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	<title>Arquivos A Maldição da Chorona - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos A Maldição da Chorona - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial: Universo Invocação do Mal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2019 20:57:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A sétima arte transborda uma essência do real e imaginário. Os desejos, medos, verdades, fatos e fascínios humanos são expressos nas obras cinematográficos desde o seu início. O “mal”, por exemplo, sempre foi um fator de encantamento presente no cinema. Em O Grande Roubo do Trem (1903), o diretor estadunidense Edwin S. Porter traz na sequência final uma cena que marcou a história das películas. Porter espantou o público ao colocar o vilão da história para atirar contra a câmera, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A sétima arte transborda uma essência do real e imaginário. Os desejos, medos, verdades, fatos e fascínios humanos são expressos nas obras cinematográficos desde o seu início. O “mal”, por exemplo, sempre foi um fator de encantamento presente no cinema. Em <em>O Grande Roubo do Trem</em> (1903), o diretor estadunidense Edwin S. Porter traz na sequência final uma cena que marcou a história das películas. Porter espantou o público ao colocar o vilão da história para atirar contra a câmera, estabelecendo o primeiro contato direto entre o espectador e o mal. Desde então, a &#8220;semente do mal&#8221; estava plantada no imaginário das pessoas e preparada para crescer e desabrochar num futuro não tão distante.</p>
<p>O cinema transformou-se ao longo do tempo e, atrelado a ele, a maneira como o mal era representado também mudou. Esse foi de bandidos do faroeste à arqui-inimigos de heróis, cientistas insanos, monstros folclóricos até chegar numa nova era. O mal passou a ser representado de maneira sedutora e identificativa. O marco dessa mudança é a grande obra de Alfred Hitchcock, <em>Psicose</em> (1960), que, por ser maneirista, trazia um mocinho impotente, dando espaço para que o vilão ganhasse todos os holofotes. A partir da aparição de Norman Bates, o público começou a se apegar, tentar compreender e até mesmo amar os representantes maléficos nas películas.</p>
<p>Na década de 1970, com consolidação dos <em>slasher</em>, a indústria do medo ganhou força total para focar nessa apreciação do mal. O sucesso das produções levou os estúdios a investirem em novas possibilidades para o universo criando a cultura das franquias. Os monstros e assassinos de qualquer subgênero de terror passaram a ter um tempo de tela maior e, consequentemente, foi oficializado o amor do espectador pelos vilões. Michael Myers, Freddy Krueger, Ghostface e Hannibal Lecter são alguns dos maiores exemplos de “malvados favoritos” do público.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10768" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/355389e56e-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/355389e56e.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/355389e56e-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/355389e56e-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com direito a onze longas sobre Myers, doze sobre Jason e nove do Krueger – sendo que um dos filmes é um crossover entre <em>A Hora do Pesadelo</em> e <em>Sexta-Feira 13</em> – o gênero viu suas bilheterias caírem gradativamente. A expansão dessas histórias se mostrou frágil, confusa e, na maior parte dos casos, mal elaborada. A produção de filmes com as personagens queridas deixou de ser o suficiente para manter os fãs do gênero satisfeitos. Dessa forma, as franquias, as quais pareciam ser a melhor coisa que já aconteceu com o gênero, tornaram-se seu maior mal.</p>
<p>Somente depois da estreia do primeiro filme da franquia <em>Pânico</em>, dirigida por Wes Craven, o universo do horror conseguiu retomar o seu lugar de destaque. O terror voltou a ter força e passou a produzir cada vez mais filmes com uma atenção voltada para suas novas possibilidades de subgêneros. Os horizontes foram verdadeiramente expandidos e novos nomes como James Wan contribuíram para fortificar essa nova fase. Fazer franquias, contudo, nunca deixou de ser uma realidade da indústria. O sucesso de bilheteria de um projeto diferente imediatamente acarreta na possibilidade da produção de continuações.</p>
<p>Desde a retomada do terror, o gênero tem vivido sucessos e falhas com a escolha de continuar a contar uma mesma história. As franquias <em>Premonição</em>, <em>O Chamado</em>, <em>Jogos Mortais</em>, <em>O Grito</em>, <em>Atividade Paranormal</em>, <em>Cloverfield</em>, <em>Sobrenatural</em> são exemplos de produções que começaram e continuaram por conta da sua inovação e criatividade, mas que, com o tempo, perderam a qualidade. A essência das produções é fortemente atacada com a extensão de sua narrativa. As possibilidades são levadas ao limite, a ponto de, em casos como <em>Premonição 4</em> (2009), alcançarem o ridículo.</p>
