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	<title>Arquivos Bruce Willis - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Bruce Willis - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Vidro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 15:09:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Willis]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em novembro de 2000, o público foi introduzido a um universo de super-heróis nada convencional. Corpo Fechado trouxe um olhar único para o subgênero – o qual, atualmente, detém a maior arrecadação do cinema. M. Night Shyamalan criou uma alternativa para a mesmice das produções heroicas. A proposta inovadora de trazer uma história de super-herói envolvida por uma narrativa de suspense, com diálogos profundos e jogos de inteligência elevou o longa-metragem a um lugar de destaque na época. Apesar dessa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em novembro de 2000, o público foi introduzido a um universo de super-heróis nada convencional. <em>Corpo Fechado</em> trouxe um olhar único para o subgênero – o qual, atualmente, detém a maior arrecadação do cinema. M. Night Shyamalan criou uma alternativa para a mesmice das produções heroicas. A proposta inovadora de trazer uma história de super-herói envolvida por uma narrativa de suspense, com diálogos profundos e jogos de inteligência elevou o longa-metragem a um lugar de destaque na época.</p>
<p>Apesar dessa estrutura inteligente e bem elaborada feita por Shyamalan em Unbreakable (título original), foram necessários 15 anos para que o diretor tivesse a chance de iniciar o projeto que daria continuidade ao seu universo. Kevin Wendell Crumb e suas 24 personalidades foram o foco central de Frangmentado. Lançado em 2016, o terror psicológico tinha por objetivo ser a sequência do suspense estrelado por Bruce Willis e Samuel L. Jackson. O sucesso do segundo longa foi tamanho que concedeu a chance de ser feito um capítulo final para a trilogia do Eastrail 177, o filme <strong><em>Vidro</em></strong>.</p>
<p>Há uma semana, os cinemas do mundo começaram a exibir a conclusão da história de David Dunn, Elijah Price e Kevin Wendell Crumb. <strong><em>Vidro</em> </strong>representa o fechamento de um ciclo de filmes que durou 19 anos. A criação de uma só narrativa que englobe as distintas facetas dos dois primeiros longas foi, sem dúvida, um dos maiores desafios do criador da trilogia. Esse é, inclusive, o tropeço de Glass (título original). Mesmo com uma estrutura ainda envolvente, o novo filme acaba perdendo algumas das qualidades destaque de seus antecessores – como a sutileza e inteligência dos diálogos e a tensão cena após cena.</p>
<p>Depois de fugir das autoridades após o incidente do zoológico, Kevin Wendell Crumb (James McAvoy) se tornou conhecido por todos – inclusive por David Dunn (Bruce Willis) – como um assassino psicótico. O vigilante passou os últimos 18 anos combatendo crimes e agora seu objetivo é deter a Fera. O confronto entre o homem inquebrável e o mestre da Horda resultará na prisão dos dois. Agora, os indivíduos super-humanos estarão lado a lado com outro notório vilão, o senhor Vidro (Samuel L. Jackson), presos numa instituição psiquiátrica do governo. O que parece ser um confinamento para segurança pública se mostrará como um plano muito maior do sr. Vidro que levará essas três super personalidades à um embate final.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9856" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/4067255.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Os trabalhos do diretor e roteirista M. Night Shyamalan costumam dividir opiniões, contudo, é indiscutível perceber os traços originais dele como diretor. Seus trabalhos normalmente são bastante experimentais. Shyamalan não hesita ao inovar com posicionamentos de câmera inusitados, enquadramentos incomuns e iluminações de cena bem marcantes. Seus melhores trabalhos imprimem características únicas e essa singularidade é a sua marca registrada. <em><strong>Vidro</strong></em>, contudo, não se encaixa perfeitamente nessa descrição. O novo longa-metragem perdeu alguns dos traços fundamentais que marcaram os filmes que lhe antecederam. A fórmula encontrada para apresentar Glass ao público é muito mais próxima dos filmes genéricos de super-heróis do que da própria obra de Shyamalan.</p>
<p>Além da direção que acabou tendo algumas perdas, o roteiro foi quem mais sofreu nesse capítulo final. Os brilhantes diálogos de <em>Corpo Fechado</em> e a estrutura genial de <em>Fragmentado</em> deram espaço para falas mais rasas e uma narrativa um tanto previsível. O resultado da união dos universos de Dunn e Crumb foi precário. Fica evidente em alguns momentos a tentativa de retratação do diretor com sua própria criação – como em algumas cenas muito bem filmadas ou através de um plot não muito inovador, porém corretamente construído e apresentado. A sensação é que o próprio diretor vivia num embate interno ao elaborar essa convergência de mundos.</p>
<p>Independente das falhas contidas no roteiro, o elenco foi o ponto forte da trama. As performances se mantiveram com qualidade – apesar dos diálogos fracos – e isso ajudou a conduzir o longa a um caminho mais digno para sua finalização. Bruce Willis, Samuel L. Jackson e James McAvoy vestiram a camisa de suas respectivas personagens muito bem nesse momento de despedida. Os olhares insanos de Jackson, a presença de Willis e a desenvoltura performática de McAvoy mantém a atenção do espectador e conseguem até fazer com que o ele esqueça alguns defeitos já ocorridos. Os componentes coadjuvantes marcam também sua participação revivendo suas personagens e a presença de Sarah Paulson como a psiquiatra acrescentaram o desenvolver das cenas.</p>
