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	<title>Arquivos 30º Cine PE - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos 30º Cine PE - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>30º Cinepe: Buenos Aires</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 17:26:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há uma sensação quase distópica presente em Buenos Aires, documentário de Tuca Siqueira (Iracemas). A pequena cidade na zona da mata de Pernambuco, que dá nome ao longa-metragem, é instigante de conhecer, mas a produção se vale apenas disso para a narrativa. Desta maneira, falta avançar em termos de investigação e reflexão. Assim, o que pode acontecer durante a sessão é um encantamento com o fato de existir este lugar pernambucano, que tem um nome argentino, com times com nome [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Há uma sensação quase distópica presente em <em>Buenos Aires</em>, documentário de Tuca Siqueira (<em>Iracemas</em>). A pequena cidade na zona da mata de Pernambuco, que dá nome ao longa-metragem, é instigante de conhecer, mas a produção se vale apenas disso para a narrativa.</p>
<p>Desta maneira, falta avançar em termos de investigação e reflexão. Assim, o que pode acontecer durante a sessão é um encantamento com o fato de existir este lugar pernambucano, que tem um nome argentino, com times com nome em espanhol, mas que é completamente brasileiro. E só.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Isto porque os elementos de destaque daquela realidade se repetem durante a projeção e a obra fica um tanto cansativa. Além disso, resta uma impressão de que Siqueira, que também foi roteirista, não decidiu exatamente o foco da narrativa.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Existem trechos que mostram Buenos Aires da Argentina, outros que vão se ater à relação do local com o futebol e também as contradições do amor e ódio pelo hermanos e a ausência do interesse pelo idioma espanhol. Todos esses pontos poderiam se conectar, mas ficam soltos.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">É interessante que exista uma trama de fato e uma estética que dialogue com a narrativa. Isso falta em<em> Buenos Aires</em>. Ainda assim, com personagens que chamam atenção (como os técnicos dos times de futebol da cidade) e uma premissa que estimula a curiosidade da plateia, a produção vale a sessão.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Além do contexto central do longa, existem momentos criativos da direção, principalmente no início da exibição. Siqueira deixa a câmera parada e em uma angulação que imerge quem assiste na cena. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Assim, entre limitações e ambições, o doc de Tuca Siqueira é uma ode ao pluralismo brasileiro. Revelando um cenário surpreendente, a riqueza do filme está em sua própria existência e na vontade da equipe de trazer essa historia para o país, para o mundo.</span></p>
<p><strong>Direção</strong>: Tuca Siqueira</p>
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		<title>30º Cinepe: Doutor Monstro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 17:19:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É curioso notar como a tentativa por complexificar uma obra pode levar ela ao caos. Ao tentar imprimir camadas plurais sobre um assassino em serie da vida real, Doutor Monstro peca por falta de coesão, apuro estético e tecnico. É triste proferir palavras tão negativas sobre um filme brasileiro, mas a grande verdade é que o novo longa-metragem de Marcos Jorge (Estômago) é desagradável. Em termos de parte técnica, falta unicidade visual. As temperaturas e texturas não dialogam entre si, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">É curioso notar como a tentativa por complexificar uma obra pode levar ela ao caos. Ao tentar imprimir camadas plurais sobre um assassino em serie da vida real, <em>Doutor Monstro</em> peca por falta de coesão, apuro estético e tecnico.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">É triste proferir palavras tão negativas sobre um filme brasileiro, mas a grande verdade é que o novo longa-metragem de Marcos Jorge (<em>Estômago</em>) é desagradável. Em termos de parte técnica, falta unicidade visual.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">As temperaturas e texturas não dialogam entre si, por exemplo. </span>Dividida em atos, a produção convoca visualidades distintas nessas transições. No entanto, isso não chega de forma positiva no ecrã, não apenas por falta de coesão visual e narrativa.</p>
<p style="font-weight: 400;">A arte do longa incomoda também por conta da escolha de aderaçamentos. <span style="font-weight: 400;">Um exemplo forte é o quarto de Cláudia (Taís Araújo), que parece que nem foi adereçado. Como o espaço não dialoga com a identidade da obra e muito menos com a da personagem, a impressão é a de que o ambiente é aleatório e foi ocupado sem muita preocupação com as filmagens. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A direção não colabora para melhorar essa perspectiva. A movimentação em cena é truncada e artificial. Os planos abertos também não favorecem a exploração de emoção das figuras dramáticas.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A sensação que Marcos passa é a de que ele não tem certeza do que quer mostrar na tela. </span>Mas, se em termos de mise-en-scène existem questões desafiadoras de acompanhar, o desenho de som consegue ampliar o cenário desta baixa qualidade da obra.</p>
<p style="font-weight: 400;">Existe um desespero em criar desconforto no público através dos sons. Todavia, os ruídos inseridos no longa não funcionam porque não estão à serviço da narrativa e nem parecem mixados. É preciso realizar a construção de atmosfera e conectar as sonoridades com os acontecimentos postos nas sequências.</p>
<p style="font-weight: 400;">Além disso, não adianta pôr diversos barulhos altos aleatoriamente. É necessário que a mixagem entre e equilibre esses elementos. <span style="font-weight: 400;">Além de todos estes pontos, a montagem também atrapalha a fruição.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Faltou ponto de corte para o montador ou não souberam escolher mesmo? Não há como afirmar com certeza, porém a fluidez das cenas se perde com a edição que usa exacerbadamente fades e esquece a existência do raccord.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Um momento que ilustra o fato é a sequência do argumento final dos advogados. O efeito desejado pela equipe não é alcançado porque os instantes selecionados para a transição são de quebra e não de continuidade. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Por fim, para coroar a lista de desagrados existe o discurso que cerca a trama. A vítima, chamda de Carmem (Marcelina Fialho) na história, é tratada de maneira quase jocosa. Na realidade, todas as mulheres são representadas em um tom apenas, sem camadas ou desenvolvimento.</span></p>
<p>A maior busca de <em>Doutor Monstro</em> é explorar e trabalhar as complexidades de Farrah e isso já diz muito sobre a produção. Ainda assim, a maioria dos integrantes do elenco se esforça para dar vida aos seus papéis.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Essa é a grande tristeza dessa que vos escreve. </span>Taís Araújo, Guilherme Weber, Otávio Linhares e Saravy parecem procurar as intenções de suas personagens e imprimir organicidade nas falas. Contudo, não adianta muito, porque visual, textual e sonoramente o longa é artificial.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Marcos Jorge</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Taís Araújo, Guilherme Weber, Marcelina Fialho</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="Doutor Monstro | Teaser Trailer Oficial" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/2s43gw1cmac?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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