<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Anne Fletcher - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/anne-fletcher/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/anne-fletcher/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Sep 2022 20:20:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Anne Fletcher - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/anne-fletcher/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Abracadabra 2</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-abracadabra-2/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-abracadabra-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 20:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Abracadabra 2]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Fletcher]]></category>
		<category><![CDATA[Bette Midler]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Disney Plus]]></category>
		<category><![CDATA[Doug Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Froy Gutierrez]]></category>
		<category><![CDATA[Kathy Najimy]]></category>
		<category><![CDATA[Sarah Jessica Parker]]></category>
		<category><![CDATA[Whitney Peak]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15946</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lançado em 1993, Abracadabra é um dos títulos juvenis mais cultuados dos estúdios Disney. Clássico da Sessão da Tarde no Brasil e sempre lembrado no rol de filmes de Halloween, o filme marcou uma geração. Era inevitável ser criança nos anos de 1990 e não ter sido de alguma maneira fisgado por esse longa. Apesar de ter sido &#8220;abraçado&#8221; por jovens de todo o mundo e da sua sequência constantemente ser pedida por fãs, a Disney sempre desconversou quando o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-abracadabra-2/">Crítica: Abracadabra 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lançado em 1993, <em>Abracadabra</em> é um dos títulos juvenis mais cultuados dos estúdios Disney. Clássico da Sessão da Tarde no Brasil e sempre lembrado no rol de filmes de Halloween, o filme marcou uma geração. Era inevitável ser criança nos anos de 1990 e não ter sido de alguma maneira fisgado por esse longa. Apesar de ter sido &#8220;abraçado&#8221; por jovens de todo o mundo e da sua sequência constantemente ser pedida por fãs, a Disney sempre desconversou quando o assunto era uma sequência da história das irmãs Sanderson interpretadas por Bette Midler (<em>A Família Addams</em>, 2019), Sarah Jessica Parker (série <em>Sex and The City</em>) e Kathy Najimy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-crush-para-o-natal-netflix/"><em>Um Crush para o Natal</em></a>). Talvez por falta de confiança em um lançamento nos cinemas (nostalgia não seria o suficiente para atrair mais público para um longa lançado no início dos anos 1990), o projeto só vingou enfim na era dos streamings. Com o lançamento do Disney Plus em 2019,<em><strong> Abracadabra 2</strong> </em>foi um dos primeiros filmes originais a receberem sinal verde nesse novo momento da indústria audiovisual.</p>
<p>A premissa da sequência, a princípio, segue um esquema bem parecido com o primeiro filme. Um grupo de jovens é surpreendido com o aparecimento das irmãs Sanderson em Salem e devem mover esforços para impedir que durante uma noite as bruxas façam um verdadeiro estrago na cidade. Nesse sentido, em alguns momentos, <em><strong>Abracadabra 2</strong></em> soa derivativo, se esforçando pouco para explorar outras possibilidades na trajetória dessas personagens nas telas. O esquema de ação &#8220;crianças fugindo das Sanderson e confabulando armadilhas contra o trio&#8221; segue como engrenagem da comédia dirigida agora por Anne Fletcher (<em>A Proposta</em>).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15950" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/abracadabra-foto1.png" alt="Abracadabra 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/abracadabra-foto1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/abracadabra-foto1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/abracadabra-foto1-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/abracadabra-foto1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Como elementos adicionais dessa sequência, o público acompanhará a origem das irmãs bruxas, bem como a formação de um novo grupo de jovens mulheres que adquirem poderes fantásticos. A sequência ainda valoriza no terceiro ato os laços afetivos das Sanderson, trazendo como ineditismo a tomada de consciência da arrogante Winifred, personagem de Midler, do afeto que sente pelas irmãs. Nesse sentido, a partir daquilo que desenvolve em seus dois covens de bruxas, <em><strong>Abracadabra 2</strong></em> é um filme que frisa a importância da ideia de sororidade nas relações entre mulheres, o que é uma mensagem bastante positiva para um público mais jovem que faz coro ao espectador mais nostálgico pela volta das Sanderson.</p>
