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	<title>Arquivos Anna Kendrick - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Anna Kendrick - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Um Pequeno Favor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2018 17:34:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Kendrick]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado cinematográfico tem um excedente de longas-metragens de comédia desde o final da década de 1990. Tendo tido por anos dois subgêneros básicos – comédia romântica e a comédia escrachada – o gênero acabou caindo num buraco sem fim de repetições de trabalhos que já haviam perdido a graça há muito tempo. E, por conta disso, os estúdios perceberam que era de extrema importância um processo de renovação dentro de suas produções para manter o interesse do público. Tal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado cinematográfico tem um excedente de longas-metragens de comédia desde o final da década de 1990. Tendo tido por anos dois subgêneros básicos – comédia romântica e a comédia escrachada – o gênero acabou caindo num buraco sem fim de repetições de trabalhos que já haviam perdido a graça há muito tempo. E, por conta disso, os estúdios perceberam que era de extrema importância um processo de renovação dentro de suas produções para manter o interesse do público. Tal mudança culminou no que hoje é conhecido como “<em>blending</em>” (mistura) de gêneros, permitindo que as comédias evoluíssem para algo muito mais elaborado do que o quadragésimo <em>American Pie</em> (1999 &#8211; 2012) ou mais tentativa malfeita de copiar o sucesso de <em>10 Coisas que Eu Odeio em Você</em> (1999).</p>
<p>Com essa nova era, o espectador tem a chance de assistir algo novo (ou, no mínimo, inusitado), fazendo com que as esperanças e expectativas para com o gênero aumentem. Esse “<em>blending</em>” do cômico/satírico com alguma outra vertente cinematográfica tem se fortalecido ainda mais nos últimos anos. <em>Terror nos Bastidores</em> (2015), <em>A Noite do Jogo</em> (2018) e <em>Te Peguei</em> (2018) são alguns dos mais recentes e brilhantes exemplos dessa mistura que transformou a comédia em algo maior. O primeiro filme mescla o terror adolescente <em>slasher</em> com uma hilariante sátira do próprio universo do horror e todas as suas falhas e repetições; o segundo vai trabalhar com um suspense muito elaborado cuja veia cômica é o seu guia, dando ao público momentos de adrenalina e graça; e, por fim, o terceiro longa faz uma narrativa inspirada em fatos reais para recriar o que havia de bom na comédia purista, onde a graça era feita com o único objetivo de fazer o espectador gargalhar.</p>
<p>Após essas interessantes produções, eis que a Lionsgate lança mundialmente o inteligentíssimo <em>Um Pequeno Favor</em>. Tendo a sua estreia nos cinemas brasileiros nessa quinta-feira (27), a nova produção – baseada no livro de mesmo nome da autora Darcey Bell – é um belo e leve suspense. A narrativa dirigida por Paul Feig (<em>Missão Madrinha de Casamento</em>, de 2011, e <em>As Bem Armadas</em>, de 2013) traz esse mistério perfeitamente encabeçado por Anna Kendrick e Blake Lively que permeia pela tensão e comédia de maneira única. A verdadeira versão hilária de <em>Garota Exemplar</em> (2014).</p>
<p>Por conta do seu filho, a jovem mãe Stephanie (Anna Kendrick) conhece, ocasionalmente, a misteriosa Emily (Blake Lively). Ao se aproximarem e criarem uma rápida amizade, Stephanie vai percebendo que há algo de estranho na vida tão reservada de sua nova melhor amiga. Quando Emily desaparece, a sua amiga decide ir atrás de respostas. Ao embarcar numa jornada para desvendar a verdade por trás desse repentino sumiço, Stephanie descobrirá que há muito que ninguém imagina sobre sua amiga Emily.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9376" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/0229574.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="crítica um pequeno favor" width="610" height="348" /></p>
<p>Como em alguns de seus filmes anteriores, o diretor Paul Feig conseguiu mesclar os gêneros sem perda alguma da essência de ambos – tendo nesse trabalho a mistura de suspense com comédia. A fluidez da narrativa é encantadora e o espectador fica na ponta da poltrona (rindo ou roendo as unhas) aguardando para ver o que acontecerá em seguida nessa série de eventos inesperados. De alguma maneira, a origem de Feig fez com que esse ar leve fosse incorporado tão facilmente em cada uma das cenas.</p>