<p>Existem outros casos, contudo, que parecem ter achado a fórmula para o sucesso. <em>Invocação do Mal</em> (2013) começou a sua caminhada na indústria como um filme solo que permitia diversas possibilidades de criação – sejam elas sequências ou <em>spin-offs</em>. O sucesso estrondoso do longa-metragem permitiu que a Warner Bros. investisse amplamente na expansão do universo do filme criando uma espécie de franquia ramificada de <em>The Conjuring</em> (título original), o qual funciona basicamente como o Universo Compartilhado Marvel. Hoje, o <em>Conjuring Universe</em> pode ser lido com uma composição de duas franquias estabelecidas (<em>Invocação do Mal</em> e <strong><em>Annabelle</em></strong>), uma em processo de consolidação e expansão (<em>A Freira</em>) e dois <em>spin-offs</em> que podem render continuações (<em>A Maldição da Chorona</em> e <em>The Crooked Man</em>, o qual ainda não tema data de estreia).</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10767" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2171122-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2171122.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2171122-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2171122-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Apesar de representarem um universo em comum, a caminhada dos filmes foi diferente. <em>The Conjuring</em> tem uma trajetória linear e vitoriosa quando se pensa no sucesso de bilheteria e crítica. Por outro lado, a franquia <strong><em>Annabelle</em></strong> começou seu percurso com um longa cuja arrecadação foi boa, mas sem o mesmo resultado na recepção da crítica. O primeiro filme da franquia é tecnicamente previsível e infantil em suas escolhas narrativas. A construção da atmosfera carrega um certo desleixo quando comparada com <em>Invocação do Mal</em>. A sua sequência conseguiu, para alegria dos fãs, consertar os erros do antecessor e desenvolver o medo que envolve a personagem da boneca.</p>
<p>Quanto aos <em>spin-offs</em>, tanto <em>A Freira</em> (2018) como <em>A Maldição da Chorona</em> (2019) seguem um caminha semelhante ao do primeiro <strong><em>Annabelle</em></strong>. O roteiro é fraco e tem suas falhas, os momentos de maior tensão são quebrados por <em>jump scare</em> previsíveis e a entidade central da trama não tem sua história pregressa bem trabalhada. Esses últimos resultados abaixo da média deixam os fãs do <em>Conjuring Universe</em> preocupados com a próxima estreia.</p>
<p>O final do mês de junho será presenteado com o lançamento mundial do terceiro capítulo da história da boneca <strong><em>Annabelle</em></strong>. Na próxima quinta-feira (26), os fãs de terror poderão enfim assistir o confronto entre os Warren e todo o mal que há em sua casa. A possibilidade de pôr as maiores figuras do universo de <em>Invocação do Mal</em> juntas é a própria <em>Guerra Infinita</em> do terror. <strong><em>Annabelle 3: De Volta para Casa</em></strong>, dirigido e co-roteirizado por Gary Dauberman, divide a opinião do público. Existe uma parcela de fãs que está eufórica com a possibilidade da interação entre os artefatos sobrenaturais e os demonologistas, contudo, existem aqueles que temem pela qualidade do filme. O histórico recente do universo e de franquias de terror não garante a qualidade esperada pelo espectador. Apesar de Wan e a Warner prometerem uma experiência de terror inesquecível, as dúvidas só serão anuladas com a estreia da produção.</p>
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		<title>A Maldição da Chorona é o destaque nas estreias do cinema esta semana (18/04). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 16:21:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Maldição da Chorona Direção: Michael Chaves Elenco: Linda Cardellini, Raymond Cruz, Patricia Velasquez Na Los Angeles da década de 1970, uma assistente social criando seus dois filhos sozinha depois de ser deixada viúva começa a ver semelhanças entre um caso que está investigando e a entidade sobrenatural La Llorona. A lenda conta que, em vida, La Llorona afogou seus filhos e depois se jogou no rio, se debulhando em lágrimas. Agora ela chora eternamente, capturando outras crianças para substituir [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>A Maldição da Chorona</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Michael Chaves<br />
<strong>Elenco:</strong> Linda Cardellini, Raymond Cruz, Patricia Velasquez</p>
