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	<title>Arquivos Capitão América - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Capitão América - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial Homem-Aranha: Os três arcos da trajetória do herói no cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2019 17:38:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde 1962, quando teve a sua primeira aparição nos quadrinhos, o Homem-Aranha trouxe um novo caminho para as ficções heroicas. O surgimento de uma figura tão próxima da realidade dos leitores encantou gerações e promoveu uma narrativa cheia de arcos e ramificações que se desdobram até hoje, quase seis décadas após sua criação. Os fãs do Aranha já vivenciaram diversas fases da personagem e estavam curiosos com a continuidade que a Sony Pictures, em parceria com a Marvel Studios, daria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 1962, quando teve a sua primeira aparição nos quadrinhos, o Homem-Aranha trouxe um novo caminho para as ficções heroicas. O surgimento de uma figura tão próxima da realidade dos leitores encantou gerações e promoveu uma narrativa cheia de arcos e ramificações que se desdobram até hoje, quase seis décadas após sua criação. Os fãs do Aranha já vivenciaram diversas fases da personagem e estavam curiosos com a continuidade que a <em>Sony Pictures</em>, em parceria com a <em>Marvel Studios</em>, daria para a jornada de Peter Parker.</p>
<p>Após os eventos de <em>Vingadores: Ultimato</em> que foram determinantes para a reaparição do <em>Spider-Man</em>, a jornada de <em><strong>Homem-Aranha: Longe de Casa</strong></em> começa com um Peter tentando se adaptar as mudanças que ocorreram no planeta, em especial a perda do seu mentor e amigo. A responsabilidade de ser um dos poucos heróis vivos, a frustração e o vazio pela ausência de Tony e os dilemas juvenis embalam a narrativa desse novo arco do Aranha. A jornada que começou em 2016 com a aparição do jovem herói em <em>Capitão América: Guerra Civil</em>, toma forma e se complexifica durante seu segundo filme solo.</p>
<p>Apesar do sucesso e da visibilidade cada vez maior por sua participação nos Vingadores, o jovem herói já é um velho conhecido da cultura <em>geek</em>. De 1962 até os dias de hoje, o Aranha já teve centenas de hqs publicadas, foi tema de 11 séries televisivas – sendo duas <em>live-action</em> e nove animadas –, foi protagonista de três diferentes arcos fílmicos e gerou dois <em>spin-offs</em>. Com sua chegada no cinema, contudo, esse fascínio e essa comoção só se amplificaram.</p>
<figure id="attachment_10889" aria-describedby="caption-attachment-10889" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-10889" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10889" class="wp-caption-text">Tobey Maguire no icônico papel de Homem-Aranha</figcaption></figure>
<p>Dentre os filmes solo do Homem-Aranha, a trilogia dirigida por Sam Raimi (<em>A Morte do Demônio</em>, 1981) foi um capítulo de extrema importância na jornada do herói. Além de iniciar a fase cinematográfica do Aranha, o diretor deu vida a uma narrativa que padronizou o imaginário popular de quem seria essa figura tão famosa desde a década de 1960. A interpretação de Tobey Maguire (<em>Regras da Vida</em>, 1999) inaugurou uma das possibilidades do herói. Nos três filmes da parceria Raimi-Maguire, o espectador pôde ver um jovem maduro, com preocupações adultas e dilemas profundos – tanto que o fator da perda do tio Ben é um acontecimento de extrema importância para a construção do super-herói. Maguire, portanto, estreou essa personagem nos cinemas com uma vivência que trazia maturidade e dificuldades de uma vida mais adulta.</p>
<figure id="attachment_10888" aria-describedby="caption-attachment-10888" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10888" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10888" class="wp-caption-text">Já Andrew Garfield foi pouco popular</figcaption></figure>
<p>Em seu segundo arco, a <em>Sony Pictures</em> decidiu adaptar a hq mais antiga do herói. <em>O Espetacular Homem-Aranha</em> traz uma roupagem completamente diferente para o Peter. Dessa vez, o público se depara com um Parker fisicamente mais jovem, com atitudes e vivências mais infantis e até com uma personalidade um pouco oposta do Peter de Maguire. Andrew Garfield (<em>Até o Último Homem</em>, 2016) dá vida a esse novo tipo heroico do Parker que rendeu dois longas. Apesar das duas produções, <em>The Amazing Spider-Man</em> (título original) cometeu muitos deslizes durante esses dois momentos. Os longas não conseguiram executar a narrativa com a maestria de Raimi e os roteiros se mostraram frágeis em suas tentativas de inovação. Atrelado a isso, a interpretação de Garfield não foi exatamente bem vista pelo público. Existe um claro estranhamento ao assistir o Andrew como o Aranha e, quando comparado com Tobey, esse incômodo só aumenta.</p>