<p>Para compor essa atmosfera nova, a roteirista Jessica Sharzer (<em>Nerve</em>, de 2016) teve a difícil missão de estabelecer um paralelo entre esses universos do cinema que parecem essencialmente tão distantes. Baseando-se na obra de Bell, Sharzer constrói uma inteligente e fascinante narrativa que prende o público desde o primeiro minuto. O longa é uma sucessão de acontecimentos bem escritos e dirigidos que forjam um trabalho digno de elogios o qual marcará ainda mais essa nova onda de filmes “<em>blending</em>”.</p>
<p>Além de uma parte técnica absurdamente interessante, o elenco foi escolhido a dedo. As atrizes Anna Kendrick e Blake Lively comandam o espetáculo visual e artístico com uma maestria indiscutível. A jovem Kendrick já se provou, além de uma ótima comediante, uma profissional muito versátil, capaz de enfrentar qualquer papel que lhe é dado. Já Lively está num crescente em suas personagens, fazendo o mundo prestar cada vez mais atenção em sua carreira. Juntas elas criam um show irônico, hilário e mortal o qual é certeiro em seu objetivo como obra cinematográfica.</p>
<p><em>Um Pequeno Favor</em> é uma produção diferenciada que reforça a capacidade de evolução do cinema e mostra que os limites de gêneros são algo quase inexistentes nessa nova era da sétima arte. Com o sucesso já estabelecido desde a sua estreia nos Estados Unidos, o longa se tornará uma referência ainda maior quando se pensar nesse tipo de mistura. A qualidade dessa produção eleva o patamar das facetas que uma película pode assumir no fazer filmes moderno.</p>
<p><strong>Assista ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/trailer/">trailer</a>!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/kui4PiIx5GQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Trolls</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2016 04:55:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Kendrick]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cores, cores e muitas cores. Assim passam as cenas de Trolls, entre várias cantorias e bichinhos bonitinhos e fofinhos. Quem era criança nos anos 80 e 90 lembra daqueles bonequinhos com o cabelo enorme que eram febre na época. Pois então, pegaram eles e transformaram em um filme. Vamos lá! O filme não é lá uma obra-prima da Pixar que faz a gente refletir sobre todos os problemas da vida e pensar em questões existenciais como Divertida Mente, por exemplo. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cores, cores e muitas cores. Assim passam as cenas de <em>Trolls</em>, entre várias cantorias e bichinhos bonitinhos e fofinhos. Quem era criança nos anos 80 e 90 lembra daqueles bonequinhos com o cabelo enorme que eram febre na época. Pois então, pegaram eles e transformaram em um filme.</p>
<p>Vamos lá! O filme não é lá uma obra-prima da Pixar que faz a gente refletir sobre todos os problemas da vida e pensar em questões existenciais como <em>Divertida Mente</em>, por exemplo. Mas isso não significa que não tenha seu mérito. E é um grande mérito, por sinal. A história é bem construída, tem uma trilha sonora bem bacana que agrada tanto as crianças quantos os adultos que se identificam. É de uma pureza infantil, um sorriso sincero, uma narrativa envolvente. Fofo é um termo bastante apropriado para este longa.</p>
<p>A explosão de cores remete à época do auge dos bonecos e também nos lembra estéticas discursivas utilizadas em <em>Shrek</em>, com sutilezas que passam despercebidas para a maioria das crianças, mas podem ser notadas pelos adultos. Ainda assim, eles atualizam com a voz de Justin Timberlake, que compõe a trilha sonora (uma pena que a sessão foi dublada e perdemos a performance original. Mas você pode conferir <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ru0K8uYEZWw" target="_blank"><em><strong>aqui</strong></em></a>!). Ouvimos uma chance de concorrente ao Oscar, talvez.</p>
