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	<title>Arquivos A Vida Invisível - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos A Vida Invisível - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>A Vida Invisível é o destaque nas estreias do cinema esta semana (21/11). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 23:09:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Vida Invisível Direção: Karim Aïnouz Elenco: Carol Duarte, Julia Stockler, Gregório Duvivier Rio de Janeiro, década de 1940. Eurídice (Carol Duarte) é uma jovem talentosa, mas bastante introvertida. Guida (Julia Stockler) é sua irmã mais velha, e o oposto de seu temperamento em relação ao convívio social. Ambas vivem em um rígido regime patriarcal, o que faz com que trilhem caminhos distintos: Guida decide fugir de casa com o namorado, enquanto Eurídice se esforça para se tornar uma musicista, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align: center;"><strong>A Vida Invisível</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Karim Aïnouz<br />
<strong>Elenco:</strong> Carol Duarte, Julia Stockler, Gregório Duvivier</p>
<p>Rio de Janeiro, década de 1940. Eurídice (Carol Duarte) é uma jovem talentosa, mas bastante introvertida. Guida (Julia Stockler) é sua irmã mais velha, e o oposto de seu temperamento em relação ao convívio social. Ambas vivem em um rígido regime patriarcal, o que faz com que trilhem caminhos distintos: Guida decide fugir de casa com o namorado, enquanto Eurídice se esforça para se tornar uma musicista, ao mesmo tempo em que precisa lidar com as responsabilidades da vida adulta e um casamento sem amor com Antenor (Gregório Duvivier). Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-vida-invisivel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/f6tM3lGJRVU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h5 style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11909" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5685010.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="A Grande Mentira" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5685010.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5685010.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5685010.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>A Grande Mentira</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Bill Condon<br />
<strong>Elenco:</strong> Helen Mirren, Ian McKellen, Russell Tovey</p>
<p>O golpista Roy Courtnay (McKellen) mal consegue acreditar em sua sorte quando conhece a viúva endinheirada Betty McLeish (Mirren) online. Quando Betty abre sua casa e vida para ele, Roy fica surpreso ao perceber que está se afeiçoando a ela, transformando o que deveria ser somente mais um golpe na corda bamba mais traiçoeira de sua vida. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-mentira/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/S0n7PIBFzfM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11914" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/4632623.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Um Dia de Chuva em Nova York" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/4632623.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/4632623.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/4632623.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>Um Dia de Chuva em Nova York</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Woody Allen<br />
<strong>Elenco:</strong> Timothée Chalamet, Elle Fanning, Selena Gomez</p>
<p>Apaixonado por Nova York, Gatsby (Timothée Chalamet) decide passar um fim de semana na cidade ao lado de Ashleigh (Elle Fanning), sua namorada. No entanto, aquilo que era pra ser uma aventura romântica acaba tomando um rumo inesperado. Aspirante a jornalista, Ashleigh conhece o diretor de cinema Roland Pollard (Liev Schreiber), que a convida para a exibição de seu mais recente trabalho. Gatsby, por sua vez, encontra Chan (Selena Gomez), a irmã mais nova de sua ex-namorada, com quem passa o restante da viagem. Um dia de chuva em Nova York será o suficiente para fazer com que Ashleigh redescubra suas verdadeiras paixões e Gatsby aprenda que só se vive uma vez &#8211; mas que é o suficiente se for ao lado da pessoa certa.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Vfpk7JmbePw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Vida Invisível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 12:29:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[A Vida Invisível]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vencedor do prêmio de melhor filme na mostra paralela Un Certain Regard do último Festival de Cannes, A Vida Invisível foi escolhido como o representante brasileiro a disputar uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro no ano que vem. O filme tem como &#8220;competidor&#8221; a entusiasmada recepção de Bacurau, longa de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dorneles que se transformou em um verdadeiro fenômeno cultural no país, cuja crítica social apresenta uma urgência que dialoga de maneira intensa com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vencedor do prêmio de melhor filme na mostra paralela <em>Un Certain Regard</em> do último Festival de Cannes, <em><strong>A Vida Invisível</strong></em> foi escolhido como o representante brasileiro a disputar uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro no ano que vem. O filme tem como &#8220;competidor&#8221; a entusiasmada recepção de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bacurau/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Bacurau</em></a>, longa de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dorneles que se transformou em um verdadeiro fenômeno cultural no país, cuja crítica social apresenta uma urgência que dialoga de maneira intensa com o momento político que vivemos.</p>
