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	<title>Arquivos Brendan Fraser - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Assassinos da Lua das Flores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 15:48:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Assassinos da Lua das Flores é o mais novo filme do cineasta Martin Scorsese (Silêncio) que chega aos cinemas com elenco de peso. Seu ator favorito Leonardo DiCaprio (Era uma Vez em&#8230; Hollywood) encabeça o protagonista Ernest Burkhart, um homem de pouca instrução que vai morar junto com o irmão, Byron Burkhart (Scott Shepherd, X-Men: Fênix Negra) e o tio, William Hale (Robert De Niro, O Irlandês) próximo à tribo indígena de Osage, uma terra rica em petróleo. Na localidade, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Assassinos da Lua das Flores</strong> é o mais novo filme do cineasta Martin Scorsese (Silêncio</em>) que chega aos cinemas com elenco de peso. Seu ator favorito Leonardo DiCaprio (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><em>Era uma Vez em&#8230; Hollywood</em></a>) encabeça o protagonista Ernest Burkhart, um homem de pouca instrução que vai morar junto com o irmão, Byron Burkhart (Scott Shepherd, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-x-men-fenix-negra/"><em>X-Men: Fênix Negra</em></a>) e o tio, William Hale (Robert De Niro, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-irlandes/"><em>O Irlandês</em></a>) próximo à tribo indígena de Osage, uma terra rica em petróleo. Na localidade, são os indígenas que possuem o dinheiro e o poder, se tornando alvo de brancos interesseiros.</p>
<p>Inspirado no best-seller homônimo do escritor David Grann (que usou uma história real como base), o filme segue traçando todos os detalhes do caminho que levam Ernest a casar com uma indígena muito rica e de sangue puro, algo muito almejado naquela região. Em meio a isso, uma série de assassinatos misteriosos acontecem na região, sem que ninguém dê bola aos fatos, já que a maioria são pessoas de pouca importância. A coisa começa a tomar outro rumo quando as mortes chegam na família de Mollie (Lily Gladstone, <em>Certas Mulheres</em>), a nova esposa do nosso protagonista.</p>
<p>O que vemos à seguir em tela é uma trama sendo criada em cima da ambição daqueles homens brancos em querer enriquecer às custas das indígenas e suas caras heranças do petróleo. Embora Ernest tenha um perfil trambiqueiro duvidoso, ele realmente se envolve emocionalmente com Mollie, o que podemos ver na maior parte do tempo com o cuidado dele com a saúde da esposa. Por isso é tão difícil para ela perceber quando ele começa a aplicar o golpe mais absurdo por sua fortuna, já que no dia a dia ele é um bom marido (na medida das possibilidades da época).</p>
<p>Seu tio, por outro lado, não tem qualquer tipo de escrúpulo ao determinar mortes que lhes sejam proveitosas. Ele vive por nutrir uma boa relação com os indígenas, o que faz com que eles não suspeitem nem um pouco de suas reais intenções por traz daqueles falsos sorrisos. Pelas costas, é racista. Ele faz todos de marionetes no seu tabuleiro sangrento (inclusive Ernest), cujo único objetivo é o enriquecimento.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17380" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528.jpg" alt="Assassinos da Lua das Flores" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1301528-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O que Scorsese nos apresente é uma dualidade constante no casal protagonizado brilhantemente por DiCaprio e Gladstone, onde vemos uma teia de amor e traição que está sempre em cima de uma linha tênue da moralidade. A ambição leva o marido de colocar a família da esposa como alvo, ainda que ele não esteja completamente de acordo com aquilo. A sua incapacidade de conduzir a própria vida e tomar decisões sem influências só mostra o quanto ele é fraco de espírito. Pelo menos, até o final.</p>
<p>O ritmo de <em><strong>Assassinos da Lua das Flores</strong> </em>é algo que requer uma boa atenção. Para um filme de 3h26 de duração, acredito que ele consegue manter o espectador entretido. Tenho uma ressalva durante cerca de 40 minutos que são dedicados aos criminosos e suas tramoias, que faz com que a energia caia drasticamente. Algo que é recuperado na sequência, mas que incomoda. O fato é que o auge do longa é o casal e a sua história. Quando eles não estão no foco, a trama fica meio sem gosto.</p>
<p>Nada que prejudique o resultado final, por certo. É muito interessante ver como a relação de interesses é estabelecida desde o começo. Mollie percebe o olho grande de Ernest em sua herança, mas ele surge como a possibilidade dela ser cuidada e criar uma família. Ela entende que o seu estado de saúde convoca companhia e ele está disposto a oferecer aquilo (por dinheiro). Então, não há nenhum traço de ingenuidade quando a indígena concorda em seguir em frente.</p>
<p>O enredo é ainda muito contundente em mostrar a toxicidade como foi estabelecida a relação entre brancos e indígenas nos EUA e toda a apropriação cultural e de terras que se desdobrou a partir daí. Scorsese faz uma minuciosa análise do período, com fotografia incrível e figurino cuidadoso. A caracterização de <em><strong>Assassinos da Lua das Flores</strong></em> faz toda a diferença no seu resultado final. Aliás, no fim, é como se as 3h26 passassem rápido (o que não te impede de levar um lanchinho &#8211; fica a sugestão). Vale muito a pena conferir diretamente nos cinemas!