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	<title>Arquivos Batman - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Batman - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial Batman: Pontos Altos e Baixos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2022 14:08:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Das HQs para seriados de TV live action, franquias cinematográficas e animações, o universo do homem morcego já foi explorado de diversas formas pelo audiovisual. Entre focar na própria trajetória de Bruce Wayne/Batman e entregar enredos de seus antagonistas ou coadjuvantes, é difícil imaginar o que ainda pode causar impacto ou quais novas perspectivas podem ser trazidas ao se trabalhar dentro destas adaptações. No entanto, Matt Reeves (Deixe-me Entrar) pegou o bastão de Tim Burton, Joel Schumacher, Christopher Nolan e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Das HQs para seriados de TV <em>live action</em>, franquias cinematográficas e animações, o universo do homem morcego já foi explorado de diversas formas pelo audiovisual. Entre focar na própria trajetória de Bruce Wayne/Batman e entregar enredos de seus antagonistas ou coadjuvantes, é difícil imaginar o que ainda pode causar impacto ou quais novas perspectivas podem ser trazidas ao se trabalhar dentro destas adaptações.</p>
<p>No entanto, Matt Reeves (D<em>eixe-me Entrar</em>) pegou o bastão de Tim Burton, Joel Schumacher, Christopher Nolan e tantos outros e trouxe o seu olhar para este novo <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman/"><strong><em>Batman</em></strong></a>. Dentro desta perspectiva, é possível dizer que Reeves foi feliz em sua direção e roteiro – que escreveu ao lado de Peter Craig (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bad-boys-para-sempre/"><em>Bad Boys para Sempre</em></a>) – e conseguiu entregar um resultado digno e equilibrado. Ainda assim, alguns elementos poderiam ter sido realizados de forma mais precisa, aumentando a qualidade da obra.</p>
<p>Pensando na produção como um todo, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> reuniu os pontos altos e baixos do <strong><em>Batman</em> </strong>de Reeves neste especial. Confira!</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15319" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/the-batman.jpg" alt="Batman" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/the-batman.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/the-batman-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/the-batman-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/the-batman-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><strong>PONTOS POSITIVOS</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Criação e Construção de personagens</strong></p>
<p>Um dos maiores ganhos do novo <em>Batman</em> é forma como as personagens são trabalhadas dentro do longa-metragem. A começar pelo próprio Batman. Há aqui uma dualidade marcante entre o super-herói e Bruce Wayne, na qual esta dicotomia é marcada de forma expressiva. Trajando as suas vestes de vigilante, Wayne é forte, imponente e calculista. Já sem a sua armadura, ele é possui uma postura quase de adolescente, com um olhar melancólico e frágil. Este mérito para a complexidade de Bruce vem tanto do roteiro quanto do trabalho de Robert Pattinson (<em>Crepúsculo</em>), que compreendem a necessidade de imprimir camadas para o herói, revelando, principalmente, de maneira imagética, menos do que nos diálogos, as vivências e traumas de Wayne. Além deste cuidado na elaboração do papel principal, os vilões e coadjuvantes também ganham um olhar especial aqui. Todos possuem, em alguma medida, um background que ganha certo tempo de tela, sem que o rumo da trama principal seja perdido. As interpretações são orgânicas e mesmo que sejam figuras embebidas de sua porção de caricatura, elas possuem fluidez na cena, com movimentações e falas que não soam artificiais. Talvez, os únicos incômodos neste sentido sejam Selina (Zoë Kravitz), que não tem tantos contornos assim, e o Charada, de Paul Dano, que carrega nas tintas em seus monólogos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Música Original</strong></p>
<p>Conhecido por possuir uma obra marcante em filmes como <em>Os Incríveis</em>, <em>Rogue One: Uma História Star Wars</em> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-zootopia-essa-cidade-e-o-bicho/"><em>Zootopia</em> </a>e séries como <em>Lost</em>, Michael Giacchino tem um traço bastante característico em sua obra: o equilíbrio de criar composições emblemáticas, sem retirar o foco da narrativa. Em <em>Batman</em>, ele segue neste mesmo fluxo. Há aqui um estabelecimento de atmosfera, através de suas músicas e um fomento das emoções necessárias que cada sequência precisa passar. Toda a passionalidade, melancolia e ausência de sanidade são apresentadas pelas sonoridades convocadas por Giacchino. As repetições de temas, que muitas vezes cansam o espectador em obras de super-herói, neste filme são positivas, pois elevam a potencialidade tanto em termos de ação e suspense, como dos momentos trágicos. Há uma espécie de nostalgia que ronda o que Michael compôs e isto acaba por construir um universo extra fílmico, que é esta bagagem do mundo pregresso criado por Batman, existente em múltiplas décadas, em suas tantas adaptações. Assim, existem as particularidades desta nova adaptação, mas uma personalidade musical que extrapola a obra especificamente.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Condução do ritmo</strong></p>
