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	<title>Arquivos Abel Tesfaye - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Hurry Up Tomorrow &#8211; Além dos Holofotes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 12:41:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem alguns projetos em que a simples ideia gera um estranhamento. Muitas vezes um pitching errado faz com que uma boa ideia caia num abismo e nunca veja a luz dos cinemas. Há também aquelas que não deveriam sair do papel. Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes é um desses projetos. O longa-metragem é uma jornada enfadonha, cansativa e sem propósito dos delírios de um cantor que sonha em ser ator. O filme, estrelado por The Weeknd (The Idol, de 2023), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem alguns projetos em que a simples ideia gera um estranhamento. Muitas vezes um <em>pitching</em> errado faz com que uma boa ideia caia num abismo e nunca veja a luz dos cinemas. Há também aquelas que não deveriam sair do papel. <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes</em></strong> é um desses projetos. O longa-metragem é uma jornada enfadonha, cansativa e sem propósito dos delírios de um cantor que sonha em ser ator. O filme, estrelado por The Weeknd (<em>The Idol</em>, de 2023), é uma das estreias desta quinta-feira (15) e chega aos cinemas sem trazer um centavo de interesse ao público.</p>
<p>A proposta da produção é clara: The Weeknd resolveu financiar um filme para divulgar seu novo álbum e, de quebra, ainda faz uma digressão terapêutica sobre seus temores e dores. Isso soa arrogante e chato, não é? Então, este é <strong><em>Hurry Up Tomorrow</em></strong>. Em vez de focar seus esforços artísticos em sua carreira musical &#8211; que ele mesmo ironiza no roteiro em determinado ponto -, o cantor nos leva aos cinemas nesta viagem pessoal surrealista que não conduz o espectador para nenhum lugar &#8211; a não ser ao raso de suas angústias mais egocentradas.</p>
<p>Todo esse festival dramático é conduzido por um tom de suspense desmedido e que nunca se fecha em si. E é decepcionante pensar que a pessoa que dirige essa atrocidade é a mesma que soube escrever e dirigir <em>Ao Cair da Noite (2017)</em>. O cineasta Trey Edward Shults não é capaz de emplacar sua visão no que parece ser um extenso clipe musical desinteressante. Shults não dá identidade e nem consegue entregar um filme sequer bem conduzido. Existe uma sensação constante de que <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes</em></strong> está completamente picotado, como se ele tivesse sido o resultado de uma chacina de ideias desconjuntadas.</p>
<p>Para completar esse cenário problemático na base criativa do projeto, o roteiro foi feito por três pessoas, sendo uma delas Abel Tesfaye &#8211; nome artístico de The Weeknd quando atua. Além do cantor que claramente deveria ficar apenas escrevendo suas músicas, o texto também é assinado por Shults e Reza Fahim, criador da série The Idol. Diante desse cenário, <strong><em>Hurry Up Tomorrow </em></strong>parece nunca ter tido uma chance de ser bem sucedido como uma narrativa cinematográfica de qualidade. A falta de liberdade criativa do cineasta unida a presença e interferência de Abel tornaram o projeto uma bomba-relógio que já explodiu quando o filme começou a ser gravado.</p>
<figure id="attachment_19457" aria-describedby="caption-attachment-19457" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-19457" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-750x500.jpg" alt="Hurry Up Tomorrow - Além dos Holofotes (2025)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2.jpg 1620w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-19457" class="wp-caption-text">Abel Tesfaye em cena de &#8216;Hurry Up Tomorrow &#8211; Além dos Holofotes (2025)&#8217;</figcaption></figure>
<p>A confusão do roteiro e a dedicação do mesmo para falar das lamúrias dessa pseudo &#8216;versão alternativa&#8217; do The Weeknd entregam uma história sem propósito algum. O espectador passa o filme inteiro esperando que algo de relevante ou interessante aconteça e é frustrado a cada segundo. Nada leva a lugar nenhum, a não a um divã terapêutico que poderia ter evitado a produção de <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes</em></strong>. A narrativa é mal desenvolvida, rasa e, por vezes, vergonhosa. É um longa para ser completamente esquecido, se o público for capaz de superar o trauma que é assisti-lo.</p>
<p>Diante desse texto assombroso, o elenco não tinha muito o que fazer. Ainda que carregue nomes como Jenna Ortega (<em>Pânico VI</em>, de 2023, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-fantasmas-ainda-se-divertem/"><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></a>, de 2024) e Barry Keoghan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-banshees-de-inisherin/"><em>Os Banshees de Inisherin</em></a>, de 2022, e <em>Saltburn</em>, de 2023) em seu elenco, <strong><em>Hurry Up Tomorrow </em></strong>não deixa nem seu elenco passar ileso. O roteiro é tão descuidado e cheio de fragilidades que tornam Keoghan completamente esquecível. O ator tem uma participação estereotipada e estranha &#8211; e não no bom sentido para o padrão dele. Jenna, por mais que se esforce e também tenha talento, não tem de onde tirar profundidade de uma personagem mal desenvolvida e sem camadas. É decepcionante ver dois talentos desperdiçados como eles são nesse filme.</p>
<p>O maior problema, no entanto, é The Weeknd e seu delírio de ser ator. A verdade é que Abel é uma piada como ator. Aparentemente sua participação sofrível na série <em>The Idol</em>, não foi o suficiente, mas é vital que entendam que ele não sabe atuar. Ele não consegue convencer o público nem mesmo fazendo uma versão de si mesmo. Suas cenas são ainda mais superficiais que seus colegas de cena justamente por ele não conseguir entregar mais do que o terrível óbvio. Doa a quem doer, mas se colocar ele e Jade Picon a 80km/h, não sei quem é mais sem sal, carisma ou capacidade cênica. <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes </em></strong>é uma pá de cal em sua frágil carreira como ator.</p>
<p>Para completar essa marcha fúnebre que a Lionsgate tenta chamar de filme, nem sequer a visualidade desse clipe-delírio é interessante. O filme tem uma proposta cansativa e repetitiva de filmes <em>indies</em>, com uma pitada de visual de videoclipes, sem a construção de sua proposta. O que fica é uma tentativa de mimetizar o que seriam esses longas visualmente interessantes e alternativos, sem nenhum tipo de arcabouço que defina e justifique as escolhas. A verdade é que <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes </em></strong>não cumpre sequer o seu título. É uma narrativa soberba, disfuncional e rasa, que nem sequer serve como um clipe, por ser longo demais. O que fica é uma sessão de terapia forçada ao público, que se estende excessivamente, mal sucedida e que absolutamente ninguém pediu.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Trey Edward Shults</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Abel Tesfaye, Jenna Ortega e Barry Keoghan</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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