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	<title>Arquivos A Dama Dourada - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos A Dama Dourada - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Estreias da Semana: 13 a 19 de agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2015 19:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[A Dama Dourada]]></category>
		<category><![CDATA[A Escolha Perfeita 2]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias da Semana]]></category>
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		<category><![CDATA[Missão: Impossível - Nação Secreta]]></category>
		<category><![CDATA[Obra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O grande destaque desta semana é o retorno do agente Ethan Hunt no longa Missão Impossível: Nação Secreta. Tem ainda a comédia musical A Escolha Perfeita 2, onde as meninas tem que provar mais uma vez que são realmente boas. No nacional Obra, um arquiteto tem suas ideologias colocadas à prova depois que se deparar com uma descoberta no local de trabalho. Para fechar, A Dama Dourada é um drama com Helen Mirren que conta a história de uma sobrevivente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O grande destaque desta semana é o retorno do agente Ethan Hunt no longa <strong><em>Missão Impossível: Nação Secreta</em></strong>. Tem ainda a comédia musical <strong><em>A Escolha Perfeita 2</em></strong>, onde as meninas tem que provar mais uma vez que são realmente boas. No nacional <em><strong>Obra</strong></em>, um arquiteto tem suas ideologias colocadas à prova depois que se deparar com uma descoberta no local de trabalho. Para fechar, <strong><em>A Dama Dourada</em></strong> é um drama com Helen Mirren que conta a história de uma sobrevivente da Segunda Guerra Mundial. Confira as sinopses e os trailers abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/A-Dama-Dourada-8-2.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3342" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/A-Dama-Dourada-8-2.jpg" alt="A Dama Dourada 8 (2)" width="610" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Dama Dourada</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Simon Curtis<br />
<strong>Elenco:</strong> Helen Mirren, Ryan Reynolds, Daniel Brühl, Katie Holmes</p>
<p>Década de 1980. Maria Altmann (Helen Mirren) é uma judia sobrevivente da Segunda Guerra Mundial que decide processar o governo austríaco para recuperar o quadro &#8220;Woman in Gold&#8221;, de Gustav Klimt &#8211; retrato de sua tia que foi roubado pelos nazistas durante a ocupação. Ela conta com a ajuda de um jovem advogado, inexperiente e idealista (Ryan Reynolds). Informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Nxgy5uJ-JMI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/aescolhaperfeita2poster-2.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3343" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/aescolhaperfeita2poster-2.jpg" alt="aescolhaperfeita2poster (2)" width="610" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Escolha Perfeita 2</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Elizabeth Banks<br />
<strong>Elenco:</strong> Anna Kendrick, Rebel Wilson, Hailee Steinfeld, Brittany Snow</p>
<p>A segunda parte da comédia musical traz novamente as Barden Bellas com uma nova oportunidade de mostrar todo o seu potencial, se apresentando para ninguém menos que o presidente dos Estados Unidos. Acontece que tudo dá errado e acaba sendo um grande fiasco em suas carreiras. Elas ficam proibidas de participar de competições musicais e a única forma de reverter isso é ganhando um campeonato mundial a capela.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/E_u6C3NKH_E" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/missao-impossivel-Rogue-Nation.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3344" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/missao-impossivel-Rogue-Nation.jpg" alt="missao-impossivel-Rogue-Nation" width="610" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Missão Impossível – Nação Secreta</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Christopher McQuarrie<br />
<strong>Elenco:</strong> Tom Cruise, Jeremy Renner, Simon Pegg, Rebecca Ferguson</p>
<p>Tom Cruise retorna no papel de Ethan Hunt. Desta vez, ele enfim descobre que o Sindicato é real e que representa um risco para a IMF. Ele precisa contar com todo o aparato e ajuda possível para combater essa nação tão secreta quanto à que participa.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/CvSps39NwO8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/212611.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3346" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/212611.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="212611.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx" width="600" height="267" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Obra</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Gregório Graziosi<br />
<strong>Elenco:</strong> Irandhir Santos, Lola Peploe, Júlio Andrade, Luciana Domschke</p>
<p>O drama nacional se passa em São Paulo e conta a história de João Carlos, um arquiteto que aguarda a chegada de seu primeiro filho. Durante um trabalho, ele acaba encontrando uma ossada que o faz refletir sobre a vida como um todo, refletindo em muitos pontos de sua vida, inclusive no relacionamento com a esposa.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EP6w8xG2oVk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Dama Dourada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2015 19:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Dama Dourada]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Brühl]]></category>
		<category><![CDATA[Helen Mirren]]></category>
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		<category><![CDATA[Max Irons]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Reynolds]]></category>