<p>Apesar de possuir uma queda qualitativa a partir de seu terceiro ato, a maneira como Matt Reeves conduz o ritmo de seu longa é um dos pontos mais altos de <em>Batman</em>. As ações tomam tempo para acontecerem e esta é a principal razão para que as personagens sejam tão bem construídas. Além disso, há uma imersão intensa do público com a narrativa, porque este cuidado no olhar de Reeves cria um reconhecimento que torna especiais os elementos que são trazidos na trama. São diversas camadas exploradas ali, como a relação de Bruce com o jovem garoto que perde o pai, a sua relação com Alfred (Andy Serkis) ou a profundidade dos crimes que estão acontecendo em Gotham. Em cada revelação, cada mistério desvendado, cada charada solucionada, é como se o espectador virasse a sua página da HQ, porque há uma consciência de Reeves em trabalhar as descobertas de Bruce, juntamente com as de quem assiste, o que aumenta a emoção ao acompanhar aquela aventura.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15318" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/poltrona-the-batman-critica.jpg" alt="Batman" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/poltrona-the-batman-critica.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/poltrona-the-batman-critica-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/poltrona-the-batman-critica-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/poltrona-the-batman-critica-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><strong>PONTOS BAIXOS</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Queda qualitativa</strong></p>
<p>Apesar de apresentar um filme com um resultado total positivo, há um momento de virada na trama de <em>Batman</em> e, a partir disto, acontece uma demora para os encaminhamentos do desenlace. No início do terceiro ato, enquanto Bruce tenta descobrir quem é o “rato” e o Charada, ao mesmo tempo, pequenas gorduras atrasam o desenvolvimento do desfecho do filme, deixando o seu final um tanto cansativo. A sensação é a de que são realizadas muitas voltas até que se chegue no cerne da questão: o amadurecimento deste Batman, de Reeves, que possui um ar de rebeldia juvenil e precisa direcionar melhor as suas emoções para ser um herói mais justo e de propósitos menos egoístas. No entanto, para realizar tal intento, pequenos empecilhos são postos, mas eles são tão óbvios – como a captura do Charada ou o comício de Bella Reál (Jayme Lawson) –, que a qualidade do encerramento da obra é menor do que seu restante. Este “tomar seu tempo” que percorre a narrativa é um ganho sim, porém quando o sentido disto se esvazia, com direcionamentos ingênuos, esta característica deixa de ser boa para ficar enrolada.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Algumas escolhas da direção</strong></p>
<p>Novamente, é preciso salientar que, em termos gerais, a direção de Matt Reeves é consciente e efetiva. Os movimentos de câmera e enquadramentos são pensados de maneira pontual e seu interesse aqui parece ser o de convocar uma direção mais discreta e focar em dar destaque para a personagem central. Inclusive, para criar este homem morcego mais sensível e melancólico, que se guia mais por suas emoções do que pelo coletivo, Reeves se vale de diversos momentos de close, por exemplo. Todavia, é nesta vontade de investigar Wayne tão de perto que Matt falha em certas sequências. Este é um longa de super-herói, no final das contas, e que possui seu teor de ação, aventura e suspense. Desta maneira, quando os enquadramentos ficam tão fechados em dados instantes, o espectador acaba por ter suas sensações de emoção esvaziadas. Além disso, esta estratégia torna mais complicado de acompanhar as lutas mais amplamente, principalmente na cena da fuga de Wayne da polícia, quando o quadro fica bastante fechado, após ele pular do prédio, dificultando a fruição e causando certo estranhamento – que poderia até ser positivo, se não quebrasse o ritmo e a observação deste voo do Batman.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mulher-gato</strong></p>
<p>A Mulher-gato é uma personagem icônica, tanto nos quadrinhos como no audiovisual, por conter uma personalidade expansiva e sempre estar no limiar entre vilã e par romântico de Bruce Wayne. A Catwoman vivida por Zoë Kravitz não é de todo mal, por assim dizer. Contudo, ainda que a construção da atriz seja bem feita – com tônus e gestos precisos e toda a consciência corporal que a personagem necessita –, a questão aqui é a repetição de padrões de figuras femininas em filmes de super-heróis. Selina tem elementos empoderados, mas a postura da personagem sempre seguiu algo semelhante ao que é mostrado neste <em>Batman</em> de Matt Reeves. Talvez, o que incomode aqui é o quanto ela é fragilizada na presença de Wayne e como o olhar dele para Selina é viciado e até moralista. Há uma sequência na qual a jovem precisa explicar para o milionário que a sua relação com um dos vilões não é sexual e ele passa a respeitá-la novamente, após a revelação. É como se esta Mulher-Gato impressa aqui fosse uma Selina cheia de idealizações. Neste sentido, o que acaba por ocorrer é quase uma confusão de quem é esta figura de verdade. A sua personalidade fica sufocada por Bruce e não há espaço para que ela possa ser desenvolvida. A Selina de Reeves vive assim a chamada “Síndrome de Trinity”, termo criado pela jornalista Tasha Robinson, que fala justamente sobre esta mulher forte que, na verdade, é uma mera <em>sidekick</em>, que não tem suas habilidades evidenciadas e acaba sendo aqui o papel mais planificado dentro da narrativa.</p>
