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	<title>Arquivos Bruce Dern - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Bruce Dern - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Os Oito Odiados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2016 19:12:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Em seu anunciado oitavo longa-metragem, Quentin Tarantino reitera elementos que são marcas do realizador ao longo de toda a sua carreira: os diálogos afiados, a estrutura narrativa por vezes acronológica, muita violência e as dezenas de referências a todos aqueles filmes que são cultuados pelo realizador. Os Oito Odiados fortalece suas origens tarantinescas ao trazer para sua trama todos esses recursos. É bem verdade que o longa acaba não sendo o mais memorável da carreira do diretor e em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4249" aria-describedby="caption-attachment-4249" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-4249 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/hateful2-620x347.jpg" alt="hateful2" width="620" height="347" /><figcaption id="caption-attachment-4249" class="wp-caption-text">Repetições: Os Oito Odiados mantém as marcas do filme do realizador, mas acaba se mostrando como um dos seus filmes mais efêmeros.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em seu anunciado oitavo longa-metragem, Quentin Tarantino reitera elementos que são marcas do realizador ao longo de toda a sua carreira: os diálogos afiados, a estrutura narrativa por vezes acronológica, muita violência e as dezenas de referências a todos aqueles filmes que são cultuados pelo realizador. <i>Os Oito Odiados </i>fortalece suas origens tarantinescas ao trazer para sua trama todos esses recursos. É bem verdade que o longa acaba não sendo o mais memorável da carreira do diretor e em determinadas situações suas marcas de autoria soam como repetição, mas em mais de três horas de projeção, o realizador mantém o espectador atento a sua história e a seus personagens trabalhando um domínio narrativo que poucos cineastas contemporâneos possuem.</p>
<figure id="attachment_4250" aria-describedby="caption-attachment-4250" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4250 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/hateful-eight-samuel-l-jackson-xlarge-620x349.jpg" alt="hateful-eight-samuel-l-jackson-xlarge" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4250" class="wp-caption-text">Homem de confiança: Samuel L. Jackson mais uma vez brilha em um filme do realizador. Na foto, ao lado de Walton Goggins</figcaption></figure>
<div>
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<p>Em <i>Os Oito Odiados</i>, Quentin Tarantino traz a história de John Ruth (Kurt Russell), um carrasco que em sua viagem leva como prisioneira a criminosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh). Ruth captura Daisy a fim de trocá-la por uma volumosa quantia em dinheiro como recompensa. No caminho, Ruth e Daisy enfrentam como dificuldade uma violenta nevasca e se deparam com um caçador de recompensas (Samuel L. Jackson) e um homem que acaba de ser empossado como xerife de uma cidade (Walton Goggins). Os quatro acabam se juntando e buscam abrigo em um armazém até que o temporal passem. Lá, eles conhecem quatro sujeitos que também estão no local aguardando a nevasca passar. No decorrer da trama, os oito personagens vão descobrindo os segredos dos seus companheiros de abrigo e, isolados do restante do mundo e obrigados a conviver  no mesmo local, acabam entrando em um inevitável confronto.</p>
</div>
<div>
<p>Assim como fizera em <i>Django Livre</i>, em <i>Os Oito Odiados</i>, Tarantino<i> </i>retorna ao <i>western. </i>Contudo, este filme do realizador é bem diferente do seu longa de 2012. Aqui, Tarantino surge mais descompromissado com propósitos que vão além do entretenimento e se por um lado isso é bastante positivo pois permite que o realizador se entregue aos extremos da sua própria assinatura cinematográfica, por outro, não deixa de trazer para <i>Os Oito Odiados </i>uma certa sensação de repetição. Assim como seu segmento no projeto <i>Grindhouse</i>, o filme <i>À Prova de Morte</i>, <i>Os Oito Odiados </i>acaba mostrando-se como um bom entretenimento, porém esquecível ao final da projeção. Não há personagens memoráveis ou diálogos e cenas a se destacar como em <i>Pulp Fiction</i>, <i>Jackie Brown</i>, <i>Kill Bill</i>, <i>Bastardos Inglórios </i>ou mesmo <i>Django Livre, </i>pelo qual confesso ter algumas reservas, mas reconheço as qualidades. A sensação após uma sessão de <i>Os Oito Odiados </i>é que a narrativa que nos foi apresentada tem uma correta execução, mas de que tudo é relativamente efêmero.</p>