<p>Além disso, o enredo do filme traz discussões bem interessantes como a questão da felicidade à todo custo, o excesso dela até, a &#8220;compra&#8221; da felicidade, a determinação de ser feliz, o medo de ser feliz, etc. E é tudo feito de maneira tão sutil, que a reflexão só repercute algum tempo depois no espectador. A união de opostos pelo bem comum também é uma pauta abordada com cuidado e primor no longa, sempre de forma divertida e leve. As cenas são recheadas de alegria e amor, focando sempre nas crianças.</p>
<p>Fica muito claro em <em>Trolls</em> que o filme foi feito para as crianças, que certamente vão amar e se divertir muito, além de absorver grandes aprendizados. Mas claro que os adultos vão adorar também, por consequência. É de uma fofura sem tamanho esse filme e merece sua atenção. Leve a criançada!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/D8N_X7JJeaI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Contador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2016 05:12:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Kendrick]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
		<category><![CDATA[J.K. Simmons]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando descobre ainda cedo que seu filho sofre de um tipo de autismo, a família Wolff resolve levar o pequeno Christian em uma clínica psiquiátrica que lida com crianças especiais. Quando o médico responsável propõe um tratamento para inclusão do menino na sociedade, para que ele tenha uma vida normal, o pai se posiciona contra e afirma que ficará responsável pela criação do menino. Anos se passam, e Christian é um homem responsável por sua própria vida. Ele é contador e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando descobre ainda cedo que seu filho sofre de um tipo de autismo, a família Wolff resolve levar o pequeno Christian em uma clínica psiquiátrica que lida com crianças especiais. Quando o médico responsável propõe um tratamento para inclusão do menino na sociedade, para que ele tenha uma vida normal, o pai se posiciona contra e afirma que ficará responsável pela criação do menino. Anos se passam, e Christian é um homem responsável por sua própria vida. Ele é contador e lida tão bem com números quanto é estranho com pessoas.</p>
<p>O longa então começa a mostra a vida adulta do menino e como ele lida com suas manias e transtornos compulsivos por organização. Ele tem uma necessidade extrema de finalizar tudo que começa e acaba se tornando um excelente profissional, daqueles extremamente dedicados e empenhados em oferecer o melhor serviço. Esse perfeccionismo o levou a trabalhar com todo tipo de gente, incluindo as perigosas que precisavam confiar 100% em alguém para cuidar de suas finanças.</p>
<p>Sem entrar em mais detalhes do roteiro principal para não dar <em>spoilers</em>, é preciso compreender que o foco acaba todo sendo em Ben Affleck e é inevitável uma lembrança e rápida comparação com seu último personagem em <em>Batman</em>. Neste filme, ele também é um menino que sofreu na infância com uma criação difícil, teve treinamento de luta e violência, aprendeu a atirar e atualmente ganha a vida sendo rico e discreto realizando serviços ilícitos. Qualquer semelhança, deveria ser uma mera coincidência. Não fosse o mesmo ator.</p>
<p>O diretor Gavin O&#8217;Connor consegue guiar a história de forma a criar um ápice muito interessante, é bem verdade. No entanto, em diversos momentos, é tanta informação passada para o espectador, que fica um tanto confuso. As nuances que são criadas em torno da personalidade do protagonistas variam de maneira muito brusca e, por um lado é excelente porque mostra claramente sua razão de ser, mas por outro não o consolida tanto quanto possível.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6829" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/10/maxresdefault.jpg" alt="maxresdefault" width="610" height="348" /></p>
<p>Ainda assim, Affleck segue sendo uma boa escolha, ao meu ver. Ele vem se mostrando em crescente desenvolvimento artístico e o resultado fica claro nas telonas. Basta tirar um pouco do preconceito que muitos críticos têm com ele para perceber isso. E Anna Kendrick, uma querida para mim, ilumina a sobriedade do longa. Ela dá um tom mais leve e cômico, mas sem perder seu talento e mostrando sempre para o que veio. J. K. Simmons também integra o elenco principal e dispensa qualquer tipo de comentário, embora pudesse ter um pouco mais de destaque na trama.</p>