<p>Após ficar dois anos longe das telas, o herói da vizinhança retorna aos cinemas fazendo uma participação especial no último filme solo do Capitão América. Assim, em 2016, os fãs da <em>Marvel</em> puderam ter um primeiro olhar – mesmo que rápido – de como seria essa nova versão do Aranha. Desde esse primeiro momento, o <em>Spider-Man</em> de Tom Holland mostrou que seguiria um caminho mais próximo ao de Maguire. Um ano depois, com a estreia de seu longa, Holland trouxe ao público uma versão mais jovem do que foi a personagem de Maguire e Garfield.</p>
<figure id="attachment_10887" aria-describedby="caption-attachment-10887" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10887" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10887" class="wp-caption-text">Tom Holland tem se saído bem como o Spider-Man atual</figcaption></figure>
<p>O Homem-Aranha de Tom é um <em>nerd</em> desengonçado que enfrenta os dilemas normais de todo adolescente. Apesar de não conter a profundidade das motivações de Maguire, Holland, ainda assim, consegue se aproximar do estereótipo do herói aracnídeo. A despretensão de assumir essa vida de super-herói, as vivências ainda colegiais e o jeito atrapalhado são características próximas que podem ser traçadas entre o primeiro e o atual Aranha.</p>
<p>O destaque dessa nova jornada, contudo, está na participação do Homem-Aranha nos Vingadores. A adesão do garoto nova-iorquino aos maiores defensores do universo foi uma estratégia narrativa desde o início. A primeira aparição do Aranha mostra que os caminhos se alinhavam para que ele crescesse como herói e assumisse um papel fundamental na proteção do planeta com o passar dos anos. Todo esse processo se intensifica com a perda de seu mentor – temática a qual gerou o enredo do último lançamento da <em>Marvel Studios</em>.</p>
<p>Com <strong><em>Far From Home</em></strong> (título original), a jornada de Peter Parker chega a um momento crucial. O garoto precisa aceitar o seu papel de protetor de mais do que sua cidade e deve abraçar o legado que Tony Stark deixou para ele. Pela frente, suas preocupações juvenis e sua maturidade ainda em processo precisarão se moldar aos dilemas da vida real de um super-herói. Com isso, o perigo, sofrimento e a perda podem se tornar questões frequentes em sua vida. Acontecimentos que podem, ao decorrer dos próximos filmes, aproximar ainda mais os Aranhas de Maguire e Holland.</p>
<p>Para além desses arcos principais, a saga do <em>Spider-Man</em> foi capaz de ir além da figura central das hqs – ou pelo menos de sua personagem original. Em 2018, a <em>Sony</em> lançou dois <em>spin-offs</em> das histórias do Homem-Aranha. A primeira produção lançada foi o longa-metragem estrelado por Tom Hardy (<em>Mad Max: Estrada da Fúria</em>, 2015) intitulado <em>Venom</em>. O filme narra a história de um jornalista controverso que acaba se tornando hospedeiro do simbionte que dá nome ao filme. Apesar das suas falhas de roteiro, direção e tom, a película teve um sucesso de bilheteria, o que garantiu sua continuação – a qual está prevista para 2020 – e ainda outras produções voltadas para vilões do universo Aranha, como <em>Morbius</em> que estreia, também, em 2020.</p>
<figure id="attachment_10885" aria-describedby="caption-attachment-10885" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10885" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10885" class="wp-caption-text">Homem-Aranha no Aranhaverso foi um sucesso e ganhou o Oscar de Melhor Animação</figcaption></figure>
<p>Alguns meses após o lançamento de <em>Venom</em>, a <em>Sony</em> lança o maior sucesso do fim de ano, <em>Homem-Aranha no Aranhaverso</em>. A animação foi o ponto alto do estúdio e gerou um reboliço no universo cinematográfico. A crítica e o público abraçaram o longa de imediato e a animação levou para casa dezenas de prêmios, incluindo o Oscar de “Melhor Animação”.</p>
<p>O fenômeno causado pela figura do herói aracnídeo tem, portanto, uma história densa e cheia de nuances. Seja pelas representações em diferentes mídias, pelos arcos distintos do cinema ou pela expansão de seu universo. Seja como for, o Homem-Aranha se mantém como um ícone juvenil que está na memória das gerações passadas e presentes. Independentemente das falhas de <em>O Espetacular Homem-Aranha</em> ou da demora para <strong><em>Longe de Casa</em></strong> engatar de forma verdadeiramente interessante, o amor por essa figura fala mais alto e tem garantido sempre um retorno aos estúdios. Os fãs do Aranha agora podem apenas teorizar e aguardar ansiosos pelo desenvolver da história do querido herói tanto em meio aos Vingadores como através dos <em>spin-offs</em> que estão por vir.</p>