		<category><![CDATA[Simon Curtis]]></category>
		<category><![CDATA[Tatiana Maslany]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hollywood é fascinada por histórias de lições de vida baseadas em eventos reais e tramas sobre o nazismo. Quando ambas se juntam então, é quase certo ganharão as telas. A Dama Dourada reúne estes dois elementos em um filme que se não é cinematograficamente revolucionário, sutil ou &#8220;original&#8221;, ao menos apresenta-se como uma narrativa &#8220;redondinha&#8221;, ou seja, correta e agradável a públicos com os mais diversificados repertórios. O filme traz Helen Mirren (eternizada como a rainha Elizabeth em A Rainha, desempenho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3317" aria-describedby="caption-attachment-3317" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/woman-in-gold_0.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3317 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/woman-in-gold_0-620x350.jpg" alt="woman-in-gold_0" width="620" height="350" /></a><figcaption id="caption-attachment-3317" class="wp-caption-text">A Dama Dourada: Helen Mirren interpreta mulher que entrou em uma batalha judicial para reaver a obra que foi roubada de sua família pelos nazistas</figcaption></figure>
<p class="separator">
<p class="separator">Hollywood é fascinada por histórias de lições de vida baseadas em eventos reais e tramas sobre o nazismo. Quando ambas se juntam então, é quase certo ganharão as telas. <i>A Dama Dourada</i> reúne estes dois elementos em um filme que se não é cinematograficamente revolucionário, sutil ou &#8220;original&#8221;, ao menos apresenta-se como uma narrativa &#8220;redondinha&#8221;, ou seja, correta e agradável a públicos com os mais diversificados repertórios.</p>
<p class="separator">O filme traz Helen Mirren (eternizada como a rainha Elizabeth em <i>A Rainha</i>, desempenho que lhe rendeu um Oscar) na pele de Maria Altmann, uma judia austríaca que fugiu para os Estados Unidos a tempo de não sofrer nos campos nazistas, mas que deixou para trás os seus pais e toda a coleção de obras de arte que eles tinham e que foram roubadas por Hitler e cia. Anos depois, motivada por recentes casos bem sucedidos de restituição de patrimônios artísticos tomados dos seus antigos donos pelo nazismo, Maria Altmann resolve exigir do governo da Áustria que lhe devolvam um dos quadros mais valiosos da coleção de seus pais e que, por sua vez, pertencia a sua tia, a modelo da obra: a famosa &#8220;A Dama Dourada&#8221; de Gustav Klimt.</p>
<figure id="attachment_3318" aria-describedby="caption-attachment-3318" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/womaningold0001.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3318 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/womaningold0001-620x359.jpg" alt="WOMAN IN GOLD" width="620" height="359" /></a><figcaption id="caption-attachment-3318" class="wp-caption-text">Flashbacks: Tatiana Maslany ao lado de Max Irons. Atriz do seriado Orphan Black vive protagonista na juventude</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p class="separator">O filme conta com a direção de Simon Curtis. Puxando a sua filmografia descobrimos que ele também dirigiu <i>Sete Dias com Marilyn</i> e percebemos a mesma linearidade em seu <i>modos operandi</i> aqui. Nada de grandes movimentos ou rupturas de linguagem, <i>A Dama Dourada </i>mostra um certo tradicionalismo na maneira de contar sua trama, que pode parecer monótona para alguns, mas também pode ser encarado como o movimento calculado de um diretor despretensioso que parece saber até onde pode ir com a sua habilidade de contar histórias.</p>
<p class="separator">Curtis coloca parte do seu filme nas mãos de Helen Mirren, que surge aqui com a sua habitual segurança e competência, fazendo com que estabeleçamos uma simpatia imediata por Altmann. A inglesa divide a responsabilidade da protagonista com Tatiana Maslany (de <i>Orphan Black</i>), que está tão bem quanto Mirren e segura as pontas em momentos bem delicados do filme. Ryan Reynolds tem um desempenho interessante como o advogado que ajuda Maria a reaver &#8220;A Dama Dourada&#8221;. O elenco ainda traz Katie Holmes e Daniel Brühl, cujos personagens têm muito pouco a oferecer ao filme (Brühl ainda tem uma participação mais determinante que Holmes até).</p>
<figure id="attachment_3319" aria-describedby="caption-attachment-3319" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/resized_99265-woman-in-gold2_56-19498_t630.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3319 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/resized_99265-woman-in-gold2_56-19498_t630-620x373.jpg" alt="resized_99265-woman-in-gold2_56-19498_t630" width="620" height="373" /></a><figcaption id="caption-attachment-3319" class="wp-caption-text">Participação insossa: Intérprete da mulher de Ryan Reynolds, Katie Holmes tem presença apagada na história.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>A Dama Dourada</i>  é um drama convencional, mas que não chega a ser incomodo para públicos mais exigentes. O filme até faz uso de alguns recursos antiquados ou preguiçosos, existem alguns diálogos expositivos (para demonstrar a importância do quadro, o personagem de Daniel Brühl fala &#8220;É a Monalisa da Áustria!&#8221;, tá, já entendemos que é uma obra importante) e a questionável ideia de que os Estados Unidos são a terra da liberdade, restituindo uma ordem a um cenário de desordem provocado por governos estrangeiros maquiavélicos. Tudo isso incomoda um pouco, é verdade. Mas o saldo é mais positivo que negativo já que o filme usa seus chavões com uma certa moderação e, no geral, o longa acaba sendo uma experiência agradável garantida, sobretudo, por uma Helen Mirren em ótima forma.</p>
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