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	<title>Arquivos Alex Jennings - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Balada de um jogador (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Dec 2025 16:35:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um protagonista carismático e uma direção à serviço da narrativa, Balada de um jogador quase é um bom filme. Mas, onde ele falha? Na sua base, no roteiro. Colin Farrell se entrega completamente na criação do atrapalhado Lorde Doyle. A sua construção física é intensa e sutil, ao mesmo tempo. Isso porque o público enxerga as tremedeiras e olhares tontos de Doyle. No entanto, Farrell emprega uma retenção corporal que, dentro de todo o tônus que o ator aplica, os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um protagonista carismático e uma direção à serviço da narrativa, Balada de um jogador quase é um bom filme. Mas, onde ele falha? Na sua base, no roteiro.</p>
<p>Colin Farrell se entrega completamente na criação do atrapalhado Lorde Doyle. A sua construção física é intensa e sutil, ao mesmo tempo.</p>
<p>Isso porque o público enxerga as tremedeiras e olhares tontos de Doyle. No entanto, Farrell emprega uma retenção corporal que, dentro de todo o tônus que o ator aplica, os gestos ganham justeza.</p>
<p>Essa estratégia, inclusive, funciona como dosador do trágico e do cômico dentro da personagem.</p>
<p>Neste sentido, Edward Berger (Conclave) também entrega uma visão balanceada de uma desventura de um viciado em apostas, que vê em Xangai a possibilidade de uma reviravolta em sua sorte.</p>
<p>Apesar do forte uso de movimentações e efeitos de câmera, Berger é meticuloso no que vai utilizar. A sua decupagem procura traduzir o universo alucinante de Doyle.</p>
<p>Giros e panorâmicas elevam o potencial das emoções colocadas na tela. Ao mesmo tempo, respiros são acionados, nas quais os quadros são mais fechados e o plano parado.</p>
<p>Berger sabe o que faz, porém a história que escolheu contar possui falhas que interferem no resultado geral. O roteiro de Rowan Joffe (Antes de dormir) e Lawrence Osborne (O Perdoado) é simplório e óbvio.</p>
<p>Cada ação mostrada no ecrã pode ser prevista pelo espectador. Talvez, se Balada fosse um curta-metragem funcionasse um pouco mais. Porque além de todos os passos de Doyle serem nítidos, o longa se alastra sem necessidade.</p>
<p>Apenas o início do primeiro ato e o final do terceiro realmente acontecem com fluidez. As repetições das situações vivenciadas pelo Lorde Doyle somente reiteram o que a plateia já compreendeu nos primeiros minutos de projeção.</p>
<p>Desta maneira, a produção pode valer a pena para quem é entusiasta do trabalho de Farrell e/ou de Berger. Mas, como filme, o título falha em construir uma trama criativa e interessante.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Edward Berger</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Colin Farrell, Tilda Swinton, Alex Jennings</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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