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	<title>Arquivos 13º Festival Olhar de Cinema - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos 13º Festival Olhar de Cinema - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>13º Festival Olhar de Cinema: Praia Formosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:35:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Praia Formosa não é um filme fácil de escrever sobre. Em suas múltiplas camadas de sentido, o longa-metragem de Juliana de Simone (Rapacity) &#8211; que escreve o roteiro ao lado de Aline Portugal e Mariana Luiza -, traz uma camada de satisfação espectatorial, devido ao poder entregue a sua protagonista Muanza (Lucília Raimundo). Ela é colocada como realmente é: uma guerreira, que luta contra seus algozes, atravessando os séculos, em uma metáfora que aponta, sem medo, para um Brasil que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Praia Formosa</strong></em> não é um filme fácil de escrever sobre. Em suas múltiplas camadas de sentido, o longa-metragem de Juliana de Simone (<em>Rapacity</em>) &#8211; que escreve o roteiro ao lado de Aline Portugal e Mariana Luiza -, traz uma camada de satisfação espectatorial, devido ao poder entregue a sua protagonista Muanza (Lucília Raimundo). Ela é colocada como realmente é: uma guerreira, que luta contra seus algozes, atravessando os séculos, em uma metáfora que aponta, sem medo, para um Brasil que permanece escravocrata.</p>
<p>O jogo de imagens, que sobrepõe figurinos e objetos cênicos do passado, no qual Muanza e sua amada Kieza foram escravizadas, com o presente, no qual símbolos das ações da branquitude são expostos, elevam a força do discurso do longa. Ao mesmo tempo, os diálogos reforçam, sem subestimar o espectador, sobre os atos crimonosos de (nós) brancos para com os negros. Ainda, existem as contextualizações das culturas dos países africanos, que continuaram existindo em solos braisleiros e foram passados de geração em geração, pondo em voga no argumento da produção este fator de resistência, diante de uma opressão violenta.</p>
<p>Mas, a idea de inserir a maior parte da narrativa em uma casa em ruínas, com uma escravocrata poruguesta doente &#8211; em todos os sentidos que isto pode ter -, é o ponto alto da qualidade da obra. De um lado, Muanza precisa encontrar seu amor, fugir da prisão que a arrebatou e a tirou de suas terras. Do outro, há uma parasita, que permanece presa, mas em seu próprio cárcere mental, de uma soberania inventada e vazia. Todavia, essa dinâmica entre as duas não é preenchida de maniqueísmos. Ambas possuem suas complexidades, que são alimentadas e mostradas para o público em seus textos ditos e não ditos, mas, também, através da decupagem, do jogo de sombras e temperaturas.</p>
<p>A arte, a fotografia e a direção geral se unem para transcrever e passar sentimentos palpáveis de suas personagens. As frivolidades de quem espera sentado para ser servido, a iminência da perda e as criações de estratégias, de quem necessita viver em liberdade e os recursos diversos, frutos de tantas batalhas diárias são evocados por um jogo de luzes e mise-en-scène, como no uso da entrada do colchão, no fundo do ecrã. Neste sentido, o tempo aqui é, assim como na vida &#8220;real&#8221;, uma ilusão, o devir que é par direto do que já foi. <em><strong>Praia Formosa</strong></em> é o encontro do dramático, com pitadas de lírico e épico.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18553" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-1.png" alt="Praia Formosa" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Há nessa trama um emaranhado de linhas cronológicas, de vivências e experiências que fogem do espaço do passado, presente e futuro. Todas as histórias da humanidade parecem ocorrer simultâneas. Muanza trafega sob todas elas e, mesmo assim, a coesão do enredo quase que não se perde em nenhum momento. O que escapa das mãos das roteiristas é o desfecho. No terceiro ato, o tom didático é evocado. Ele em si, o tom didático, não é um problema. Todavia, este caminho enfraquece o filme que foi construído até então. As metáforas, os silêncio verbais, as imagens que gritam&#8230;</p>
<p>Todo esse percurso fica um tanto esmaecido, quando o trecho de encerramento de <em><strong>Praia Formosa </strong></em>é utilizado para explicar e reafirmar o que já vinha sendo discutido anteriormente. A produção continua sendo bem realizada e ecoa na mente por muito tempo, com seus desenhos de sons de água, pés, natureza e aprisionamento ou com seus frames de planos fechados dos rostos de Muaza e Kieza, das danças, dos toques que foram entre personagens ficcionais, porém que parecem que foram feitos na plateia. Essa qualidade de poder sensorial é para poucas histórias cinematográficas.</p>
<p>Esse feito é irretirável e inesquecível. Esse cinema de Julianas, Alines e Marianas é o cinema que se deseja ver florescer cada vez mais.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Juliana De Simone</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Lucília Raimundo, Samira Carvalho, Mãe Celina de Xangô</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/eCuQT_NMKaY?si=Ub1movOhRRAR8GoY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>13º Festival Olhar de Cinema: Tijolo por Tijolo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 20:48:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Criatura, a vida é doce, mas não é mole nãoÉ pôr a mão na massa e começar de novoTijolo por tijolo eu vou quebrando pedra”. Personagens. Elas são as almas das ficções. No documentário, muitas vezes, é tudo que uma produção tem. Aqui, esse não é exatamente o caso. Ainda que a família central da história seja cativante e emocionante, há um zelo da direção (Victoria Alvares e Quentin Delaroche) em criar estratégias visuais na decupagem do longa-metragem. Seja com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align: right;">“Criatura, a vida é doce, mas não é mole não<br aria-hidden="true" />É pôr a mão na massa e começar de novo<br aria-hidden="true" />Tijolo por tijolo eu vou quebrando pedra”.</h5>
