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	<title>Arquivos Catálogo - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Catálogo - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Dica do Dia: Lili, Minha Adorável Espiã (Telecine Play)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2020 22:14:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Algo que aparece constantemente na filmografia de Blake Edwards (Bonequinha de Luxo) são mocinhas que vivenciam diversos momentos piegas, que aparentam ser fortes, mas tendem a ficar um tanto mais suaves quando se apaixonam. No meio de tudo isto, é possível que um contexto social e/ou político seja colocado como um pano de fundo. Em Lili, Minha Adorável Espiã é exatamente isto que ocorre. A protagonista, vivida por Julie Andrews (A Noviça Rebelde), é uma artista extremamente renomada, mas também trabalha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Algo que aparece constantemente na filmografia de Blake Edwards (<em>Bonequinha de Luxo</em>) são mocinhas que vivenciam diversos momentos piegas, que aparentam ser fortes, mas tendem a ficar um tanto mais suaves quando se apaixonam. No meio de tudo isto, é possível que um contexto social e/ou político seja colocado como um pano de fundo. Em <em><strong>Lili, Minha Adorável Espiã</strong></em> é exatamente isto que ocorre.</p>
<p>A protagonista, vivida por Julie Andrews (<em>A Noviça Rebelde</em>), é uma artista extremamente renomada, mas também trabalha de forma secreta para os alemãs, durante a Primeira Guerra Mundial. No entanto, ela se encanta pelo Major William (Rock Hudson, <em>Volta Meu Amor</em>). Obviamente, Lili Smith passa por conflitos internos sobre a continuidade de seus planos, pois o Major é estadunidense e ela precisa agir contra ele se quiser ser bem sucedida em sua causa, mesmo que esteja amando ele cada vez mais.</p>
<p>No entanto, essa angústia dela não é passada da melhor maneira, muito menos a criação da afeição da personagem com o seu par. Apesar do roteiro colocar diversas situações nas quais os casais interagem, a escolha por fazer passagens em que a câmera acompanha passeios e dates da dupla, mas não se escuta o que estão dizendo enfraquece o estabelecimento da empatia e a vontade de torcer por eles. Soa um tanto repentino o surgimento de um sentimento tão profundo e as ações de Lili se tornam bruscas, o que enfraquecem a sua força.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13033" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/MV5BNTI1M2ZiYjEtZTc3MC00NmVkLTgwMTMtZDQ5NDFiMTQ5ZDlhXkEyXkFqcGdeQXVyMjUyNDk2ODc@._V1_SX1777_CR001777762_AL_.jpg" alt="Lili, Minha Adorável Espiã" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/MV5BNTI1M2ZiYjEtZTc3MC00NmVkLTgwMTMtZDQ5NDFiMTQ5ZDlhXkEyXkFqcGdeQXVyMjUyNDk2ODc@._V1_SX1777_CR001777762_AL_.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/MV5BNTI1M2ZiYjEtZTc3MC00NmVkLTgwMTMtZDQ5NDFiMTQ5ZDlhXkEyXkFqcGdeQXVyMjUyNDk2ODc@._V1_SX1777_CR001777762_AL_-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/MV5BNTI1M2ZiYjEtZTc3MC00NmVkLTgwMTMtZDQ5NDFiMTQ5ZDlhXkEyXkFqcGdeQXVyMjUyNDk2ODc@._V1_SX1777_CR001777762_AL_-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ao final da projeção, a sensação é de que tudo é um tanto forçado. E isto piora porque o desfecho é indeciso e sem coragem, inserindo minutos a mais para que o final feliz seja colocado. O que incomoda é que em uma projeção de 2h15, há falta de progressão nas personagens, que são continuadamente planificadas nos seus desejos. O tempo gasto na tela acaba sendo mal aproveitado, deixando sobras em algumas partes &#8211; como as incessantes sequências de voos de William – e em outras faltasse um gancho, uma conexão entre o <em>ship</em> principal e até uma linha narrativa firme que fizesse o público saber que história Edwards, juntamente com seu parceiro de escrita William Peter Blatty (<em>O Exorcista</em>), gostaria de contar.</p>
<p>Apesar de não conseguir alcançar a realização de uma trama amarrada e coesa, a obra não deixa de entregar alguns elementos positivos. Os números musicais performados por Andrews são divertidos e empolgantes. Este ganho parece vir de uma combinação da boa interpretação de Julie Andrews combinada com a decupagem das cenas. O ápice destes elementos podem ser vistos no número de abertura e em <em>I’ll give you three guesses</em>. </p>
