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	<title>Arquivos Brian Taylor - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Brian Taylor - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Hellboy e o Homem Torto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 19:15:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois do fracasso da tentativa de reboot da franquia Hellboy em 2019 pelas mãos do diretor Neil Marshall, o famoso personagem das HQs da Dark Horse retorna às telas com Hellboy e o Homem Torto. A produção é marcada pelo orçamento de US$ 20 milhões, algo modesto em se tratando dos custos inflados da produção de blockbusters atualmente, o menor dentre as adaptações cinematográficas de Hellboy até aqui. O longa também chega com a distinção de ser uma das primeiras adaptações cinematográficas de Hellboy cujo roteiro teve de fato a co-autoria de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do fracasso da tentativa de <i>reboot </i>da franquia <i>Hellboy </i>em 2019 pelas mãos do diretor Neil Marshall, o famoso personagem das HQs da Dark Horse retorna às telas com <i><strong>Hellboy e o Homem Torto</strong>. </i>A produção é marcada pelo orçamento de US$ 20 milhões, algo modesto em se tratando dos custos inflados da produção de <i>blockbusters </i>atualmente, o menor dentre as adaptações cinematográficas de <i>Hellboy </i>até aqui.</p>
<p>O longa também chega com a distinção de ser uma das primeiras adaptações cinematográficas de <i>Hellboy </i>cujo roteiro teve de fato a co-autoria de Mike Mignola, criador do personagem. Apesar de estar nos créditos dos filmes de Guillermo Del Toro e Neil Marshall, Mignola nunca participou criativamente de fato dessas produções e sempre foi crítico ferrenho dos longas, nunca tendo gostado de nenhum deles.</p>
<p>A produção estadunidense filmada na Bulgária chega em primeira mão em mercados que, como regra, não costumam ter acesso prioritário a esse tipo de produção. O Brasil, por exemplo, tem uma estreia desse longa antes mesmo dos EUA, algo que é interessante em termos de recepção pois estamos conferindo este longa sem qualquer &#8220;enviesamento&#8221; das críticas internacionais para direcionar nossa experiência com a obra.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18742" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-1-3.png" alt="Hellboy e o Homem Torto" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-1-3.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-1-3-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-1-3-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><i><strong>Hellboy e o Homem Torto</strong> </i>é superior a <i>Hellboy </i>de 2019. O roteiro deste<i> </i>é mais bem escrito, tem bons diálogos e nesse caminho consegue construir muito bem para o espectador a personalidade sarcástica do seu protagonista, algo que nem sempre ficou muito em evidência nas outras versões, sobretudo no filme de Neil Marshall. Também é um acerto do filme enfatizar a inclinação das histórias de <i>Hellboy </i>com o gênero horror, com uma presença bem articulada de demônios e zumbis ao longo da trama<i>. </i></p>
<p>Infelizmente, os recursos precários prejudicam um filme como este. Em diversos momentos, as limitações orçamentárias ficam em evidência em <i><strong>Hellboy e o Homem Torto </strong></i>com suas locações isoladas, tomadas em estúdio e truques como efeitos de imagem ou tomadas noturnas para não revelar eventuais falhas na maquiagem ou nos efeitos visuais. Em alguns momentos isso não faz muita diferença porque a direção Brian Taylor é moderadamente eficiente ao criar uma atmosfera de terror e o roteiro concebe uma trama minimamente eficiente, mas em outros revela-se como um empecilho na apreciação da obra, sobretudo em clímax dramáticos.</p>
<p>Por vezes soando como um <i>fan film </i>daqueles que viralizam na internet, <i><strong>Hellboy e o Homem Torto</strong></i><i> </i>tem um saldo positivo dado o contexto de produção. Os envolvidos parecem entender o que de fato funciona na história do personagem e estão empenhados em minimizar os danos dos recursos escassos de produção, ainda que, muitas vezes, isso não funcione. Jack Kesy dá um ótimo Hellboy &#8211; não melhor que Ron Perlman &#8211; e o filme consegue oferecer bons momentos para a ação dele como o personagem sendo isso o que no final das contas importa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Brian Taylor</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jack Kesy, Jefferson White, Adeline Rudolph</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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