<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Marcela Gelinski, Autor em Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/author/marcela/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/author/marcela/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 04 Feb 2025 18:53:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Marcela Gelinski, Autor em Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/author/marcela/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: A Verdadeira Dor</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-verdadeira-dor/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-verdadeira-dor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 14:32:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[A Verdadeira Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Oreskes]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Grey]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Eisenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Kieran Culkin]]></category>
		<category><![CDATA[Kurt Egyiawan]]></category>
		<category><![CDATA[Liza Sadovy]]></category>
		<category><![CDATA[Will Sharpe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=19120</guid>

					<description><![CDATA[<p>A forma como cada pessoa lida com a dor é diferente. Tem quem se entregue completamente ao sofrimento para conseguir passar por ele e sair mais forte. Tem quem entre em estado de negação, tentando fingir que aquilo não aconteceu. Com o luto é bem assim. Um processo intenso e doloroso, que pode se apresentar de diversas formas. E é sobre isso que A Verdadeira Dor fala. O longa traz uma leve, porém profunda, análise sobre as nuances que o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-verdadeira-dor/">Crítica: A Verdadeira Dor</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A forma como cada pessoa lida com a dor é diferente. Tem quem se entregue completamente ao sofrimento para conseguir passar por ele e sair mais forte. Tem quem entre em estado de negação, tentando fingir que aquilo não aconteceu. Com o luto é bem assim. Um processo intenso e doloroso, que pode se apresentar de diversas formas. E é sobre isso que <em><strong>A Verdadeira Dor</strong></em> fala.</p>
<p>O longa traz uma leve, porém profunda, análise sobre as nuances que o luto pode ter. Benji (Keiran Culkin, <em>Succession</em>) é um jovem excêntrico e incompreendido que vai fazer uma viagem com seu primo, David (Jesse Eisenberg, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/"><em>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</em></a>), para conhecer as origens de sua família judaica. David é reto, sistemático, sem extravagâncias. A ideia de uma viagem a dois veio depois que a avó deles faleceu.</p>
<p>Benji tinha uma relação profunda com a matriarca da família e sofre muito a sua perda. Ele era próximo e presente. Ainda assim, era visto pela família como uma ovelha negra. Pulava de emprego em emprego, não se estabelecia em nenhum lugar, morava com a avó. A visão do fracasso, para aquelas pessoas. Já David, a visão do sucesso. Casado com um filho, ele ganha bem, tem sua própria casa. Bem dentro dos padrões esperados pela sociedade americana.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-19125" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IMG_0508-750x500.jpeg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IMG_0508-750x500.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IMG_0508-1536x1024.jpeg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IMG_0508-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IMG_0508-720x480.jpeg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IMG_0508-770x513.jpeg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IMG_0508-1400x933.jpeg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/IMG_0508.jpeg 1620w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Então o que a viagem pode proporcionar para eles? A profundidade das emoções. Benji convoca David a sair da zona de conforto o tempo todo. Ele não tem vergonha das pessoas e muito menos das suas emoções. Ele chora abertamente, grita, fala alto, gargalha. Tudo muito chocante para o primo, que parece se preocupar mais com o que os outros pensam do que consigo mesmo. Essa dualidade acaba se tornando incomoda para David, ainda que para Benji parece um grande regresso ao passado de infância amigável ao lado do primo.</p>
<p>A medida que <strong><em>A Verdadeira Dor</em> </strong>avança, vamos entendendo mais da extravagância de Benji. O sofrimento por trás da depressão e como ela pode se apresentar das maneiras mais inusitadas. Porque sim, apesar de toda aquela “alegria”, Benji convive cada segundo com uma depressão profunda. A dor da incompreensão acaba sendo maior e mais forte do que a dor da perda da avó e, no final das contas, é isso que tudo aquilo representa. Ele sobre a perda daquele amor, mas, principalmente, a perda de alguém que o entendia em toda a sua &#8220;loucura&#8221;.</p>
<p>A atuação de Kieran Culkin está completamente primorosa, o que me faz apostar nele para vencer esse Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Ele consegue compor todas as dimensões que seu personagem percebe, transmitindo pelo olhar a intensidade do sofrimento e de suas emoções. Ele explode, sim, mas ele comunica pelo olhar. Algo belo de se ver.</p>