<p>Os movimentos de câmera e enquadramento, mesclados com a consciência espacial de cena de Andrews formam momentos animados do longa. Além disso, Lili é uma faceta um tanto distinta do que alguns podem estar acostumados em ver a atriz fazer. Existe um desprendimento da intérprete, uma força e uma acidez que podem surpreender. No geral, <em><strong>Lili, Minha Adorável Espiã</strong></em> não é de todo mal e pode ser uma boa pedida para quem gosta demasiadamente de musicais e/ou da Julie. Contudo, a produção pesa na hora de contar as histórias adjacentes e esquece de cuidar do foco principal.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Blake Edwards</p>
<p><strong>E</strong><strong>lenco</strong>: Julie Andrews, Rock Hudson, Jeremy Kemp, Bernard Kay, Doreen Keogh, Carl Duering, Vernon Dobtcheff</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/0drMZ2MW3FA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar (Google Play)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 21:41:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A causa LGBTQI+ está cada vez mais em pauta nos últimos anos, com discussões pertinentes sobre uma temática que envolve muito preconceito e falta de informação. Mas não é de hoje que o cinema discute este assunto. Claro que atualmente a pauta é muito mais usual do que antigamente. No entanto, lá em 1995 o longa Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar já apresentava ao público um outro olhar sobre as Drag Queens e o seu ofício. Após [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A causa LGBTQI+ está cada vez mais em pauta nos últimos anos, com discussões pertinentes sobre uma temática que envolve muito preconceito e falta de informação. Mas não é de hoje que o cinema discute este assunto. Claro que atualmente a pauta é muito mais usual do que antigamente. No entanto, lá em 1995 o longa <strong><em>Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar</em> </strong>já apresentava ao público um outro olhar sobre as <em>Drag Queens</em> e o seu ofício.</p>
<p>Após vencerem uma competição em Nova York, Noxeema Jackson (Wesley Snipes, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-nome-e-dolemite/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Meu Nome é Dolemite</em></a>) e Vida Boheme (Patrick Swayze, <em>Dirty Dancing &#8211; Ritmo Quente</em>) se qualificam para a <em>Drag Queen of America</em>, que ocorrerá em Hollywood. Um de seus concorrentes é o ingênuo e inexperiente Chi Chi Rodriguez (John Leguizamo, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-sol-tambem-e-uma-estrela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>O Sol Também é Uma Estrela</em></a>), que consegue convencer Vida e Noxeema a deixar de lado a ideia de viajar de avião para partir em uma aventura a bordo de um Cadillac conversível.</p>
<p>Só que o estilo de vida deles pode ser bem aceito em grandes cidades como Nova York e Los Angeles, mas não é bem visto no interior dos Estados Unidos. Quando o carro do trio quebra na pequena cidade de Snydersville, eles precisam vencer a resistência inicial e conquistar a confiança dos habitantes locais. A situação piora ainda mais devido à presença do xerife Dollard (Chris Penn, <em>Cães de Aluguel</em>), que é bastante homofóbico e racista.</p>
<p>O filme é uma performance cuidadosa e explicativa sobre a montagem de uma <em>Drag Queen</em>, como ela se sente nos concursos, seus traumas de preconceito, etc. Tudo isso de uma maneira muito leve e envolvente, conquistando o espectador em cada tomada. Logo de início, somos surpreendidos com a presença de Ru Paul, <em>drag queen</em> americana, atualmente ainda mais famosa por conta do reality show <em>RuPaul&#8217;s Drag Race</em>. Quem também dá uma palinha rápida é o querido ator Robin Williams.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13004" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/fRE4uBib6ES5gCpJzFDgPC0oU6b.jpg" alt="Para Wong Foo Obrigada por Tudo! Julie Newmar" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/fRE4uBib6ES5gCpJzFDgPC0oU6b.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/fRE4uBib6ES5gCpJzFDgPC0oU6b-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/fRE4uBib6ES5gCpJzFDgPC0oU6b-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mas o trio principal é, de fato, a alma de <strong><em>Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar</em></strong>. Performáticos e com personalidades fortes e distintas, eles vão se complementando e dialogando com as causas que são apresentadas no filme. Temas como violência contra a mulher, assédio sexual, racismo, homofobia são incorporadas numa trama divertida e gostosa de assistir. Além disso, a descoberta do primeiro amor, o amor maduro, a memória afetiva. Esse filme fala de muitas coisas, especialmente sob a ótica da <em>drag queen</em>. Inclusive, com uma explicação bem didática sobre as diferenças entre <em>drag queen</em>, travesti e transgênero.</p>