<p><em>Bacurau</em> teve como oponente o conservadorismo da sociedade brasileira dos nossos tempos, assim como todo pensamento ou expressão inclinada ao progressismo. <strong><em>A Vida Invisível</em></strong> de Karim Aïnouz (<em>Madame Satã</em>), também tem um componente que enfrenta as esferas conservadoras com sua perspectiva sobre a trajetória feminina em uma sociedade patriarcal, contudo, é um filme que pode ser lido superficialmente na sua narrativa sobre duas irmãs, flertando com chaves de comunicação não tão bem aceitas por fãs da vanguarda, um nicho cinematográfico taxado comumente de cafona e pejorativamente como filme para mulher, o melodrama. Ambos tem suas próprias batalhas a travar. Ambos são obras importantes do nosso cinema contemporâneo que chegam às salas de exibição com uma ótima recepção internacional, num momento no qual a importância da arte é diminuída.</p>
<p>O filme de Aïnouz tem uma poética e se apoia em detalhes que o transformam em uma obra de grande apelo emocional, esmero estético e clínica no olhar que tem a oferecer sobre estruturas sociais viciosas e nocivas que silenciam &#8220;minorias&#8221;. <em><strong>A Vida Invisível</strong> </em>é uma adaptação de um romance de Martha Batalha e conta a história de duas irmãs que são afastadas por uma sociedade opressora. Enquanto Eurídice desiste do sonho de estudar piano em Viena para se casar e ter uma vida protocolar como dona de casa, Guida se aventura em um romance com um grego, é renegada pelo próprio pai, abandonada pelo homem que ama e tem que se virar como pode para sustentar um filho. Cada uma passa parte da sua vida imaginando a jornada de grandes feitos da outra, quando na verdade ambas têm destinos muito parecidos de silenciamento e invisibilidade dos seus próprios desejos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11843" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2626087.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="A Vida Invisível" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2626087.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2626087.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2626087.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Em <em><strong>A Vida Invisível</strong></em>, Aïnouz se apropria do melodrama com uma eloquência que poucos cineastas conseguem ter, realizando uma história tecida pela narrativa das cartas trocadas pelas irmãs Gusmão e as desventuras de uma trama de folhetim. Usando um gênero ocasionalmente associado ao conservadorismo em seus olhares para as relações entre homem e mulher em sociedades heteronormativas, Aïnouz faz sua singela e pontual narrativa sobre um feminino. Enfatizando sua crítica ao lugar relegado às mulheres por uma estrutura social, sem soar panfletário e superficial em sua análise, Aïnouz observa a perpetuação de costumes familiares que não favorecem um bem-estar social ao contrário do que alardeiam seus defensores.</p>
<p>Tanto Eurídice quanto Guida são figuras que não conseguem dar vazão a todo o potencial humano que apresentam dentro de si, abrindo mão de carreiras, afetos e das suas próprias existências por um ilusório projeto de sociedade que tolhe suas respectivas espontaneidades. Guida amadurece no sofrimento e torna-se uma figura marginalizada depois de ser rejeitada pela família. Eurídice, por sua vez, é castrada por um matrimônio abusivo, entrando em grande melancolia e reproduzindo na educação da sua filha todo um senso de subalternização feminina que fora dominante no seu convívio familiar.</p>
<p>Aïnouz narra essa história de intensas emoções e ressentimentos pessoais com uma poesia bucólica que reverbera na maneira como registra a década de 1950. A atmosfera de folhetim faz bem ao drama e a construção de suas personagens, conseguindo sublinhar a simplicidade de sua narrativa, a intensidade de sentimentos em voga e uma história que se torna mais rica nos detalhes da direção apurada do cineasta. Carol Duarte e Julia Stockler têm ótimas interpretações na pele das duas protagonistas, Fernanda Montenegro está soberba no ato final da história com um plano fechado que somente uma atriz da sua magnitude conseguiria executar com tamanha complexidade e Gregório Duvivier (<em>O Homem do Futuro</em>) é um ponto alto do elenco, interpretando o patético esposo de Eurídice, uma figura que incomodo por seu ar retrógrado, inconveniente, presunçoso e sem noção. A interpretação de Duvivier é um ponto alto do filme, já que ele evita a redundância da composição cartunesca e transforma Antenor na representação de um mal social que é nocivo por seu aparente caráter inofensivo.</p>
<p>Karim Aïnouz se caracterizou por ser um cineasta que compreende o tom que seus protagonistas demandam às suas histórias, basta comparar, a título de exemplo como o diretor interpreta as distintas demandas de longas como <em>Madame Satã</em> e <em>Praia do Futuro</em>. <em><strong>A Vida Invisível</strong> </em>é um filme pautado pela observação e pela inquietação que causa a violência inofensiva exercida no cotidiano sem a menor aparência de monstruosidade. É um filme que utiliza o melodrama para criticar aspectos estruturais da sociedade, alguns dos seus costumes mais nocivos.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Karim Aïnouz<br />