</div>
<figure id="attachment_4251" aria-describedby="caption-attachment-4251" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4251 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/hateful-eight-film-grab-ap--620x349.jpg" alt="" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4251" class="wp-caption-text">Elenco: Kurt Russell, Jennifer Jason Leigh e Bruce Dern são alguns dos atores afiados que Quentin Tarantino dirige em seu novo filme</figcaption></figure>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Tarantino acerta mais uma vez na escalação e na condução do seu elenco. Como destaque há a marcante presença de Jennifer Jason Leigh como a prisioneira Daisy Domergue e, claro, Samuel L. Jackson que como o caçador de recompensas Marquis Warren demonstra mais uma vez que talvez não exista ator no mundo que compreenda mais as palavras e o olhar de Tarantino para os seus personagens do que ele. Há ainda que se pontuar os trabalhos de Kurt Russell, Walton Goggins, Demián Bichir, Tim Roth, Michael Madsen, Bruce Dern e Channing Tatum em performances equilibradas e orgânicas ao universo proposto pelo diretor.</p>
</div>
<div>
<p>Longe de ser um dos melhores filmes de Tarantino, mas também bem distante de um desastre cinematográfico &#8211; afinal, com um diretor consciente da linguagem cinematográfica e com o repertório como Tarantino dificilmente o filme cairia nessa zona de perigo &#8211; <i>Os Oito Odiados </i>agrada sobretudo aos fãs do estilo do cineasta. É certo que o longa não representa nada que já não tenhamos visto Quentin Tarantino fazer e que a &#8220;luz vermelha&#8221; de alerta pode começar a piscar para o realizador sinalizando que, de alguma maneira, ele tem que seguir outros caminhos para sair de uma relativa zona de conforto que ele mesmo criou (com dois filmes no gênero a cota de <i>westerns </i>do Tarantino já está mais do que cumprida, por exemplo), mas o filme apresenta uma narrativa construída com fluidez e domínio, entretendo a plateia com a usual assinatura do cineasta. Esse mérito, ninguém pode lhe tirar.</p>
</div>
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		<title>Assista ao trailer do novo filme de Quentin Tarantino, Os 8 Odiados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 17:28:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enfim o aguardado trailer de Os 8 Odiados, novo filme de Quentin Tarantino, acaba de ser divulgado. Além dele, um pôster estampado pelos protagonistas do filme também foi lançado. Dirigido e roteirizado por Tarantino, Os 8 Odiados conta a história de uma diligência que desvia da sua rota por conta de uma tempestade de neve. Esse incidente faz com que um grupo de oito estranhos fique preso em um saloon no meio do nada. O grupo é composto por uma dupla de caçadores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/The-Hateful-Eight-large-970x545.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3332" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/The-Hateful-Eight-large-970x545-620x348.jpg" alt="The-Hateful-Eight-large-970x545" width="620" height="348" /></a></p>
<p>Enfim o aguardado trailer de<strong> <em>Os 8 Odiados</em></strong>, novo filme de Quentin Tarantino, acaba de ser divulgado. Além dele, um pôster estampado pelos protagonistas do filme também foi lançado.</p>
<p>Dirigido e roteirizado por Tarantino, <em>Os 8 Odiados </em>conta a história de uma diligência que desvia da sua rota por conta de uma tempestade de neve. Esse incidente faz com que um grupo de oito estranhos fique preso em um saloon no meio do nada. O grupo é composto por uma dupla de caçadores de recompensa, um ex-soldado, uma ex-presidiária, entre outros. O longa tem sido &#8220;vendido&#8221; como um encontro entre <em>Sete Homens e um Destino </em>e <em>Os Doze Condenados</em>.</p>
<p>No elenco, parceiros habituais do diretor como Samuel L. Jackson (<em>Pulp Fiction</em>, <em>Jackie Brown </em>e <em>Django Livre</em>), Tim Roth (<em>Cães de Aluguel</em>), Kurt Russell (<em>À Prova de Morte</em>), além de novos rostos na filmografia do diretor, como Jennifer Jason Leigh (<em>eXistenZ</em>), Bruce Dern (<em>Nebraska</em>) e Channing Tatum (<em>Magic Mike</em>).</p>