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		<title>Crítica: Batman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2022 03:05:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enfim chegamos ao lançamento do aguardado Batman, produção que já surgiu com a polêmica da presença do ator Robert Pattinson (Tenet), cuja escolha foi bem criticada pelos fãs mais fervorosos do herói. Mas como todo hater gratuito, esse se mostrou mais uma vez infundado. O britânico não apenas entregou muito bem no papel, como mostrou que é apto para qualquer personagem que lhe é proposto. Neste longa, Bruce Wayne tem o perfil mais obscuro e retraído. Ele não gosta muito dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim chegamos ao lançamento do aguardado <em><strong>Batman</strong></em>, produção que já surgiu com a polêmica da presença do ator Robert Pattinson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tenet/"><em>Tenet</em></a>), cuja escolha foi bem criticada pelos fãs mais fervorosos do herói. Mas como todo <em>hater</em> gratuito, esse se mostrou mais uma vez infundado. O britânico não apenas entregou muito bem no papel, como mostrou que é apto para qualquer personagem que lhe é proposto.</p>
<p>Neste longa, Bruce Wayne tem o perfil mais obscuro e retraído. Ele não gosta muito dos holofotes, amargura os acontecimentos do passado e se dedica ao objetivo de tentar aliviar os horrores que sua cidade passa. Ele é um justiceiro nato que trabalha junto com as forças policiais almejando dar um pouco de tranquilidade às ruas violentas de Gothan.</p>
<p>Sombrio e apático, a atenção do Batman é chamada pelo novo vilão, o Charada (Paul Dano, <em>Os Suspeitos</em>), que mata políticos importantes e faz questão de deixar sua marca registrada em todos os crimes. Ele é misterioso e, ao mesmo tempo, extravagante, deixando a cidade em polvorosa com a situação. Wayne rapidamente decide investigar as suas motivações e qual seria a sua identidade verdadeira.</p>
<p>Com um cenário obscuro do submundo do crime, o filme tem uma paleta de poucas cores, contrastada apenas pela existência de belíssimas fotografias de pôr-do-sol, em momentos chaves que conversam diretamente com mudanças de trajetórias do protagonista. É quase que uma vibe emo bem divertida de acompanhar. Mas não espere que o filme seja engraçadinho. Embora ele tenha seus momentos de alívio, normalmente traçados pelo sarcasmo, quase não vemos sorrisos ao longo da trama.</p>
<p>Assombrado pelo seu passado, Bruce mostra que tem pouquíssima paciência para lidar com a sociedade. Ele tem consciência da sua presença e não se furta de chegar nos lugares como se fosse dono deles. Nada se torna um empecilho para que ele investigue aqueles crimes e descubra quem é o charada. É como se sua dor fosse completamente convertida em proatividade na hora de tomar decisões e agir. Ainda assim, o diretor Matt Reeves (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-a-guerra/"><em>Planeta dos Macacos: A Guerra</em></a>) faz questão de deixar claro que aquela é uma versão juvenil do personagem. Portanto, ele toma decisões erradas e foge de lidar com as burocracias do dia a dia.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15294" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O surgimento da Mulher-Gato é um bom ápice da trama, que passeia com muita naturalidade em todas as introduções de personagens. Zoë Kravitz (<em>Big Little Lies</em>) veste perfeitamente o papel, se dedicando à intensidade das emoções e confusões da personagem. Ela e Pattinson têm uma excelente química de cena, tornando todos os momentos juntos como um grande alívio ao espectador. A projeção do romance entre eles é igualmente gostosa de acompanhar.</p>
<p>Ao longo de quase 3h de duração, <strong><em>Batman</em> </strong>consegue manter o espectador atento o tempo inteiro, sem perder ritmo ou cansar. É um tempo justificado pela profundidade da história e como o surgimento do personagem em si foi configurado. É o tipo do filme que nem lembramos de olhar no relógio.</p>
<p>A junção de fotografia com trilha sonora impecável conferem uma tensão constante no espectador, que está sempre querendo antecipar qualquer ação. Até mesmo no começo do filme, antes do próprio Batman aparecer, já estamos na ansiedade de entender qual dinâmica ele será inserido.</p>
