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	<title>Arquivos Ally Maki - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Ally Maki - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>52º Festival du Nouveau Cinéma de Montréal: Seagrass</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Oct 2023 18:14:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Meredith Hama-Brown (Cosmic) quase chega lá com seu primeiro longa-metragem, Seagrass. Em um drama familiar, centrado em uma família canadense, com raízes japonesas do lado materno, aqui o início é brilhante e deixa uma sensação de que a sessão será promissora. Câmera na mão, exploração de profundidade de campo e trocas de foco, Brown traduz as emoções de suas personagens e aproxima o espectador delas, através de sua direção. É rápida a conexão do público com Judith (Ally Maki), Steve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Meredith Hama-Brown (<em>Cosmic</em>) quase chega lá com seu primeiro longa-metragem, <strong><em>Seagrass</em></strong>. Em um drama familiar, centrado em uma família canadense, com raízes japonesas do lado materno, aqui o início é brilhante e deixa uma sensação de que a sessão será promissora. Câmera na mão, exploração de profundidade de campo e trocas de foco, Brown traduz as emoções de suas personagens e aproxima o espectador delas, através de sua direção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É rápida a conexão do público com Judith (Ally Maki), Steve (Luke Roberts), Stephanie (Nyha Huang Breitkreuz) e, sobretudo, com a caçula Emmy (Remy Marthaller). Há neles características que nos aproxima deles. O desgaste da vida familiar, a tentativa de pertencimento, o cansaço do cotidiano, as escolhas aleatória dos pais em dissonância, cada um traz consigo detalhes que podem gerar identificações. Além disso, os conflitos do quarteto vão sendo revelados progressivamente.<br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até a metade do segundo ato, é possível observar uma construção inteligente, na qual os olhares e o silêncio dizem mais do que os diálogos e até mesmo criam ambiguidades para as falas, o que complexifica mais as personagens. </span>O ciúme de Stephanie da sua irmã ou os conflitos sobre etnia entre Judith e Steve amarram a trama e criam uma possibilidade de criar uma atmosfera de tensão e até mesmo de uma ambientação de filme de terror.</p>
<p>Os quatro estão em uma ilha, com seus egoísmos e falhas, há um diálogo com o gênero, seja pela personalidade dos papéis principais ou pela própria técnica (decupagem e desenho de som), que criam certa expectativa em quem assiste de algo ruim acontecerá. <span style="font-weight: 400;">Todavia, <strong><em>Seagrass</em> </strong>é um drama familiar do início ao fim e perde por não explorar a estética de suspense/terror, que foi introduzida ali em termos imagéticos e sonoros, porém somente como uma pincelada.<br />
</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17402" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/image-w1280.jpg" alt="Seagrass" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/image-w1280.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/image-w1280-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/image-w1280-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/image-w1280-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, este não é o cerne da questão. O que faz o filme ter sua qualidade reduzida em sua metade é a queda da qualidade do roteiro. Com a inserção de diálogos expositivos, de clichês e saídas fáceis e óbvias, falta coragem a Brown, para seguir com o tom que ela mesma instaurou no princípio da projeção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O conflito principal, e suas ramificações, perde a força. Um exemplo é toda a energia interna de Judith, que parecia estar prestes a explodir, mas ela implode. Os seus medos, necessidades e desejos não são amarrados dentro do enredo, fazendo com que, assim como a maioria das personagens, Judith não passe a transformação que figuras dramáticas costumam vivenciar. Ela sai de um estado e permanece ali.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apenas Stephanie demonstra ter um arco completo. </span>Uma obra não precisa seguir, necessariamente, uma linha aristotélica. Contudo, Brown começa este caminho, colocando na produção as bases de uma história tradicional. Assim, <strong><em>Seagrass</em> </strong>é uma linha crescente, que despenca quando chega em seu topo. A construção do elenco daquela família que se ama, mas sofre problemas diários é enxuta, com momentos bem orgânicos, como na sequência do “showzinho” das irmãs.