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Martin Scorsese</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Leonardo DiCaprio, Lily Gladstone, Robert De Niro, Jesse Plemons, John Lithgow, Brendan Fraser, William Belleau, Tatanka Means</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/T22WRjooZn4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Baleia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 22:55:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Baleia é um dos longas indicados ao Oscar 2023 e o favorito para ganhar a categoria de Melhor Ator pela atuação primorosa de Brendan Fraser (A Múmia). E já aviso logo aqui que esse não é o tipo de filme que agrada todo mundo, nem que deve ser visto por todo mundo. Isso porque a temática extremamente pesada da produção pode despertar uma série de gatilhos em alguns espectadores. É preciso estar atento a isso, antes de entrar na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>A Baleia</strong></em> é um dos longas indicados ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/saiu-a-lista-de-indicados-ao-oscar-2023-confira/"><em>Oscar 2023</em></a> e o favorito para ganhar a categoria de Melhor Ator pela atuação primorosa de Brendan Fraser (<em>A Múmia</em>). E já aviso logo aqui que esse não é o tipo de filme que agrada todo mundo, nem que deve ser visto por todo mundo. Isso porque a temática extremamente pesada da produção pode despertar uma série de gatilhos em alguns espectadores. É preciso estar atento a isso, antes de entrar na sala da cinema.</p>
<p>O diretor Darren Aronofsky (<em>Cisne Negro</em>) traz para o cinema o roteiro de uma peça de teatro homônima e conta com o suporte do dramaturgo Samuel D. Hunter, que assina o roteiro e também foi o criador da produção teatral. Então já podemos imaginar que este é um filme de poucos cenários e muita troca de falas. Ainda assim, isso é uma composição da própria situação do personagem e suas limitações da rotina do dia a dia.</p>
<p>Acompanhamos Charlie (Fraser), um professor de literatura inglesa que vive na reclusão de sua casa por conta do quadro de obesidade severa. Ele apresenta várias patologias associadas e conta com a ajuda da amiga Liz (Hong Chau, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-menu/"><em>O Menu</em></a>), uma enfermeira, para cuidar minimamente de sua saúde, já que ele afirma não ter dinheiro para ir ao hospital. O filme já começa com o desespero de um quase infarto por conta de uma atividade comum, algo que já é muito difícil para ele.</p>
<p>Rapidamente percebemos, em <strong><em>A Baleia</em></strong>, que estamos acompanhando os últimos dias de sua vida, algo que ele demonstra não se importar. A forma como Charlie se acalma através da leitura (que descobrimos ao final do que se trata), mostra que ele ainda tem algum lampejo de gosto pela vida. Nos demais momentos, é a decadência da vontade de viver que o move diariamente aos hábitos totalmente contrários à sua saúde.</p>
<p>Enclausurado, o filme faz questão de passar essa sensação para o espectador. Falta iluminação natural, o tempo é sempre chuvoso, ele está sempre meio suado. É uma percepção de abafamento e angústia que nos preenche, exatamente tal qual acontece com o protagonista. Aronofsky é muito certeiro nesta criação real. Para o bem e para o mal, vamos sentindo as emoções do personagem e mergulhando na dor de privação dele.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16478" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455.jpg" alt="A Baleia" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2577455-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É um filme extremamente depressivo que trata de suicídio, desistência, morte, angústia, decepção, entre outras temáticas bem difíceis. Então, é bastante possível que o espectador caia em um ou mais gatilhos. Por isso, recomendo fortemente que só assista se estiver num bom dia pois, se assim não for, pode acabar te levando para um lugar obscuro.</p>
<p>Dado o alerta, voltamos ao filme em si. Brendan dá absolutamente tudo de si na atuação. Ele varia entre todas emoções que seu personagem solicita, sem parecer que está atuando efetivamente. É um dor que vem de sua alma e que ele consegue transmitir perfeitamente ao espectador. Confirmo que ele é o favorito ao Oscar deste ano e acrescento que será extremamente decepcionante se não ganhar. Sua performance está irretocável!</p>
<p>A inserção da filha de Charlie, Ellie (Sadie Sink, <em>Stranger Things</em>) só comprova os caminhos que o levaram até ali. Ele é um homem que carrega muitas dores e culpas, algo que o consumiu ao longo de anos, o levando até aquele estado. Ele come para engolir as emoções e tentar se sufocar com elas. Essa é a sensação que temos a todo momento e que comprovamos no final. O suicídio pela comida o coloca no lado oposto do que aconteceu com seu companheiro, como se o protagonista o desafiasse na morte.</p>
<p>Ainda que algumas pessoas possam ter a percepção de que <strong><em>A Baleia</em></strong> é um filme que trata da obesidade com um olhar muito enviesado, acredito que várias leituras podem ser feitas. Do meu lado, entender os caminhos que o levaram até ali, humanizar o personagem e suas dores, assim como tirar o elemento &#8220;vilão&#8221; da narrativa, faz com que sejam possíveis reflexões importantes sobre a temática.</p>
<p>Aronofsky nos presenteia, mais uma vez, com um longa difícil de engolir, mas não por sua qualidade, que considero excelente. Mas por tocar em pontos que claramente não queremos pensar no dia a dia. Além disso, ele consegue ainda dar algumas alfinetadas no sistema de saúde estadunidense, assim como nos preconceitos enraizados na sociedade sobre as pessoas fora do padrão que precisam de ajuda e atenção.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Darren Aronofsky</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Brendan Fraser, Sadie Sink, Samantha Morton, Ty Simpkins, Hong Chau</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/vqi1OuxQtJ8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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