<p>Mas finalmente, Pattinson cumpriu o papel? Brilhantemente. Ele deixa de lado todo o estigma que ainda poderia restar e adentra numa nova era comercial. Isso porque ele já vem mostrando uma excelente qualidade de cena há algum tempo, mas escolhendo sabiamente produções mais independentes. Agora ele retorna ao circuito mais vendável com um apelo muito bom em relação ao preconceito que algumas pessoas ainda tinham por conta de sua participação em <em>Crepúsculo</em>. Como ele mesmo disse em entrevista recente, &#8220;odiar Crepúsculo é tão anos 2010&#8221;.</p>
<p><em><strong>Batman</strong> </em>é um filme sobre o início do trabalho do herói. Ele começou a atuar assim recentemente e ainda está entendendo seu objetivo naquilo tudo. Ao final, vemos ele descobrir que a vingança crua não vai te trazer o conforto que espera e somente dando esperanças às pessoas é que ele terá esse sentimento genuíno. Foi um filme que valeu a espera, em todos os sentidos!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Matt Reeves</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Robert Pattinson, Zoë Kravitz, Paul Dano, Jeffrey Wright, John Turturro, Colin Farrell, Jayme Lawson, Andy Serkis, Peter Sarsgaard</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/rsQEor4y2hg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial: O Legado do Coringa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2019 17:36:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas figuras são imortalizadas pela cultura, história, política e pelo cinema. A sétima arte tem o poder de eternizar personagens em suas obras. Cinebiografias, por exemplo, surgem com a função de contar essas histórias. A indústria, contudo, vai muito além de narrar fatos reais. Muitos filmes de ficção científica, terror e de super-heróis usam essa premissa para fundamentar suas criações. O cinema percebeu que podia validar a veracidade de criaturas irreais através de suas produções. E é a partir dessa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas figuras são imortalizadas pela cultura, história, política e pelo cinema. A sétima arte tem o poder de eternizar personagens em suas obras. Cinebiografias, por exemplo, surgem com a função de contar essas histórias. A indústria, contudo, vai muito além de narrar fatos reais. Muitos filmes de ficção científica, terror e de super-heróis usam essa premissa para fundamentar suas criações. O cinema percebeu que podia validar a veracidade de criaturas irreais através de suas produções. E é a partir dessa ótica que as produções passaram a colocar figuras controversas sob seus holofotes.</p>
<p>Desde a experimentação feita por Edwin S. Porter, em <em>O Grande Roubo do Trem</em>, de 1903, que o mundo se surpreendeu com o protagonismo que os vilões podem ter. Ao longo dos anos, a fascinação por essas figuras malignas só aumentou e, consequentemente, suas produções também. O universo <em>slasher</em> é a prova viva de que o público é apegado aos vilões. A partir disso, a <em>DC Films</em>, em parceria com a <em>Warner Bros. Pictures</em>, lançou, na última quinta-feira (3), o primeiro longa-metragem solo do arqui-inimigo número 1 do Homem-Morcego. <strong><em>Coringa</em></strong> chegou aos cinemas dividindo opiniões. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p>Mas por que este rebuliço com um novo filme inspirado em quadrinho? O <strong><em>Coringa</em> </strong>traz consigo um dilema social e psicológico. A personagem teve, durante seus quase 80 anos de existência, muitos estilos. Hoje é possível avaliar e analisar a essência do palhaço criminoso por meio de suas infinitas versões. Essa pluralidade num só personagem rendeu ao cinema múltiplos Coringas.</p>
<p>De Cesar Romero até Jared Leto, os fãs do Batman já puderam ver facetas distintas do mais temido vilão de Gotham. O bandido comediante de Romero, o gangster vingativo de Jack Nicholson, o psicótico criminoso dublado por Mark Hamill, o sociopata anarquista que rendeu um Oscar póstumo ao Heath Ledger e o estranho psicopata vivido por Leto. Todos representam uma parcela da complexa personagem dos quadrinhos da DC, criado em 1940. Cada um deles tornou evidente para o público que as camadas e os formatos desse vilão podem ser infinitos.</p>
<p>Assim, o espectador já vivenciou várias versões do Coringa. Contudo, nada disso preparou a audiência para ver o que Joaquin Phoenix traria ao encarnar o vilão. É surpreendente a forma como ele construiu a caracterização de sua personagem. Com o lançamento de <strong><em>Joker</em></strong> (título original), o Coisa de Cinéfilo resolveu relembrar todas essas icônicas interpretações que marcaram a TV e o cinema ao longo da existência do Coringa e ilustrar o papel de Phoenix nessa jornada.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11502" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Coringa-Cesar-Romero-capa-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Coringa-Cesar-Romero-capa.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Coringa-Cesar-Romero-capa-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Coringa-Cesar-Romero-capa-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>Cesar Romero</strong></h5>