<p>Inserido no interior dos EUA, onde o preconceito é ainda mais forte, tanto do ponto de vista da cor da pele quanto da orientação sexual, o longa funciona ainda com várias alfinetadas ao comportamento do típico americano. Vida é renegada pela família rica e tradicional americana, enquanto Noxeema e Chi Chi sofrem ainda mais por serem negra e latina, respectivamente. O trio é, no entanto, resiliente e não se deixa amargurar pelas intemperes da vida.</p>
<p>Com atuações incríveis e um clima aconchegante, <strong><em>Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar</em></strong> é a sua melhor escolha para o fim de semana. Um filme leve que discute pautas importantes, que com certeza será uma opção acertada para toda a família. Está disponível para aluguel no Google Play.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Beeban Kidron<br />
<strong>Elenco:</strong> Patrick Swayze, Wesley Snipes, John Leguizamo, Stockard Channing, Blythe Danner, Arliss Howard, Chris Penn, Michael Vartan, Robin Willians, Ru Paul, Jason London</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/eiSgXV_ziLg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: A Casa (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 19:54:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dirigido e roteirizado pelos irmãos Pastor, A Casa é o novo thriller espanhol da Netflix. Narrando a história de Javier (Javier Gutiérrez), homem branco de meia idade que fora outrora um bem sucedido e rico publicitário. Agora, ele vê sua realidade cotidiana ruindo progressivamente, pois não consegue se reposicionar no mercado e, com isso, o alto padrão de vida que possuía vai desvanecendo. Este elemento fica bastante compreensível para o espectador logo nos minutos iniciais de projeção. Após um tempo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dirigido e roteirizado pelos irmãos Pastor, <strong><em>A Casa</em></strong> é o novo <em>thriller</em> espanhol da Netflix. Narrando a história de Javier (Javier Gutiérrez), homem branco de meia idade que fora outrora um bem sucedido e rico publicitário. Agora, ele vê sua realidade cotidiana ruindo progressivamente, pois não consegue se reposicionar no mercado e, com isso, o alto padrão de vida que possuía vai desvanecendo.</p>
<p>Este elemento fica bastante compreensível para o espectador logo nos minutos iniciais de projeção. Após um tempo, começam a aparecer momentos que insistem em reforçar o que já ficou claro para o público. Contudo, na primeira metade, o longa parece que ainda pode vir a ser promissor. Com certo cuidado estético, os Pastor inserem uma atmosfera de suspensão que vai sendo criada progressivamente.</p>
<p>O trabalho de Pau Castejón (<em>Tudo Parecia Perfeito</em>) fomenta a aparente intenção de expressar as sensações do protagonista através das cores e enquadramentos. Na questão das temperaturas utilizadas, pode-se notar as oscilações de direcionamento das relações de Javier, juntamente com a virada dos rumos que o mesmo deseja seguir e como ele vai executando as suas ideias. As trocas entre o azulado e o alaranjado revelam as fraquezas e forças da personagem principal, sendo o verde e o vermelho o extremo dessas sensações dele.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12591" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/a-casa-netflix-1.jpg" alt="A Casa" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/a-casa-netflix-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/a-casa-netflix-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/a-casa-netflix-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Para complementar a formação da construção do contexto, das ações e a personagem principal, há a interpretação de Gutiérrez (<em>O Autor</em>). Reduzindo e segurando as suas expressões faciais e inserindo um peso em seus gestos contidos através da utilização de tônus, ele performa um homem meticuloso, estrategista e um tanto assustador. A noção de variação do texto chega também como uma qualidade, ao trazer intenções distintas com controladas modificações de aumento e redução de tom.</p>