<p>Personagens. Elas são as almas das ficções. No documentário, muitas vezes, é tudo que uma produção tem. Aqui, esse não é exatamente o caso. Ainda que a família central da história seja cativante e emocionante, há um zelo da direção (Victoria Alvares e Quentin Delaroche) em criar estratégias visuais na decupagem do longa-metragem. Seja com formatos distintos, com movimentações ou efeitos de câmera, a rotina de Cris Martins, seu marido e filhos é colocada de tal forma, que o especador se sente íntimo daquela realidade.</p>
<p>Um dos caminhos certeiros para que esta sensação aconteça é o agenciamento que a equipe dá para os protagonistas de <strong><em>Tijolo por Tijolo</em></strong>. Seja pelas imagens gravadas pelo garoto Caíque ou pelo uso dos stories de Cris e Albert, o olhar é entregue também para quem centraliza a narrativa, fazendo com que não apenas a observação externa da família principal seja observada, mas como a própria visão deles sobre eles mesmo.</p>
<p>Amarrado ao visual, há o discursivo que é orgânico e, ao mesmo tempo, conduzido. As complexidades das figuras dramáticas são notadas em inserções que se completam. Há a lamentação pela demolição do primeiro lar do casal, há a presença do uso de máscara e menções à pandemia, o desafio de Cris de estar na quarta gravidez e precisar lutar para conseguir realizar a sua sonhada laqueadura.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18469" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/CRIS_CEL-900x506-1.jpg" alt="Tijolo por Tijolo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/CRIS_CEL-900x506-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/CRIS_CEL-900x506-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/CRIS_CEL-900x506-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No entanto, também é possível acompanhar as brincadeiras das personagens, seus momentos de alegria &#8211; como quando conseguem ligar a energia elétrica do segundo andar da casa que estão construindo -, de fé, na passagem no culto, do nascimento da nova filha, das comidas doados para quem tem fome. Todos estes instantes constroem sentido e não é preciso criar nenhum cenário marcado por falas que reiterem absolutamente nada.</p>
<p>Nos silêncios ou em frases pontuais presentes nos relatos do filme que o caráter de Cris e seus familiares saltam na tela, bem como a dedicação que eles possuem um com o outro. A união é revelada justamente dentro da seleção da equipe sobre o que convocar para o ecrã sobre aquelas vivência. São as escolhas que são fundamentais para a plateia, porque cria uma trama equilibrada, na qual existem as suspensões, com clímaxes e os desenlances. A ideia de um documentário consciente sobre cinema é um traço qualitativo mais importante de <strong><em>Tijolo por Tijolo</em></strong>.</p>
<p>Porque não adianta ter algo curisoso para contar ou personagens cativantes, se a tecnicidade é deixada de lado. Com um roteiro estruturado em sua lógica de narrativa e uma decupagem que direciona o olhar de quem assiste para a análise e aproximação com o enredo colocado em voga, que o longa possui um resultado geral positivo. Ainda que falte evidenciar as sombras das persongaens, essa escolha no compromete a sessão.</p>
<p><strong><em>Tijolo por Tijolo</em></strong> é louvável por conseguir mesclar tantos contextos e emoções em um só projeção, fazendo-o de forma, aparentemente, consciente. Quando isto ocorre, bons documentários são entregues! Assim, fica o desejo de ver este entendimento se espalhar dentro do audiovisual como um todo, para que histórias boas sejam contadas e como serão contadas não seja deixado de lado.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Victoria Alvares, Quentin Delaroche</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Cris Martins, Albert Ventura, Caique de Souza Ventura</p>
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		<title>13º Festival Olhar de Cinema anuncia vencedores de 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 19:52:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma semana de exibições de longas e curtas-metragens, o 13º Olhar de Cinema &#8211; Festival Internacional de Curitiba celebrou os vencedores da edição de 2024, na Capela Santa Maria. O festival, que contou com projeções em múltiplas salas de cinema de Curitiba, entregou troféus para obras de todo Brasil. O júri oficial de longas nacionais selecionou filmes nas categorias: melhor filme, direção, roteiro, atuação, direção de arte, fotografia, som e montagem. Já nos curtas brasileiros e na competitiva internacional, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após uma semana de exibições de longas e curtas-metragens, o <strong>13º Olhar de Cinema &#8211; Festival Internacional de Curitiba</strong> celebrou os vencedores da edição de 2024, na Capela Santa Maria. O festival, que contou com projeções em múltiplas salas de cinema de Curitiba, entregou troféus para obras de todo Brasil. O júri oficial de longas nacionais selecionou filmes nas categorias: melhor filme, direção, roteiro, atuação, direção de arte, fotografia, som e montagem.</p>
