<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Afonso Poyart - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/afonso-poyart/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/afonso-poyart/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jun 2016 13:26:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Afonso Poyart - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/afonso-poyart/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Mais Forte que o Mundo &#8211; A História de José Aldo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-mais-forte-que-o-mundo-a-historia-de-jose-aldo/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-mais-forte-que-o-mundo-a-historia-de-jose-aldo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2016 21:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Poyart]]></category>
		<category><![CDATA[Cleo Pires]]></category>
		<category><![CDATA[Jackson Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[José Aldo]]></category>
		<category><![CDATA[José Loreto]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Forte que o Mundo - A História de José Aldo]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Rômulo Neto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6180</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apesar de ter como fonte de inspiração personagens e eventos reais, a biografia Mais forte que o Mundo &#8211; A História de José Aldo é um longa cujos protagonistas e suas motivações e dinâmicas funcionam sob uma lógica artificial. Dirigido por Afonso Poyart, que fez fama com o inventivo 2 Coelhos e esteve no circuito recentemente com seu primeiro longa internacional, Presságios de um Crime, com Anthony Hopkins e Colin Farrell, Mais forte que o Mundo &#8211; A História de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mais-forte-que-o-mundo-a-historia-de-jose-aldo/">Crítica: Mais Forte que o Mundo &#8211; A História de José Aldo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de ter como fonte de inspiração personagens e eventos reais, a biografia <i>Mais forte que o Mundo &#8211; A História de José Aldo </i>é um longa cujos protagonistas e suas motivações e dinâmicas funcionam sob uma lógica artificial. Dirigido por Afonso Poyart, que fez fama com o inventivo <i>2 Coelhos </i>e esteve no circuito recentemente com seu primeiro longa internacional, <i>Presságios de um Crime</i>, com Anthony Hopkins e Colin Farrell, <i>Mais forte que o Mundo &#8211; A História de José Aldo </i>é uma biografia &#8220;basicona&#8221; em sua narrativa linear que narra a trajetória do lutador de MMA José Aldo, da juventude problemática em Manaus até sua chegada ao Rio de Janeiro, onde conseguiu ser descoberto por um treinador, formou uma família e encontrou enfim a paz que sua infância e adolescência ao lado do pai alcoólatra não lhe dava.</p>
<p>Como aconteceu até aqui na carreira de Poyart, <i>Mais forte que o Mundo </i>é dado a algumas &#8220;invencionices&#8221; do diretor. O realizador aposta em inesperados movimentos de câmera, certos efeitos imagéticos, uma montagem acelerada, uma trilha sonora eclética e pop que vai da composição de Ennio Morricone para <i>Era uma vez no Oeste </i>a interpretações de Lenine e Lorde para clássicos da música brasileira e estrangeira&#8230; Tudo isto seria muito bem-vindo ao filme, caso a história acompanhasse toda essa natureza subversiva do diretor em uma trama que incorporasse tais elementos de maneira orgânica e que fizesse todos eles estarem à serviço da evolução dos seus personagens e dos propósitos do roteiro. Isto, infelizmente, não acontece na maior parte da projeção.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6182" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/jose.jpg" alt="jose" width="610" height="348" /></p>
<p>Escrito pelo próprio Poyart e por Marcelo Rubens Paiva, o roteiro de <i>Mais forte que o Mundo </i>é repleto de lacunas que não conseguem ser preenchidas pelo espectador pois o filme não aciona pistas nem desenvolve as relações de alguns dos seus principais personagens a contento. O principal deles é o seu biografado, o José Aldo, que já não tem o auxílio da interpretação de José Loreto, pouco eficiente no papel. Se entendemos e nos comovemos com sua história com seu pai e como a raiva vinda desta relação conflituosa funcionou como combustível para sua vida e carreira, o êxito de tais propósitos vem por outras vias, a força de Jackson Antunes, intérprete do pai de Aldo no filme. Sobre o protagonista e seu intérprete, por sua vez, custamos mergulhar na sua alma, sentir empatia por ele e entender seus sentimentos e relações, sobretudo quando é colocado em destaque sua convivência com a namorada/esposa Vivi, interpretada por Cleo Pires, e seu atrito com um grande rival, marcado pelo questionável desempenho de Rômulo Neto (ao final, o personagem revela-se muito mais que isso).</p>
<p>Assim,  sob uma lógica estranha e superficial de motivações e relacionamentos, os personagens do filme são movidos por sentimentos que não saem do território do &#8220;instinto&#8221; quase que matemático ou da grande &#8220;chave&#8221; de entendimento do filme &#8220;a raiva é um grande combustível&#8221; ou &#8220;Aldo é um reflexo do temperamento instável do seu pai&#8221;. Ir um pouco além destes chavões não faria nenhum mal a biografia, pelo contrário. Era preferível investir mais neste aspecto do que na escalação aleatória de Rafinha Bastos, Paulo Zulu, Thaila Ayala e Felipe Tito para personagens que pouco acrescentam na história e que parecem estar ali sob a mesma lógica que regiam os filmes da Xuxa ou do Renato Aragão na década de 1980 e 1990: participações especiais de celebridades como o grupo Dominó, Faustão, Vinny acreditando que isso torna a história mais &#8220;vendável&#8221; para o público. Não precisava, a vida do seu biografado fala por si só. Caso tivesse investido mais tempo e ido ainda mais a fundo na relação de Aldo com seu pai e, além disso, administrasse melhor o tema da raiva como o motor do seu personagem, inclusive quando opta por uma abordagem mais psicológica para a questão, sugerindo um aprofundamento da mesma, <i>Mais forte que o Mundo </i>seria um grande filme, inclusive porque Afonso Poyart tem competência técnica para isto, como já evidencia toda a sua carreira e é confirmado em momentos isolados aqui.</p>
