, mas já têm seis anos de <em>Frozen &#8211; Uma Aventura Congelante</em> chegou aos cinemas e deu início a um verdadeiro fenômeno. Até hoje, as crianças são completamente encantadas pela histórias das irmãs Elsa e Anna. Bonecos, fantasias, adereços, festinhas. Tudo no clima de &#8220;você quer brincar na neve&#8221;. Em pleno inverno norte-americano, <em><strong>Frozen 2</strong> </em>chega com a promessa de reforçar ainda mais este grande sucesso.</p>
<p>A história desta longa volta um pouco no tempo e mostra quando o pai das meninas ainda era príncipe de Arendelle. Tudo isso como um motivo para adentrar ainda mais no enredo das duas e despertar novas aventuras para as irmãs. Elsa começa a ver a possibilidade de descobrir a origem de seus poderes, enquanto Anna encontra seu lugar no mundo.</p>
<p>Fazer a sequência de um filme de tamanho sucesso não é tarefa fácil, mesmo mantendo a mesma equipe de diretores, Jennifer Lee e Chris Buck. O problema principal seria a construção de um novo enredo, uma vez que o primeiro é bem fechadinho em si e não dá grandes margens de continuação. Mas eles conseguem criar um apelo interessante e válido.</p>
<p>Os <em>flashbacks</em> ajudam a ligar os fios soltos que foram deixados no primeiro filme, como o destino dos pais de Anna e Elsa ou a origem de seus poderes. Além disso, <em><strong>Frozen 2</strong> </em>dá uma chance maior para o desenvolvimento dos personagens, como a relação de Anna e Kristoff.</p>
<p>A questão da descoberta de emoções é colocada em pauta de uma maneira muito suave e subliminar. Estamos falando de uma animação com enorme apelo para as crianças, mas isso não a priva de falar sobre emoções, dores, perdas e transformações. É o tipo de filme que passeia facilmente por todas as idades e agrada a todos. Neste quesito, talvez até mais do que o primeiro.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12131" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5683840.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Frozen 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5683840.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5683840.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5683840.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A relação de Anna e Elsa é aprofundada, mas não é o foco. E isso é um acerto tremendo desta continuação, já que o primeiro filme já explana isso muito bem. Já é conhecido o amor que as duas nutrem uma pela outra. O que importa explicar agora é como essa relação impacta em outros setores, como a aceitação das diferenças entre elas ou como o crescimento impõe um afastamento físico.</p>
<p>O ponto altíssimo do filme é, definitivamente, Olaf. O personagem segue sendo o mais engraçado e sem noção de todos. As cenas que focam nele são simplesmente hilárias e arrancam gargalhadas de todos os espectadores. Ainda assim, não há um exagero nesse foco. Ele aparece na medida certa e respeitando o protagonismo dos demais personagens. O mesmo vale para Kristoff, que interpreta momentos divertidos e aleatórios, como o clipe de Backstreet Boys. Quem assistir ao filme, entenderá essa piadinha.</p>
<p>O ponto de desequilíbrio é a progressão do roteiro. Ele começa muito lento, sem pressa, expondo exageradamente a história que vai levar ao clímax. No entanto, quando este momento de ápice chega, é tão rápido que não dá tempo do espectador entender as conexões e se fixar naquela emoção. Perde-se tempo em informações pouco relevantes e acaba sobrando poucos minutos para o que de fato importa.</p>
<p>Mesmo com alguns tropeços, <strong><em>Frozen 2</em> </strong>é um ótimo longa que vai divertir o espectador e fazê-lo sentir (ironicamente) aquele quentinho no coração que o primeiro filme fez. Traz temáticas importantes completamente envoltas na magia e fantasia da história. Definitivamente é uma ótima escolha para as férias, que vai agradar toda a família.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jennifer Lee, Chris Buck<br />
<strong>Elenco:</strong> Kristen Bell, Idina Menzel, Josh Gad, Jonathan Groff, Sterling K. Brown, Evan Rachel Wood, Martha Plimpton<a href="https://coisadecinefilo.com.br/confira-a-lista-de-indicados-ao-globo-de-ouro-2020/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">,</a> Rachel Matthews</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TTIbWKEUPnc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Como pode? Diretor de Frozen liga o filme a Tarzan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2015 13:30:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A gente sabe que a Disney é cheia de teorias da conspiração, né?! Vira e mexe surge uma história ligando um filme ao outro, deixando os fãs com a pulga atrás da orelha sobre ser verdade ou não. Agora, aguente esta: Anna e Elsa, de Frozen, seriam irmãs de Tarzan. Hã??? Isso mesmo. Quem fez a afirmação foi o próprio diretor de ambos os filmes, Chris Buck. Agora, vamos aos fatos. Segundo Buck, os pais de Elsa e Anna não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3349" aria-describedby="caption-attachment-3349" style="width: 611px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/tarzan-elsa.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3349 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/tarzan-elsa.jpg" alt="tarzan-elsa" width="611" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3349" class="wp-caption-text">Como assim, Elsa?</figcaption></figure>
<p>A gente sabe que a Disney é cheia de teorias da conspiração, né?! Vira e mexe surge uma história ligando um filme ao outro, deixando os fãs com a pulga atrás da orelha sobre ser verdade ou não. Agora, aguente esta: Anna e Elsa, de <em>Frozen</em>, seriam irmãs de Tarzan. Hã??? Isso mesmo. Quem fez a afirmação foi o próprio diretor de ambos os filmes, Chris Buck.</p>
<p>Agora, vamos aos fatos. Segundo Buck, os pais de Elsa e Anna não teriam morrido no naufrágio mostrado no filme. Eles teriam ido parar em uma ilha, onde a rainha, que estava grávida, deu luz à um menino. Bom, aí todo mundo já ligou ao filme <em>Tarzan</em>, né? O rei e a rainha morrem e o menino é criado por gorilas. Pronto, ligação feita.</p>
<p>Mas a “viagem” não para por aí. Tem <em>A Pequena Sereia</em> no meio da história. Como??? Muito simples. O navio que naufragou seria o mesmo que ela encontra os pertences humanos e fica colecionando. Chocados? Calma que tem mais.</p>
<figure id="attachment_3350" aria-describedby="caption-attachment-3350" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Frozen_1_0.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3350 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Frozen_1_0.jpg" alt="Olha Rapunzel e Flyyn aqui no cantinho" width="600" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3350" class="wp-caption-text">Olha Rapunzel e Flynn aqui no cantinho</figcaption></figure>
<p>A última ligação (até segunda ordem) é com o filme <em>Enrolados</em>. Mas essa é mais forte, realmente, porque o casal Flynn e Rapunzel aparecem de verdade na coroação de Elsa. A mãe de Rapunzel e o pai de Elsa e Anna seriam irmãos, fazendo das meninas, primas.</p>
<p>Ufa!</p>
<p>Verdade ou mentira, fica a máxima que o diretor Chris Buck deixou para os fãs em uma entrevista à MTV:</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;<em><strong>Acredite naquilo que quiser. Se você os quer todos ligados, então os ligue. Esse é o espírito Disney</strong></em>&#8220;.</p>
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