<p>No entanto, as qualidades acima citadas são jogadas um tanto fora quando o filme não avança, anda em círculos e acaba não chegando a lugar algum. Isto se dá pelo fato dos roteiristas insistirem em mostrar as derrotas do protagonista, até a metade da narrativa, demorando demais para chegar ao <em>turning point</em>. Quando esta hora chega e as coisas começam a se encaminhar, já é preciso correr para a finalização e as soluções parecem um tanto fáceis e tolas. Um exemplo forte disto é a figura de Marga, esposa de Javier, que é jogada de lado em um dado momento e seu ciclo é fechado de uma maneira que beira ao ridículo.</p>
<p>No final das contas, <strong><em>A Casa</em></strong> acaba sendo um programa meio furado. As breves sensações de suspense vão se esvaindo e se transformando em tédio, o que pode acabar sendo uma experiência frustrante para quem assiste.</p>
<p><strong>Direção</strong>: David e Àlex Pastor</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Javier Gutiérrez, Bruna Cusí, Mario Casas.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/zIP4e5I7_G4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: Modo Avião (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 23:13:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecido atualmente por ser o filme de língua não-inglesa mais assistido da Netflix, Modo Avião está no catálogo do canal streaming desde o início de 2020. Estrelado por Larissa Manoela (Fala Sério, Mãe!), a produção tem um resultado geral agradável, por assim dizer. Não é que o longa seja bom de fato, porém ele consegue algo fundamental para fazer com que o espectador se conecte com a obra: a emoção. Existe algo ali que torna as personagens um tanto cativantes. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-modo-aviao-netflix/">Dica do Dia: Modo Avião (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecido atualmente por ser o filme de língua não-inglesa mais assistido da Netflix, <strong><em>Modo Avião</em></strong> está no catálogo do canal <em>streaming</em> desde o início de 2020. Estrelado por Larissa Manoela (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-fala-serio-mae/"><em>Fala Sério, Mãe!</em></a>), a produção tem um resultado geral agradável, por assim dizer. Não é que o longa seja bom de fato, porém ele consegue algo fundamental para fazer com que o espectador se conecte com a obra: a emoção. Existe algo ali que torna as personagens um tanto cativantes. A principal questão é a conexão que a protagonista cria com as pessoas ao seu redor. Isso não permanece o tempo inteiro, somente está em pedaços específicos, mas que surte um efeito acolhedor.</p>
<p>Contudo, em um balanço final, o saldo sai negativo. A parte tocante é escassa demais para equilibrar o todo. A começar pelas atuações. Sabe aquela peça de teatro infantil mal feita que você pensa em se levantar para ir embora no meio? Então, as interpretações estão mais ou menos neste nível. Não há organicidade na forma de dizer os diálogos. As emoções são transformadas, sem que haja necessidade, mesmo com o possível esforço que os artistas tiveram de tentar colorir o texto, eles não pensaram nas motivações de seus papéis e a contracena é ainda mais complicada, porque todos deixam a sensação de estão atuando sozinhos. São tons distintos que se chocamo o tempo inteiro.</p>
<p>Alguns profissionais trabalham suas falas sozinhos em casa e se não houver alguma direção ou preparação bem feita, eles ficam engessados e o sentido das emoções se perdem, porque cada um está em uma sintonia. A única exceção disto é Katiuscia Canoro (<em>Tô Ryca!</em>) que, apesar de fazer uma vilã estereotipada, com diálogos clichês e ações previsíveis, ela consegue dar fluidez para as sequências nas quais está presente. Até a sua criação corporal imprime leveza, o que tira o peso da falta de habilidade de outras figuras do elenco.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12573" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/larissa-manoela-e-andre-frambach-em-modo-aviao-169059.jpg" alt="Modo Avião" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/larissa-manoela-e-andre-frambach-em-modo-aviao-169059.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/larissa-manoela-e-andre-frambach-em-modo-aviao-169059-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/larissa-manoela-e-andre-frambach-em-modo-aviao-169059-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O que torna tudo mais frágil, de fato, é o roteiro. Apesar de conseguir trazer momentos sensíveis, como o momento entre Ana (Larissa Manoela) e Germano (Erasmo Carlos), não há liga o suficientemente para que a tentativa de construir uma boa produção funcione. Os autores (Alice Name Bomtempo e Alberto Bremer) parecem ansiosos para colocar tudo no papel de uma vez e o resultado são os pulos dentro da narrativa. Isto acaba esvaziando o sentido do enredo. Um exemplo é o aborrecimento de Ana com família que, convenientemente, é deixado de lado para tornar mais rápido e fácil o desfecho da trama.</p>