<strong>Elenco:</strong> Carol Duarte, Julia Stockler, Gregório Duvivier, Fernanda Montenegro, Marcio Vito, Flávia Gusmão, Maria Manoella, Bárbara Santos</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/rJKYzthGQ6s" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial: A Vida Invisível &#8211; Pontos Fortes e Fracos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2019 13:24:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[A Vida Invisível]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Fernanda Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Karim Aïnouz]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dirigido por Karim Aïnouz (O Céu de Suely), A Vida Invisível foi o longa escolhido para representar o Brasil no Oscar 2020. A obra é baseada no romance de Martha Batalha: “A Vida Invisível de Euridice Gusmão”. Estrelado por Carol Duarte (Segunda Chamada) e Julia Stockler (Rótulo) e com a participação de Fernanda Montenegro (Central do Brasil) no elenco, a projeção venceu a Mostra Olhar, no Festival de Cannes. No geral, o que salta aos olhos durante a exibição é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dirigido por Karim Aïnouz (<em>O Céu de Suely</em>), <em><strong>A Vida Invisível</strong></em> foi o longa escolhido para representar o Brasil no Oscar 2020. A obra é baseada no romance de Martha Batalha: “A Vida Invisível de Euridice Gusmão”. Estrelado por Carol Duarte (<em>Segunda Chamada</em>) e Julia Stockler (<em>Rótulo</em>) e com a participação de Fernanda Montenegro (<em>Central do Brasil</em>) no elenco, a projeção venceu a <em>Mostra Olhar</em>, no Festival de Cannes.</p>
<p>No geral, o que salta aos olhos durante a exibição é a sua história potente e intensa, bem como os rumos possíveis das vidas femininas, a partir das interferências masculinas, do poder do patriarcado e da invasão que os homens acabam performando pelo direito  que eles acreditam ter. O resultado entregue é algo elaborado em sua técnica, principalmente em questões como direção de arte e música. No entanto, alguns incômodos podem ser apontados.</p>
<p>Pensando nisso, o <a href="https://coisadecinefilo.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Coisa de Cinéfilo</strong></a> traz agora uma reunião de elementos que falam sobre os pontos altos e baixos do filme. Confira!</p>
<h5><strong>PONTOS FORTES</strong></h5>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11845" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/0058762.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/0058762.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/0058762.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/0058762.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong>Premissa e trama</strong>: O filme conta a história de duas irmãs, Guida (Stockler) e Euridice (Duarte), que são separadas pela vida e sonham em se encontrar novamente. A forma como o <em>plot</em> é trazido e colocado, no geral e inicialmente, demonstra as possíveis imagens e caminhos que uma mulher poderia passar e percorrer, em meados do século XX, no Brasil. As tensões e posicionamentos geravam resultados intensos e, muitas vezes desesperadores. A imagem que ele passa é que não havia muito como fugir de certas imposições do patriarcado que buscava – e busca ainda – empurrar forçadamente a sua validação e forma de ver e controlar o mundo. Este discurso é claro e evidente dentro da narrativa. Seja pela presença abusiva e controladora de Manoel (Atónio Fonseca), pai das meninas, pelo marido da protagonista que traz aquele rapaz conservador e perverso, que performa a figura do cara de bem, além de outras personagens menos centrais que demonstram como enxergam o poder masculino na sociedade. Em certo aspecto isto é positivo, o &#8220;porém&#8221; destas escolhas está na próxima sessão&#8230;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11844" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/0116575.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="A Vida Invisível" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/0116575.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/0116575.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/0116575.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong>Direção de Arte, Figurino e Fotografia</strong>: Estes três elementos poderiam render textos por si, mas reunindo-os é possível destacar como eles conversam e fazem parte da história. As cores selecionadas para a Arte estão praticamente sempre contraponto com as das vestimentas. Entre o bege e marrom, o vermelho e azul se destacam em pontos específicos da cena, seja numa cortina, numa camiseta, na tinta da parede. Uma possível interpretação seria a disputa entre a melancolia e dor das imposições da vida para as mulheres com o calor das suas lutas e conquistas. Talvez. Já nos enquadramentos, o olhar parece focar na tensão entre sufocamento e liberdade. Na cena, por exemplo, em que Euridice e Guida dançam, há uma câmera parada, em um plano médio e a temperatura mais próxima de cores frias. A impressão que fica da sequência é dessa dualidade que a dupla vive, entre o livre e a clausura. Por isso, estas questões foram aqui elencadas como destaque positivo.</p>
