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	<title>Arquivos Caren Pistorius - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Caren Pistorius - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Filha do Rei do Pântano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 19:14:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Baseado no best-seller escrito por Karen Dionne, A Filha do Rei do Pântano é um thriller que narra a história de Helena Pellletier. A jovem passou sua infância isolada na floresta com os pais até descobrir que seu genitor (Ben Mendelsohn de Capitã Marvel) era um criminoso que mantinha sua mãe em cativeiro. Antes de ser preso, o pai de Helena a ensina todas as técnicas de sobrevivência na mata. Diante da possibilidade de reencontrá-lo na vida adulta depois dele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Baseado no best-seller escrito por Karen Dionne, <em><strong>A Filha do Rei do Pântano</strong></em> é um thriller que narra a história de Helena Pellletier. A jovem passou sua infância isolada na floresta com os pais até descobrir que seu genitor (Ben Mendelsohn de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-capita-marvel/"><em>Capitã Marvel</em></a>) era um criminoso que mantinha sua mãe em cativeiro. Antes de ser preso, o pai de Helena a ensina todas as técnicas de sobrevivência na mata. Diante da possibilidade de reencontrá-lo na vida adulta depois dele cumprir alguns anos de prisão, os instintos da jovem ficam mais aguçados. Helena passa a entender que deve acatar o seu destino e reencontrá-lo para um ajuste de contas, antes que o pai faça algum mal a seu marido e sua filha.</p>
<p>Dirigido por Neil Burger, o mesmo diretor dos filmes da série <em>Divergente</em> e de <em>O Ilusionista</em>, drama de 2006 com Edward Norton elogiado pela crítica, <strong><em>A Filha do Rei do Pântano</em></strong> é um título que transita com uma certa competência pelo seu gênero. Como convém a um thriller minimamente eficiente, o longa mantém o espectador interessado pelos rumos cada vez mais imprevisíveis da sua história, construindo uma atmosfera de tensão crescente.</p>
<p>O desempenho de Daisy Ridley (a Rey da franquia <em>Star Wars</em>) é bastante competente na construção dessa personagem que preserva força e instinto de sobrevivência, mas que também é capaz de nutrir afeto por marido e filha a despeito de um passado que poderia lhe legar como herança uma dificuldade de estabelecer conexões emocionais. Nesse sentido, a atriz consegue transmitir na tela toda a tensão de uma mulher que vive esse tipo de conflito, sempre transitando entre o desejo de ter uma vida plena e feliz e as raízes do seu trauma que tornam tudo mais difícil.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17269" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/a-filha-do-rei-do-pantano-trailer-filme.jpg" alt="A Filha do Rei do Pântano" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/a-filha-do-rei-do-pantano-trailer-filme.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/a-filha-do-rei-do-pantano-trailer-filme-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/a-filha-do-rei-do-pantano-trailer-filme-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/a-filha-do-rei-do-pantano-trailer-filme-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É uma pena que a despeito da ótima introdução e desenvolvimento de eventos o filme sofra tanto para encontrar um final satisfatório. No terceiro ato da história, <strong><em>A Filha do Rei do Pântano</em></strong> derrapa em uma resolução insossa e que não corresponde em momento algum às crescentes expectativas por um clímax cheio de adrenalina que constrói. O encontro entre Helena e o pai é decepcionante e solucionado da maneira mais banal possível pelo roteiro e a direção não consegue fazer muito para tornar tudo aquilo minimamente original ou psicologicamente complexo.</p>
<p>Diante das baixas expectativas do material, surgindo por debaixo do radar entre as grandes estreias do circuito comercial cinematográfico, <strong><em>A Filha do Rei do Pântano</em></strong> até que tem um saldo mais positivo do que negativo. É uma pena que o trabalho de Neil Burger tenha o seu pior momento justamente no terceiro ato, quando as emoções da história deveriam ser mais afloradas e a resolução do arco da protagonista deveria ser mais excitante para o espectador. O filme constrói muito bem o percurso até o grande acerto de contas da protagonista, ou seja, sabe conduzir o público até o seu momentum. No entanto, quando ele chega, é decepcionante e tudo é encerrado da maneira mais óbvia e com emoções bem medianas.