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	<title>Arquivos Alisha Weir - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Alisha Weir - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Abigail</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 13:37:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O novo filme da Radio Silence deu o que falar desde seu anúncio. Inicialmente, Abigail surgiu como um projeto misterioso, em parceria com a Universal Pictures, num processo de remontar os ‘monstros clássicos’ (lobisomem, múmia, vampiro etc) do estúdio centenário. A divulgação desse longa-metragem causou um rebuliço no universo do horror por conta dos possíveis choques de agenda da produtora e suas mentes criativas que, na época, ainda faziam parte do projeto do próximo filme da franquia Pânico. Esses mesmos problemas de agenda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo filme da Radio Silence deu o que falar desde seu anúncio. Inicialmente, <strong><em>Abigail</em></strong> surgiu como um projeto misterioso, em parceria com a Universal Pictures, num processo de remontar os ‘monstros clássicos’ (lobisomem, múmia, vampiro etc) do estúdio centenário. A divulgação desse longa-metragem causou um rebuliço no universo do horror por conta dos possíveis choques de agenda da produtora e suas mentes criativas que, na época, ainda faziam parte do projeto do próximo filme da franquia <em>Pânico</em>.</p>
<p>Esses mesmos problemas de agenda fizeram com que a produtora de terror e, consequentemente, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-panico-2022/"><em>Pânico</em></a>, de 2022, e <em>Pânico VI</em>, de 2023) abandonassem o sétimo longa do Ghostface. Em contrapartida, a reimaginação de um dos monstros mais clássicos da história do cinema (e, por tabela, do horror) foi anunciada: <strong><em>Abigail</em></strong> seria um filme sobre uma criança vampira (e bailarina).</p>
<p>Um grupo de criminosos desconhecidos (Melissa Barrera, Dan Stevens, Kathryn Newton, William Catlett, Kevin Durand e Angus Cloud) é contratado para raptar a filha de um magnata em troca de um resgate no valor de 50 milhões de dólares. Apesar do sequestro dar certo, logo o grupo percebe que não estão fazendo refém uma criança como outra qualquer. Durante a madrugada, eles começam a perceber que existe algo de errado com a operação. Quando Abigail (Alisha Weir) se solta das algemas, ela começa seu jogo de gato e rato com suas presas.</p>
<p>O longa é um retorno às características criativas da Radio Silence. A narrativa, escrita por Stephen Shields e Guy Busick (velho colaborador dos diretores), retoma o humor ácido e escrachado que a produtora precisou conter durante os filmes de <em>Pânico</em> que produziu. <strong><em>Abigail</em></strong> se aproxima mais de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-casamento-sangrento-telecine-play/"><em>Casamento Sangrento (2019)</em></a> do que dos dois <em>slashers</em>, justamente por ter como cerne da produção a mesclagem do horror com o humor.</p>
<p>Esse tom domina o longa do início ao fim e leva o espectador para lugares inusitados. O absurdo nunca é demais quando o assunto é uma vampira bailarina caçando seu jantar. Sabendo disso, Matt e Tyler aproveitam ao máximo as possibilidades cênicas e de efeito que podem criar à frente de <strong><em>Abigail</em></strong>.</p>
<p>É essa mesma atmosfera de comicidade e tensão que amarra os 109 minutos de filme. É preciso ter em mente, contudo, que essa jornada não é para todos. Há quem vá achar <strong><em>Abigail</em></strong> um grande besteirol ou, até mesmo, há quem possa querer eliminar a possibilidade de classificação do filme como um longa de horror – ainda que exista o subgênero terrir (terror + riso) que englobe esse tipo de histórias.</p>
<figure id="attachment_17969" aria-describedby="caption-attachment-17969" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-17969" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-750x500.jpg" alt="Abigail (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Abigail-2.jpg 2000w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-17969" class="wp-caption-text">Alisha Weir e Kathryn Newton em cena de &#8216;Abigail&#8217; (2024)</figcaption></figure>