<p>Sob o comando do próprio Jesse Eisenberg, que tem sua segunda experiência como diretor, <em><strong>A Verdadeira Dor</strong></em> tem um caminhar &#8220;redondo&#8221;, sem arestas a serem amparadas. Ele envolve o espectador de maneira muito sutil e assertiva, mantendo o seu ritmo monótono, mas sem entediar. O filme nos faz refletir sobre diversos parâmetros da vida. A forma como lidamos com emoções, como enfrentamos o luto, como permitimos que a sociedade nos atinja de maneira ímpar e o quanto a posição de pertencimento é importantíssima para que possamos seguir plenos na vida.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jesse Eisenberg</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jesse Eisenberg, Kieran Culkin, Will Sharpe, Jennifer Grey, Kurt Egyiawan, Liza Sadovy, Daniel Oreskes</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/PGBsIy_ClXY?si=ErIk6P5CSzPkrCDz" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-verdadeira-dor/">Crítica: A Verdadeira Dor</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-verdadeira-dor/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Ainda Estou Aqui</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ainda-estou-aqui/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ainda-estou-aqui/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 14:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ainda Estou Aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Ribas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dan Stulbach]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Humberto Carrão]]></category>
		<category><![CDATA[Maeve Jinkings]]></category>
		<category><![CDATA[Selton Mello]]></category>
		<category><![CDATA[Valentina Herszage]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Salles]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18954</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ainda Estou Aqui está nos cinemas brasileiros levando multidões para as salas, especialmente depois de todo o hype em cima do filme, por conta das redes sociais e a torcida para que Fernanda Torres seja indicada ao Oscar de Melhor Atriz do próximo ano. Mas será que o filme vale todo esse alvoroço? Não vou aqui criar qualquer tipo de mistério, pois SIM, Ainda Estou Aqui merece toda a atenção que vem recebendo. E não sou eu, mera crítica de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ainda-estou-aqui/">Crítica: Ainda Estou Aqui</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Ainda Estou Aqui</strong> </em>está nos cinemas brasileiros levando multidões para as salas, especialmente depois de todo o hype em cima do filme, por conta das redes sociais e a torcida para que Fernanda Torres seja indicada ao Oscar de Melhor Atriz do próximo ano. Mas será que o filme vale todo esse alvoroço?</p>
<p>Não vou aqui criar qualquer tipo de mistério, pois SIM, <em><strong>Ainda Estou Aqui</strong> </em> merece toda a atenção que vem recebendo. E não sou eu, mera crítica de cinema, que vou te convencer disso. É o próprio filme, desde as primeiras cenas, até a sua conclusão. No Rio de Janeiro dos anos 1970, uma família grande composta por casal e cinco filhos vive normalmente suas vidas, na beira da praia. A dinâmica de normalidade se inverte completamente quando o patriarca, Rubens, é levado por homens que se dizem do governo brasileiro. O longa se passa justamente na ditadura militar.</p>
<p>Desde o início do filme, logo quando falamos da data e o roteiro especifica a situação da ditadura, sabemos os caminhos tortuosos que a história vai levar. E estou falando isso mesmo para o espectador mais desconectado da história de <em><strong>Ainda Estou Aqui</strong></em>, que talvez nem tenha assistido ao trailer. A sensação de que algo vai dar errado é constante desde a primeira cena, mas o filme não tem pressa em chegar nesta parte. E que bom que isso acontece.</p>
<p>Nos conectar com a família Paiva é o que torna o filme tão mais intenso e verdadeiro. À medida que o diretor Walter Salles vai nos apresentando cada personagem, traçando as suas individualidades, ganhamos apreço por todos e sabemos o quanto isso será doloroso lá na frente. E é isso que faz toda a diferença quando falamos de nos conectar com a história, entender seus pormenores e defender todos eles.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18957" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-6.png" alt="Ainda Estou Aqui" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-6.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-6-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-6-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Eunice (Fernanda Torres) é uma mãe de família determinada e participativa. Ainda que seja dona da casa, ela não se restringe a isso. Tem uma relação de parceria com o marido e um romance presente, mesmo após quase 20 anos de casada. Rubens (Selton Mello) é aquele clássico pai dos anos 1970. Fuma, bebe, tem barrigão, é acolhedor, dedicado à família e ao trabalho. Ele é engenheiro e está sempre com projetos em cima da mesa do escritório.</p>
<p>Quando o fatídico dia acontece, o desespero familiar já nos engloba como parte. Rubens é levado pelos homens que se dizem militares e Eunice tem que lidar com o medo da ausência do marido e a tentativa de trazer certa normalidade dentro da casa, especialmente para os filhos menores. O bolo na garganta da personagem se transfere para nós e te afirmo que ele perdura até a última cena. É como se a gente estivesse o tempo todo segurando uma emoção que nos foi proibida de sentir.</p>
<p>Eu poderia discorrer todo tipo de elogio aqui à Fernanda Torres e isso ainda não seria suficiente para expressar o que ela confere à personagem. É como se não houvesse separação de atriz e personagem. As duas são uma só, em uníssono. Todas as nuances emocionais que Eunice vive, Fernanda consegue nos transportar. O desespero pela ausência do marido, o silêncio pela proteção dos filhos, o cuidado em tentar trazer uma normalidade, ainda que a situação não tenha nada de normal. E um outro detalhe tão importante, que só sentimos ao ver <em><strong>Ainda Estou Aqui</strong></em>: além de todo o contexto, estamos falando também de uma história de amor. Um amor sincero que foi interrompido como um nada, num último beijo, sem chance de retorno. Eunice passa a vida sofrendo esse luto em silêncio.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18955" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-2-3.png" alt="Ainda Estou Aqui" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-2-3.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-2-3-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-2-3-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Gostaria de dedicar um momento também para enaltecer a caracterização e ambientação do longa que é simplesmente impecável. Ainda que eu não tenha vivido nos anos 1970, fui à sessão com minha mãe que viveu e ficou impressionada com tamanha semelhança com tudo na época. Ela falava que até as cores, o ar, a sensação. Tudo a transportava para aquela época, mostrando o quão acertado e bem estruturado foi o filme.</p>