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Neil Burger</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Daisy Ridley, Ben Mendelsohn, Garrett Hedlund, Gil Birmingham, Imali Perera, Brooklynn Prince, Caren Pistorius, Chris Violette</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/qNB04fA_iOE" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: Oeste Sem Lei (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 18:00:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O gênero faroeste foi popularizado a partir da década de 1930 e teve seu auge nas décadas de 1950 e 1960. Grandes clássicos como Era Uma Vez no Oeste e Três Homens em Conflito levaram milhares de pessoas ao cinema, com o longa ficando em cartaz por muito tempo. Com o passar dos anos, o western foi sendo deixado de lado, dando espaço à popularização de outros gêneros. Atualmente, vemos uma atualização do estilo, com filmes como o excelente A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O gênero faroeste foi popularizado a partir da década de 1930 e teve seu auge nas décadas de 1950 e 1960. Grandes clássicos como <em>Era Uma Vez no Oeste</em> e <em>Três Homens em Conflito</em> levaram milhares de pessoas ao cinema, com o longa ficando em cartaz por muito tempo. Com o passar dos anos, o <em>western</em> foi sendo deixado de lado, dando espaço à popularização de outros gêneros. Atualmente, vemos uma atualização do estilo, com filmes como o excelente<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-qualquer-custo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em> A Qualquer Custo</em></a>, de 2016.</p>
<p><em><strong>Oeste Sem Lei</strong> </em>é o longa de estreia do diretor John Maclean, que nos apresenta um material bem interessante. O romântico e intenso jovem Jay Cavendish (Kodi Smit-McPhee,<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-x-men-fenix-negra/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em> X-Men: Fênix Negra</em></a>) resolve cruzar os EUA em busca de seu amor, que fugiu para terras distantes após ser acusada de cometer um crime. Ao longo da jornada, ele conhece Silas Selleck (Michael Fassbender, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-boneco-de-neve/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Boneco de Neve</em></a>), um misterioso caubói que lhe fará companhia e ajudará a enfrentar o trajeto.</p>
<p>Diferente do que estamos acostumados com a paleta de cores de faroeste, onde os tons de marrom prevalecem, <em><strong>Oeste Sem Lei</strong></em> é muito colorido e vívido. As belíssimas fotografias que surgem ao longa da trama são um presente fruto da locação escolhida para gravação, que foi a Nova Zelândia. Mora aí também um problema que é a ambientação errada em diversos momentos, com montanhas verdes demais para a paisagem comumente árida e monocrômica do oeste americano.</p>
<p>Ainda que a intenção seja honesta, já que há uma construção temática em cima das cores, que realmente tem o objetivo de fugir do padrão, Maclean se priva de brincar um pouco mais com este elemento, que poderia ser associado às personalidades dos personagens. Algumas cenas são prejudicadas pois revelam uma vivacidade que não vemos nas emoções dos personagens.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12862" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/136101.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Oeste Sem Lei" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/136101.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/136101.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/136101.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A evolução da história caminha sem pressa e, ao mesmo tempo, sem enrolação. A apresentação dos personagens acontece a medida que a jornada vai acontecendo, em cada cena nova que surge. Então é interessante como vamos descobrindo nuances e objetivos de cada um, minuto após minuto. Além disso, o clima de mistério por trás das histórias ajuda a sustentar a atração do espectador.</p>
<p>Existe uma dificuldade, no entanto, de aprofundar nos personagens coadjuvantes. Ao focar em Jay e Silas, o diretor esquece que a garota alvo da paixão, Caren Pistorius (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-luz-entre-oceanos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>A Luz Entre Oceanos</em></a>), vai ter o foco voltado para si no futuro. Seu pai, vivido por Rory McCann (série <em>Game of Thrones</em>), também carece de construção. O que fica é uma grande dificuldade de ter empatia com o destino dos personagens coadjuvantes, que tem seus corpos amontoados ao final.</p>
<p>Este detalhe, inclusive, é uma característica marcante do <em>western</em>, que nos apresenta a morte como algo rotineiro e pouco chocante. Em <strong><em>Oeste Sem Lei</em></strong>, a intensidade fica por parte de Jay, que nos mostrar a cada cena que teve um relacionamento muito mais imaginário do que verdadeiro. Em contraponto a isso, Silas é taciturno e frio. Suas personalidades se cruzam ao final do filme e isso é um elemento bem positivo da construção do roteiro.</p>
<p>Ainda que tenha uma boa proposta, <em><strong>Oeste Sem Lei</strong> </em>não se aprofunda o suficiente e perde a chance de explorar o bom roteiro que tem em mãos. Mesmo tendo menos de 1h30, parece ter muito mais tempo por focar nos elementos errados da trama. Ainda assim, é um ótimo entretenimento que vale a pena ser conferido!</p>
<p><strong>Direção:</strong> John Maclean<br />
<strong>Elenco:</strong> Michael Fassbender, Ben Mendelsohn, Rory McCann, Caren Pistorius, Kodi Smit-McPhee, Alex Macqueen, Jeffrey Thomas, Andy McPhee</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4I089NTpgLw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-oeste-sem-lei-netflix/">Dica do Dia: Oeste Sem Lei (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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