<p>Contudo, a parte mais incômoda de <em><strong>Modo Avião</strong></em> é a montagem. Eduardo Hartung (<em>Os Parças 2</em>) parece ter esquecido a continuidade é necessária para o entendimento do espectador. Em uma dada cena, Ana chega na casa do avô, Germano, e o portão está trancado. Estranhamente, em um próximo plano, ela já está na porta da residência. Esta característica está presente durante toda a exibição e cria um distanciamento instantâneo quando ocorre.</p>
<p>No entanto, existem dois ponto positivos que podem ser evocados. A primeira está na direção de arte que, ainda que seja meio pasteurizada, traz as cores vibrantes, bem joviais,  complementando o tom que a produção deseja evidenciar que é a de uma comédia romântica meio adolescente. Outra questão que pode ser citada é o <em>ship</em> de Ana com João (André Luiz Frambach). A dupla tem química e a dinâmica entre eles é a parte mais crível deste contexto. No mais, o conteúdo geral pode ser divertido e uma sessão leve, para um domingo à tarde.</p>
<p><strong>Direção</strong>: César Rodrigues</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Larissa Manoela, Erasmo Carlos, Katiuscia Canoro</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/aywJ39-0l9I" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: Sete Dias Sem Fim (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 23:08:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Que tal uma série de dicas de filmes para você assistir no conforto de sua casa durante este período em que é fundamental respeitar o isolamento? O Coisa de Cinéfilo vai falar diariamente (ou quase isso) sobre longas de fácil acesso para você curtir e alimentar essa necessidade de um filminho bom. Prepare a pipoca e vamos lá! Vamos começar com Sete Dias Sem Fim. Esta comédia dramática reúne um elenco sensacional, com Jason Bateman (série Ozark), Tina Fey (série [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal uma série de dicas de filmes para você assistir no conforto de sua casa durante este período em que é fundamental respeitar o isolamento? O Coisa de Cinéfilo vai falar diariamente (ou quase isso) sobre longas de fácil acesso para você curtir e alimentar essa necessidade de um filminho bom. Prepare a pipoca e vamos lá!</p>
<p>Vamos começar com <em><strong>Sete Dias Sem Fim</strong></em>. Esta comédia dramática reúne um elenco sensacional, com Jason Bateman (série <em>Ozark</em>), Tina Fey (série <em>30 Rock</em>), Jane Fonda (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-do-jeito-que-elas-querem/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Do Jeito Que Elas Querem</em></a>), Adam Driver (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de Um Casamento</em></a>), Rose Byrne (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-de-repente-uma-familia/"><em>De Repente Uma Família</em></a>), Corey Stoll (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-primeiro-homem/"><em>O Primeiro Homem</em></a>), Kathryn Hahn (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-perfeita-e-a-mae/"><em>Perfeita é a Mãe</em></a>), Timothy Olyphant (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><em>Era Uma Vez Em&#8230; Hollywood</em></a>), etc. Ufa! É muito ator de qualidade e isso se reflete 100% no andamento do roteiro.</p>
<p>A história traz Judd, um homem que é bombardeado com eventos ruins, como a descoberta ao vivo da traição da esposa com seu chefe. Na sequência, seu pai morre e ele precisa viajar para o funeral. Ao chegar na sua cidade natal e encontrar com a mãe e três irmãos, ele descobre que era da vontade de seu pai que eles fizessem uma cerimônia judia que exige que o núcleo familiar fique em vigília, na mesma casa, por 7 dias. Claro que isso vai render diversos problemas de relacionamento e convivência.</p>