<p>O ator americano estreou o vilão no audiovisual. Ele começou a interpretar o Coringa na série de TV, <em>Batman</em>, que foi ao ar de 1966 até 1968. Romero estabeleceu no imaginário popular a face risonha e cômica da personagem. Talvez a sua desenvoltura durante o seriado o aproximasse mais, no quesito visual, da criatura que inspirou o seu personagem &#8211; a figura risonha e macabra do filme alemão <em>O Homem que Ri</em> (1928). O Coringa de Cesar Romero dinamizou a narrativa seriada com sua presença abobalhada que se fazia necessária para atrapalhar os planos da dupla dinâmica sem nenhum motivo aparente além de sua própria diversão. Assim o primeiro dos Coringas é uma versão vilanesca de um palhaço de circo.</p>
<h5 style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11500" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/joker1989-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/joker1989.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/joker1989-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/joker1989-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Jack Nicholson</strong></h5>
<p>O Coringa vivido por Jack Nicholson trouxe uma roupagem completamente diferente. Dentro de uma perspectiva burtoniana, o ator levou aos cinemas a insanidade da personagem. O público viu pela primeira vez a perspectiva da loucura que o vilão pode ter. Nicholson trazia em seu olhar as alucinações da vingança, sem perder o ar sarcástico e mórbido que pairava no filme. Dessa forma, o segundo Coringa dos cinemas surgiu por uma gangster insano que vivia para se vingar sadisticamente do mundo. Vale ressaltar que a personagem de Nicholson trouxe o primeiro vislumbre da insanidade que hoje é tão característica do Coringa.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11499" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mark_hamill_coringa-18448026-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mark_hamill_coringa-18448026.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mark_hamill_coringa-18448026-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mark_hamill_coringa-18448026-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>Mark Hamill</strong></h5>
<p>A experiência de Mark Hamill como o arqui-inimigo do Homem-Morcego, marcou uma geração. O ator dublou a personagem por duas décadas para a TV, o cinema e <em>videogames</em>. Sua interpretação do Coringa definiu o caminho que a personagem trilharia daquele momento em diante. Hamill deu ao vilão uma perspectiva muito mais louca e sarcástica do que antes. Ele foi o responsável por criar a associação mental imediata de que o palhaço de Gotham é terrivelmente perigoso por ser imprevisível. A partir dele, não se poderia prever o que o Coringa faria. A loucura se tornou a motivação número um dessa figura.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11498" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Heath-Ledger-Coringa-1-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Heath-Ledger-Coringa-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Heath-Ledger-Coringa-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Heath-Ledger-Coringa-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>Heath Ledger</strong></h5>
<p>Anos se passaram até que outro ator tivesse a oportunidade de vivenciar esse personagem numa produção. Heath Ledger abraçou o projeto de Christopher Nolan e mergulhou de cabeça no processo de criação. O estudo da personagem levou meses e resultou numa das performances mais marcantes do cinema. Ledger permite que o espectador veja que existe algo além da loucura. Por trás de toda aquela insanidade sempre existiu uma perspectiva. Agora o vilão mostra as suas ideias anárquicas e sociopatas chocando o mundo com a profundidade de cada uma de suas ações. Heath Ledger foi a alma de <em>Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas</em>. O ator deu tudo de si para esse papel. A resposta foi a aclamação eterna e diversos prêmios póstumos. Com isso, ele criou a difícil de missão de reencarnar a personagem.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11501" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/cropped-joker-jared-leto-suicide-squad-1-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/cropped-joker-jared-leto-suicide-squad-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/cropped-joker-jared-leto-suicide-squad-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/cropped-joker-jared-leto-suicide-squad-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>Jared Leto</strong></h5>
<p>Oito anos se passaram até que o espectador pudesse rever o Coringa nos cinemas. Desta vez, vivido pelo ator e cantor Jared Leto, o vilão trilhou um caminho oposto ao seu antecessor. A participação de Leto em <em>Esquadrão Suicida</em> foi tão criticada como o filme. Sua versão da personagem tentou dialogar com as possibilidades criadas por Romero, Nicholson e Hamill, mas falhou em sua execução. O resultado visto no longa foi uma espécie de Frankenstein do palhaço. A tentativa de unir a comicidade de Romero, o sarcasmo de Nicholson e a loucura de Hamill resultou numa figura estranha e controversa que apenas assina a declaração de erros da produção.</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11448" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0157031-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0157031.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0157031-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/0157031-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>Joaquin Phoenix</strong></h5>
