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	<title>Arquivos Ali Wong - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Ali Wong - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Dois Irmãos &#8211; Uma Jornada Fantástica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 14:26:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira o longa Dois Irmãos &#8211; Uma Jornada Fantástica, mais uma animação super fofa da Pixar que trata com delicadeza de questões profundas. Ian (Tom Holland, Homem-Aranha: Longe de Casa) é um jovem que acaba de completar 17 anos e é um tanto deslocado no colégio. Ele vive com sua mãe Laurel (Julia Louis-Dreyfus, série Veep) e com o excêntrico irmão mais velho Barley (Chris Pratt, Jurassic World: Reino Ameaçado), já que seu pai morreu quando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira o longa <em><strong>Dois Irmãos &#8211; Uma Jornada Fantástica</strong></em>, mais uma animação super fofa da Pixar que trata com delicadeza de questões profundas. Ian (Tom Holland, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-longe-de-casa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Homem-Aranha: Longe de Casa</em></a>) é um jovem que acaba de completar 17 anos e é um tanto deslocado no colégio. Ele vive com sua mãe Laurel (Julia Louis-Dreyfus, série <em>Veep</em>) e com o excêntrico irmão mais velho Barley (Chris Pratt, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jurassic-world-reino-ameacado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Jurassic World: Reino Ameaçado</em></a>), já que seu pai morreu quando ele ainda era um bebê. Com a descoberta de um presente que o pai deixou para quando os filhos fossem maior de 17 anos, a dupla de irmãos tem que embarcar em uma jornada para tentar ver a figura paterna novamente, mesmo que por menos de 24 horas.</p>
<p>Toda essa história é envolta em magia desde o começo. O roteiro nos explica que o mundo era cheio de coisas fantásticas nos primórdios, mas que a facilidade de implementar a tecnologia acabou deixando isso de lado. Então hoje, seres fantásticos vivem como comuns, já que não que não precisam mais praticar seu lado mágico.</p>
<p>Ian é extremamente ligado à memória do pai. Então a simples possibilidade de conhecer ele por 24 horas é o suficiente para mover céu e terra neste objetivo. Por parte de Barley, ele só quer apoiar o irmão, sendo seu fiel escudeiro. Essa relação vai sendo construída desde o início do roteiro. Inicialmente, vemos o estranhamento e diferenças dos dois. Logo em seguida, percebemos que é justamente isso que os une e os torna completos como dupla.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12518" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/2925053.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Dois Irmãos - Uma Jornada Fantástica" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/2925053.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/2925053.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/2925053.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com o passar do tempo, o objetivo acaba sendo secundário e a jornada é o que realmente interessa. Ian percebe que não é a presença do pai que vai torná-lo mais completo, e sim a sua consciência de que ele teve no irmão, todo o suporte que precisava. O protagonista aprende a valorizar mais aquilo que ele já tem e aqueles que são presentes, muito além de buscar algo inalcançável.</p>
<p>Sendo assim, <strong><em>Dois Irmãos &#8211; Uma Jornada Fantástica</em></strong> fala sobre relações fraternais, sobre amizade, sobre tolerância com as diferenças, sobre crenças. Temos uma personagem que esqueceu a própria essência pela necessidade de ganhar dinheiro e se sustentar. Ela foi oprimida pelo mundo ao seu redor e vive superficialmente, fingindo que não tem poderes fantásticos e que não é frustrada por não usá-los. Note a profundidade de tais embates.</p>
<p>E como estamos falando de <em>Pixar</em>, tudo isso é envolto em emoções e sentimentos profundos. Os personagens vão apresentando suas camadas e questões que precisam ser trabalhadas. De uma maneira leve e divertida, a dupla de irmãos passeia por diversas nuances. Este é um filme de entretenimento para as crianças, mas de profunda reflexão para os adultos. O carisma dos personagens nos diverte a todo momento, mas os temas são tratados com muita sabedoria. E é isso torna ele perfeito para qualquer público.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Dan Scanlon<br />