<p>A despeito de todos os deslizes, <strong><em>Vidro</em> </strong>já arrecadou mais que 5 vezes o valor de seu orçamento só na primeira semana. A crítica não ficou muito contente com a conclusão dessa história, mas as manifestações do público pelas mídias digitais e a arrecadação do longa discordam. Glass está se mostrando como mais um filme polêmico de M. Night Shyamalan, onde a crítica o nega e o espectador, abraça. Seja como for a avaliação dada para a performance do longa, a proposta alternativa dos super-heróis acaba com um questionamento: será que podem existir mais super-humanos? Eis que essa pergunta pode ser a fonte de novas produções. Só o futuro – e a bilheteria final – dirá se ainda veremos mais da trilogia Eastrail 177.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6w7qWcCbkks" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Aconteceu na semana (07/02 a 14/02)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2014 20:06:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Willis]]></category>
		<category><![CDATA[M. Night Shyamalan]]></category>
		<category><![CDATA[Scarlett Johansson]]></category>
		<category><![CDATA[Shirley Temple]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> O Adeus a Shirley Temple Morreu, na última terça-feira (11), aos 85 anos, a atriz Shirley Temple. Grande tesouro de Hollywood na época da Grande Depressão, Shirley, com seus cachinhos dourados e seu rosto angelical, levou a doçura e o encanto a várias gerações de cinéfilos com filmes como Olhos Encantadores e A Pequena Órfã. A carreira de Temple foi breve, reduzindo-se praticamente à sua infância, mas foi marcante, tornando-a ícone de um tempo. Aos 21 anos, a atriz abandonou a carreira e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/shirley.png"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-239 aligncenter" alt="shirley" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/shirley-620x359.png" width="620" height="359" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> <strong>O Adeus a Shirley Temple</strong></p>
<p>Morreu, na última terça-feira (11), aos 85 anos, a atriz Shirley Temple. Grande tesouro de Hollywood na época da Grande Depressão, Shirley, com seus cachinhos dourados e seu rosto angelical, levou a doçura e o encanto a várias gerações de cinéfilos com filmes como <em>Olhos Encantadores </em>e <em>A Pequena Órfã</em>. A carreira de Temple foi breve, reduzindo-se praticamente à sua infância, mas foi marcante, tornando-a ícone de um tempo. Aos 21 anos, a atriz abandonou a carreira e dedicou-se à diplomacia. Na última década, Temple retornou para Hollywood para receber homenagens pela contribuição artística de sua carreira, como no SAG Awards de 2006. Não há cinéfilo que não lamente a perda, mesmo que Shirley tenha se afastado do cinema.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/willis-mnight.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-240 aligncenter" alt="willis mnight" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/willis-mnight.png" width="500" height="370" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Willis e Shyamalan em terceira parceria</strong></p>
<p style="text-align: left;">O diretor M. Night Shyamalan e o ator Bruce Willis anunciaram  a execução de um terceiro projeto juntos: <em>Labor of Love</em>. Atualmente, o cineasta está no Festival de Berlim captando fundos e parcerias para a produção que trará o ator como um viúvo realizando uma viagem para tentar encontrar um alívio para o seu luto. Nas duas últimas vezes que o ator e o diretor se encontraram foi em <em>Corpo Fechado </em>e em <em>O Sexto Sentido</em>, até hoje um fantasma na carreira do diretor já que ele não consegue superar o seu sucesso. Desde então, Shyamalan não tem tido sucesso em suas empreitadas, tornando-se chacota entre críticos e cinéfilos por produções de gosto duvidoso como <em>A Dama na Água </em>e <em>Fim dos Tempos</em>.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/scarlett_johansson_in_avengers-HD.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-252 aligncenter" alt="scarlett_johansson_in_avengers-HD" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/scarlett_johansson_in_avengers-HD-620x348.jpg" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Marvel anuncia filme solo da Viúva Negra</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto o embróglio do longa da Mulher Maravilha só terá fim após a estreia de <em>Batman vs. Superman</em>, a Marvel saiu na dianteira com o anúncio da realização de um filme protagonizado pela Viúva Negra, heroína interpretada por Scarlett Johansson em <em>Os Vingadores </em>e <em>Homem de Ferro 2</em>. Ao que tudo indica, <em>Capitão América 2</em>, a ser lançado nesse primeiro semestre, trará pistas sobre a origem da personagem que ensejarão o projeto. Será interessante ver uma super-heroína disputar espaço em um terreno predominantemente masculino, só não sei se a Marvel tem tanta ousadia assim para assumir algo que fuja da tradicional e pouco ambiciosa abordagem que tem aplicado desde que resolveu abraçar o projeto <em>Os Vingadores</em>, mas fica a expectativa.</p>
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