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	<title>Arquivos Cavaleiro de Copas - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Cavaleiro de Copas - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Cavaleiro de Copas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Sep 2016 14:46:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Manter recorrências temáticas e abordagens técnicas, estéticas e narrativas em uma filmografia sempre foi encarado no cinema como indício de integridade artística, sobretudo quando nos voltamos para analisar a carreira de um diretor. Ao longo de toda a sua caminhada, o, até então, recluso realizador norte-americano Terrence Malick fora conhecido por inserir em seus filmes preocupações de cunho existencialista, talvez uma herança da sua própria formação como professor de Filosofia, colocando o homem em sua relação de conflito com a natureza e com sua própria função na Terra. Malick gosta do universo interno das suas personagens, mas também os explora na perspectiva do que lhe é externo, suas indagações em meio aos espaços que os mesmos habitam. O diretor não é grande fã das narrativas, prefere realizar um espécie ensaio pictórico com <i>insights </i>esparsos que dão pistas sobre quem os seus protagonistas são, suas trajetórias, suas relações e suas principais indagações ao universo e a alguma entidade religiosa.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Estas marcas de autoria do diretor chegou ao seu ápice em <i>A Árvore da Vida</i>, de 2011, a obra que inegavelmente sintetiza o cinema de Malick. Não tem como ser mais definitivo sobre esta preocupação com a passagem do homem na Terra do que o filme protagonizado por Brad Pitt e Jessica Chastain. Assim já era hora de Malick testar ou se preocupar com outras questões ou mesmo reverberações das suas obsessões primárias. Contudo, de lá para cá, tudo que o diretor tem feito soa como um arremedo de <i>A Árvore da Vida</i>. Desse mal sofreu <i>Amor Pleno</i>, com Ben Affleck, e desse mal sofre <i>Cavaleiro de Copas</i>, protagonizado por Christian Bale, que chega ao conhecimento dos brasileiros graças a uma recente atualização no catálogo da Netflix. É como se, nesses filmes, o Malick tentasse emular o próprio Malick, gerando um filme que anda em círculos com obsessões do diretor que já vimos ser melhor exploradas em seus títulos anteriores.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6701" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/knight2.jpg" alt="&quot;Knight of Cups&quot;" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Cavaleiro de Copas</i> gira em torno da história de um roteirista de Hollywood (Bale) em meio aos questionamentos sobre os rumos da sua própria vida. Os apontamentos de Malick são banais e rasos: a percepção de que Hollywood é um ambiente de superficialidade, que os figurões da indústria estão mergulhados no vazio das suas vidas e que sujeitos com propósitos íntegros como o protagonista podem ser corrompidos uma vez que mergulham nesse sistema. Não há nada além disso, não há jornadas redentoras ou rumos trágicos para o personagem, tudo é angústia sem fim. Como é de praxe, o realizador desperdiça atores que qualquer diretor gostaria de ter em seu <i>cast</i> como Natalie Portman, Cate Blanchett e Antonio Banderas, todos com cerca de 10 minutos em cena, se não estou sendo generoso na contagem.</p>
<p>O que Malick faz mesmo em <i>Cavaleiro de Copas</i> é acompanhar Christian Bale em suas aventuras amorosas, reflexo da sua busca incessante pelo amor pleno, calado e moribundo contemplando paisagens e clamando por respostas do &#8220;pai&#8221; ou da &#8220;mãe natureza&#8221;.  Talvez esteja na hora dos próprios produtores situarem Terrence Malick de que nem sempre um diretor renomado pode usar como escudo suas repetições sob a alegação de ser <i>avant garde</i>, sobretudo quando o que se extrai dessas reiterações de linguagem não acrescentam em nada ao catálogo do realizador e, consequentemente, ao seu público cativo. Não dá mais para engolir. Muda o disco, Malick!</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/lQcBp-l5ejk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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