<p>A necessidade que temos de falar mais da ditadura é urgente, porque aquilo que não é reiterado, pode ser esquecido. Um filme como <em><strong>Ainda Estou Aqui</strong> </em>nos mostra outras facetas. Ele fala sobre a tortura, sobre os direitos cerceados, mas o foco dele é em como as famílias foram individualmente afetadas. Não são apenas números que foram torturados e perderam vidas. São maridos, esposas, pais, mães, filhos, primos, tios, etc. São pessoas reais cujo sumiço afetou toda uma cadeia.</p>
<p>Então, não, não há nada de exagero no hype em cima de <em><strong>Ainda Estou Aqui</strong></em>, porque o filme nos entrega todas as intensidades que a história merece. Se será candidato ao Oscar ou até mesmo se conseguirá alguma estatueta, esse é um mero detalhe. O reconhecimento do longa, em si, já é incrível e merecido. Como Fernanda Torres sabiamente disse: &#8220;para nós, brasileiros, só a indicação já seria uma grande vitória&#8221;. E eu realmente acho que ela vai acontecer.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Walter Salles</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Fernanda Montenegro, Fernanda Torres, Selton Mello, Maeve Jinkings, Humberto Carrão, Carla Ribas, Dan Stulbach, Valentina Herszage</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/qddo7XLa3Tc?si=11RzkgjoujOxltQ7" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ainda-estou-aqui/">Crítica: Ainda Estou Aqui</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ainda-estou-aqui/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Todo o Tempo Que Temos</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-todo-o-tempo-que-temos/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-todo-o-tempo-que-temos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 17:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Adam James]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Garfield]]></category>
		<category><![CDATA[Aoife Hinds]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Florence Pugh]]></category>
		<category><![CDATA[Heather Craney]]></category>
		<category><![CDATA[John Crowley]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Brewer]]></category>
		<category><![CDATA[Marama Corlett]]></category>
		<category><![CDATA[Nikhil Parmar]]></category>
		<category><![CDATA[Todo o Tempo Que Temos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18864</guid>

					<description><![CDATA[<p>Aquele filme que você já entra sabendo que vai chorar bastante. Esse é Todo o Tempo Que Temos, que não engana ninguém desde o seu trailer. Protagonizado por Andrew Garfield (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa) e Florence Pugh (Oppenheimer), o longa narra a história do casal que precisa lidar com o câncer avançado da mulher, que vai encutar a história de amor de ambos. É claro que já passamos por esse tipo de enredo diversas vezes, como é o caso [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-todo-o-tempo-que-temos/">Crítica: Todo o Tempo Que Temos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aquele filme que você já entra sabendo que vai chorar bastante. Esse é <strong><em>Todo o Tempo Que Temos</em></strong>, que não engana ninguém desde o seu trailer. Protagonizado por Andrew Garfield (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-sem-volta-para-casa-sem-spoilers/"><em>Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</em></a>) e Florence Pugh (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-oppenheimer/"><em>Oppenheimer</em></a>), o longa narra a história do casal que precisa lidar com o câncer avançado da mulher, que vai encutar a história de amor de ambos.</p>
<p>É claro que já passamos por esse tipo de enredo diversas vezes, como é o caso de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-culpa-e-das-estrelas/"><em>A Culpa É das Estrelas</em></a>, que secou nossas lágrimas anos atrás. Então meu objetivo aqui, desde o início, era entender quão boa poderia ser essa execução e o que de novo o filme poderia trazer. Claro, a promessa desta dupla de excelentes atores também foi um ótimo atrativo para mim.</p>
<p>O fato é que <strong><em>Todo o Tempo Que Temos</em></strong> começa lento. Não no sentido de monotonia da história, mas no que exatamente ele está se propondo. O filme tem uma característica que me incomoda um pouco que é a incapacidade de expor claramente ao seu espectador quando existe uma mudança de tempo. Os protagonistas estão sempre lembrando de momentos do passado e o longa não faz questão alguma de deixar isso claro. Então, a gente tem que ficar pescando indícios de que momento aquela cena está se passando. Esse problema só é resolvido mais à frente, quando a personagem de Florence muda o cabelo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18866" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-1.png" alt="Todo o Tempo Que Temos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Um outro ponto é que seu intuito principal demora a se mostrar. Será apenas mais uma história de amor que vai ser ceifada pela morte de uma das partes? Mais à frente vemos que não é o caso. Para além do amor dos protagonistas, temos a necessidade de Almunt (Pugh) de se fazer eterna para a filha, de alguma forma. Ela sabe que a menina é muito pequena e poderá esquecer detalhes da mãe no futuro, quando ela já tiver partido. Seu foco então é em se fazer inesquecível, presente. Ela quer que a filha olhe sempre para trás e lembre do quanto a mãe foi incrível, ainda no fim da vida.</p>
