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	<title>Arquivos Bridget Jones: No Limite da Razão - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Bridget Jones: No Limite da Razão - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial: Cinco Músicas de Elton John em Trilhas Sonoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2019 15:54:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estreia hoje (30) nos cinemas a cinebiografia do cantor Elton John, Rocketman. Dirigido por Dexter Fletcher (Voando Alto), o longa narra toda a trajetória da vida do artista num musical que busca trazer pinceladas fora do realismo/naturalismo na estética geral da produção. Essa escolha possibilita que as marcas e o espírito das canções de John sejam impressos na tela. Além disso, o ritmo da projeção é equilibrado e o público se vê entre os momentos de suspensão, angústia e frenesi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreia hoje (30) nos cinemas a cinebiografia do cantor Elton John, <strong><em>Rocketman</em></strong>. Dirigido por Dexter Fletcher (<em>Voando Alto</em>), o longa narra toda a trajetória da vida do artista num musical que busca trazer pinceladas fora do realismo/naturalismo na estética geral da produção. Essa escolha possibilita que as marcas e o espírito das canções de John sejam impressos na tela. Além disso, o ritmo da projeção é equilibrado e o público se vê entre os momentos de suspensão, angústia e frenesi do protagonista. Para conferir nossa crítica, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rocketman/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clique aqui</strong></em></a>!</p>
<p>Pensando no lançamento do longa e na quantidade de vezes que o músico aparece em trilhas sonoras de filmes (são 493 menções no IMDB), o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> reuniu uma lista com suas melhores músicas em histórias ficcionais cinematográficas. Ainda tem um bônus no final do texto, com uma canção que aparece em um seriado de TV. Confira!</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10640" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/01.-dias-de-trovão-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/01.-dias-de-trovão.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/01.-dias-de-trovão-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/01.-dias-de-trovão-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong>5 – <em>You Gotta Love Someone</em> (em <em>Dias de Trovão</em>, em 1990) –</strong> Lançada no mesmo ano de estreia do filme, a canção embalava o romance das personagens Claire (Nicole Kidman) e Cole (Tom Cruise). Escrita por Bernie Taupin e com música de Elton John, ela está presente no álbum <em>Best of You</em>. Em 1990, ela ficou entre as mais ouvidas do ano no Reino Unido e no Canadá.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tXiLnwKKQb0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10641" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Bridget-Jones-The-Edge-of-Reason-Gallery-37-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Bridget-Jones-The-Edge-of-Reason-Gallery-37.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Bridget-Jones-The-Edge-of-Reason-Gallery-37-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Bridget-Jones-The-Edge-of-Reason-Gallery-37-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong>4 – <em>Sorry Seems to Be the Hardest Word</em> (em <em>Bridget Jones: No Limite da Razão,</em> 2004) –</strong> Também escrita por Bernie Taupin e musicada por Elton John, ela entrou na trilha sonora do filme na voz de Mary J. Blige. Melancólica e intensa, a canção aparece na projeção para complementar um momento de introspecção de Bridget (Renée Zellweger), enquanto ela pensa em seu conflito amoroso com a personagem Mark Darcy (Colin Firth). Sabe aquela típica música de término, que uma pessoa pode colocar para chorar ainda mais e se acabar na fossa? Pois é exatamente esta! Por isso, ela se encaixa tão bem com o momento que é tocada na narrativa.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/c3nScN89Klo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10642" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/901521_1323859622342_full-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/901521_1323859622342_full.