<p>O filme tem uma narrativa bem interessante e lembra muito o estilo de produção do início dos anos 90, que produziu excelentes longas de ação e suspense, como <em>O Chacal</em>. No entanto, diferente deste, <em>O Contador</em> tenta se atualizar com piadinhas e romance meio sem nexo ao longo da trama, perdendo um pouco de sua credibilidade como roteiro. Além de tudo, o longa demora para engatar, entediando um pouco o espectador. Apesar do grande potencial, o diretor perde o fôlego na segunda metade da trama e nos oferece cenas previsíveis, conclusões óbvias demais e diálogos pouco atraentes.</p>
<p>Ainda assim, o espectador é presenteado com uma cena fantástica que é o sonho de consumo da maioria quando um vilão começa a querer discursar demais. Não entrarei em mais detalhes para não perder a graça, mas é um dos pontos altos do filmes, certamente.</p>
<p>A questão do autismo poderia ter sido melhor trabalhada, mas claramente não era o foco primordial. Ali era apenas uma desculpa para criar toda aquela circunstância de isolamento do protagonista. O espectador fica carente, no entanto, de mais informações. Ainda assim, é um filme que vale ser apreciado e que certamente irá entreter a maioria dos espectadores que forem conferir.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/AP3fTyPoxgQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Os Caça-Noivas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2016 18:24:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Kendrick]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Os Caça-Noivas]]></category>
		<category><![CDATA[Zac Efron]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mike e Dave são dois irmãos que vivem causando problemas e a discórdia na família. A irmã caçula deles vai casar e os pais estão extremamente preocupados que eles destruam o dia do casório. A solução que eles imaginam é que os dois levem acompanhantes para a festa, na esperança que isso os mantenha mais calmos. Obviamente, o plano sai completamente do eixo. Devo admitir que gosto de Zac Efron. Acho que ele vai muito além da beleza e tem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mike e Dave são dois irmãos que vivem causando problemas e a discórdia na família. A irmã caçula deles vai casar e os pais estão extremamente preocupados que eles destruam o dia do casório. A solução que eles imaginam é que os dois levem acompanhantes para a festa, na esperança que isso os mantenha mais calmos. Obviamente, o plano sai completamente do eixo.</p>
<p>Devo admitir que gosto de Zac Efron. Acho que ele vai muito além da beleza e tem um ótimo potencial artístico para nos apresentar. Mas às vezes parece que eu acredito mais nisso do que ele mesmo, que só escolhe papéis parecidos de comédia, onde ele é sempre o lindo e gostoso, além de engraçado, claro. Em <em>Os Caça-Noivas</em>, não é nem um pouco diferente.</p>
<p>O que torna o filme mais atraente é definitivamente parte do elenco. Temos Adam Devine como o outro irmão, que também tenho opinião semelhante à de Efron. Outra adição importante é Anna Kendrick, que, na verdade, não faz muito sentido. Ela é excelente atriz já reconhecida e pegou um papel que não combina muito com seu estilo. Isso fica notório em muitas cenas. Ainda assim, ela tem uma química muito boa com Zac, o que torna tudo mais fluido.</p>
<p>O longa tem seus méritos, isso é inegável. Mas infelizmente tudo fica muito escondido pela narrativa cansativa e parecida, que mostra o óbvio desde o começo. Entenda, não é que o filme não preste. Ele é divertido e faz valer o ingresso, mas é banal demais para ser levado à sério.</p>
<p>Como um todo, o filme é uma comédia besteirol como muitas outras e no final das contas, cumpre seu objetivo de fazer o espectador rir repetidas vezes. Mas diferente de Anjos da Lei 2, por exemplo, que faz o público lembrar durante meses depois, esse é um daqueles longas que a gente vai esquecer ou atrapalhar com outro filme, já que ele mistura vários roteiros em um só.</p>
<p>Confira o trailer!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Sp2QepJulXM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Caminhos da Floresta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2015 20:19:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Kendrick]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos da Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pine]]></category>
		<category><![CDATA[Emily Blunt]]></category>
