<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Chloe East - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/chloe-east/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/chloe-east/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 27 Nov 2024 01:11:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Chloe East - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/chloe-east/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Herege</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-herege/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-herege/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 01:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Bryan Woods]]></category>
		<category><![CDATA[Chloe East]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Herege]]></category>
		<category><![CDATA[Hugh Grant]]></category>
		<category><![CDATA[Scott Beck]]></category>
		<category><![CDATA[Sophie Thatcher]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18929</guid>

					<description><![CDATA[<p>Depois que Hugh Grant juntou a sua preguiça de atuar com uma aura de misantropia suas personagens cresceram e ganharam uma qualidade de organicidade e profundidade. Este é o caso de seu novo papel, Mr. Reed. Brincando com o colorido do texto, indo de vozes aveludadas para o grave, entre amável e cruel, Grant é o triunfo de Herege. No entanto, mesmo com toda a sua presença e habilidade de atuação, o longa-metragem falha em estabelecer uma dinâmica rítmica favorável. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-herege/">Crítica: Herege</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Depois que Hugh Grant juntou a sua preguiça de atuar com uma aura de misantropia suas personagens cresceram e ganharam uma qualidade de organicidade e profundidade. Este é o caso de seu novo papel, Mr. Reed. Brincando com o colorido do texto, indo de vozes aveludadas para o grave, entre amável e cruel, Grant é o triunfo de <strong><em>Herege</em></strong>. No entanto, mesmo com toda a sua presença e habilidade de atuação, o longa-metragem falha em estabelecer uma dinâmica rítmica favorável.</p>
<p>Com uma narrativa previsível, o estabelecimento de tensão se esvai por conta desta inabilidade em construir um enredo criativo. A premissa se baseia em mostrar quando duas meninas crentes vão evangelizar um psicopata (Grant). Quando elas entram na casa dele, ficam trancadas na residência para serem torturadas mental e fisicamente. No entanto, não há um estabelecimento de empatia para com as jovens.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Se o espectador não torce para que as personagens principais sobrevivam, já há um problema com essas obras. Apesar de tentarem complexificar a dupla, deixando com que a menina que parece mais boba ser mais esperta, a tentativa é ingênua. Além disso, o trecho prévio à entrada das garotas na casa perigosa de Grant não é usado para essa conexão da plateia com elas.</span></p>
<p>Os diálogos são rasos e cotidianos demais para quem está apresentando os papéis principais da trama. A conversa entre Sister Barnes (Sophie Thatcher), Sister Paxton (Chloe East) e Mr. Reed não avança muito. Há uma volta enorme no roteiro para tentar alavancar um mistério que não cola, que seria “quem é esse homem e por que ele está torturando estas meninas?”</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A razão poderia ser a última coisa e o processo de instalação de atmosfera poderia ser feita através dos silêncios, dos movimentos do elenco em cena e da própria câmera. Desta maneira, roteiro e direção de Scott Beck e Bryan Woods — autores de Um Lugar Silencioso —  conseguiriam trabalhar o relacionamento do trio mais do que com este suposto teor místico de Reed, que é posto em dúvida durante boa parte da exibição.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18949" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-5.png" alt="Herege" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-5.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-5-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-5-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Nem mesmo a música incidental ajuda na produção de efeitos de suspense e terror de <strong><em>Herege</em></strong>. Um tanto apagada, até a banda sonora soa genérica e óbvia, deixando uma sensação de que já fora ouvida antes em algum outro filme e quem assiste consegue antecipar os que virá em seguida, mais do que ficar tenso com a musicalidade. Na realidade, todos os recursos sonoros do longa se encaixam nessa lógica. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O desenho de som de uma obra de terror precisa ser olhado com cuidado e atenção. Mas, há algo frouxo aqui, mas que fica em uma categoria de um quase alcança. Porque o filme não é exatamente ruim. Há uma tentativa de usar artifícios do gênero para segurar a atenção do público e conectá-lo com a história. Talvez, a grande questão seja que Scott e Bryan não acertem o quando convocar essas convenções para as cenas.</span></p>
<p>Um exemplo pode ser o jogo com a repulsa. Quando esta dinâmica é apresentada em quadro, a impressão é de esta chega tardia, pois as personagens já estão no auge do estresse e pânico. Algum elemento deveria ter sido inserido antes, neste sentido. Assim, é como se blocos discursivos e estilísticos fossem lançados no ecrã sem grandes coesões.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Contudo, <strong><em>Herege </em></strong></span><span style="font-weight: 400;">ainda pode ser considerada uma boa experiência justamente pelo trabalho de Hugh Grant. O seu vilão não é o mais bem escrito do cinema, mas carrega dignidade, não apenas pela atuação consciente — corporal e vocalmente — de Grant, mas pela própria escrita de suas falas. Reed é o único ponto interessante e instigante da produção, porém já o suficiente para render um boa sessão.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Scott Beck, Bryan Woods </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Hugh Grant, Sophie Thatcher, Chloe East</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/8XylRGjNhgQ?si=KZrLgBfqS2muyCOz" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-herege/">Crítica: Herege</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-herege/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