<h5><strong>PONTOS FRACOS</strong></h5>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11843" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2626087.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="A Vida Invisível" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2626087.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2626087.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2626087.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong>Premissa e história:</strong> Assim como pode ser considerado como algo bem realizado, existem questões que enfraquecem a obra em sua narrativa. A condução da trama de Euridice e Guida vai caindo enquanto a projeção avança e a seleção de acontecimentos torna-se repetitiva e o espectador pode sentir falta de elementos de força do enredo. Além disso, em alguns momentos, paira a dúvida se as personagens não estão se encaminhando para uma planificação. Elas parecem não avançar, principalmente os coadjuvantes. Ana, a mãe das jovens, por exemplo, não esboça força perante a repressão do marido, seja no seu texto ou em sua atuação, deixando-a como uma pessoa passiva, quase uma observadora do sofrimento das filhas. Ainda que ela respeitasse a decisão de Manoel, poderia demonstrar qualquer tipo de sentimento dual ou menos simplificado. Este fator é visto em outras personas também, que quase se transformam meramente em tipos. Contudo, de alguma forma, isto não compromete a totalidade do longa.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11842" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2640127.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="A Vida Invisível" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2640127.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2640127.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2640127.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong>Elasticidade temporal e artificialidade</strong>: Ao assistir ao filme, notam-se momentos de “buraco” nas cenas. Inicialmente, a questão parece estar voltada para a atuação, como se os intérpretes deixassem barriga que criam artificialidade no tom das sequências. No entanto, escolhas de direção e montagem poderiam sanar este efeito, com uma maior quantidade de cortes ou enquadramentos que não revelassem os corpos um tanto soltos. Este fator não é algo contínuo, são em alguns momentos, que parecem faltar verdade no que está sendo encenado ali. Um exemplo é a cena do detetive (Flavio Buraqui) com Euridice e existe um desconforto ali, podendo deixar uma sensação de que a equipe possuía uma falta de crença no que estava sendo posto.</p>
<p><strong>Confira o trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/f6tM3lGJRVU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Midsommar &#8211; O Mal Não Espera a Noite é o destaque nas estreias do cinema (19/09). Confira o que entra em cartaz</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/midsommar-o-mal-nao-espera-a-noite-e-o-destaque-nas-estreias-do-cinema-19-09-confira-o-que-entra-em-cartaz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2019 00:04:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[A Música da Minha Vida]]></category>
		<category><![CDATA[A Vida Invisível]]></category>
		<category><![CDATA[Asterix e o Segredo da Poção Mágica]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica Trailer]]></category>
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		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Midsommar - O Mal não Espera a Noite]]></category>
		<category><![CDATA[Rambo: Até o Fim]]></category>
		<category><![CDATA[Sinopse]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Midsommar &#8211; O Mal Não Espera a Noite Direção: Ari Aster Elenco: Florence Pugh, Jack Reynor, Will Poulter Após vivenciar uma tragédia pessoal, Dani (Florence Pugh) vai com o namorado Christian (Jack Reynor) e um grupo de amigos até a Suécia para participar de um festival local de verão. Mas, ao invés das férias tranquilas com a qual todos sonhavam, o grupo vai se deparar com rituais bizarros de uma adoração pagã. Confira a nossa crítica clicando aqui! Depois do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Midsommar &#8211; O Mal Não Espera a Noite</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Ari Aster<br />
<strong>Elenco:</strong> Florence Pugh, Jack Reynor, Will Poulter</p>
<p>Após vivenciar uma tragédia pessoal, Dani (Florence Pugh) vai com o namorado Christian (Jack Reynor) e um grupo de amigos até a Suécia para participar de um festival local de verão. Mas, ao invés das férias tranquilas com a qual todos sonhavam, o grupo vai se deparar com rituais bizarros de uma adoração pagã. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-midsommar-o-mal-nao-espera-a-noite/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JxEfbJ_pVH8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11317" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5660703.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5660703.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5660703.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5660703.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Depois do Casamento</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Bart Freundlich<br />
<strong>Elenco:</strong> Michelle Williams, Julianne Moore, Billy Crudup</p>