<p>O gênero de comédia dramática é algo que me atrai pela simples premissa de rir das desgraças da vida. Não me soa como desistência, mas como uma resiliência de que tem certas coisas que realmente não têm resolução. Judd vive muitas emoções negativas ao mesmo tempo e é obrigado a lidar com monstros antigos que ele empurrava para debaixo do tapete. Os quatro filhos do falecido são completamente diferentes em personalidade e trazem abordagens diferentes para uma mesma questão: o luto.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12554" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Sete Dias Sem Fim" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mas <strong><em>Sete Dias Sem Fim</em></strong> não é apenas um filme sobre luto. Ele vai além e fala sobre questões emocionais. Sobre se sentir um perdedor quando as coisas dão errado. Sobre ter medo da mudança. Sobre o inesperado. Não é um filme tão profundo, mas ele consegue passear por esses assuntos de uma maneira muito correta e pertinente.</p>
<p>E claro, o ponto mais alto é que este roteiro interessante é ser liderado por um elenco fantástico. A dinâmica dos artistas é o que torna o filme ainda melhor. Embora tenham muitos atores, a unicidade da equipe dá um tom a mais. Estão todos organicamente conectados e com a química alinhada. Não há excessos e nem tentativas de parecer mais que o outro. E este equilíbrio é que garante um bom filme.</p>
<p><em><strong>Sete Dias Sem Fim</strong> </em>é um filme que passa rápido, que flui com muita facilidade e atrai a nossa atenção a todo momento. Uma excelente pedida para quem quer curtir um longa mais leve nesse tempo de notícias tão pesadas. Ah, e está facilmente disponível na Netflix, facilitando ainda mais a nossa vida.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Shawn Levy<br />
<strong>Elenco:</strong> Jason Bateman, Tina Fey, Jane Fonda, Adam Driver, Rose Byrne, Corey Stoll, Kathryn Hahn, Timothy Olyphant</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Glav2KqknV8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial Catálogo: Gladiador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Nov 2019 15:06:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A tradição dos filmes épicos teve seu início com a obra italiana Cabiria, de 1914. Desde sua estreia, o cinema épico viveu por muito tempo dos louros de produções monumentais desse subgênero como O Nascimento de Uma Nação (1915) – dirigido pelo controverso D. W. Griffith – e a obra francesa sobre um dos maiores conquistadores da história, Napoleão (1927). Apesar da decaída nas produções, a febre dos épicos ainda persistiu até meados do século XX, com trabalhos como o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tradição dos filmes épicos teve seu início com a obra italiana <em>Cabiria</em>, de 1914. Desde sua estreia, o cinema épico viveu por muito tempo dos louros de produções monumentais desse subgênero como <em>O Nascimento de Uma Nação</em> (1915) – dirigido pelo controverso D. W. Griffith – e a obra francesa sobre um dos maiores conquistadores da história, <em>Napoleão</em> (1927). Apesar da decaída nas produções, a febre dos épicos ainda persistiu até meados do século XX, com trabalhos como o premiado <em>Spartacus</em> (1960), de Stanley Kubrick. Contudo, o último ano antes do novo milênio foi contemplado com o filme <em><strong>Gladiador</strong></em>, que se tornaria um ponto de recomeço para que esse segmento cinematográfico se reinventasse.</p>
<p>A história ambientada na Roma Antiga tem como herói o general Maximus (Russell Crowe, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dois-caras-legais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Dois Caras Legais</em></a>) e para contrapô-lo, a figura do corrupto e incestuoso Commodus (Joaquin Phoenix, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Coringa</em></a>). O conflito entre essas personagens é estabelecido a partir da morte do Imperador Marcus Aurelius (Richard Harris, <em>Harry Potter e a Pedra Filosofal</em>), pai de Commodus.</p>
<p>Em segredo, o então falecido Imperador deixou para Maximus, como última missão, restabelecer o poder político total do Senado romano. Assim, a prosperidade voltaria a reinar no grande Império. Commodus, ao perceber que o general lhe seria uma ameaça, manda que seus guardas matem-no por trair os desejos do novo Imperador. Após fugir de sua sentença mortal,  Maximus transfigura-se no famoso e implacável gladiador de Proximus (Oliver Reed, <em>O Povo Contra Larry Flynt</em>). Sua notoriedade leva-o até o despótico Commodus e o reencontro dos dois promete revelações, tramas políticas e a ira de um tirano que luta para manter-se no poder.</p>
