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	<title>Arquivos Asa Butterfield - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Asa Butterfield - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Escolha ou Morra (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 21:09:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por onde começar a falar sobre um filme que se revela repleto de ideias criativas, mas que não consegue apresentar a mesma qualidade em sua execução? Escolha ou Morra, novo terror da Netflix, traz consigo uma premissa até empolgante: quem tiver contato com um suposto videogame, de aparência dos anos 1980, e jogá-lo, terá de fazer escolhas sinistras e dúbias. No entanto, não existe muita saída, pois acontecimentos terríveis ocorrem se o player não selecionar nenhuma opção. A atmosfera quase [&#8230;]</p>
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<p>Por onde começar a falar sobre um filme que se revela repleto de ideias criativas, mas que não consegue apresentar a mesma qualidade em sua execução? <strong><em>Escolha ou Morra</em></strong>, novo terror da Netflix, traz consigo uma premissa até empolgante: quem tiver contato com um suposto videogame, de aparência dos anos 1980, e jogá-lo, terá de fazer escolhas sinistras e dúbias. No entanto, não existe muita saída, pois acontecimentos terríveis ocorrem se o player não selecionar nenhuma opção.</p>
<p>A atmosfera quase atemporal, mas com inspirações oitentistas, é um ganho aqui. Existem influências de games como <em>Não</em> <em>Convidado</em> (1986) e <em>Pesadelo Pessoal</em> (1989) ou de filmes como <em>A Hora do Pesadelo</em> (1984) e <em>Enigma do Outro Mundo</em> (1982) e são nessas  referências que o longa-metragem guarda algum resquício de qualidade. Todavia, no geral, o que acontece aqui é uma exibição cansativa e confusa, com poucos momentos que valem bastante.</p>
<p>Principalmente em termos de direção, certas sequências do filme, como a cena na lanchonete ou a perseguição da piscina, possuem instantes imageticamente fortes e até esteticamente belos – para quem gosta de produções do gênero, ok? Juntamente com a diretora de fotografia Catherine Derry (<em>Senhoras do Crime</em>), o cineasta Toby Meakins (<em>Breathe</em>) imprime uma sensação de experiência próxima do público com os eventos da trama, através da iluminação e de movimentos e efeitos de câmera.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15451" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Escolha-ou-morra-1200x900-1.jpg" alt="Escolha ou Morra" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Escolha-ou-morra-1200x900-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Escolha-ou-morra-1200x900-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Escolha-ou-morra-1200x900-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Escolha-ou-morra-1200x900-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Contudo, os elementos positivos param por aí. Mas, existe um fator central para a ausência de satisfação com a sessão de<em> <strong>Escolha ou Morra</strong></em>. Desde os primeiros minutos de projeção, a narrativa é posta de maneira descuidada. O prólogo, que tem uma personagem que retorna depois, não cria a suspensão necessária para uma abertura potente, porque existe uma obviedade e pontos anticlimáticos que reduzem a sua força.</p>
<p>Depois desta amostragem inicial, o roteiro consegue piorar. As relações entre as personagens não são bem estabelecidas, o que deixa as figuras ali colocadas como descartáveis. Este fator é um tanto grave, porque em histórias de terror é crucial criar empatia, proximidade ou qualquer artifício que faça a plateia torcer para que tudo fique bem. O mesmo pode ser dito sobre a personalidade da protagonista, Kayla (Iola Evans) e de todes que a cercam. Além disso, a própria construção de universo ficcional é frágil.</p>
<p>O comportamento do jogo não parece tão bem decidido e convenientemente todas as fases são mais fáceis para Kayla do que para seu antecessor. Nem ao menos o vilão que criou o game sabe qual o motivo que fez Kayla vencer (imagina o público!). São por estas razões que é um tanto complicado assistir <strong><em>Escolha ou Morra</em></strong> até o final.</p>