<p>Na história, Isabel (Williams) dedicou toda sua vida a um orfanato em Calcutá, mas quando surge um doador em potencial que exige que ela viaje da Índia para Nova York, ela acaba cedendo e volta para a cidade de que partiu há mais de duas décadas. Lá, ela desembarca na vida perfeita de sua possível benfeitora, a multimilionária Theresa Young (Moore). Enquanto Isabel acredita que logo estará voltando para seu orfanato, Theresa tem outros planos e insiste que ela vá ao casamento de sua filha na propriedade da família. O evento se torna então um catalisador para uma revelação que pode afetar a vida das duas e das pessoas que as amam. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-depois-do-casamento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PzAGq0AB97A" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11330" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5088374.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5088374.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5088374.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5088374.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Rambo: Até o Fim</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Adrian Grunberg<br />
<strong>Elenco:</strong> Sylvester Stallone, Paz Vega, Sergio Peris-Mencheta</p>
<p>O tempo passou para Rambo (Sylvester Stallone), que agora vive recluso em um rancho. Sua vida marcada por lutas violentas ficou para trás, mas deixou marcas inesquecíveis. No entanto, quando uma jovem de uma família amiga é sequestrada, Rambo precisará confrontar seu passado e resgatar suas habilidades de combate para enfrentar o mais perigoso cartel mexicano. A busca logo se transforma em uma caçada por justiça, onde nenhum criminoso será perdoado.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/VllC6efqOtQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11329" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5849655.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5849655.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5849655.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/5849655.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>A Música da Minha Vida</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Gurinder Chadha<br />
<strong>Elenco:</strong> Hayley Atwell, Nell Williams, David Hayman</p>
<p>A Música da Minha Vida conta a história de Javed (Viveik Kalra), um adolescente britânico filho de paquistaneses, crescendo na cidade de Luton, Inglaterra, em 1987. Em meio às turbulências econômicas e raciais da época, ele escreve poesia como uma forma de escapar da intolerância de sua cidade natal e da inflexibilidade de seu pai tradicional. Porém, quando um de seus colegas lhe apresenta a música do “Chefe”, Javed vê paralelos entre sua vida simples e as letras marcantes de Springsteen. À medida que Javed descobre um escape catártico para seus próprios sonhos reprimidos, ele também começa a encontrar coragem para se expressar com sua própria voz.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/KI-gbaD_kFI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11332" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2217272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2217272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2217272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2217272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>A Vida Invisível</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Karim Aïnouz<br />
<strong>Elenco:</strong> Carol Duarte, Julia Stockler, Gregório Duvivier</p>
<p>Rio de Janeiro, década de 1940. Eurídice (Carol Duarte) é uma jovem talentosa, mas bastante introvertida. Guida (Julia Stockler) é sua irmã mais velha, e o oposto de seu temperamento em relação ao convívio social. Ambas vivem em um rígido regime patriarcal, o que faz com que trilhem caminhos distintos: Guida decide fugir de casa com o namorado, enquanto Eurídice se esforça para se tornar uma musicista, ao mesmo tempo em que precisa lidar com as responsabilidades da vida adulta e um casamento sem amor com Antenor (Gregório Duvivier). Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/rJKYzthGQ6s" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11331" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/4279924.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/4279924.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/4279924.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/4279924.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Asterix e o Segredo da Poção Mágica</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Louis Clichy, Alexandre Astier<br />
<strong>Elenco:</strong> Bernard Alane, Christian Clavier, Guillaume Briat</p>
<p>Asterix e Obelix precisam ajudar o velho druida Panoramix a encontrar um novo guardião para a poção mágica da Gália. Durante a viagem pela região, eles devem impedir que a receita mágica caia em mãos erradas, dando início a uma inesperada aventura.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/5yktdN8ckAU" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/midsommar-o-mal-nao-espera-a-noite-e-o-destaque-nas-estreias-do-cinema-19-09-confira-o-que-entra-em-cartaz/">Midsommar &#8211; O Mal Não Espera a Noite é o destaque nas estreias do cinema (19/09). Confira o que entra em cartaz</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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