<p><strong>Assista ao trailer: </strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Du0GM7ARq1Y" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mais-forte-que-o-mundo-a-historia-de-jose-aldo/">Crítica: Mais Forte que o Mundo &#8211; A História de José Aldo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-mais-forte-que-o-mundo-a-historia-de-jose-aldo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Presságios de um Crime</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-pressagios-de-um-crime/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-pressagios-de-um-crime/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2016 21:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Abbie Cornish]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Poyart]]></category>
		<category><![CDATA[Anthony Hopkins]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Farrell]]></category>
		<category><![CDATA[Jeffrey Dean Morgan]]></category>
		<category><![CDATA[Presságios de um Crime]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=4595</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Presságios de um Crime é o típico caso da estreia de um diretor brasileiro em projetos internacionais que resulta em um verdadeiro fiasco porque simplesmente não é dado a esse realizador controle algum sobre a sua obra. Dirigido por Afonso Poyart do bem afamado e &#8220;moderninho&#8221; 2 Coelhos, Presságios de um Crime mostra-se ao público como um thriller genérico, repleto de chavões desse gênero cinematográfico conduzido por personagens rasos e resoluções frouxas, ou seja, um filme completamente descartável no [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-pressagios-de-um-crime/">Crítica: Presságios de um Crime</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4597" aria-describedby="caption-attachment-4597" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4597 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Solace-620x315.jpg" alt="Solace" width="620" height="315" /><figcaption id="caption-attachment-4597" class="wp-caption-text">Por encomenda: Estreia de Afonso Poyart no cinema americano é um thriller cheio de chavões.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Presságios de um Crime </i>é o típico caso da estreia de um diretor brasileiro em projetos internacionais que resulta em um verdadeiro fiasco porque simplesmente não é dado a esse realizador controle algum sobre a sua obra. Dirigido por Afonso Poyart do bem afamado e &#8220;moderninho&#8221; <i>2 Coelhos</i>, <i>Presságios de um Crime </i>mostra-se ao público como um <i>thriller </i>genérico, repleto de chavões desse gênero cinematográfico conduzido por personagens rasos e resoluções frouxas, ou seja, um filme completamente descartável no circuito.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O longa tem início quando dois policiais do FBI estão investigando um <i>serial killer </i>que mata as suas vítimas perfurando-as na nuca sem deixar maiores vestígios na cena do crime. Como fica cada vez mais difícil desvendar o caso, um desses policiais entra em contato com um velho amigo que possui poderes mediúnicos e com quem havia trabalhado anos atrás. Esse novo integrante da equipe policial começa a descobrir coisas sobre o autor dos assassinatos  que trarão contornos não apenas à trama policial, mas a dramas pessoais dos principais personagens da história.</p>
</div>
<figure id="attachment_4596" aria-describedby="caption-attachment-4596" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4596 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/solace2-xlarge-620x349.jpg" alt="solace2-xlarge" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4596" class="wp-caption-text">Desperdício: Elenco de peso encabeçado por Anthony Hopkins e Colin Farrell são subutilizados pela trama.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Roteirizado por Sean Bailey, que tem uma carreira construída basicamente como produtor, e Ted Griffin, cuja assinatura está presente nos roteiros de <i>Onze homens e um segredo </i>e <i>Os Vigaristas</i>, <i>Presságios de um Crime </i>é um longa composto por diversos conflitos dramáticos cujas soluções jamais são satisfatórias. O filme tem que resolver situações complicadas envolvendo não apenas o vidente interpretado por Anthony Hopkins, que apesar de ser o único com um desfecho levemente satisfatório, sai de cena de maneira improvisada com uma atuação do tipo &#8220;ligada no automático&#8221;, mas também a policial vivida pela talentosa Abbie Cornish (mais uma vez desperdiçada em cena), Jeffrey Dean Morgan e Colin Farrell, que sabe-se lá por qual motivo, foi escalado e aceitou fazer parte de um filme que lhe dá um personagem completamente inócuo, responsável por trazê-lo em uma das interpretações mais sofríveis da sua carreira.  O roteiro sugere uma série de conflitos e dilemas pessoais para cada um desses personagens, mas todos eles são resolvidos de qualquer maneira pelos seus autores, o que torna a presença e o destaque conferido a maioria deles na própria história completamente injustificado.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-4598 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/solace03-620x352.jpg" alt="_C6A7148.CR2" width="620" height="352" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>O roteiro de Bailey e Griffin também é muito ruim na construção da sua trama policial, que em momento algum gera tensão ou prende o espectador. Como consequência disso, Afonso Poyart não tem muito o que fazer, praticamente &#8220;tira leite de pedra&#8221;. Não reconhecemos o Poyart de <i>2 Coelhos </i>nesse <i>Presságios de um Crime</i>, isso fica bem claro desde os primeiros trinta minutos<i>. </i>A condução do diretor é &#8220;lugar comum&#8221;, seguindo a cartilha de qualquer <i>thriller </i>americano que se vê por ai. Por certo, orientações que &#8220;vieram de cima&#8221;, dos seus produtores.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Monótono e confuso do início ao fim, <i>Presságios de um Crime </i>é mais um exemplar que evidencia como Hollywood pode descaracterizar diretores com um mínimo de potencial inventivo em prol daquilo que se acredita ser um cinema que atrairá um nicho de espectadores. O filme não faz jus aos melhores longas do seu gênero, tampouco à promissora carreira do seu diretor brasileiro. Fica para a próxima Poyart, de preferência, por aqui mesmo.</p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-pressagios-de-um-crime/">Crítica: Presságios de um Crime</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-pressagios-de-um-crime/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