<p>O longa estreia no final do ano nos EUA, aqui no Brasil a previsão de estreia é para janeiro de 2016.</p>
<p>Veja o pôster e assista ao trailer abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gnRbXn4-Yis" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://br.web.img2.acsta.net/c_520_690/newsv7/15/08/10/20/23/334976.jpg" alt="" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Guia Oscar 2014: Atores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2014 19:53:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Matthew McConaughey – &#8220;Clube de Compras Dallas&#8220; O ator Matthew McConaughey ficou bastante conhecido por seus papéis em comédias românticas como “Como Perder Um Homem em 10 Dias”, onde contracenou com Kate Hudson (“O Noivo da Minha Melhor Amiga”) pela primeira vez. A parceria se repetiu, porém sem tanto sucesso, no filme “Um Amor de Tesouro”. Depois ele resolveu focar seus esforços em longas de ação como “Killer Joe &#8211; Matador de Aluguel” e “O Poder e a Lei”. Em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/427111.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-396" alt="427111" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/427111.jpg" width="602" height="400" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/427111.jpg 602w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/427111-100x65.jpg 100w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/427111-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 602px) 100vw, 602px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Matthew McConaughey</strong> – &#8220;<em>Clube de Compras Dallas</em>&#8220;</p>
<p>O ator Matthew McConaughey ficou bastante conhecido por seus papéis em comédias românticas como “<em>Como Perder Um Homem em 10 Dias</em>”, onde contracenou com Kate Hudson (“<em>O Noivo da Minha Melhor Amiga</em>”) pela primeira vez. A parceria se repetiu, porém sem tanto sucesso, no filme “<em>Um Amor de Tesouro</em>”. Depois ele resolveu focar seus esforços em longas de ação como “<em>Killer Joe &#8211; Matador de Aluguel</em>” e “<em>O Poder e a Lei</em>”. Em “<em>Clube de Compras Dallas</em>”, ele vive o protagonista que descobre que está com AIDS em um período que tanto o tratamento quando a informação das pessoas eram bem precários. Sua dedicação ao personagem é impressionante e as cenas em que ele aparece chocam pela magreza literalmente doentia em que ele se encontra. Forte candidato a levar o prêmio, mas perde um pouco de brilho pela fantástica performance do coadjuvante Jared Leto. Vale ressaltar que ele também participa de “<em>O Lobo de Wall Street</em>” junto com Leonardo DiCaprio (“<em>A Origem</em>”), onde vive o homem que serve de exemplo para o personagem de Leo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/NEBRASKA.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-397" alt="NEBRASKA" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/NEBRASKA.jpg" width="600" height="400" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/NEBRASKA.jpg 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/NEBRASKA-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Bruce Dern</strong> – &#8220;<em>Nebraska</em>&#8220;</p>
<p>Bruce Dern já foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação no filme “<em>Amor Regresso</em>”. Ele também é conhecido por trabalhar em clássicos como “<em>O Grande Gatby</em>&#8220;, de 1974, e “<em>Trama Macabra</em>”, do diretor Alfred Hitchcock. Mais recentemente ele participou brevemente de “<em>Django Livre</em>” e “<em>Monster – Desejo Assassino</em>”, ao lado de Charlize Theron (“<em>Jovens Adultos</em>”). Em “<em>Nebraska</em>”, ele protagoniza o bom velhinho que acreditou ter ganhado US$ 1 milhão, ao receber uma carta de propaganda pelo correio. Ele então parte em uma empreitada para conseguir retirar o dinheiro e desperta a curiosidade e cobiça por onde passa. Dern chama atenção por sua atuação e carrega o filme com força, agradando e cativando o telespectador. Ele consegue ser ao mesmo tempo duro e delicado. Apesar da boa performance, este ano é o que podemos chamar de “difícil” no mundo do Oscar, já que todos os indicados são fortes. Lembrando que ele é pai de Laura Dern (“<em>Jurassic Park</em>”), que pode ser vista na aguardada adaptação “<em>A Culpa É Das Estrelas</em>”.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12-ANOS-DE-ESCRAVIDÃO-CRÍTICA-DO-FILME.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-398" alt="??????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12-ANOS-DE-ESCRAVIDÃO-CRÍTICA-DO-FILME.jpg" width="600" height="400" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12-ANOS-DE-ESCRAVIDÃO-CRÍTICA-DO-FILME.jpg 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/12-ANOS-DE-ESCRAVIDÃO-CRÍTICA-DO-FILME-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Chiwetel Ejiofor</strong> – &#8220;<em>12 Anos de Escravidão</em>&#8220;</p>