<p>Na Los Angeles da década de 1970, uma assistente social criando seus dois filhos sozinha depois de ser deixada viúva começa a ver semelhanças entre um caso que está investigando e a entidade sobrenatural La Llorona. A lenda conta que, em vida, La Llorona afogou seus filhos e depois se jogou no rio, se debulhando em lágrimas. Agora ela chora eternamente, capturando outras crianças para substituir os filhos. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-maldicao-da-chorona/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Jc3l1x7EBxU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10427" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0902079.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="O Mau Exemplo de Cameron Post" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0902079.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0902079.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0902079.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>O Mau Exemplo de Cameron Post</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Desiree Akhavan<br />
<strong>Elenco:</strong> Chloë Grace Moretz, Sasha Lane, Forrest Goodluck</p>
<p>Em 1993, a jovem Cameron Post é flagrada com outra garota no baile de formatura. Ela é então enviada pela tia para um centro religioso que afirma curar jovens atraídos pelo mesmo sexo, mas para se submeter ou não ao suposto tratamento, a adolescente precisa antes descobrir quem é de fato. Baseado no livro homônimo de Emily M. Danforth. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-mau-exemplo-de-cameron-post/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LYE-ExJRHBQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10423" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/2550973.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Cópias - De Volta à Vida" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/2550973.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/2550973.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/2550973.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Cópias &#8211; De Volta à Vida</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Jeffrey Nachmanoff<br />
<strong>Elenco:</strong> Keanu Reeves, Alice Eve, Thomas Middleditch</p>
<p>Depois de um grave acidente de trânsito que matou toda a sua família, um neurocientista (Keanu Reeves) sente que perdeu o sentido da vida. Utilizando seu meio de trabalho, ele se torna obcecado em trazê-los de volta, mesmo que isso signifique desafiar boa parte do governo e, principalmente, as leis da física. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-copias-de-volta-a-vida/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wpSL3uO9lBI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10432" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/einerd-o-genio-e-o-louco-750x500.jpg" alt="O Gênio e o Louco" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/einerd-o-genio-e-o-louco.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/einerd-o-genio-e-o-louco-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/einerd-o-genio-e-o-louco-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>O Gênio e o Louco</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Farhad Safinia<br />
<strong>Elenco:</strong> Mel Gibson, Sean Penn, Natalie Dormer</p>
<p>A incrível história real da criação do dicionário inglês de Oxford, projeto que definiu nosso mundo. Durante anos, milhares de definições de palavras foram enviadas para análise do professor James Murray (Mel Gibson), mas um envio em específico despertou sua atenção, o do Doutor W.C. Minor (Sean Penn), que submeteu mais de dez mil definições. Quando o comitê decide honrá-lo, a verdade choca a todos: Doutor Minor encontra-se preso em um hospício para criminosos.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/SvCHAKMkfIM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10433" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/2306311.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Vidas Duplas" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/2306311.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/2306311.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/2306311.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Vidas Duplas</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Olivier Assayas<br />
<strong>Elenco:</strong> Guillaume Canet, Juliette Binoche, Vincent Macaigne</p>