<p>Para aqueles, no entanto, que gostam de uma montanha-russa de emoções, como a de <em>Um Lobisomem Americano em Londres (1981)</em>, <em>Todo Mundo Quase Morto (2004)</em>,<em> Freaky – No Corpo de um Assassino (2020)</em> ou <em>Renfield (2023)</em>, <strong><em>Abigail</em></strong> é a escolha ideal para o final de semana. O projeto te deixa roendo as unhas e, logo em seguida, te faz gargalhar alto no meio da sessão. Independente do tipo de público que você se encaixe, o filme dividirá opiniões por sua abordagem não tão convencional.</p>
<p>Para além dessas questões de estrutura narrativa, a direção da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett acerta ao orquestrar, de forma equilibrada, momentos cômicos, tensos e <em>gore</em>. Eles se mostram, mais uma vez, fãs do gênero o qual trabalham, recheando sua nova obra com referências e homenagens aos filmes que inspiraram <strong><em>Abigail</em></strong>. Tudo isso sem perder de vista a essência de seus trabalhos e, por consequência, de sua produtora. Identidade é uma palavra que define o que projeto é para a carreira dos diretores.</p>
<p>Outro elemento fundamental para o funcionamento dessa ode aos filmes de vampiro é o elenco. O <em>casting</em> não poderia ter sido melhor escolhido. Tanto o núcleo dos sequestradores, com Melissa Barrera (<em>In the Heights</em>, de 2021), Dan Stevens (<em>Godzilla e Kong: O Novo Império</em>, de 2024), Kathryn Newton (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-formiga-e-a-vespa-quantumania/"><em>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</em></a>, de 2023), William Catlett (<em>Raio Negro</em>, de 2018-2021), Kevin Durand (<em>Locke &amp; Key</em>, de 2021-2022) e Angus Cloud (<em>Euphoria</em>, de 2019-2022), como a atriz-mirim, Alisha Weir (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-matilda-o-musical/"><em>Matilda: O Musical</em></a>, de 2022), dominam <strong><em>Abigail</em></strong>, cada um em seu tempo.</p>
<p>É preciso, contudo, destacar o trabalho de Melissa, Kathryn, Kevin e Alisha. Os quatro simplesmente roubam a atenção em seus respectivos papéis. Seja pelo <em>timing</em> do humor, pela força do drama ou pela tensão palpável do terror, são seus personagens que abraçam o espectador logo de início. Inclusive, em alguns momentos de <strong><em>Abigail</em></strong>, os quatro se separam em duas duplas para entregar algumas das melhores cenas do projeto.</p>
<p>Seja no embate entre a sofrida Joey, de Melissa Barrera, e a perversa Abigail, de Alisha Weir, ou até mesmo nas desventuras e desacertos de Sammy e Peter (respectivamente, Kathryn Newton e Kevin Durand), <strong><em>Abigail</em></strong> hipnotiza o público durante a duração. E, ainda que seja veterana no cinema, é louvável o desempenho maduro e potente da atriz irlandesa de 9 anos ao dar vida à vampira bailarina.</p>
<p>O que fica é essa mistura de possibilidades que é tão a cara da Radio Silence. Assim como fez em <em>Casamento Sangrento</em>, a produtora brinca com os tropos, as características e até mesmo os limites do gênero ao produzir uma história como essa. Ainda que os <em>Pânicos</em> e o longa de 2019 sejam mais fechados em si, <strong><em>Abigail</em></strong> não deixa a desejar e sabe exatamente onde quer chegar. Por essa razão, apesar dos alívios cômicos serem constantes, quando é hora de investir no terror e no <em>gore</em>, o roteiro, a direção e o departamento de arte não medem esforços para criar cenas cada vez mais bizarras e sangrentas.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Melissa Barrera, Dan Stevens, Alisha Weir, Kathryn Newton, William Catlett, Kevin Durand, Angus Cloud, Giancarlo Esposito e Matthew Goode</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/q2YY3SQjj_c?si=DbNo-fEEfQvIdOxa" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Matilda &#8211; O Musical</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 18:22:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Adaptado da obra homônima de Roald Dahl, a história da garota prodígio Matilda já ganhou versões em vários formatos, como em audiobooks ou na Broadway. Há uma popularidade na menina que sofre com os pais alienados e uma diretora de escola assustadora e grande parte disto se deve a versão dirigida por Danny DeVito, nos anos 1990. (E aqui, é preciso abrir um parênteses para revelar o quão árdua é a missão de escrever sobre este novo olhar cinematográfico para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Adaptado da obra homônima de Roald Dahl, a história da garota prodígio Matilda já ganhou versões em vários formatos, como em audiobooks ou na Broadway. Há uma popularidade na menina que sofre com os pais alienados e uma diretora de escola assustadora e grande parte disto se deve a versão dirigida por Danny DeVito, nos anos 1990. (E aqui, é preciso abrir um parênteses para revelar o quão árdua é a missão de escrever sobre este novo olhar cinematográfico para <strong><em>Matilda</em></strong>, visto que esta que vos escreve cresceu assistindo Mara Wilson e Embeth Davidtz contracenando, com carisma e um bom jogo de cena).