<p>E isso dá uma conotação completamente diferente a <em><strong>Todo o Tempo Que Temos</strong></em>, que até então estava mais do mesmo. Isso faz o espectador refletir sobre a passagem da vida e o que deixamos de marca pelo caminho. A visão é muito mais sobre a qualidade do tempo do que sobre a quantidade em si. O que já traz uma dualidade para nós, já que o ser humano, socialmente, tem a tendência de rejeitar a morte e se apegar ao corpo físico. Almunt quer se fazer eterna pelo seu legado, ainda que seja um legado apenas para a família que ela construiu.</p>
<p>Gosto bastante da forma como o filme é finalizado, sem grandes cenas que forçam o espectador a chorar. O choro vem com muita naturalidade, pelas reflexões que são feitas. As atuações estão muito afiadas e dão o tom no longa, ainda que ele tenha tido um começo com tropeços. Vale a pena conferir por todas as emoções que certamente serão despertadas.</p>
<p><strong>Direção:</strong> John Crowley</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Andrew Garfield, Florence Pugh, Adam James, Marama Corlett, Aoife Hinds, Nikhil Parmar, Heather Craney, Kevin Brewer</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/MxnQhCUhltU?si=VpSlfWdpIgnxMM8U" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-todo-o-tempo-que-temos/">Crítica: Todo o Tempo Que Temos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-todo-o-tempo-que-temos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Não Fale o Mal</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-fale-o-mal/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-fale-o-mal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 02:25:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Aisling Franciosi]]></category>
		<category><![CDATA[Alix West Lefler]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dan Hough]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[James McAvoy]]></category>
		<category><![CDATA[James Watkins]]></category>
		<category><![CDATA[Kris Hitchen]]></category>
		<category><![CDATA[Mackenzie Davis]]></category>
		<category><![CDATA[Não Fale o Mal]]></category>
		<category><![CDATA[Scoot McNairy]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18695</guid>

					<description><![CDATA[<p>Filmes que fazem a gente ter a certeza de que as coisas vão dar errado são um clássico do suspense. E é justamente por essa linha que Não Fale o Mal caminha. O longa é a versão americana do dinamarquês homônimo lançado em 2022 e conta a história de uma família que viajava pela Itália e acaba conhecendo um outro casal e se tornando amigos. Posteriormente eles resolvem passar um fim de semana na fazenda dos novos amigos, mas as [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-fale-o-mal/">Crítica: Não Fale o Mal</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Filmes que fazem a gente ter a certeza de que as coisas vão dar errado são um clássico do suspense. E é justamente por essa linha que <em><strong>Não Fale o Mal</strong></em> caminha. O longa é a versão americana do dinamarquês homônimo lançado em 2022 e conta a história de uma família que viajava pela Itália e acaba conhecendo um outro casal e se tornando amigos. Posteriormente eles resolvem passar um fim de semana na fazenda dos novos amigos, mas as coisas acabam ficando bem estranhas.</p>
<p>Quem assiste ao trailer já acaba recebendo muita informação do que vai acontecer, o que pode ser algo ruim ou bom em <strong><em>Não Fale o Mal</em></strong>. Isso porque a tensão se cria desde o primeiro momento, já que sabemos que as coisas vão sair bem erradas ali na frente. Mas em que momento e sob qual circunstância? Esse é que é o grande mistério. Mackenzie Davis (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alguem-avisa/"><em>Alguém Avisa?</em></a>) e Scoot McNairy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-blonde/"><em>Blonde</em></a>) protagonizam um casal bem comum e sem sex appel que está com a filha passando férias. Eles são claramente triviais e sem grandes novidades.</p>
<p>No meio do caminho eles se deparam com James McAvoy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-fragmentado/"><em>Fragmentado</em></a>) e Aisling Franciosi (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-imperdoavel-netflix/"><em>Imperdoável</em></a>), cheio de energia sexual, bonitos, amantes e eufóricos. Ainda que eles estejam com um filho, eles claramente estão cheio de empolgação e paixão latente. Algo que, claro, desperta curiosidade da outra parte. Quando se tornam amigos, parte da relação vai pela inveja e admiração que eles acabam desenvolvendo.</p>
<p>Essa vibe atraente, no entanto, não deixa Louise (Mackenzie) 100% confortável, ficando sempre com uma pulga atrás da orelha. Ela é a primeira a não querer ir para a fazenda quando o convite acontece, mas o marido insiste o suficiente para que ela acabe cedendo. As circunstâncias parecem muito normais naquele ponto, então não há muito espaço para desconfianças. Somente aquele ar de estranheza que paira no ar, mas até aí pode ser apenas antipatia por parte da protagonista.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18696" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-1.png" alt="Não Fale o Mal" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>As coisas começam a ficar estranhas quando o casal chega na fazenda com a filha e é recepcionada pelo outro trio. O comportamento deles muda aos poucos, os hábitos são bem estranhos e eles se sentem pouco à vontade. A personalidade vai ficando mais aflorada, já que é mais difícil esconder quem você realmente é quando está enfurnado numa casa um fim de semana. Enquanto isso, o garotinho deles não fala porque tem uma deficiência de nascença que fez com que a sua língua não crescesse.</p>
<p>Tudo muito normal e estranho ao mesmo tempo? O que sustenta a energia de suspense de <em><strong>Não Fale o Mal</strong> </em>é justamente essa promessa de que algo errado está na cara, ainda que escondido. A qualquer momento algo de macabro vai acontecer, só não sabemos o quê. E não dá para dizer que James McAvoy não tem uma aparência sinistra quando precisa. Ele consegue fazer o perfeito papel do psicopata e já tivemos isso comprovado em <em>Fragmentado</em>. Aqui é apenas mais uma versão disso.</p>