		<category><![CDATA[James Corden]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Depp]]></category>
		<category><![CDATA[Meryl Streep]]></category>
		<category><![CDATA[Rob Marshall]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por ser uma produção Disney, muito se temia que a adaptação cinematográfica do famoso musical de James Lapine Caminhos da Floresta não fosse corajoso o suficiente para assumir os descaminhos que a história propõe ao universo dos contos de fadas. Porém, de alguma maneira, o diretor Rob Marshall conseguiu contornar esse possível empecilho e tornar o longa não apenas uma celebração ao gênero que sempre foi o carro chefe da Disney, mas também uma forma de subvertê-lo, de tensionar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/streep-corden-woods.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2671" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/streep-corden-woods-620x343.jpg" alt="streep-corden-woods" width="620" height="343" /></a></p>
<p>Por ser uma produção Disney, muito se temia que a adaptação cinematográfica do famoso musical de James Lapine<i> Caminhos da Floresta </i>não fosse corajoso o suficiente para assumir os descaminhos que a história propõe ao universo dos contos de fadas. Porém, de alguma maneira, o diretor Rob Marshall conseguiu contornar esse possível empecilho e tornar o longa não apenas uma celebração ao gênero que sempre foi o carro chefe da Disney, mas também uma forma de subvertê-lo, de tensionar o seu discurso utópico do &#8220;felizes para sempre&#8221;. Claro que tudo é feito com uma certa cautela, mas <i>Caminhos da Floresta </i>talvez tenha encontrado guarida nessa nova política da Disney de reinventar determinados terrenos previamente definidos e estanques na construções das suas princesas, príncipes e bruxas. Nesse sentido, podemos afirmar que <i>Caminhos da Floresta </i>é o conto de fadas mais <i>down to earth </i>que o estúdio já concebeu.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Caminhos da Floresta</i> a ação tem início quando uma bruxa impõe um desafio a um padeiro e sua esposa para quebrarem um feitiço que os impossibilita de terem o seu primeiro filho. Eles devem adentrar na floresta e buscar uma vaca, uma capa vermelha, um sapato e alguns fios de cabelo dourado. Se eles não cumprirem o combinado, jamais poderão conceber uma criança.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/into-the-woods-lede.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2672" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/into-the-woods-lede-620x348.jpg" alt="into-the-woods-lede" width="620" height="348" /></a></p>
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<p>Relacionando essa trama central às já conhecidas histórias de <i>Cinderela</i>, <i>Rapunzel</i>, <i>Chapeuzinho Vermelho </i>e <i>João e o Pé de Feijão</i>, <i>Caminhos da Floresta </i>é um filme que demanda muito cuidado. Existem diversas tramas e personagens que exigem atenção redobrada de Rob Marshall e James Lapine, que roteirizou o filme. Evitando transformar o musical em um filme disperso ou superficial no tratamento dos seus personagens, os realizadores acabam voltando suas atenções para as tramas do padeiro e da sua esposa, papéis de James Corden e Emily Blunt, e da bruxa, vivida por Meryl Streep, o que faz com que o longa seja um filme surpreendente para quem nunca teve contato com o material original. Inicialmente, <i>Caminhos da Floresta </i>se apresenta como um conto de fadas rotineiro, porém ele acaba se tornando um filme que tenta reconfigurar os estratagemas já conhecidos dessas histórias. O longa acaba falando sobre as aspirações que temos em nossas vidas e como às vezes nos equivocamos em colocar a utopia, que nada mais é do que o conto de fadas, como uma meta a ser alcançada.</p>
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<p>O elenco do filme é harmônico e não há um único desempenho que se sobressaia, mesmo o da badalada Meryl Streep, o que é bem positivo e um sinal de que a vaidade foi um elemento que não prevaleceu no set. Ainda que seja visível a dificuldade do Rob Marshall em lidar com tantos personagens, no final das contas o resultado de <i>Caminhos da Floresta</i> é satisfatório, surpreendente e agradável.</p>
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