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/901521_1323859622342_full-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/901521_1323859622342_full-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong>3 – <em>Hakuna Matata</em> (em <em>O Rei Leão</em>, 1994) –</strong> Na década de 1990, Elton John foi convidado para ser compositor das músicas do filme. Dentre vários sucesso como <em>Can You Feel The Love Tonight</em> e <em>Circle of Life</em>,<em> Hakuna Matata</em> foi uma das que mais ficou popular entre o público. Utilizada para mostrar a forma que as personagens Timão e Pumba encaram a vida, ela narra como tudo pode ser mais leve se as pessoas focarem menos nos problemas. A canção ainda foi usada novamente em <em>Rei Leão 3</em>, <em>Toy Story</em>, na série <em>Timão e Pumba</em>, entre outras produções da Disney.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xB5ceAruYrI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10643" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/o-ALMOST-FAMOUS-facebook-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/o-ALMOST-FAMOUS-facebook.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/o-ALMOST-FAMOUS-facebook-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/o-ALMOST-FAMOUS-facebook-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong>2 – <em>Tiny Dancer</em> (em <em>Quase Famosos</em>, 2000) –</strong> Escrito e dirigido por Cameron Crowe e vencedor do Oscar de Melhor Roteiro, o filme conta a trajetória de uma banda de rock e de um garoto adolescente que recebe a oportunidade de fazer uma matéria sobre eles para a Revista <em>Rolling Stones.</em> Naturalmente, os músicos viviam na estrada e, em um desses momentos de viagem, surge a música de Elton John e Bernie Taupin. Ela é uma das composições mais antigas da dupla, com estreia em 1972, e casa perfeitamente com a sequência. Acaba-se criando uma relação direta sobre a relação de Penny Lane (Kate Hudson) com os integrantes do grupo musical, além de conectar William (Michael Angarano) com todos eles.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yYcyacLRPNs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10644" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Moulin-Rouge-1-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Moulin-Rouge-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Moulin-Rouge-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Moulin-Rouge-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong>1 – <em>Your Song</em> (em <em>Moulin Rouge</em>, 2001) –</strong> Uma das músicas mais antigas de John e Taupin (1967), a canção aparece para construir o momento em que Satine (Nicole Kidman) e Christian (Ewan McGregor) se apaixonam. Ela que corta o frenesi da hora em que os dois são apresentados, iniciando o clima de romance do longa. Até então, o público nota apenas o deslumbramento do protagonista com a cidade nova (França) e as possibilidades dela, até mesmo da chance de amar. <em>Your Song</em> está em primeiro lugar da lista não apenas por casar bem com a cena na qual está presente ou por ser um grande sucesso, mas por conseguir capturar a alma do relacionamento das duas personagens e construir sentido narrativo para os dois durante toda projeção.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jkxj-FBEH1w" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10645" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Dontgobreakingmyheart-750x500.png" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Dontgobreakingmyheart.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Dontgobreakingmyheart-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Dontgobreakingmyheart-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong>Bônus</strong>: <strong><em>Don’t Go Breaking My Heart</em> (em <em>Glee</em>, 2009-2015) –</strong> A canção entrou na lista por embalar um momento animado e feliz do casal Rachel (Lea Michele) e Finn (Corey Monteith) dentro do <em>Glee Club</em>. A cena é bem rápida e entra naquela lista de apresentações que os integrantes faziam dentro dos desafios dados pelo professor Will (Matthew Morrison). Vale ver pela química do casal e pela dinâmica da sequência, junto com a música de John e Taupin.