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	<title>Arquivos Aaron Eckhart - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Aaron Eckhart - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial: 10 anos de Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 00:57:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Eckhart]]></category>
		<category><![CDATA[Batman - O Cavaleiro das Trevas]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Bale]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há dez anos o mundo se encantava com a excelência de um dos melhores trabalhos da carreira do diretor, roteirista e produtor Christopher Nolan (Amnésia, de 2000, e A Origem, de 2010). The Dark Knight (título original) se tornou um dos mais aclamados trabalhos dentro do universo dos super-heróis, fazendo com que este arrecadasse pouco mais de 1 bilhão de dólares, concedendo a produção a atual posição de 35º lugar na lista de maiores bilheterias da história do cinema – sendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há dez anos o mundo se encantava com a excelência de um dos melhores trabalhos da carreira do diretor, roteirista e produtor Christopher Nolan (<em>Amnésia</em>, de 2000, e <em>A Origem, </em>de 2010). <em>The Dark Knigh</em>t (título original) se tornou um dos mais aclamados trabalhos dentro do universo dos super-heróis, fazendo com que este arrecadasse pouco mais de 1 bilhão de dólares, concedendo a produção a atual posição de 35º lugar na lista de maiores bilheterias da história do cinema – sendo sete dos seus antecessores filmes de super-heróis e o sétimo sendo a própria continuação dessa franquia (<em>O Cavaleiro das Trevas Ressurge</em>, de 2012).</p>
<p><em>O Cavaleiro das Trevas</em> chegou aos cinemas no dia 18 de julho de 2008 com o propósito de marcar gerações, criar um novo legado para as adaptações da DC e, acima de tudo, mostrar o potencial de um dos mais famosos e amados justiceiros dos quadrinhos. O homem-morcego, encarnado pelo fantástico Christian Bale (<em>Psicopata American</em>o, de 2000, e <em>O Vencedor</em>, de 2010), é, sem sombra de dúvidas, a melhor interpretação já feita dessa personagem. Com todo o respeito e consideração a todos os grandes atores que já viveram o vigilante noturno, Bale deu ao Batman a seriedade, maturidade e o ar sombrio que sempre faltou.</p>
<p>Graças ao direcionamento espetacular de Nolan, a trilogia do Batman emplacou uma nova perspectiva sobre a história de Bruce Wayne e o seu desejo de vingança. A névoa sombria que paira sobre esses três filmes é o seu maior diferencial quando comparado com os outros trabalhos. Além desse acerto, o diretor sabe muito bem como coordenar belíssimas cenas de ação. E, por conta de um roteiro muito bem cuidado e pensado, as falas do longa-metragem ecoam pela memória dos fãs que, ao lembrarem delas, se arrepiam. Atrelado a todas essas qualidades técnicas, o elenco que rege a orgânica e equilibrada trama é simplesmente espetacular. Ao lado de Bale como o próprio cavaleiro das trevas, temos a genialidade de Gary Oldman como o Comissário James Gordon; o talento de Maggie Gyllenhaal como Rachel Dawes; as lendas Michael Caine e Morgan Freeman interpretando, respectivamente, Alfred Pennyworth e Lucius Fox; e ainda a performance acertadíssima de Aaron Eckhart ao dar vida para o promotor Harvey Dent e o Duas-Caras, a sua versão transtornada e perversa.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9162" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/07/19879974.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Existe mais uma herança interpretativa que merece um destaque especial. Em seu penúltimo trabalho, o ator Heath Ledger agraciou o mundo com a sua arte. Dentro desse nebuloso mundo de Gotham, Ledger entrou ao público um Coringa para se guardar na memória. A interpretação do jovem ator foi magistral, uma das melhores de sua carreira, concedendo-o, inclusive, um Oscar póstumo de Melhor Ator Coadjuvante. A maneira como o ator australiano interpretou o rival mor do homem-morcego é indescritível. Seu gestual, sua voz e aquele olhar insano são a marca registrada do seu Coringa. Improviso, aprofundamento e dedicação são algumas das melhores definições para o legado deixado por Heath Ledger em sua monumental atuação como o mais amado vilão de <em>Gotham Cit</em>y.</p>
<p>Toda essa produção de excelência teve seu fim com a continuação da película em questão, deixando o público com um desejo insaciável de &#8220;quero mais&#8221;. Desejo esse que, infelizmente, ainda não foi satisfeito. Desde o fim da trilogia de Nolan, a DC vem, com todo aparato d<em>a Warner Bros. Pictures</em>, tentando dar segmento as histórias dos principais heróis da <em>DC Comics</em>. Contudo, a maior parte das tentativas não foram tão bem-sucedidas. Apesar de não estarem tão longe nessa jornada para achar sua identidade, é necessário que a DC e Warner encontrem logo o seu lugar para que acendam mais uma vez a chama de interesse criada com a trilogia do <em>Batman</em>. Independentemente de qualquer futuro sucesso ou insucesso, ninguém esquecerá da emoção que foi ver <em>O Cavaleiro das Treva</em>s ganhando vida na telona.</p>