<p>Mas, não há como dizer que ele não vale a pena de jeito nenhum, justamente por conta de sequências específicas, que são visualmente bem executadas e por alguns detalhes que podem agradar fãs de terror, como a presença de Robert Englund – o Fred Kruger, de <em>A Hora do Pesadelo</em> –, que está em cena apenas em voz, mas que é uma das melhores coisas aqui.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Toby Meakins</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Iola Evans, Asa Butterfield, Angela Griffin</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/n0J4mNr69iU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-escolha-ou-morra-netflix/">Crítica: Escolha ou Morra (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: O Lar das Crianças Peculiares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2016 03:52:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptações Cinematográficas]]></category>
		<category><![CDATA[Asa Butterfield]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Eva Green]]></category>
		<category><![CDATA[Judi Dench]]></category>
		<category><![CDATA[O Lar das Crianças Peculiares]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel L. Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Burton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em O Lar das Crianças Peculiares, ter características diferentes dos outros não é motivo para bullying ou afastamento das demais crianças. Ao contrário, cada um tem uma especificidade que faz com que eles possam estar efetivamente neste lugar. Quando Jacob perde seu avô e descobre seu grande segredo, ele fica desesperado para poder ir à fundo e conhecer as pessoas do passado que tanto importaram para o genitor. Como é de se esperar de um filme de Tim Burton, tudo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <em>O Lar das Crianças Peculiares</em>, ter características diferentes dos outros não é motivo para <em>bullying</em> ou afastamento das demais crianças. Ao contrário, cada um tem uma especificidade que faz com que eles possam estar efetivamente neste lugar. Quando Jacob perde seu avô e descobre seu grande segredo, ele fica desesperado para poder ir à fundo e conhecer as pessoas do passado que tanto importaram para o genitor.</p>
<p>Como é de se esperar de um filme de Tim Burton, tudo é muito exagerado e levado ao extremo. Porém, por incrível que pareça, ele parece ter conseguido dosar de uma melhor forma este longa. As similaridades com o mundo dos <em>X-Men</em> e <em>Alice no País das Maravilhas</em> são notórias mesmo para o espectador menos atento. Mas a julgar que a película é baseada em um livro homônimo, a culpa não é toda de Burton, embora o estilo seja característico dele.</p>
<p>A história em si é uma gracinha. Não tão original quanto poderia, mas nem por isso menos atraente. A narrativa vai sendo desenvolvida de uma forma crescente e intrigante, além de que muitas cenas conferem susto real no espectador (até um medinho, se me permitem afirmar). A presença de Eva Green é importantíssima para dar mais fluidez ao roteiro e ela protagoniza um ótimo papel, o da Mrs. Peregrine.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6740" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/lardascrianças.jpg" alt="lardascriancas" width="610" height="348" /></p>
<p>De sua forma, Burton foi deixando a história mais pesada e estranha do que efetivamente é narrada no livro. Um exemplo é o fato de os etéreos se alimentarem dos olhos dos peculiares, enquanto que no livro eles &#8220;apenas&#8221; se alimentam das pessoas e ponto, sem tamanho detalhe. É possível ver a presença de seus trejeitos em muitos momentos do filme. É satisfatório, inclusive, poder ver o diretor assumindo seu estilo com equilíbrio e sem precisar se podar por conta do sucesso previsto ou esperado pelo longa.</p>
<p>A presença de Samuel L. Jackson como vilão é interessante e funciona muito bem. Ele está realmente assustador, graças à sua maquiagem sombria. Outra grata surpresa e adição é Judi Dench, que tem papel pequeno na trama, mas ilumina o ambiente toda vez que contracena com alguém. A combinação de elenco se mostra acertada e o próprio protagonista, interpretado pelo não tão conhecido Asa Butterfield, realiza um bom trabalho.</p>
<p>A construção do roteiro em si tem seus problemas e pedras no caminho. Algumas cenas são desnecessárias e outras nós sentimos falta. A sensação, no entanto, é que o filme mantém a temperatura do começo ao filme, o que é ligeiramente frustrante. Esperamos por um ápice que chega tão devagar que cansa o espectador, fazendo com que ele nem perceba que aconteceu.</p>
<p>Como análise final, <em>O Lar das Crianças Peculiares</em> é um filme bom e divertido de se assistir, mas que perde enorme potencial e se torna apenas mais um entre tantos. Diferente de <em>A Bússola de Ouro</em>, este pelo menos teve um desfecho, não necessitando de uma continuação para fazer sentido. No entanto, acredito que essa continuação existirá.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DNn2F2nIky8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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