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1Zwr3UJZj6o" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Especial: Renée Zellweger (Parte 2) &#8211; O nome nos lábios de todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2019 18:58:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Renée Zellweger vinha de anos de glórias consecutivas com a vitória no Globo de Ouro por A Enfermeira Betty em 2000 e sua primeira indicação ao Oscar pelo hit de 2001 O Diário de Bridget Jones. A atriz perdeu o prêmio da Academia para Halle Berry e seu desempenho no drama A Última Ceia, mas vinha criando terreno para uma vitória futura. Em 2002, o musical Chicago parecia uma aposta segura. Chicago era uma adaptação da versão da Broadway do musical de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Renée Zellweger</strong> vinha de anos de glórias consecutivas com a vitória no Globo de Ouro por <em>A Enfermeira Betty </em>em 2000 e sua primeira indicação ao Oscar pelo <em>hit </em>de 2001 <em>O Diário de Bridget Jones</em>. A atriz<em> </em>perdeu o prêmio da Academia para Halle Berry e seu desempenho no drama <em>A Última Ceia</em>, mas vinha criando terreno para uma vitória futura. Em 2002, o musical <strong><em>Chicago</em></strong> parecia uma aposta segura.</p>
<p><em>Chicago </em>era uma adaptação da versão da Broadway do musical de Bob Fosse e venceu seis estatuetas do Oscar quando lançado, incluindo a de Melhor Filme. No longa, Zellweger interpretava uma corista narcisista que fazia de tudo para conquistar a fama. A atriz incorporou o humor irônico e sexy da produção que basicamente abordava a insana cultura das celebridades. &#8220;Se não conseguir a fama, seja infame&#8221;, dizia o pôster da produção. E era basicamente isso que Roxie Hart, a personagem de Renée, fazia ao ganhar a fama por ter matado o seu amante Fred Kelly.</p>
<p>A interpretação de Zellweger foi alvo de controvérsia na época pois muita gente não creditava a atriz por suas performances musicais. A recusa de Zellweger de protagonizar o número “I Move On” na cerimônia do Oscar ao lado da colega Catherine Zeta-Jones parece ter endossado um grupo de <em>haters</em> para os trabalhos da atriz que a seguiriam em outros anos. Como em todo caso, com a popularidade, a texana também ganhava algumas &#8220;torcidas de nariz&#8221;.</p>
<figure id="attachment_10575" aria-describedby="caption-attachment-10575" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-10575 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/CHICAGO_POST-06-750x500.jpg" alt="Renée Zellweger" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/CHICAGO_POST-06.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/CHICAGO_POST-06-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/CHICAGO_POST-06-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10575" class="wp-caption-text">Em uma das performances de dança do filme Chicago.</figcaption></figure>
<p>Zellweger sempre pareceu imprimir uma assinatura muito forte em suas interpretações, sendo detectável em qualquer de seus trabalhos traços característicos de suas reações e abordagens para as personagens que interpreta. Quando finalmente venceu o Oscar pelo romance histórico <strong><em>Cold Mountain</em></strong> esta cisão na recepção dos trabalhos da atriz ficou mais evidente.</p>
<p>O filme de 2003 de Anthony Minghella era protagonizado por Nicole Kidman e Jude Law e narrava uma melancólica jornada de Ulisses (<em>A Odisseia</em>) tendo como contexto a guerra civil norte-americana e um romance interrompido entre uma aristocrata (Kidman) e um rapaz humilde (Law). Todos os personagens da produção estavam imersos em dramas severos, perdas, problemas financeiros etc. A Ruby Sparks de Zellweger surge como um elemento cujo tom parecia um pouco acima dos demais, sendo vista como um alívio cômico na narrativa. No entanto, a abordagem de Zellweger pode ser vista por uma outra perspectiva, a atriz parecia interpretar uma figura que tentava combater seu drama pessoal com humor. Junto com Kidman, Zellweger conseguiu construir uma amizade poderosa entre personagens femininas, algo bem raro numa Hollywood erguida pelo mito da rivalidade entre mulheres.</p>
<figure id="attachment_10576" aria-describedby="caption-attachment-10576" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-10576 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/920x920-750x500.jpg" alt="Renée Zellweger" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/920x920.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/920x920-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/920x920-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10576" class="wp-caption-text">Ela ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por Cold Mountain.</figcaption></figure>