<p>Alain é um bem-sucedido editor parisiense com dificuldade em se adaptar à revolução digital. Ele tem grandes dúvidas sobre o novo manuscrito de Léonard, um de seus autores de longa data, que lançará um trabalho de autoficção, reciclando seu caso de amor com uma celebridade. Selena, a esposa de Alain, famosa atriz de teatro, é de opinião contrária e elogia a publicação.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/OoCd4U7NTkg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10434" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0249516.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Amor Até Às Cinzas" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0249516.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0249516.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0249516.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Amor Até Às Cinzas</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Jia Zhangke<br />
<strong>Elenco:</strong> Zhao Tao, Liao Fan, Xu Zheng</p>
<p>Datong, China, 2001. A linda e jovem Qiao está apaixonada por Bin, um mafioso local. Durante uma briga entre gangues rivais, ela dispara uma arma para proteger seu namorado. Essa prova de amor irá lhe custar cinco anos de prisão. Após a sua libertação, Qiao procura por Bin, e o relacionamento perigoso, cheio de altos e baixos, se inicia novamente.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ro04gV2EmMM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Maldição da Chorona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 16:17:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A franquia de terror Invocação do Mal, dirigida por James Wan, já criou um universo próprio com títulos como Annabelle, A Freira e, o mais recente, A Maldição da Chorona, que estreia às vésperas de um terceiro Annabelle trazer de volta às telas o casal Warren interpretado por Vera Farmiga e Patrick Wilson. Dessa vez, essa ramificação da franquia explora uma lenda mexicana sobre um fantasma nomeado de &#8220;a chorona&#8221; que vem ao mundo dos vivos para levar crianças, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A franquia de terror <em>Invocação do Mal</em>, dirigida por James Wan, já criou um universo próprio com títulos como <em>Annabelle</em>, <em>A Freira</em> e, o mais recente, <em><strong>A Maldição da Chorona</strong></em>, que estreia às vésperas de um terceiro <em>Annabelle</em> trazer de volta às telas o casal Warren interpretado por Vera Farmiga e Patrick Wilson. Dessa vez, essa ramificação da franquia explora uma lenda mexicana sobre um fantasma nomeado de &#8220;a chorona&#8221; que vem ao mundo dos vivos para levar crianças, a fim de que suas novas vítimas supra a falta que seus filhos mortos lhe fazem.</p>
<p>A fonte de inspiração de <em><strong>A Maldição da Chorona</strong></em> poderia render um material inspirado, e o longa de terror até que tem alguns de seus momentos, como a inserção de um curandeiro xamã interpretado por Raymond Cruz e algumas sequências protagonizadas pela &#8220;chorona&#8221; bem conduzidas na sua atmosfera pelo diretor Michael Chaves, mas de maneira geral o filme tem um resultado aquém do que poderia. O roteiro do projeto não consegue construir arcos complexos, como aquele protagonizado pela família Anna Tate-Garcia, personagem da atriz Linda Cardellini, grande vítima da fantasma que dá nome ao projeto.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10431" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/4244180.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="estreias do cinema" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/4244180.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/4244180.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/4244180.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>As personagens tomam decisões pouco destrinchadas pela narrativa, como o silêncio dos filhos a respeito das aparições da &#8220;chorona&#8221; como se existisse entre eles e a mãe algo mal resolvido quando não há e uma inesperada redenção de uma personagem que causa todo o transtorno aos protagonistas. Além disso, os personagens são pouco inspirados, soando como aspectos que menos importam na trama em comparação à &#8220;chorona&#8221; do título, quando deveria ser o contrário, afinal, é por eles que deveríamos torcer.</p>
<p>Se narrativamente é fraco, visualmente, em alguns momentos o filme é falho. A concepção visual da criatura do longa é pouco inspirada, em comparação com o cuidado que o mesmo grupo de pessoas teve com a freira e a boneca Annabelle. Como resultado, é possível que apesar da força cultural do material base, o filme não ecoe na memória do público como os demais exemplares da franquia.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Chaves<br />
<strong>Elenco:</strong> Linda Cardellini, Raymond Cruz, Roman Christou, Jaynee-Lynne Kinchen, Marisol Ramirez, Patricia Velasquez, Sean Patrick Thomas</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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