<p>O mais recente Coringa cumpriu com o objetivo de Leto. Joaquin Phoenix mostrou as todas as camadas da personagem que já haviam sido apresentadas anteriormente. A dinâmica de <strong><em>Joker</em></strong> proporcionou um ambiente perfeito para dar vida à mais fiel interpretação dos quadrinhos já feita. A performance de Phoenix extasia o público por sua força. Desde a cena inicial, o espectador se vê à mercê do sadismo da personagem. O filme passa e não há nada o que fazer a não ser apreciar cada momento, cada versão e cada ação do palhaço. Aqui é apresentado o poder do Coringa perante a humanidade. A loucura que seduz, o sarcasmo e a comicidade que divertem e a insanidade que perturba e instaura o caos.</p>
<p>Diante da desenvoltura de Phoenix como o famoso palhaço, não existem palavras que descrevam o impacto da produção. Assim como Ledger, em 2008, Phoenix fez um inesquecível trabalho de interpretação. Todd Philips (<em>Se Beber, Não Case</em>, de 2009) entregou ao público um ultimato. A carta-magna da DC para o público voltar a acreditar em suas produções. A experiência de assistir <strong><em>Coringa</em> </strong>é perturbadora e atraente ao mesmo tempo. A produção se mantém em compasso a cada momento, sem deixar nada faltar. A partir desse impacto, Todd entrega um drama existencial contundente, chocante e agressivo. Durante os 120 minutos de filme, o espectador é lembrado da podridão que existe no mundo. Gotham City finalmente foi representada como merece. Todo o caos e a sujeira constroem, ao lado da performance de Phoenix, a crítica perfeita sobre o verdadeiro ser corrompido.</p>
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		<title>Robert Pattinson em negociações para ser novo Batman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2019 16:56:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Batman]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Pattinson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A notícia que está deixando os fãs exaltados nesta quinta-feira (16) é a de que Robert Pattinson está perto de fechar nas negociações para ser o novo Batman. Segundo o site especializado Variety, o novo filme de super-herói da DC Comics será dirigido por Matt Reeves e a Warner Bros está próxima de fechar o acordo. Este novo longa se chamará The Batman e focará em um Bruce Wayne mais jovem do que nos longas anteriores, interpretados por Ben Affleck. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia que está deixando os fãs exaltados nesta quinta-feira (16) é a de que <strong>Robert Pattinson</strong> está perto de fechar nas negociações para ser o novo <strong>Batman</strong>. Segundo o site especializado <em>Variety</em>, o novo filme de super-herói da DC Comics será dirigido por Matt Reeves e a Warner Bros está próxima de fechar o acordo.</p>
<p>Este novo longa se chamará <em>The Batman</em> e focará em um Bruce Wayne mais jovem do que nos longas anteriores, interpretados por Ben Affleck. A previsão de estreia é para o dia 25 de junho de 2021.</p>
<p>Robert Pattinson ficou famoso com o vampiro Edward Cullen, da <em>Saga Crepúsculo</em>, e já havia participado de um dos filme de<em> Harry Potter</em>. Depois disso, participou de ótimas produções como <em>The Rover &#8211; A Caçada</em>, <em>Z &#8211; A Cidade Perdida</em> e <em>Bom Comportamento</em>.</p>
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		<title>Crítica: Liga da Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2017 13:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Liga da Justiça é o quinto filme do Universo Estendido DC e traz a busca de Bruce Wayne por justiça e restituição da paz na humanidade. Ele se une à Diana Prince para recrutar um time de heróis que poderá ajudar na luta contra uma nova ameaça que surge aos poucos. Novos personagens são apresentados, com foco em um objetivo comum. Quem é fã de super-heróis no melhor estilo de &#8220;super-heróis&#8221; vai ficar muito satisfeito com o resultado do longa. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Liga da Justiça</em> é o quinto filme do Universo Estendido DC e traz a busca de Bruce Wayne por justiça e restituição da paz na humanidade. Ele se une à Diana Prince para recrutar um time de heróis que poderá ajudar na luta contra uma nova ameaça que surge aos poucos. Novos personagens são apresentados, com foco em um objetivo comum.</p>
<p>Quem é fã de super-heróis no melhor estilo de &#8220;super-heróis&#8221; vai ficar muito satisfeito com o resultado do longa. São boas cenas de ação, onde os heróis mostram suas habilidades e ainda intercalam com momentos de diversão. A excelente química do elenco é o ponto mais alto do filme e com certeza fez toda a diferença.</p>