<strong>Elenco:</strong> Tom Holland, Chris Pratt, Julia Louis-Dreyfus, Octavia Spencer, Ali Wong, Mel Rodriguez, Lena Waithe</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yo0CR654lVg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Aves de Rapina &#8211; Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2020 00:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fale o que quiser de Esquadrão Suicida, afinal o filme de David Ayer fez por merecer a péssima fama. O que não pode ser dito é que Margot Robbie (O Escândalo) não tenha saído ilesa do desastre de opinião pública que foi esse projeto de 2016 da DC Comics em parceria com a Warner. Com a célebre personagem dos quadrinhos, a atriz australiana fez um brilhante trabalho de composição, captando o espírito da Arlequina e contornando com carisma os percalços [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fale o que quiser de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-esquadrao-suicida/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Esquadrão Suicida</em></a>, afinal o filme de David Ayer fez por merecer a péssima fama. O que não pode ser dito é que Margot Robbie (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/"><em>O Escândalo</em></a>) não tenha saído ilesa do desastre de opinião pública que foi esse projeto de 2016 da <em>DC Comics</em> em parceria com a <em>Warner</em>. Com a célebre personagem dos quadrinhos, a atriz australiana fez um brilhante trabalho de composição, captando o espírito da Arlequina e contornando com carisma os percalços de um roteiro e uma direção problemáticos. É o tipo de trabalho que destoava de toda a obra e que merecia um ótimo carro-chefe para selar em definitivo a criação da atriz. <em><strong>Aves de Rapina &#8211; Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</strong></em> é esse projeto.</p>
<p>Dirigido por Cathy Yan, realizadora americana de descendência chinesa que ganhou notoriedade em 2018 por um filme chamado <em>Dead Pigs</em>, <em><strong>Aves de Rapina &#8211; Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</strong></em> reúne Arlequina com mais quatro personagens da <em>DC Comics</em>: Canário Negro, Caçadora, a detetive Renee Montoya e Cassandra Cain. As três acabam sendo reunidas por obra do acaso e enfrentam o perigoso Máscara Negra, um chefão do crime de Gotham.</p>
<p>Adotando ocasionalmente em sua abordagem narrativa as tonalidades do universo de Arlequina, <strong><em>Aves de Rapina &#8211; Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</em></strong> é um longa de ação que oferece em dosagens equilibradas elementos que a maioria dos filmes do seu nicho proporcionam. Cathy Yan tem um ótimo senso de ação na concepção das duas cenas de luta e há muito humor no projeto &#8211; mas, graças a Deus, nada que nos lembre aquela abordagem espertinha e autoconsciente da maioria desses filmes, portanto, não espere piadas sobre o fiasco público de Esquadrão Suicida.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12356" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/1437378.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Aves de Rapina - Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/1437378.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/1437378.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/1437378.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O grande acerto do seu projeto entretanto é seu roteiro enxuto e que consegue construir um arco satisfatório para Arlequina, levando-a para lugares diversos daqueles que ocupou em <em>Esquadrão Suicida</em>, e ainda nos apresentar as demais personagens, todas muito bem construídas. A desobediência do roteiro de Christina Hodson a chavões sobre os três atos de uma narrativa é muito bem-vinda, com a inserção de diversos <em>flashbacks</em> que, no lugar de atrapalhar o andamento da história, a tornam ainda mais interessante e dinâmica.</p>
<p>O pecado de <em><strong>Aves de Rapina &#8211; Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</strong></em> talvez tenha sido não &#8220;abraçar&#8221; escancaradamente a piração que é a cabeça da sua protagonista, mas naquilo que se pretende e como veículo para a criação de Margot Robbie o filme é um acerto de grandes proporções. É difícil para o público esquecer a péssima impressão deixada pelo <em>DC Universe</em> desde 2016, sobretudo em tempos onde cada erro é martelado um zilhão de vezes na rede com um cem número de memes, mas acho que em 2020, com títulos que passam longe do desastre como <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><em>Aquaman</em></a>, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-shazam/"><em>Shazam!</em></a>, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/"><em>Coringa</em> </a>e agora Aves de Rapina já dá para perdoar a <em>Warner</em> por seus pecados e deixá-la seguir com seus próximos filmes da <em>DC Comics</em>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Cathy Yan<br />
<strong>Elenco:</strong> Margot Robbie, Ewan McGregor, Rosie Perez, Mary Elizabeth Winstead, Ella Jay Basco, Jurnee Smollett-Bell, Chris Messina, Ali Wong, David Ury</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/M2LMRXkAZSY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aves-de-rapina-arlequina-e-sua-emancipacao-fantabulosa/">Crítica: Aves de Rapina &#8211; Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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