<p>O ator britânico é o protagonista de um dos filmes que mais recebe atenção nas últimas semanas. Ejiofor interpreta Solomon Nothup, um negro livre do norte dos Estados Unidos, que é sequestrado e obrigado a servir como escravo em fazendas do sul. Ajudado pela excelente direção de Steve McQueen (“<em>Hunger</em>”), ele consegue trazer sofrimento e intensidade aos momentos, mas não surpreende em sua atuação. Na verdade, ele tem o holofote roubado por Michael Fassbender (“<em>Shame</em>”) e a novata Lupita Nyong&#8217;o, que simplesmente arrasam, deixando a performance de Ejiofor bem a desejar. Você pode ver ele também no filme “<em>Salt</em>”, com Angelina Jolie (“<em>Malévola</em>”) e “<em>2012</em>”, aquele do fim do mundo. Se ele ganhar esse Oscar, será mais pelo conjunto da obra que participa, do que por sua atuação em si.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-dicaprio.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-399" alt="???????????????????????" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-dicaprio.jpg" width="600" height="400" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-dicaprio.jpg 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/the-wolf-of-wall-street-dicaprio-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Leonardo DiCaprio</strong> – “<em>O Lobo de Wall Street</em>”</p>
<p>Não sei ao certo como começar a falar de Leonardo DiCaprio. Despontou no sucesso em “<em>Titanic</em>” e logo embarcou parcerias de peso como “<em>Prenda-me Se For Capaz</em>”, de Steven Spielberg, e “<em>A Praia</em>”, de Danny Boyle. Logo ele se tornou o queridinho de Martin Scorsese e já fez cinco filmes do diretor. Além desses, Christopher Nolan, Quentin Tarantino e Ridley Scott são alguns dos grandes cineastas que tiveram o prazer de trabalhar com DiCaprio. Digo prazer de trabalhar com ele, porque o menino magro que interpretava Jack na tragédia do naufrágio, agora sustenta o porte de um homem que virou sinônimo de filme bom. Bastou ele estar no elenco, o longa já tem meio caminho andado para o sucesso. Não por isso, ele é a alma e a essência de “<em>O Lobo de Wall Street</em>”, apresentando o papel mais espetacular de sua carreira. Ele se supera em todos os momentos e surpreende pela facilidade com que atua. Não minto ao dizer que ele brilha do primeiro minuto ao último do filme e carrega a trama nas costas. Se a Academia tem rixa com ele? Não podemos afirmar ao certo. Esta é a quarta indicação na categoria e, até o momento, nenhuma estatueta. Mas se rede social e internet servem de termômetro, Leo ganha essa de lavada.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/266504.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-400" alt="266504.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/266504.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" width="600" height="400" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/266504.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/266504.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Christian Bale</strong> – “<em>Trapaça</em>”</p>
<p>Christian Bale é outro ator que vem se especializando cada vez mais e tornando-se sinônimo de filme bom. Ele é mais conhecido por seu papel na trilogia “Batman”, mas também teve importantes papéis em “<em>Inimigos Públicos</em>”, com Johnny Depp, e “<em>O Vencedor</em>”, pelo qual, diferente de DiCaprio, foi agraciado com o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Em “<em>Trapaça</em>”, ele se destaca a todo instante pela dedicação ao personagem. Ele brilha em todos os momentos e consegue tornar um filme relativamente normal, em algo muito melhor. Só o fato dele engordar 20 quilos por conta própria, só porque acha que iria combinar com o seu papel, mostra o quanto ele entra na alma e aposta tudo nas performances. Ainda assim, é o que podemos chamar novamente de “ano difícil”. Talvez em outra edição, ele ganhasse. Mas Leonardo DiCaprio não deixou brecha para concorrentes.</p>
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