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		<title>Crítica: Dominação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2017 13:34:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Eckhart]]></category>
		<category><![CDATA[Carice van Houten]]></category>
		<category><![CDATA[Catalina Sandino Moreno]]></category>
		<category><![CDATA[Dominação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gente tem uma falsa impressão a respeito de como a lógica de Hollywood funciona. Muitas vezes achamos que os maus passos da carreira de um ator ocorrem em função exclusiva de suas péssimas escolhas. Não que isso não seja determinante em alguns casos, mas em outros os &#8220;descaminhos&#8221; ocorrem pela falta de oferta de bons trabalhos, ainda que o ator em questão seja muito competente. É como a lógica das coisas funciona. Os atores são divididos em classes e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><span style="font-size: medium;" data-blogger-escaped-style="font-size: small;">A gente tem uma falsa impressão a respeito de como a lógica de Hollywood funciona. Muitas vezes achamos que os maus passos da carreira de um ator ocorrem em função exclusiva de suas péssimas escolhas. Não que isso não seja determinante em alguns casos, mas em outros os &#8220;descaminhos&#8221; ocorrem pela falta de oferta de bons trabalhos, ainda que o ator em questão seja muito competente. É como a lógica das coisas funciona. Os atores são divididos em classes e claro que os melhores roteiros vão para os astros do momento e do primeiro time, os demais, ainda que possam ser mais talentosos que os anteriores ficam com o que resta e o que resta nem sempre é tão bom. </span></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Esse talvez seja o caso de Aaron Eckhart, que, lançado na maturidade ao estrelato com <i>Erin Brokovich: Uma Mulher de Talento</i>, na pele do interesse amoroso da personagem de Julia Roberts, ganhou grande popularidade  mesmo através de <i>Batman: O Cavaleiro das Trevas</i> quando viveu o trágico vilão Duas Caras. Eckhart não é capaz de mobilizar grandes plateias como um Johnny Depp, Brad Pitt ou Tom Cruise da vida, tampouco é figura do momento como Michael Fassbender ou Chris Pratt. Ao ator resta, ocasionalmente, fazer títulos duvidosos como <i>Invasão a Casa Branca</i>, <i>Frankenstein: Entre Anjos e Demônios</i> e <i>Perseguição Implacável</i>. Alguém tem que fazer esse trabalho &#8220;sujo&#8221;. Por vezes, pode aparecer um trabalho como <i>Reencontrando a Felicidade</i>, de John Cameron Mitchell,<i> </i>ou o ainda inédito <i>Sangue pela Glória</i>, mas são muito poucos.</p>
<p><i>Dominação </i>é outra forma de desperdiçar Eckhart solenemente com uma trama que não convence o espectador em momento algum. No filme, Eckhart vive um homem cuja habilidade é entrar no subconsciente de vítimas de possessão para libertá-las das forças malignas. Com clara inspiração em <i>A Origem </i>de Christopher Nolan, e, claro, <i>O Exorcista</i>, <i>Dominação </i>é um filme que propõe ser um longa de terror, porém em momento algum colabora com sua formação enquanto tal.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7112" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Incarnate.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Dirigido de maneira preguiçosa e pouco ativa por Brad Peyton (de <i>Terremoto: A Falha de San Andreas </i>e <i>Viagem 2: A Ilha Misteriosa</i>, ou seja, péssimas credenciais), resta ao longa apoiar-se no roteiro rasteiro de Ronnie Christensen, que se apropria de uma série de chavões hollywoodianos. Ao invés de servirem ao desenvolvimento da trama, as muletas do roteiro de <i>Dominação</i> parecem ora acenar fracassadamente para continuações, ora se apoiar dramaticamente em clichês do dramalhão mais raso possível em termos de construção de personagem e desenvolvimento dos seus relacionamentos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Das frases de efeito do protagonista à personagem que revela uma insuspeita faceta na última cena do filme, <i>Dominação </i>exagera na canastrice. O longa consegue ser ainda mais &#8220;cafajeste&#8221; quando se apoia na autorreferência e traz à memória do espectador a sombra inevitável de <i>O Exorcista</i>, através da piada batida sobre a sopa de ervilha (sério?). Em cenas mais dramáticas e que pressupõe uma atmosfera sinistra, <i>Dominação </i>ainda é capaz de gerar risos involuntários, como quando após uma violenta  possessão vemos uma súbita agressão realizada por um garoto e, posteriormente, o filme corta para uma cena em que o personagem de Eckhart é introduzido ao público numa boate ao som de um <i>hit </i>do momento. Ou seja, o longa já começa escancarando suas péssimas escolhas.