<p>O espectador fica fissurado do começo ao fim do filme, mas o longa peca um pouco no timing. Isso porque o mistério se sustenta por muito tempo e a ação acaba ficando compactada demais. Acredito que o tempo poderia ser melhor trabalhado neste sentido, para garantir um desenvolvimento melhor da loucura dos dois antagonistas. Ainda assim, <strong><em>Não Fale o Mal</em> </strong>consegue cumprir muito bem a promessa de um bom suspense com toque de loucura, que nos faz refletir sobre o quanto ignoramos o nosso sexto sentido o tempo inteiro.</p>
<p><strong>Direção:</strong> James Watkins</p>
<p><strong>Elenco:</strong> James McAvoy, Mackenzie Davis, Aisling Franciosi, Alix West Lefler, Dan Hough, Scoot McNairy, Kris Hitchen</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Qm-R75RQfoc?si=NamfdphPotA8GvCK" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-fale-o-mal/">Crítica: Não Fale o Mal</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-fale-o-mal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: É Assim Que Acaba</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 20:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Neustaedter]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Morton]]></category>
		<category><![CDATA[Blake Lively]]></category>
		<category><![CDATA[Brandon Sklenar]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[É Assim Que Acaba]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Hasan Minhaj]]></category>
		<category><![CDATA[Isabela Ferrer]]></category>
		<category><![CDATA[Jenny Slate]]></category>
		<category><![CDATA[Justin Baldoni]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18563</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ser humano tem muitas facetas. E é isso que É Assim Que Acaba nos mostra a cada cena. A super aguardada adaptação cinematográfica do sucesso literário homônimo da autora Colleen Hoover finalmente chega aos cinemas, se tornando rapidamente um fenômeno de bilheteria, levando jovens de todas as idades. E a experiência é válida para quem leu e para quem não leu o livro (como eu mesma, que não tive a experiência literária). Blake Lively (Um Pequeno Favor) incorpora a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/">Crítica: É Assim Que Acaba</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ser humano tem muitas facetas. E é isso que <em><strong>É Assim Que Acaba</strong></em> nos mostra a cada cena. A super aguardada adaptação cinematográfica do sucesso literário homônimo da autora Colleen Hoover finalmente chega aos cinemas, se tornando rapidamente um fenômeno de bilheteria, levando jovens de todas as idades. E a experiência é válida para quem leu e para quem não leu o livro (como eu mesma, que não tive a experiência literária).</p>
<p>Blake Lively (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-pequeno-favor/"><em>Um Pequeno Favor</em></a>) incorpora a protagonista Lily Bloom, uma jovem que acaba de descobrir o falecimento do pai e não consegue lidar muito bem com o fato, pelo simples motivo de que ela não expressa afeto pelo genitor. O filme vai nos explicar o motivo disso a medida que avança. Em meio ao luto recente, ela conhece Ryle (Justin Baldoni, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-cinco-passos-de-voce/"><em>A Cinco Passos de Você</em></a>), um neurocirurgião muito atraente com quem ela cruzou em um momento de fragilidade emocional.</p>
<p>O filme mescla o presente que a personagem vive com as histórias de seu passado, mostrando um caminhar seguro para os eventos que vão surgir lá na frente. A intenção do enredo é que a gente entenda as motivações das personagens e o que as levam a ser do jeito que são.</p>
<p>Ryle e Lily não vivem um romance logo de cara. Isso só vai acontecer mais na frente, quando ela se torna amiga da irmã dele e acabam se reencontrando. A ternura e a intensidade com que o relacionamento avança envolve o espectador completamente. Logo nos apaixonamos pela dupla, não tendo espaço para mais ninguém. Mas, é claro, que existe um terceiro elemento na história. Atlas (Brandon Sklenar, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vice/"><em>Vice</em></a>) é alguém do passado de Lily que mudou completamente a sua vida e que ressurge no seu presente.</p>
<p>O amor de Lily e Atlas é antigo. Eles viveram grandes descobertas juntos. Foram amigos, confidentes, apaixonados. Mas isso ficou no passado. Já o amor de Lily e Ryle é palpável, real, presente. Ele é intenso e cheio de possibilidades de futuro. É como um olhar vivido de esperança.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18565" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-2.png" alt="É Assim Que Acaba" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Em tese, <em><strong>É Assim Que Acaba</strong> </em>parece ser só mais um romance que vai nos apresentar um triângulo amoroso em que a mocinha tem dificuldades de escolher com quem ficar. Mas a história nos leva para muito além disso. Ela vem para nos mostrar as nuances que as pessoas podem ter. Ninguém é só luz, assim como ninguém é somente sombra. Mas ainda assim, não precisamos aceitar a sombra das pessoas, se isso nos fere.</p>
<p>Essa é uma história sobre violência contra a mulher. E os caminhos que levam Lily a passar por isso são muito tortuosos e afetivos. Ryle é um cara incrível, amoroso, romântico e dedicado. Ele não tem aquele perfil de agressor padrão que as histórias costumam nos mostrar. Mas ele é, sim, agressivo, e já mostra isso desde o primeiro momento em que entra em cena. Mas, assim como a protagonista, escolhemos ignorar.</p>
<p>Quantas vezes os sinais estão ali e as pessoas escolher olhar para o lado? Ainda que Ryle tenha toda uma história que nos faz entender o motivo de sua agressividade (entender é diferente de aceitar), isso não significa que Lily precisa passar por aquilo. E a necessidade que ela percebe de não repetir o ciclo de sua mãe é um dos momentos de maiores força da personagem.</p>