<p>Claro que o ponto alto da produção é o carisma e a personalidade que Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy conferem ao trio de bruxas. Experientes, as atrizes retomam suas antigas criações e o fazem sem maiores dificuldades. Nem parece que já se passaram quase trinta anos do lançamento do longa original, as atrizes dominam totalmente a personalidade daquelas personagens. A dinâmica das Sanderson nas telas segue explorando o choque das bruxas com elementos do mundo contemporâneo, o que rende cenas hilárias envolvendo sensores de lojas e assistentes virtuais, por exemplo. O trio também protagoniza alguns vibrantes números musicais &#8211; e se em 1993 Winifred, Sarah e Mary interpretaram uma versão de &#8220;I put a spell on you&#8221; de Nina Simone (memorável), dessa vez elas performam para o público &#8220;One way or another&#8221; de Blondie.</p>
<p>Tendo potencial para ser mais ambicioso do que é, algo que fica evidente no terceiro ato da história, onde estão as ideias mais originais dessa sequência, <strong><em>Abracadabra 2</em> </strong>é um entretenimento que apesar disso não faz feio com o público. O filme que chega por streaming tem tudo aquilo que é capaz de agradar aos fãs antigos das personagens e conquistar uma nova audiência que não conhece ainda o icônico trio de bruxas da Disney.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Anne Fletcher</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Bette Midler, Kathy Najimy, Sarah Jessica Parker, Doug Jones, Whitney Peak, Froy Gutierrez</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/n_A65ugHwk8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-abracadabra-2/">Crítica: Abracadabra 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-abracadabra-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Dumplin&#8217;</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-dumplin/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-dumplin/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2019 03:18:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Fletcher]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dumplin’]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Aniston]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Streaming]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9916</guid>

					<description><![CDATA[<p>Numa jornada por produtos de qualidade e com apelo comercial, a Netflix tem fracassado com suas últimas estreias. O serviço de streaming, em 2018, teve um histórico decepcionante com longas terríveis como Vende-se Esta Casa, Dívida Perigosa, Próxima Parada: Apocalipse, Lá Vem os Pais, entre outros. Os produtos distribuídos pela Netflix não fizeram jus a força e ao potencial do streaming. Existe um claro conflito de escolhas numa empresa que lança produtos criativos e esplêndidos como The Ballad of Buster [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dumplin/">Crítica: Dumplin&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa jornada por produtos de qualidade e com apelo comercial, a Netflix tem fracassado com suas últimas estreias. O serviço de streaming, em 2018, teve um histórico decepcionante com longas terríveis como <em>Vende-se Esta Cas</em>a, <em>Dívida Perigosa</em>, <em>Próxima Parada: Apocalipse</em>,<em> Lá Vem os Pais</em>, entre outros. Os produtos distribuídos pela Netflix não fizeram jus a força e ao potencial do streaming. Existe um claro conflito de escolhas numa empresa que lança produtos criativos e esplêndidos como <em>The Ballad of Buster Scruggs</em> e <em>Roma</em> e, no mesmo ano, também distribui filmes sem um trabalho cinematográfico razoável como <em>Tau</em>, <em>O Paradoxo Cloverfield</em> e <em>Tal Pai, Tal Filha</em>.</p>
<p>Em meio ao caos dos fracassos e sucessos intercalados, a Netflix lança em seu catálogo brasileiro uma comédia que promete ganhar o público. <em><strong>Dumplin’</strong></em> é a estreia dessa sexta-feira (8). O longa-metragem é a adaptação de um livro de mesmo nome da autora Julie Murphy. A produção traz uma discussão sobre padrões, aceitação, memórias e individualidades abraçada pelas músicas de Dolly Parton – incluindo a canção original feita por ela para o filme.</p>
<p>Willowdean Dickson (Danielle Macdonald), também conhecida como Dumplin’, é uma jovem que mora numa cidade pequena e a sua vida é quase comum. As coisas fogem da normalidade quando se fala de padrões. Dumplin’ é filha de uma ex miss (Jennifer Aniston) – que é uma espécie de celebridade local – e se mostra terminantemente contra os arquétipos dos concursos de beleza. A convivência entre mãe e filha se tornou mais difícil ao longo dos anos e tudo entrará em risco quando Willowdean desafia a sua mãe e entra para o concurso de beleza da cidade. A jovem quer provar para todos que não existe um único padrão de beleza e que a diversidade deve ser amada e aplaudida.</p>