<p>Com o Oscar na mão, <em>Renée Zellweger</em> seguiu sua agenda com a subestimada comédia <em>Abaixo o Amor </em>(uma delícia de filme até hoje subestimado), e aceitou o cachê valorizado pelo selo &#8220;vencedora do Oscar&#8221;  em <em>Bridget Jones: No Limite da Razão</em>, não tão bem aceito quanto o antecessor de 2001. Em 2005, <strong><em>A Luta pela Esperança</em></strong> trouxe Zellweger como uma personagem de praxe em dramas oscarizáveis, a esposa do protagonista. O filme narrava a história de vida do boxeador James J. Braddock vivido por Russell Crowe. O longa de Ron Howard não teve a repercussão esperada, mas rendeu indicações ao Oscar em edição, maquiagem e ator coadjuvante (Paul Giamatti). Nada para Zellweger, nem mesmo menções ao Globo de Ouro.</p>
<figure id="attachment_10578" aria-describedby="caption-attachment-10578" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-10578 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Cinderella_Man-709362720-large-750x500.jpg" alt="Renée Zellweger" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Cinderella_Man-709362720-large.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Cinderella_Man-709362720-large-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Cinderella_Man-709362720-large-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10578" class="wp-caption-text">Junto com Russell Crowe no filme A Luta Pela Esperança.</figcaption></figure>
<p>Em seguida, Renée esteve no cartaz de produções que não tiveram a expressividade esperada, como a biografia Miss Potter, <em>O Amor Não Tem Regras</em> de George Clooney, o <em>western</em> <em>Appaloosa</em> de Ed Harris, o terror <em>Caso 39</em> e a comédia <em>Recém Chegada</em>. O drama <em>Minha Canção de Amor</em> de 2010 foi a última produção da atriz antes que ela fizesse uma longa pausa na carreira.</p>
<p>Desde 2010, o público não teve notícia de <em>Renée Zellwege<strong>r</strong></em>, até que a atriz teve uma aparição no evento de uma revista e logo gerou manchete em tabloides, todos chamavam a atenção para o rosto dela. No início dos anos 2000, Zellweger começou a exibir traços de intervenções cirúrgicas e mudanças sensíveis nas suas feições foram sentidas, mas a nova “cara” de Zellweger parecia uma versão “desmanchada” da sua antiga identidade. Como de praxe, a aparência da atriz gerou comentários (todos depreciativos). De maneira aberta, Zellweger chegou a confirmar ter se submetido a cirurgias plásticas, alegando que seu “novo” rosto na verdade era resultado dessa história e do seu esforço de reduzir essas intervenções. O público teria que se acostumar com ela como era agora – e, sinceramente, prefiro a versão atual da Zellweger, com rugas e traços da sua história (que inclui suas cirurgias plásticas) do que a &#8220;versão antiga&#8221;.</p>
<p>Em meio a tudo isso, Zellweger escolheu retornar às telas com uma relativa segurança: interpretaria Bridget Jones pela terceira vez. <strong><em>O Bebê de Bridget Jones </em></strong>de 2016 teve uma imediata resposta positiva da crítica, mais do que o segundo filme, inclusive, e o longa trazia de volta a diretora Sharon Maguire no comando. No entanto, a bilheteria do longa foi pífia, afinal, chegou com um certo atraso para o público da personagem.</p>
<figure id="attachment_10577" aria-describedby="caption-attachment-10577" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-10577 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/O-Bebê-de-Briget-Jones0-750x500.jpg" alt="Renée Zellweger" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/O-Bebê-de-Briget-Jones0.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/O-Bebê-de-Briget-Jones0-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/O-Bebê-de-Briget-Jones0-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10577" class="wp-caption-text">Seu retorno às telonas no longa O Bebê de Bridget Jones</figcaption></figure>
<p>Depois de <em>O Bebê de Bridget Jones</em>, o retorno de Zellweger ao trabalho foi gradual, com participações modestas em longas como <em>Versões de um Crime</em> e <em>Somos Todos Iguais</em>. A atriz parece ter guardado mesmo sua munição para 2019 com a série <em>Dilema</em> que estreia na Netflix dia 24 de maio e a cinebiografia <em>Judy</em>.</p>
<p>O longo hiato de <strong><em>Renée Zellweger</em> </strong>é representativo de uma constante na carreira da atriz. Zellweger nunca foi o tipo de profissional que acumula quatro ou cinco produções no mesmo ano, ela sempre esperou o projeto certo para dar às caras. A texana parece mirar uma nova indicação ao Oscar e, quem sabe, um Emmy, inaugurando uma nova fase na sua trajetória artística na maturidade.</p>
<p>Confira a parte 1 deste Especial <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-renee-zellweger-parte-1/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
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