<p>Preciso tirar aqui o chapéu para a escolha de elenco deste longa. Fui informada que no livro os personagens são jovens, com 20 e poucos anos. Mas isso não faz nenhum sentido na trama, especialmente quando vemos o tipo de vida que as pessoas levam. Além de consertarem esse erro grotesco da autora, tiveram o cuidado de escolher atores que são muito parecidos para representar as diferenças de idades e até mesmo aqueles que são família. E isso fez toda a diferença no resultado final.</p>
<p><em><strong>É Assim Que Acaba</strong></em> é sobre o choque de realidade de entender que as pessoas não são apenas boas ou ruins. É compreender que podemos amar alguém, ser amados, e ainda assim não querer estar com a pessoa. É sobre a pluralidade do amor e todas as formas que ele se apresenta. É um filme forte, intenso, mas também afetuoso. Nos leva às lágrimas, ainda que nos abrace também. Vale muito a pena conferir no fim de semana!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Justin Baldoni</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Blake Lively, Justin Baldoni, Brandon Sklenar, Jenny Slate, Hasan Minhaj, Amy Morton, Isabela Ferrer, Alex Neustaedter</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/XmRaA82dciU?si=wQV-tr3Yd2FRGgHz" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/">Crítica: É Assim Que Acaba</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Twisters</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-twisters/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-twisters/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 22:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Anthony Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[Brandon Perea]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Daisy Edgar-Jones]]></category>
		<category><![CDATA[David Corenswet]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Glen Powell]]></category>
		<category><![CDATA[Lee Isaac Chung]]></category>
		<category><![CDATA[Maura Tierney]]></category>
		<category><![CDATA[Sasha Lane]]></category>
		<category><![CDATA[Twisters]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18475</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quem aí se lembra daquele filme dos anos 1990, com os astros da época Helen Hunt (À Espreita do Mal) e Bill Paxton (O Círculo)? O Twister original era aquele que passava bastante na Sessão da Tarde e sempre tinha a cena da vaca indo pelos ares (literalmente). Agora em 2024, temos uma nova versão com os queridinhos do momento, Daisy Edgar-Jones (Um Lugar Bem Longe Daqui) e Glen Powell (Todos Menos Você), à frente da super produção Twisters. O [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-twisters/">Crítica: Twisters</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem aí se lembra daquele filme dos anos 1990, com os astros da época Helen Hunt (<em>À Espreita do Mal</em>) e Bill Paxton (<em>O Círculo</em>)? O Twister original era aquele que passava bastante na Sessão da Tarde e sempre tinha a cena da vaca indo pelos ares (literalmente). Agora em 2024, temos uma nova versão com os queridinhos do momento, Daisy Edgar-Jones (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-lugar-bem-longe-daqui/"><em>Um Lugar Bem Longe Daqui</em></a>) e Glen Powell (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-todos-menos-voce/"><em>Todos Menos Você</em></a>), à frente da super produção <em><strong>Twisters</strong></em>.</p>
<p>O diretor Lee Isaac Chung nos traz um trabalho completamente diferente daquele que conferimos em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-minari/"><em>Minari &#8211; Em Busca da Felicidade</em></a>, há alguns anos. Aqui ele imprime toda a veia de ação que ele possa ter, nos oferecendo tensão a todo momento. Ainda assim, conseguimos ver as sutilezas do roteiro nos detalhes, o que nos faz estar cada vez mais envolvidos com os personagens, a cada cena que passa.</p>
<p><strong><em>Twisters</em> </strong>já começa a produção com um grande ápice, que é o acidente que marca para sempre a vida de Kate. Ela é uma caçadora de tornados que vai em busca de uma tempestade e acaba perdendo três de seus melhores amigos no acidente. Anos depois, um dos sobreviventes entra em contato com ela para ajudar a tentar resolver esse problema dos tornados, que causa tantas tragédias e mortes por onde passa.</p>
<p>Neste meio do caminho é que chega Tyler, um cientista youtuber bem diferente do perfil dela, que gosta de televisionar a sua caçada e atrair o público. A antipatia acontece logo de cara e sabemos que ali terá uma relação tensa a ser construída.</p>
<p>Não existe nada de muito inovador no roteito de <strong><em>Twisters</em></strong>. Uma protagonista traumatizada que tem que voltar ao local de seu trauma para lidar com os fantasmas do passado, enquanto um bonitão irreverente chega para atrapalhar a sua caminhada solitária. Então aqui precisamos focar na execução dos fatos, que é bem bacana, diga-se de passagem.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18476" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-4-1.png" alt="Twisters" width="751" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-4-1.png 751w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-4-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-4-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 751px) 100vw, 751px" /></p>
<p>Eu, particularmente, adoro Daisy Edgar-Jones desde que ela fez a maravilhosa minissérie <em>Normal People</em>. A sutileza da sua atuação, a forma como ela consegue nos convencer de aboslutamente qualquer emoção e a facilidade com que isso acontece, nos envolve com qualquer personagem que ela nos oferece. Ela foi um dos motivos que me animou a ver esse filme, por sinal. O outro motivo foi Glen Powell, que está na crista da onda do momento e também tem muito carisma. Aliás, carisma é o que não falta neste elenco, que oferece ótimas interações e dinâmicas.</p>
<p>O casal principal têm os seus caminhos cruzados a todo instante, forçando um contato que ela não tem o menor interesse. Ele, por outro lado, está curioso com a presença daquela desconhecida. Tudo isso em meio a muitas cenas de ação, que precisamos observar com detalhes. O filme de 1996 foi indicado ao Oscar de Melhor Efeito Visual, deixando a situação deste aqui meio complicada. Mas que bom que investiram bem no CGI, que está bem aplicado. As cenas catastróficas são incríveis e consistentes, fazendo com que o espectador não queira nem piscar para não perder os detalhes.</p>
