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	<title>Arquivos André Ovredall - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Autópsia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2017 00:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Autópsia]]></category>
		<category><![CDATA[André Ovredall]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em A Autópsia, Tommy (Brian Cox, de Troia) e Austin Tilden (Emile Hirsch, de Na Natureza Selvagem), pai e filho, conduzem um necrotério faz algum tempo juntos. Um dia, após uma jornada exaustiva de trabalho, eles são surpreendidos pelo xerife local com o cadáver de uma jovem chamada Jane Doe encontrado no subterrâneo de uma casa. O corpo da moça apresenta características estranhas para alguém que acaba de falecer. Na medida em que Tommy e Austin avançam na descoberta da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <i>A Autópsia</i>, Tommy (Brian Cox, de <i>Troia</i>) e Austin Tilden (Emile Hirsch, de <i>Na Natureza Selvagem</i>), pai e filho, conduzem um necrotério faz algum tempo juntos. Um dia, após uma jornada exaustiva de trabalho, eles são surpreendidos pelo xerife local com o cadáver de uma jovem chamada Jane Doe encontrado no subterrâneo de uma casa. O corpo da moça apresenta características estranhas para alguém que acaba de falecer. Na medida em que Tommy e Austin avançam na descoberta da causa da morte de Doe estranhos acontecimentos os fazem de vítimas em manifestações da ordem do sobrenatural.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7629" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/05/13-e-the-autopsy-of-jane-doe.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><i>A Autópsia </i>é uma empreitada americana do diretor André Ovredal após o relativo sucesso do <i>cult O Caçador de Troll.</i> <i>A Autópsia </i>é um filme de terror conduzido sem grandes ambições, mas com retidão  na execução pelo seu realizador, oferecendo ao público uma narrativa linear, marcada pela concepção de uma atmosfera sombria e pela produção da tensão e imprevisibilidade durante todo o tempo da sua projeção. Na enxuta uma hora e meia de duração, o longa consegue cumprir a contento a tarefa de apresentar seus personagens principais, oferecer a eles um conflito a ser solucionado e realizar um desfecho que produz impacto no espectador, que provavelmente sairá da sala ainda elaborando mentalmente a história por trás do cadáver de Jane Doe.</p>
<p>Diferente de produções ambiciosas do gênero, sejam conceitual e artisticamente imponentes como <i>A Bruxa </i>ou o evento cinematográfico <i>Invocação do Mal</i>, o escopo do longa de Ovredal é reduzido, tanto que o roteiro escrito pela dupla Ian Goldberg e Richard Naing evitam quaisquer problemas para si com uma trama mais inflada. A ideia de <i>A Autópsia </i>parece ser a de impressionar a plateia com uma espécie de lenda urbana a ser fixada no imaginário a partir dali. Não sei qual será o efeito para a posteridade, mas, no tempo presente, o longa cumpre os seus propósitos sem passar o menor vexame.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/IhRT923aGrM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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