<p>Já nos curtas brasileiros e na competitiva internacional, foram escolhidos o melhor filme e prêmio especial do júri. O Olhar também trouxe premiações da ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e o AVEC-PR Ari Cândido Fernandes, bem como o prêmio do público.  Para conferir a lista completa de ganhadores, desça a tela para baixo.</p>
<h4><strong>Ganhadores Olhar de Cinema 2024:</strong></h4>
<h5><strong><u data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Mostra Competitiva Brasileira | Longas</u></strong></h5>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio Olhar de Melhor longa-metragem</strong></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Greice”, direção de Leonardo Mouramateus</em></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio de Melhor Direção</strong></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Tijolo por tijolo”, Victoria Alvares, Quentin Delaroche</em></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio de Melhor Roteiro</strong></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Greice”, Leonardo Mouramateus</em></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio de Melhor Atuação</strong></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Greice”, Amandyra</em></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio de Melhor Direção de Arte</strong></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Praia Formosa”, Ana Paula Cardoso</em></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio de Melhor Direção de Fotografia</strong></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Praia Formosa”, Flávio Rebouças</em></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio de Melhor Som</strong></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">A mensageira”, Lucas Carvalho, Ana Penna, Vinicius Barreto, David Terra</em></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio de Melhor Montagem</strong></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Tijolo por tijolo”, Quentin Delaroche</em></p>
<h5><strong><u data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Competitiva Brasileira | Curtas</u></strong></h5>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio Olhar de Melhor Curta-metragem</strong></p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“<em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Caravana da Coragem”, direção de Pedro B. Garcia</em></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio Especial do Júri</strong></p>
<p data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“<em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Povo do Coração da Terra”, direção de Coletivo Guahu&#8217;i Guyra</em></p>
<h5><strong><u data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Competitiva Internacional</u></strong></h5>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio Olhar de Melhor longa-metragem</strong></p>
<p><strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</em></strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Pepe”, direção de Nelson de los Santos Arias</em></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio Especial do Júri</strong></p>
<p><strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</em></strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">As Noites Ainda Cheiram a Pólvora”, direção de Inadelso Cossa</em></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio Olhar de Melhor curta-metragem</strong></p>
<p><strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</em></strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Minha Pátria”, direção de Tabarak Abbas</em></p>
<h5><strong><u data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Novos Olhares</u></strong></h5>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio Olhar de Melhor longa-metragem</strong></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Idade da Pedra”, direção de Renan Rovida</em></p>
<h5><strong><u data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio do Público</u></strong></h5>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Melhor longa-metragem</strong></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Caminhos Cruzados”, direção de Levan Akin</em></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Melhor curta-metragem</strong></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Viventes”, direção de Fabrício Basílio</em></p>
<h5><strong><u data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio da Crítica Abraccine</u></strong></h5>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Melhor longa-metragem</strong></p>
<p><strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</em></strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Tijolo por Tijolo”, direção de Victoria Alvares e Quentin Delaroche</em></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Melhor curta-metragem</strong></p>
<p><strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</em></strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Cavaram uma Cova no Meu Coração”, direção de Ulisses Arthur</em></p>
<h5><strong><u data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Prêmio AVEC-PR Ari Candido Fernandes</u></strong></h5>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Melhor filme</strong></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Quarto Vazio”, direção de Julia Vidal</em></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Menção Honrosa</strong></p>
<p><strong data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">“</strong><em data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Baobab”, direção de Bea Gerolin</em></p>
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