<p>Além disso, colocar o potencial romance dos protagonistas como plano de fundo para toda aquela ação e perseguição de tornados é uma ótima ideia para nos dar alívio de emoções e nos conectar com aquela história. À medida que <em><strong>Twisters</strong> </em>avança, vamos conhecendo mais aquelas pessoas e entendendo a personalidade de cada um. Sem isso, acredito que seria apenas mais um filme qualquer de ação, daqueles que não esperamos rever depois.</p>
<p>Mas não é esse o caso por aqui. Faltou, no entanto, um pouco mais de coragem da parte de Chung de nos oferecer o ápice do romance. Os protagonistas nos dão uma química incrível e perspicaz, nos fazendo realmente acreditar em todas aquelas emoções que vão surgindo. Mas o roteiro não se dignou a nos presentear com um mísero beijo final, o que é absolutamente frustrante.</p>
<p>Ainda que tenha algumas problemáticas, isso não tira o sucesso do resultado final de <strong><em>Twisters</em></strong>. É um filme cheio de ação, tensão, pitadas de romance e entretém do começo ao fim. Ele tem uma energia bem de filmes de ação dos anos 1990, que eu adoro porque sempre foi uma ótima década para o gênero. Vale muito a pena conferir no cinema!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Lee Isaac Chung</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Daisy Edgar-Jones, Glen Powell, Anthony Ramos, Maura Tierney, Brandon Perea, Sasha Lane, David Corenswet</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9-Vx_AywP7s?si=IPkiWc6moDDwBpnf" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-twisters/">Crítica: Twisters</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-twisters/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Divertida Mente 2</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-divertida-mente-2/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-divertida-mente-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 03:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Poehler]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Divertida Mente]]></category>
		<category><![CDATA[Divertida Mente 2]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Kelsey Mann]]></category>
		<category><![CDATA[Kensington Tallman]]></category>
		<category><![CDATA[Maya Hawke]]></category>
		<category><![CDATA[Pixar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18286</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entender as emoções não é tarefa fácil. E por mais que Divertida Mente não se proponha a isso, o filme torna tudo mais leve e didático. É como uma grande sessão de terapia que nos abraça e nos desafia ao mesmo tempo. Depois do sucesso que foi o primeiro filme em 2015, voltamos quase 10 anos depois para conferir a chegada de Riley na fase de adolescência e todas as mudanças hormonais e emocionais que a puberdade traz. Ela agora [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-divertida-mente-2/">Crítica: Divertida Mente 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entender as emoções não é tarefa fácil. E por mais que <strong><em>Divertida Mente</em></strong> não se proponha a isso, o filme torna tudo mais leve e didático. É como uma grande sessão de terapia que nos abraça e nos desafia ao mesmo tempo. Depois do sucesso que foi o primeiro filme em 2015, voltamos quase 10 anos depois para conferir a chegada de Riley na fase de adolescência e todas as mudanças hormonais e emocionais que a puberdade traz. Ela agora acredita que tem um maior controle e equilíbrio entre os seus sentimentos e vai se desafiar com uma viagem de fim de semana que é de garotas mais velhas.</p>
<p>Riley agora tem suas amigas e confidentes, uma relação boa com os pais. O que poderia dar errado? Aparentemente tudo. A Alegria está plena na torre de comando quando se depara com a chegada da equipe de reforma para destruir tudo e trazer novidades. Mas ela não sabe que novidades são essas e não está particularmente aberta a descobrir.</p>
<p>No entanto, uma nova emoção chega completamente sem aviso. A Ansiedade chega antes de várias outras emoções. Vergonha, Inveja e Tédio estão ali junto para causar o maior revertério na torre. E assim o fazem.</p>
<p>Não entrando em mais detalhes, o que mais me encanta no mundo de <strong><em>Divertida Mente</em></strong> é a leveza com que eles conseguem tratar de emoções tão intensas e conflituosas. Tudo o que a gente sente no dia a dia. E a chegada da Ansiedade só confirma isso. Todos temos ansiedade dentro de si e não sabemos lidar com ela em diversos momentos. Ela nos sufoca, dói, nos deixa atordoados. Sentir ansiedade não é fácil, mas faz parte da vida. E é isso que o filme quer deixar claro.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18289" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3.png" alt="Divertida Mente 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com a sutileza necessária, o longa vai se aprofundando em emoções, tal qual o primeiro filme, nos levando a tantas reflexões. E não digo que esse é melhor que o primeiro, porque não é. Mas é tão bom quanto. Uma sessão de terapia suave e gratuita. Riley se torna apenas um veículo para as nossa próprias reflexões e pensamentos. As suas dúvidas, as suas dores. O que percebemos é que precisamos acolher todas as emoções que nos são apresentadas, já que todas são válidas e necessárias.</p>
<p>Ainda que seja um ótimo filme para crianças, quem mais se beneficiam são os adultos que conseguem fazer todas as reflexões que Divertida Mente 2 nos propõe. Essa ideia de dividir as emoções em personagens que querem controlar a torre de comando é uma excelente metáfora para o que acontece dentro de nossas mentes, todos os dias. E é curioso perceber visualmente o que sentimos com frequência. Quem é a primeira emoção a se encantar pela Ansiedade? O Medo. E daí você já percebe a profundidade a que o longa se propõe.</p>