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, o que importa agora é pensar no musical de 2022, que estreia dentro da Netflix, como um musical que procura uma fidelidade maior ao livro e que toma seu tempo para criar espaço para cada acontecimento. Matilda é filha única e seus poderes não chegam de repente ou facilmente. Há uma luta interna da personagem e o seu amadurecimento é o que refina a sua magia. A força da menina vem muito mais do discurso e da sua coragem do que com seus poderes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta característica condiz com a construção da sua personalidade dentro do enredo, complexificando e aprofundando mais quem é ela e as suas motivações. </span><span style="font-weight: 400;">O talento de Alisha Weir potencializa esta energia que circunda o seu papel. Apesar de toda a sua atuação ser bastante intuitiva, Alisha domina as suas sequências por apresentar consciência do uso dos seus olhos e do seu tônus corporal para imprimir as emoções de Matilda. Ao lado de Miss Honey (Lashana Lynch ,Mulher Rei), as sensações dos sentimentos de Matilda se intensificam.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16200" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/3644574.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Matilda" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/3644574.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/3644574.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/3644574.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/12/3644574.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A relação de Matilda e Miss Honey é uma espécie de chave da história, pois é a única validação adulta que a protagonista possui. Desta forma, o trabalho de Lynch e de Weir é satisfatório, pois elas conseguem mostrar essa cumplicidade única que existe entre a dupla. </span><span style="font-weight: 400;">Dentro desta lógica, o contraponto principal a esta parceria entre Matilda e Miss Honey é a figura da Miss Trunchbull (Emma Thompson), que precisa ter imponência e criar uma atmosfera de medo. No entanto, apesar da atuação de Thompson não ser exatamente ruim, falta algo na criação deste imaginário que está conectado diretamente com a personagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O fato desta Trunchbull não funcionar vem da atuação, mas também do roteiro e da própria direção. Há uma lacuna nesta ambientação ao redor de Trunchbull, que deveria, na verdade, gerar tensão e um perigo iminente para Matilda e Honey. </span><span style="font-weight: 400;">Ainda assim, Matthew Warchus (<em>Orgulho e Esperança</em>) entrega elementos positivos em sua composição. Talvez, seu maior tenha sido em criar uma decupagem que não só engrandecessem os números musicais, mas também deixasse as fruições mais prazerosas para o público. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através de seus planos e movimentações de câmera, as coreografias crescem e podem ser acompanhadas em sua totalidade, além de ficarem mais empolgantes. </span><span style="font-weight: 400;">Um exemplo é um dos momentos finais, na execução da música <em>Revolting Children</em>. </span>A revolta das crianças no colégio é apoteótica e o foco de Warchus parece justamente esse, de conduzir mais sobriamente as sequências sem música.  Desta maneira, no geral, <strong><em>Matilda &#8211; O Musical</em></strong> tem seus altos e baixos. Por ganhar uma dinâmica mais intensa durante as canções e possuir algumas quedas em momentos que poderiam ser de suspensão ou de criação de uma progressão, o longa peca. Mas, através das suas músicas, de uma protagonista carismática e da relação de Miss Honey com Matilda, a projeção acaba valendo a pena.</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Matthew Warchus</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Alisha Weir, Lashana Lynch, Emma Thompson, Stephen Graham</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/I3ibMnIQrLY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-matilda-o-musical/">Crítica: Matilda &#8211; O Musical</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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