<p>Realizando o seu segundo épico da carreira, o diretor Ridley Scott (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alien-covenant/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Alien: Covenant</em></a>) emplaca um filme de sucesso. Com direito a uma bilheteria invejável e críticas bem positivas, o longa-metragem ainda teve 119 indicações &#8211; das quais foi vitorioso em 48 prêmios. Os pontos mais fortes na produção estão no conjunto técnico e artístico que rodeou Scott. Os roteiristas David Franzoni (<em>Amistad</em>, 1997), John Logan (<em>O Aviador</em>, 2004) e William Nicholson (<em>Os Miseráveis</em>, 2012), por exemplo, foram indicados ao Oscar de &#8220;Melhor Roteiro Original&#8221;.</p>
<p><strong><em>Gladiator</em></strong> (título original) é estruturado por uma narrativa que mescla figuras reais com uma criação totalmente livre em cima de um período histórico. Apesar de algumas questões dessa liberdade em cima da realidade, a profusão de acontecimentos marcantes e embates poderosos levanta o roteiro, o concedendo diversas indicações.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11954" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1171525.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Gladiador" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1171525.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1171525.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1171525.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Como todo bom épico, <strong><em>Gladiador</em></strong> traz a velha oposição entre o povo e o poder tirânico. Dessa forma, o filme carrega uma crítica social que retrata situações atemporais como abuso de poder, corrupção e a famosa &#8220;política do pão e circo&#8221;. Além da originalidade existente no roteiro, a presença marcante do imponente Russell Crowe faz da simples personagem uma merecedora do <em>Academy Awards</em> de &#8220;Melhor Ator&#8221;. Somando a qualidade do protagonista, Joaquin Phoenix apresenta uma criatura digna de repulsa que conquista os piores sentimentos do espectador. O que acabou lhe proporcionando três indicações como &#8220;Melhor Ator Coadjuvante&#8221; no Oscar, Globo de Ouro e BAFTA.</p>
<p>O vencedor do <em>Academy Awards</em>, todavia, incomoda o público em alguns aspectos. As principais críticas são a quebra com a realidade histórica e a falta de liga sentimental no épico. Esperava-se que o filme apelasse para as emoções do espectador uma vez que o longa estabelece uma identificação com revoluções contra um dominador despótico. Entretanto, a linha fílmica de Ridley Scott não comporta sentimentalismos. Os filmes de Scott expressam um alto teor de razão tornando o fator emotivo algo mais do que secundário, o que se repete em <strong><em>Gladiador</em></strong>. A tentativa exagerada de tocar o público é atribuída ao excesso de artifícios sonoros – ato falho, mesmo com trilha sonora composta pelo excelente Hans Zimmer (<em>O Rei Leão</em>, 1995).</p>
<p>O triunfo de <strong><em>Gladiator</em></strong> está em sua tática interna de compensação. A infertilidade emocional característica de Scott é esquecida graças à montagem fílmica de alta qualidade feita pelo premiado Pedro Scalia (<em>JFK: A Pergunta Que Não Quer Calar</em>, de 1991). O descontentamento relacionado à infidelidade com os fatos reais é vencido pela fascinação do público com histórias de heróis. Tudo isso guiado pelas belas batalhas coreografadas por Nicholas Powell (<em>Coração Valente</em>, de 1995). Além desses, outros setores da produção são notáveis e foram indicados em inúmeras premiações &#8211; como a direção de arte, composição musical, montagem, efeitos especiais etc.</p>
<p>O conjunto cinematográfico do longa levou diversas pessoas a se encantarem com a fotografia, edição, roteiro e atuações magistrais que compõem a beleza do filme. Ademais, Ridley Scott merece louros por ter reapresentado ao público &#8211; já que esse não via nada com tamanha qualidade há décadas &#8211; um épico que honra os seus antecessores e o próprio subgênero.</p>
<p>Você pode conferir esse premiado marco do cinema no catálogo da <a href="https://www.netflix.com/watch/60000929?trackId=13752289&amp;tctx=0%2C0%2C6693b9eba1cd98cf69bec410b01a46edb212a2d6%3A2e4ec8a66f17c36c3507f58ee9d6175f07a1fd4c%2C%2C"><em><strong>Netflix</strong></em></a>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ridley Scott<br />
<strong>Elenco:</strong> Russell Crowe, Joaquin Phoenix, Connie Nielsen, Oliver Reed, Richard Harris, Derek Jacobi, David Hemmings, Djimon Hounsou</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-catalogo-gladiador/">Especial Catálogo: Gladiador</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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