<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Alessandra Mastronardi - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/alessandra-mastronardi/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/alessandra-mastronardi/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 May 2022 15:55:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Alessandra Mastronardi - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/alessandra-mastronardi/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: O Peso do Talento</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-peso-do-talento/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-peso-do-talento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2022 15:47:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandra Mastronardi]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[David Gordon Green]]></category>
		<category><![CDATA[Demi Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jacob Scipio]]></category>
		<category><![CDATA[Neil Patrick Harris]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolas Cage]]></category>
		<category><![CDATA[O Peso do Talento]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Pascal]]></category>
		<category><![CDATA[Sharon Horgan]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Gormican]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15485</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em uma cena de O Peso do Talento, Nicolas Cage, que, para quem ainda não sabe, interpreta ele mesmo no filme, passeia maravilhado por um cômodo repleto de lembranças marcantes da sua carreira. O ator vencedor do Oscar (melhor ator em 1996 por Despedida em Las Vegas), que já protagonizou longas de diretores como David Lynch (Coração Selvagem) e Spike Jonze (Adaptação), passou um tempo considerável da sua carreira aceitando qualquer roteiro para pagar algumas dívidas, o que lhe trouxe [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-peso-do-talento/">Crítica: O Peso do Talento</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma cena de <em><strong>O Peso do Talento</strong></em>, Nicolas Cage, que, para quem ainda não sabe, interpreta ele mesmo no filme, passeia maravilhado por um cômodo repleto de lembranças marcantes da sua carreira. O ator vencedor do Oscar (melhor ator em 1996 por Despedida em Las Vegas), que já protagonizou longas de diretores como David Lynch (<em>Coração Selvagem</em>) e Spike Jonze (<em>Adaptação</em>), passou um tempo considerável da sua carreira aceitando qualquer roteiro para pagar algumas dívidas, o que lhe trouxe uma questionável fama de &#8220;ator canastrão&#8221; ou &#8220;ímã de bombas cinematográficas&#8221;. Recentemente, Cage deu a volta por cima com longas bem aceitos pela crítica, como Mandy e Pig, ganhando um status de cult pela cinefilia.</p>
<p>A cena de <em><strong>O Peso do Talento</strong></em> que descrevemos anteriormente, com o seu tom de autodeboche, indício de que a uma altura dessa do campeonato nem o próprio Cage se leva a sério, e reverência por um legado que de fato existe sintetiza um inventário da carreira do ator. O longa de Tom Gormican (da comédia Namoro ou Liberdade com Zac Efron) tem seus melhores momentos quando se dedica a parodiar o próprio star power de Nicolas Cage e sua carreira de altos e baixos, sem nunca desmerecê-lo por seus deslizes artísticos, afinal, eles fazem parte da sua trajetória &#8211; e, como ele encara, são &#8220;ossos do ofício&#8221;.</p>
<p>No longa de Gormican, Cage encontra-se em uma crise de meia idade após perceber que não tem as melhores opções em um futuro tão próximo em Hollywood. Além dos dilemas profissionais, o astro passa por um momento delicado na relação com sua filha adolescente. No meio desse turbilhão de eventos, o ator decide se aposentar e aceita como último trabalho uma proposta que lhe é ofertada por um fã (papel de Pedro Pascal, de <em>Mulher Maravilha 1984</em>).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15491" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-peso-do-talento-1.jpg" alt="O Peso do Talento" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-peso-do-talento-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-peso-do-talento-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-peso-do-talento-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/o-peso-do-talento-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Na paródia de si, Nicolas Cage se esbalda. O astro está despojado em cena, sem o menor compromisso de oferecer qualquer seriedade ao projeto. Como antecipamos, os melhores momentos de <em><strong>O Peso do Talento</strong></em> estão nos meta-comentários do filme, geniais, sobretudo, quando o ator conversa com uma versão ególatra e e surtada de si. Além disso, Cage encontra em Pedro Pascal um coadjuvante que lhe rende momentos bem inspirados na dinâmica fã e ídolo, fazendo inúmeras referências a obras marcantes na sua carreira. Esses momentos são tão inspirados que fica inevitável lamentar que o longa não ceda completamente ao mito Nick Cage e se torne no fim das contas mais uma comédia de ação protocolar.</p>
<p>É inegável que <em><strong>O Peso do Talento</strong></em> é entretenimento garantido. É verdade também que nem sempre esta diversão é garantida e que os fãs do ator serão os que aproveitarão melhor a experiência. No entanto, a sacada de trazer Nicolas Cage interpretando uma versão de si traz constatações que engrandecem o longa de Tom Gormican: Nick Cage está em um dos seus melhores momentos, tão maduro que consegue apresentar-se mais relaxado em cena, empoderando-se do seu legado e dos seus recursos artísticos. Fosse mais radical na sua proposta, seria genial.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Tom Gormican</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Nicolas Cage, Demi Moore, Pedro Pascal, Alessandra Mastronardi, Jacob Scipio, David Gordon Green, Sharon Horgan, Neil Patrick Harris</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/fjaVj4O4jmY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-peso-do-talento/">Crítica: O Peso do Talento</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-peso-do-talento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