<p>A condução da produção é muito simples e correta. A diretora Anne Fletcher (<em>A Proposta</em>, de 2009) transmite uma sensibilidade com as imagens. Fletcher mostra mais uma vez a sua pluralidade. O novo longa da diretora mantém seus traços comuns sem deixar de inovar e se diferenciar de seus outros trabalhos – como <em>Ela Dança, Eu Danço</em> (2006) e <em>Vestida para Casar</em> (2008). Todas as contestações que o filme engloba são perfeitamente enquadradas pelo olhar da diretora. <strong><em>Dumplin’</em></strong> funciona como uma ode a diversidade embalada pelas canções de Dolly Parton.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9927" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/2590302.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Dumplin" width="610" height="348" /></p>
<p>Para compor o trabalho de Fletcher, a roteirista e produtora Kristin Hahn absorveu a essência do livro e construiu uma narrativa forte e divertida. O segredo do roteiro de<em><strong> Dumplin’</strong></em> é a mescla das nuances de comédia com momentos de emoção e mensagens fundamentais. A história, apesar de ficcional, é a melhor forma de personificar uma discussão sobre os padrões estéticos da sociedade. Além disso, o roteiro descreve uma personagem principal forte, determinada e extremamente feliz consigo. Willowdean é um acontecimento do cinema que representa a luta contra o olhar preconceituoso das pessoas com o peso alheio.</p>
<p>A escolha do elenco é interessante e consegue convencer o público de suas histórias. Os destaques principais vão para Danielle Macdonald e Jennifer Aniston que se entregam perfeitamente as verdades de suas personagens. As melhores interações cênicas acontecem entre Macdonald e Aniston e elas representam a força de discussão da temática central do longa. Entre risos e lágrimas, a dupla de mãe e filha rouba o coração do espectador. Outro ponto forte do elenco são as performances de Maddie Baillio, Harold Perrineau e Ginger Minj cujo encorpam o teor cômico sem perder a delicadeza de suas representações sociais dentro da narrativa.</p>
<p>As músicas de Dolly Parton incorporadas ao filme servem tanto para compor a história de Willowdean e suas memórias emotivas como para representar a força da personagem e do filme. As letras de Dolly dão liga à narrativa sensível e festiva sobre a diversidade dos corpos, talentos e das essências de cada pessoa. Tudo isso se completa com a canção original intitulada “Girl in the movies” &#8211; a qual foi indicada em seis premiações diferentes e chegou ao <em>shortlist</em> do Oscar.</p>
<p>Dessa vez, a Netflix foi extremamente feliz com um de seus filmes. A simplicidade, leveza e força de<strong><em> Dumplin’</em> </strong>fazem desse longa uma estreia que chamará a atenção do espectador e fará jus a qualidade de produções que o <em>streaming</em> pode ter. Com esse acerto, talvez a Netflix perceba qual caminho seguir para criar novas narrativas relevantes. Ademais, o longa sobre Willowdean é uma bela comédia sobre o abraço a sua própria individualidade.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/IAF5VUcivng" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dumplin/">Crítica: Dumplin&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-dumplin/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Belas e Perseguidas</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-belas-e-perseguidas/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-belas-e-perseguidas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 12:38:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Fletcher]]></category>
		<category><![CDATA[Belas e Perseguidas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Reese Whiterspoon]]></category>