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Não dá para culpar Aaron Eckhart pela mediocridade de <i>Dominação</i>, que ainda tem no seu elenco a holandesa Carice van Houten (de <i>Game of Thrones</i>), num papel mais clichê possível (o da mãe do menino vítima da possessão demoníaca que deixa transparecer uma tensão sexual com o protagonista do longa).  Bem, mais ingrata ainda é a função da indicada ao Oscar Catalina Sandino Moreno (<em>Maria Cheia de Graça</em>) como uma enviada pelo Vaticano. A culpa pela canastrice de <i>Dominação</i> vem daquilo que está fora do domínio do ator e que, inclusive, o relega a produções pobres como esta ao invés de aproveitar todo o seu potencial dramático. Enfim, é como as coisas ainda funcionam em Hollywood.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8Z3ju_-X77w" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Sully &#8211; O Herói do Rio Hudson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2016 15:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Eckhart]]></category>
		<category><![CDATA[Clint Eastwood]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Linney]]></category>
		<category><![CDATA[Sully: O Herói do Rio Hudson]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hanks]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Sully: O Herói do Rio Hudson, Clint Eastwood (Menina de Ouro) nos narra o episódio verídico envolvendo o capitão Chesley &#8220;Sully&#8221; Sullenberger que, em janeiro de 2009, após sair do aeroporto de La Guardia em Nova York e ter as turbinas do avião que pilotava danificadas por uma revoada de pássaros, faz um pouso forçado no rio Hudson e salva os 150 passageiros a bordo da aeronave. Instantaneamente, como manda o circo midiático, Sully se transforma em um herói [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Sully: O Herói do Rio Hudson</i>, Clint Eastwood (<i>Menina de Ouro</i>) nos narra o episódio verídico envolvendo o capitão Chesley &#8220;Sully&#8221; Sullenberger que, em janeiro de 2009, após sair do aeroporto de La Guardia em Nova York e ter as turbinas do avião que pilotava danificadas por uma revoada de pássaros, faz um pouso forçado no rio Hudson e salva os 150 passageiros a bordo da aeronave. Instantaneamente, como manda o circo midiático, Sully se transforma em um herói nacional, trazendo para si todos os louros, mas também todo o peso que o título impõe.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como bom exemplar da filmografia do seu realizador, <i>Sully </i>conta com o olhar elegante de Clint Eastwood para os fatos narrados e para o próprio orgulho americano que inescapavelmente transpira por todos os seus poros, caso contrário não seria um filme de Eastwood. O diretor sempre confere um tom patriótico a suas histórias e a jornada dos seus protagonistas, flertando sem grandes receios com a emoção em alta intensidade, mas, como ocorre nos seus melhores longas, evita as afetações dos seus colegas. Assim, Eastwood consegue transformar <i>Sully </i>numa história eminentemente americana, mas sem a histeria, as frases de efeito e a agressividade nacionalista de alguns realizadores que trafegam por uma mesma chave de discurso que a sua.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6998" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/11/sully.jpg" alt="sully" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Sully </i>fica evidente que Eastwood retoma um tema que lhe foi muito caro em <i>Sniper Americano</i>, seu filme anterior, as consequências de atos que aos olhos públicos são considerados como heróicos. Assim como o Chris Kyle, só que em um outro contexto, Sully vive o fardo da fama que lhe atribuem e muitas vezes entra em conflito a respeito da própria natureza do seu feito. O início de <i>Sully </i>nos apresenta seu protagonista em meio a tais questionamentos e todos eles são retomados na excelente sequência em que o personagem é julgado pela agência de regulação aérea norte-americana ao lado do seu co-piloto Jeff Skiles, interpretado por Aaron Eckhart (de <i>Batman: O Cavaleiro das Trevas</i>). Esse olhar de Eastwood para o seu protagonista beneficia a interpretação de Tom Hanks (<i>Ponte dos Espiões</i>), que vive o Capitão Sully como um homem nobre e honrado, mas evita as afetações típicas das composições do herói americano ausente de imperfeições, ou seja, uma interpretação coerente com os propósitos do filme e do seu realizador.  