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os intérpretes imprimem o naturalismo preciso neste contexto e ainda contam com bastante carisma, mesmo que passem a revelar dificuldade para não caírem na artificialidade, depois do segundo ato. As nuances textuais, de decupagem e de atuação estão no longa, porém não se sustentam. É um bom primeiro longa, mas poderia ser muito mais interessante, potente e arriscado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Meredith Hama-Brown</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Ally Maki, Luke Roberts, Nyha Huang Breitkreuz</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/24tk9d8BH9s" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Toy Story 4</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2019 17:39:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o desfecho de Toy Story 3, ficou claro que a franquia dos brinquedos da Pixar não precisava de mais um capítulo. O filme de Lee Ulkrich de 2010 encerrava de maneira satisfatória a jornada dos seus personagens com a cena na qual Andy, partindo para a faculdade, deixava sua coleção de bonecos aos cuidados da pequena Bonnie. Acontece que Toy Story 4 foi feito pela Pixar, ele existe, e o estúdio conseguiu realizar mais uma história que mescla de maneira orgânica aventura, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Com o desfecho de <i>Toy Story 3</i>, ficou claro que a franquia dos brinquedos da Pixar não precisava de mais um capítulo. O filme de Lee Ulkrich de 2010 encerrava de maneira satisfatória a jornada dos seus personagens com a cena na qual Andy, partindo para a faculdade, deixava sua coleção de bonecos aos cuidados da pequena Bonnie. Acontece que <i><b>Toy Story 4</b> </i>foi feito pela Pixar, ele existe, e o estúdio conseguiu realizar mais uma história que mescla de maneira orgânica aventura, humor e momentos emocionantes com seu grupo de personagens de carisma comprovado.</p>
<p>O quarto longa é centrado numa história sobre Woody, que acaba não se tornando o brinquedo preferido de Bonnie como poderíamos imaginar. Ainda assim, o cowboy é extremamente fiel a sua dona e faz de tudo para vê-la feliz, principalmente agora que ela começou sua jornada no Jardim de Infância e acaba se apegando a Garfinho, um boneco que cria a partir de sucatas no seu próprio colégio. Quando encontra Betty, brinquedo preferido da irmã de Andy, ao acaso, Woody passa a questionar se está de fato entregando para os outros àquilo que de melhor tem a dar e passa a considerar deixar Bonnie.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10786" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/4636005.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/4636005.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/4636005.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/4636005.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O quarto capítulo da franquia acaba sendo um filme que reflete sobre os efeitos de bem estar e autoestima gerados a partir do exercício da sua própria vocação, no caso de Woody, claramente, servir às pessoas. <i><strong>Toy Story 4</strong> </i>lança as questões: para o que você é feito? A partir disso, você está sendo de fato aproveitado no máximo do seu potencial pelo mundo? É interessante notar como os realizadores do filme encontraram um propósito para sua história que tornou o quarto longa tão urgente quanto os demais, ainda que evidentemente acessório.</p>
<p>Dosando momentos de puro entretenimento que exploram o carisma comprovado de antigos personagens e apresenta em igual potência a simpatia e complexidade dos seus novatos (como Garfinho, o Coelho e o Pato, Gabi), <strong><i>Toy Story 4 </i></strong>é um filme delicioso de se assistir e presenteia o público com momentos de grande sensibilidade que fazem justiça à tradição Pixar (um deles pela boneca Gabi do antiquario e outro pelo próprio Woody). Não vou nem afirmar que um quinto filme é desnecessário porque o legado de <i>Toy Story </i>está mais do que dado com esse conjunto de obras porque é bem possível que o estúdio faça mais um título com o sucesso desse e seja tão bom quanto.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Josh Cooley<br />
<strong>Elenco:</strong> Tom Hanks, Tim Allen, Annie Potts, Tony Hale, Keegan Michael Key, Madeleine McGraw, Jordan Peele, Keanu Reeves, Christina Hendricks, Ally Maki</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/76CslX-q5C4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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