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		<title>Crítica: Vingadores &#8211; Guerra Infinita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Apr 2018 15:45:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre filmes da Marvel ou da DC Comics virou uma tarefa um pouco ingrata nos últimos tempos. Cada vez mais os fãs ficam partidários e ai de você que faça qualquer tipo de crítica negativa ao longa do momento. Por felicidade de todos, Vingadores: Guerra Infinita não é o caso e vai agradar a população geral de cinéfilos, sem qualquer tipo de distinção de fandom. Os Vingadores estão separados depois do último conflito e procuram viver suas vidas independentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar sobre filmes da Marvel ou da DC Comics virou uma tarefa um pouco ingrata nos últimos tempos. Cada vez mais os fãs ficam partidários e ai de você que faça qualquer tipo de crítica negativa ao longa do momento. Por felicidade de todos, <em>Vingadores: Guerra Infinita</em> não é o caso e vai agradar a população geral de cinéfilos, sem qualquer tipo de distinção de <em>fandom</em>.</p>
<p>Os Vingadores estão separados depois do último conflito e procuram viver suas vidas independentes e da maneira mais normal possível. Eis que surge o vilão Thanos para ameaçar o universo. Ele está em busca das 6 Joias do Infinito, que vão lhe conferir o poder absoluto sobre tudo e todos. Desesperado por ter presenciado um cena chocante, Bruce Banner, nosso querido Hulk, vai em busca de ajuda para reunir os heróis novamente.</p>
<p>Os diretores Joe e Anthony Russo recebem um desafio e tanto ao ter que colocar tantos super-heróis em cenas e dar a eles oportunidade de se exibir. Não é à toa que o filme possui mais de 2h30 de duração, já que precisa mostrar, mesmo que um pouco, de todos. Aliás, eles fazem isso de uma maneira incrível. O espectador é contemplado a todo momento e o equilíbrio de importância que eles conferem a cada personagem é realmente cuidadoso. Eles já vinham mostrando um pouco disso nos últimos dois filmes de Capitão América. Mas neste, elevam a outro nível.</p>
<p>O desafio de colocar tantos heróis em cena tem outro problema: a disputa de egos de personagens e atores. Sim, é muita personalidade dominante junto e isso poderia ser um grande problema. Mas o que se percebe é uma parceria grande, um clima agradável de filmagem e uma intenção extremamente positiva de fazer aquilo dar certo. E como deu certo!</p>
<p>O roteiro precisa efetivamente ser observado. A história é profunda e coerente. Todos os fios são conectados e não é apenas aquele grande compilado de cenas de luta e pessoas morrendo. Embora o ritmo seja bem intenso, o filme vai além disso e mostra a parte sentimental dos personagens, a humanidade deles. Até o próprio vilão tem seu momento, mesmo ele sendo realmente assustador. Aliás, essa é uma característica que acaba sendo reforçada pelo lado &#8220;humano&#8221; dele.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8897" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/04/4577944.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>O filme é dos Vingadores, mas a história é de Thanos. O vilão é o centro e o foco do longa e faz todo sentido que seja. Ele é forte, poderoso e determinado, passando por cima de tudo e todos com seu objetivo. Nada mais justo que a importância maior fosse dada a ele mesmo. O que se vê é uma série de heróis se dividindo e se unindo com o objetivo de destruir o vilão, que segue forte na sua empreitada. Por tudo isso, esse não será um vilão esquecido, posso afirmar com certeza.</p>
<p>A equipe visual e de som fizeram um trabalho notável, associando ainda mais qualidade ao roteiro. As cenas são bem construídas e distintas, fugindo daquele padrão que costumamos ver de emaranhado de explosões que o espectador nem entende quem é quem.</p>
<p>O longo tempo de exibição parece curto para o filme. Tudo passa tão rápido e envolve tanto o espectador, que nem percebemos quando acaba. É intenso e fluido ao mesmo tempo. Os tons de risada e graça que são conferidos em muitas cenas fazem com que a leveza se estabeleça também, permitindo que o espectador respire um pouco. Mas sem beirar o exagero e sem correr o risco de pesar na profundidade da trama.</p>
<p>A união de tantos universos diferentes num mesmo filme é um mérito que precisa ser notado. Cada personagem tem seu estilo, sua forma de surgir. E tudo isso é respeitado em cena, sem parecer uma colcha de retalhos. A combinação funciona tão bem que parece muito natural o surgimento de cada herói na trama. Mais um ponto de parabéns para os irmãos Russo.</p>
<p>O final é obscuro, pesado e incrível. Deixa o espectador sem fôlego e extremamente ansioso para os próximos filmes que virão e quais as consequências que essa Guerra Infinita vai trazer. Definitivamente esse é um dos melhores filmes de super-herói dos últimos tempo, quem sabe até da história.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4jGRyEa2jhE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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