		<category><![CDATA[Sofia Vergara]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3063</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; Belas e Perseguidas traz um mashup difícil de resistir. A comédia da diretora Anne Fletcher é protagonizada por duas atrizes em alta no momento. De um lado, Reese Whiterspoon, que transita no gênero com muita facilidade e conseguiu firmar sua carreira em Hollywood graças aos filmes da franquia Legalmente Loira e a comédias românticas como Surpresas do Amor e E se fosse verdade. Do outro, a colombiana Sofa Vergara, marcada pela sua hilária Gloria do premiado seriado Modern Family. As [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-belas-e-perseguidas/">Crítica: Belas e Perseguidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_3065" aria-describedby="caption-attachment-3065" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/maxresdefault.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3065 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/maxresdefault-620x349.jpg" alt="maxresdefault" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3065" class="wp-caption-text">Sofia Vergara e Reese Whiterspoon tentam despistar criminosos na comédia Belas e Perseguidas</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Belas e Perseguidas </i>traz um <i>mashup </i>difícil de resistir. A comédia da diretora Anne Fletcher é protagonizada por duas atrizes em alta no momento. De um lado, Reese Whiterspoon, que transita no gênero com muita facilidade e conseguiu firmar sua carreira em Hollywood graças aos filmes da franquia <i>Legalmente Loira</i> e a comédias românticas como <i>Surpresas do Amor </i>e <i>E se fosse verdade. </i>Do outro, a colombiana Sofa Vergara, marcada pela sua hilária Gloria do premiado seriado <i>Modern Family. </i>As duas juntas em um filme é uma parceria interessante, uma oposição entre a <i>darling </i>e a desbocada de Hollywood que, no mínimo, renderia momentos engraçados. E não é que não renda.  <i>Belas e Perseguidas </i>só consegue captar algum interesse no espectador graças ao talento das suas atrizes, mas ainda assim a química é insuficiente para sustentar uma trama tão frágil quanto a que apresenta.</p>
<figure id="attachment_3064" aria-describedby="caption-attachment-3064" style="width: 612px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hot-pursuit_4.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3064 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hot-pursuit_4.jpg" alt="hot-pursuit_4" width="612" height="380" /></a><figcaption id="caption-attachment-3064" class="wp-caption-text">Potencial parceria da dupla é levemente prejudicado por um roteiro raso e por uma direção burocrática.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>No filme, Cooper (Whiterspoon) é uma policial que decidiu a profissão que queria seguir desde pequena graças à inspiração do seu pai, um oficial exemplar. Ela é designada por seus superiores para escoltar Daniella Riva (Vergara), uma testemunha imprescindível para um caso que envolve um poderoso criminoso. No caminho, Cooper e Daniela se vêem envolvidas em uma perseguição que as faz fugir de alguns bandidos. A viagem será um duplo desafio para Cooper, pois além de ser uma oportunidade para mostrar que não está à sombra da fama do seu pai, sendo um desastre em ação quando vai a campo, terá que lidar com a forte personalidade da sua protegida.</p>
<figure id="attachment_3066" aria-describedby="caption-attachment-3066" style="width: 612px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hot-pursuit_5.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3066 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/hot-pursuit_5.jpg" alt="hot-pursuit_5" width="612" height="380" /></a><figcaption id="caption-attachment-3066" class="wp-caption-text">A policial certinha, mas atrapalhada. A latina desbocada e hiper-sexualizada. Vergara e Whiterspoon dão vida a estereótipos em Belas e Perseguidas.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p class="separator">A comédia é dirigida por Anne Fletcher, que já conduziu filmes do gênero, como <i>A Proposta</i>, <i>Vestida pra Casar </i>e <i>Minha Mãe é uma Viagem</i>. Como de praxe, Fletcher não interfere muito na sua história e segue um caminho burocrático, eficiente mas nada que promova mudanças de rota em um roteiro severamente enfadonho. O brilho maior da história, se é que ele existe de fato, como já dito, fica por conta da presença de Vergara e Whiterspoon, que juntas até funcionam muito bem, apesar de não ser o suficiente para sustentar personagens que se baseiam em estereótipos rasos e já vistos em dezenas de outros títulos do gênero.</p>
<p class="separator"><i>Belas e Perseguidas </i>tem até o mérito de não apelar para <i>gags </i>escatológicas, o que poderia ser uma armadilha fácil, haja vista a quantidade de comédias hollywoodianas que se inclinam por esse caminho, mas também não chegam a oferecer oportunidades que de fato tirem o filme da repetição, apatia ou banalidade. Se o <i>star power (</i>Whiterspoon e Vergara juntas) for um motivo suficiente para o leitor assistir esse filme, ótimo, arrisque uma sessão. Se não, é possível que saia um pouco indiferente da sala de cinema.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-belas-e-perseguidas/">Crítica: Belas e Perseguidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-belas-e-perseguidas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