É uma pena, contudo, que Eastwood desperdice uma atriz do calibre de Laura Linney (<i>O Mestre dos Gênios</i>) na pele da esposa do protagonista que só contracena com o mesmo através da linha do telefone, um tipo de clichê que já deveria ter sido extinto nesse tipo de história há anos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O longa tem uma estrutura relativamente questionável. <i>Sully </i>intercala momentos em que seu protagonista assimila o seu feito com a própria reconstituição do acidente e do pouso forçado. Esta decisão do roteiro de Todd Komarnicki no lugar de acender um interesse do espectador pelos eventos, serve apenas para causar uma estranheza pelas suas idas e vindas na linha temporal e pela repetição insistente da sequência do avião. Por sorte, temos Eastwood na direção, contornando esses problemas e evitando reiterações de emoções desnecessárias ao espectador.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p> De maneira muito discreta, elegante e emocionalmente sincera (e sem sensacionalismo), Eastwood ainda consegue inserir <i>Sully </i>em um momento da aviação norte-americana pós-11 de setembro, tornando o olhar do seu personagem para o seu próprio ato e sua forma de lidar com uma situação potencialmente traumática ainda mais urgente aos olhos do espectador. <i>Sully </i>pode não ser um dos grandes feitos da carreira de Eastwood, mas ao menos reitera com acertos as marcas do realizador.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9n6hcBc4bgE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Invasão a Londres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2016 17:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Eckhart]]></category>
		<category><![CDATA[Angela Bassett]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Gerard Butler]]></category>
		<category><![CDATA[Invasão a Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Morgan Freeman]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um filme com muita testosterona. É isso que você pode esperar de Invasão a Londres. Se o primeiro filme, Invasão à Casa Branca, já era suficientemente surreal, esse extrapola qualquer limite da noção. Ainda assim, não podemos afirmar que seja um filme ruim, longe disso. Mas também não está nenhum pouco próximo de ser um filme bom. A história é muito simples. O primeiro-ministro britânico morre de parada cardíaca e todos os principais líderes mundiais vão ao seu velório. Claro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme com muita testosterona. É isso que você pode esperar de<em> Invasão a Londres</em>. Se o primeiro filme, <em>Invasão à Casa Branca</em>, já era suficientemente surreal, esse extrapola qualquer limite da noção. Ainda assim, não podemos afirmar que seja um filme ruim, longe disso. Mas também não está nenhum pouco próximo de ser um filme bom.</p>
<p>A história é muito simples. O primeiro-ministro britânico morre de parada cardíaca e todos os principais líderes mundiais vão ao seu velório. Claro que a maior preocupação de todos os envolvidos é que essa concentração de pessoas importantes acaba atraindo atentados terrorista. Mike Banning, que já defendeu o presidente dos EUA no primeiro filme, retorna como um agente poderoso e com ar de invencível, que vai salvar a pátria mais uma vez.</p>
<p>Aliás, já que citei a pátria, começo falando dela. É sabido que o povo americano é bastante apaixonado por seu país. Mas esse filme não consegue enxergar esse limite de forma alguma. É de um patriotismo exagerado, colocando o presidente dos EUA acima de Deus e de todos, fazendo com que as pessoas desejem loucamente matá-lo. Isso fica muito claro quando os terroristas atacam Londres e conseguem matar 4 ou 5 líderes mundiais, mas o presidente americano sai vivo. Qualquer pessoa razoável pensaria que “deixa para outra oportunidade”. Mas não, né?! O presidente americano tem que morrer, nem que precise sitiar a cidade inteira como se estivesse na guerra.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5875" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/london-has-fallen.jpg" alt="london-has-fallen" width="610" height="348" /></p>
<p>Outro detalhe é o excesso de testosterona. É uma disputa constante para ver quem é o mais machão da história e chega uma hora que isso simplesmente fica cansativo demais.</p>
<p>O roteiro também não é lá grandes coisas, mas o primeiro filme também não era, então não rolou essa pretensão. O que incomoda, na verdade, é o mesmo motivo que conforta: a ação. Se por um lado ela é completamente sem sentido e previsível, por outro ela consegue manter o espectador entretido do começo ao fim, sem entediar. Por isso, afirmo que o longa não é de todo ruim. É possível se salvar alguma coisa, embora eu tenha sérias dificuldades de enxergar que coisa é essa.</p>
<p>O elenco, por exemplo, é bem interessante, composto por Gerard Butler, Aaron Eckhart, Morgan Freeman e Angela Bassett. Ou seja, muita gente de peso que consegue aliviar a decepção de quem assiste. Quando nada, pelo menos estamos assistindo boas performances.</p>
<p>Para quem curte um filme de ação e não está tão preocupado com o roteiro, é uma boa pedida para o fim de semana.</p>
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