<p>O roteiro tem certa linearidade na história, que vai sendo contada e construída aos poucos. Talvez o problema resida, no entanto, no fato de que fica um pouco confuso. Muitas narrativas paralelas, muitos personagens. Não chega a prejudicar o andamento do enredo, mas definitivamente poderia ter sido apresentado de uma forma melhor.</p>
<p><em>Liga da Justiça</em> é um filme leve e divertido, mostrando que a interação super acertada do elenco é seu ponto forte. Gal Gadot retorna no papel de Mulher-Maravilha, mostrando que ela é, com absoluta certeza, a melhor heroína adaptada ao cinema. Ela é natural e incorpora com facilidade a personagem. O próprio Ben Affleck, que foi tão escorraçado pelos fãs quando o escolheram para interpretar Batman na primeira vez, já veste melhor o papel e está visivelmente mais à vontade.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8418" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/1956283.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>O acréscimo de novos protagonistas, como Aquaman, vivido por Jason Momoa, Flash, interpretado por Ezra Miller e Ray Fisher na pele de Cyborg, também trouxe um elemento além para <em>Liga da Justiça</em>. Eles têm química entre si, dando uma sensação ainda maior de parceria ao novo grupo que está se formando.</p>
<p>Como aconteceu em outros filmes da DC, como é o caso de <em>Esquadrão Suicida</em>, o vilão é um dos pontos mais fracos do longa. Assim, não é como se ele fosse inexpressivo como foi o caso de Cara Delevingne na película citada, mas também não é tão marcante. Ele deixa claro o perigo real que a sociedade vive, mas não infringe exatamente desespero no espectador. Sendo assim, esse antagonismo deixou bem a desejar.</p>
<p>No entanto, como de forma geral o filme é bem equilibrado, a fraqueza do vilão pode ser relevada com prazer. <em>Liga da Justiça</em> tem muitos momentos de diversão, risadas, mas não chega a ser escrachado como <em>Thor: Ragnarok</em>. Esses momentos são intercalados com lutas e emoção, como é o caso da principal cena em que Lois Lane aparece. Por sinal, deixo aqui meu apreço à Amy Adams neste papel.</p>
<p>Dos filmes da DC, <em>Mulher-Maravilha</em> continua sendo o melhor de todos e mais redondinho, sem discrepância e desequilíbrio. No entanto, <em>Liga da Justiça</em> nos apresenta novas possibilidades e de uma forma leve e fluida. Criou-se um universo harmonioso e parceiro, deixando o espectador com vontade de ver novos capítulos. Vale a pena conferir!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/H0Z7ewOXCKw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Documentário alemão revela trechos do diário do Coringa de Heath Ledger</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2015 13:20:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um documentário alemão sobre a vida do ator australiano Heath Ledger, intitulado Too Young to Die, está prestes a revelar uma parte da vida do vencedor do Oscar que muitos fãs sempre tiveram curiosidade: os diários que o intérprete do Coringa escreveu durante a preparação de Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas. A morte de Ledger aos 28 anos chocou o mundo em janeiro de 2008. O ator foi encontrado desacordado em um apartamento em Nova York na tarde do dia 22 de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/heath-ledger.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3311" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/heath-ledger-620x349.jpg" alt="heath-ledger" width="620" height="349" /></a></p>
<p>Um documentário alemão sobre a vida do ator australiano<strong> Heath Ledger, </strong>intitulado <strong><em>Too Young to Die</em></strong>, está prestes a revelar uma parte da vida do vencedor do Oscar que muitos fãs sempre tiveram curiosidade: os diários que o intérprete do Coringa escreveu durante a preparação de <strong><em>Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas</em></strong>.</p>
<p>A morte de Ledger aos 28 anos chocou o mundo em janeiro de 2008. O ator foi encontrado desacordado em um apartamento em Nova York na tarde do dia 22 de janeiro. Segundo laudos médicos, uma overdose acidental de analgésicos e tranquilizantes causou a morte do ator, que sequer viu sua interpretação do icônico Coringa ser uma das mais aclamadas da história do cinema quando o filme estreo em julho de 2008.</p>
<p>A imersão de Ledger no processo de composição do Coringa gerou boatos de que o papel acentuou o quadro depressivo do ator na ocasião. Assim, as histórias em torno dos bastidores do filme sempre geraram curiosidade, sobretudo os diários do ator. O documentário é sobre toda a carreira de Ledger, mas traz os relatos dos bastidores de <em>O Cavaleiro das Trevas</em> surgem<em> </em>como um dado inédito, nunca antes mostrado ao público.</p>
<p>Os trechos do diário serão comentados por Kim Ledger, pai do ator. O diário traz imagens que inspiraram o Heath, como sequências das HQs do Batman, fotos de <em>Laranja Mecânica</em>, de Stanley Kubrick, e colagens com cartas de baralho.</p>
<p>Ainda não há previsão de estreia do documentário, mas trechos em que Kim Ledger fala sobre o filho e sua composição para o Coringa mostrando o diário em questão  já está disponível na rede. Assista abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/kJMoKMieNn8" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/utc-Dom__mE" width="480" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/documentario-alemao-revela-trechos-do-diario-do-coringa-de-heath-ledger/">Documentário alemão revela trechos do diário do Coringa de Heath Ledger</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>DC anuncia novidades sobre seus próximos filmes e trailer novo de Batman vs. Superman!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2015 21:37:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Batman vs. Superman - A Origem da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
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		<category><![CDATA[Comic-Con]]></category>
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		<category><![CDATA[O Homem de Aço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Da Comic-Con, feira anual de quadrinhos e cultura pop em San Diego, vem as principais novidades preparadas pela DC/Warner em suas novas empreitadas no mundo dos super-heróis. A primeira delas talvez tenha sido o aguardado segundo trailer de Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça. Nele vemos em ação os heróis que dão título ao filme e também Lois Lane (Amy Adams) e Martha Kent (Diane Lane) de O Homem de Aço, mas também podemos ver no trailer um personagem que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/batman_v_superman_dawn_of_justice_2016-1024x768.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter  wp-image-3126" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/batman_v_superman_dawn_of_justice_2016-1024x768-620x288.jpg" alt="batman_v_superman_dawn_of_justice_2016-1024x768" width="657" height="305" /></a></p>
<p>Da Comic-Con, feira anual de quadrinhos e cultura pop em San Diego, vem as principais novidades preparadas pela DC/Warner em suas novas empreitadas no mundo dos super-heróis.</p>
<p>A primeira delas talvez tenha sido o aguardado segundo trailer de <strong><em>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça. </em></strong>Nele vemos em ação os heróis que dão título ao filme e também Lois Lane (Amy Adams) e Martha Kent (Diane Lane) de <em>O Homem de Aço</em>, mas também podemos ver no trailer um personagem que parece fundamental para a trama, a senadora interpretada pela ganhadora do Oscar Holly Hunter (<em>O Piano</em>), além do vilão Lex Luthor (papel de Jesse Eisenberg), o mordomo Alfred (Jeremy Irons) e, finalmente, a Mulher-Maravilha (Gal Gadot). Ao  que tudo indica, ao menos é o que o trailer sugere, o estopim para a crise entre Batman e Superman será a briga entre Clark e General Zod  que destruiu Metrópolis no último filme:</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><em>Batman v. Superman &#8211; A Origem da Justiça </em>estreia em 24 de março de 2016 no Brasil. A direção ainda será de Zack Snyder (de <em>O Homem de Aço</em>).</p>
<p>Como o plano da DC/Warner é preparar terreno para um filme sobre a Liga da Justiça, também vem da Comic-Con informações sobre os planos reservados para outras adaptações da rival da Marvel:</p>
<p>&#8211;&gt; Existirão filmes sobre o <strong>Batman</strong> em aventuras solo, o primeiro deles será dirigido pelo próprio Ben Affleck, intérprete da nova versão do Homem-Morcego para os cinemas. O diretor e ator contará com a ajuda de Geoff Johns, de séries como <em>Flash </em>e <em>Arrow, </em>na elaboração do roteiro. Não há data de estreia ainda. Sabe-se que Affleck deve começar a pensar no filme após rodar <em>Live by Night</em>, adaptação de um livro de Denis Lehane dirigida pelo próprio ator;</p>
<p>&#8211;&gt; O estúdio também está começando a dar andamento ao filme da <strong>Mulher-Maravilha</strong>, que deve sair em 2017 nos cinemas e deve mesmo ser dirigido por Patty Jenkins (<em>Monster &#8211; Desejo Assassino</em>), primeira mulher a frente de um filme de super-heroi, no caso, uma super heroina;</p>
<p>&#8211;&gt; Sobre Lanterna Verde, os planos da DC/Warner é lançar um longa sobre a <strong>Tropa dos Lanterna Verde</strong>s, grupo que também esteve presente em <em>Lanterna Verde </em>com Ryan Reynolds, mas que não era o foco da história. Chris Pine, que também é cobiçado por <em>Mulher-Maravilha</em>, e Tyrese Gibson parecem ser alvos de interesse do estúdio para interpretar dois desses Lanternas.</p>
<p>Além desses longas, há o filme <strong><em>The Flash</em></strong>, com Ezra Miller (<em>Precisamos Falar sobre o Kevin</em>) no papel principal, com previsão de lançamento para 2018; o longa<strong> <em>Aquaman</em></strong>, também para 2018, conduzido por James Wan (<em>Invocação do Mal</em>) e com Jason Momoa no papel título; e, claro, o segundo filme solo do <strong>Superman</strong>.</p>
<p>Vale lembrar que na Comic-Con a DC/Warner liberou o primeiro trailer de <strong><em>Esquadrão Suicida</em></strong><em>, </em>que infelizmente ainda não foi liberado pelo estúdio para divulgação. O filme traz um grupo de vilões convocados para uma missão em troca de abrandamentos em suas penas, entre eles o Coringa (Jared Leto), sua escudeira Arlequina (Margot Robbie) e o Pistoleiro (Will Smith). O longa chega aos cinemas no dia 04 de agosto de 2016.</p>
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