<p>Criei expectativas com <em><strong>Divertida Mente 2</strong></em> e elas se cumpriram. Eu sabia que não haveria a questão inusitada do primeiro, mas queria um bom trabalho. E eles me entregaram um excelente! É notório o suporte científico que a equipe de roteiro teve na criação, já que as peças se conectam perfeitamente com a realidade. Uma salva específica para a dublagem brasileira que deixa tudo ainda mais divertido. Vale a pena conferir essa versão!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kelsey Mann</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Amy Poehler, Kensington Tallman, Maya Hawke</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/yAZxx8t9zig?si=OQtDYnr8QON-WI7A" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-divertida-mente-2/">Crítica: Divertida Mente 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-divertida-mente-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Sem Coração</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-sem-coracao/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-sem-coracao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 21:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Alaylson Emanuel]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Eduarda Samara]]></category>
		<category><![CDATA[Erom Cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Eules Assis]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Ian Boechat]]></category>
		<category><![CDATA[Kaique Brito]]></category>
		<category><![CDATA[Maeve Jinkings]]></category>
		<category><![CDATA[Maya de Vicq]]></category>
		<category><![CDATA[Nara Normande]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Coração]]></category>
		<category><![CDATA[Tião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18259</guid>

					<description><![CDATA[<p>O longa nacional Sem Coração estreou recentemente na Netflix e é um cuidadoso olhar sobre o aflorar das emoções na adolescência. Numa cidade litorânea do estado de Alagoas, na década de 1990, um grupo de jovens adolescentes vive os últimos dias de férias de verão curtindo o tempo livre, o som, o mar e todas as descobertas que envolvem a idade deles. O estranhamento de uma garota apelidada de Sem Coração faz com que a protagonista, Tamara, fique curiosa sobre [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sem-coracao/">Crítica: Sem Coração</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa nacional <strong><em>Sem Coração</em></strong> estreou recentemente na Netflix e é um cuidadoso olhar sobre o aflorar das emoções na adolescência. Numa cidade litorânea do estado de Alagoas, na década de 1990, um grupo de jovens adolescentes vive os últimos dias de férias de verão curtindo o tempo livre, o som, o mar e todas as descobertas que envolvem a idade deles. O estranhamento de uma garota apelidada de Sem Coração faz com que a protagonista, Tamara, fique curiosa sobre a sua história.</p>
<p>Os diretores e roteiristas Nara Normande e Tião trilham um caminho suave e realista daquela época, onde a juventude era vivida desconectada, sem qualquer relação com internet ou smartphones. Não há, necessariamente, uma devoção neste aspecto, mas fica implícita uma leveza que certamente não sentimos mais nos períodos atuais. O filme consegue ser leve e flúido, ainda que traga muitas temáticas complicadas.</p>
<p><em><strong>Sem Coração</strong></em> nos envolve com muita facilidade. Seja pelos cenários bonitos à beira-mar ou pelos personagens interessantes, as cenas vão se conectando com assertividade e trazendo o espectador para dentro da história. Rapidamente já estamos defendendo aqueles jovens e entendendo as dinâmicas a que eles são submetidos.</p>
<p>O grupo é grande e diverso e é justamente aí que reside a grandiosidade deste roteiro. Cada um tem a sua própria realidade, a sua própria batalha interna que tem que travar a todo instante. Mas isso não os impede de serem amigos fiéis e torcerem por eles mesmos. Tem uma cena muito bonita em que um do jovens representado por Kaique Brito (baiano que fez sucesso no TikTok e agora estreia muito bem no cinema) está triste pela hostilidade que sofreu em uma festa, por ter demonstrações de afeto com outro garoto.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18260" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1.png" alt="Sem Coração" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A sua homossexualidade é completamente aceita e entendida pelos amigos, que acreditam fielmente que ele merece ser feliz e viver todo o amor que puder. Isso vindo de pessoas completamente diferentes. Já um outro garoto, vivido pelo ótimo Alaylson Emanuel, acabou de sair da antiga Febem (hoje conhecida como Fundação CASA) por conta de roubos que realizou anteriormente. Ele é o &#8220;deliquente&#8221; do grupo, ainda também que seja o mais dedicado aos amigos. Com o avançar do roteiro, entendemos todo o contexto que o leva àquele perfil.</p>
<p>A descoberta da sexualidade é um dos pontos principais do filme e isso é explorado de uma maneira muito natural e leve. É uma mistura de ingenuidade com desejo, curiosidade com receio, que faz com que exista um toque de pureza até mesmo nas cenas mais visuais. Descobrir o corpo, o desejo, as vontades, é algo que todo adolescente passa e, normalmente, vivencia muito mais com o grupo de amigos do que com a família.</p>
<p>Ainda que próximos, um mundo os separa pela realidade que vivem. Cada um do seu jeito, com a sua estrutura, encontrando pontos em comum que é a descoberta e as emoções ali vividas. E tudo isso só é possível pela química única que o elenco tem, em total entrosamento.</p>
<p><em><strong>Sem Coração</strong></em> é como uma maré mansa reflexiva de fim de tarde, que nos coloca dentro de um pôr do sol morno. Acho que é uma definição precisa para a sensação aconchegante de assistir esse filme que foi uma doce e grata surpresa. Ele tem o tom certo, ótimas atuações, bem roteirizado e uma direção digna de nota. Vale muito a pena conferir!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Nara Normande, Tião</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Maya de Vicq, Eduarda Samara, Alaylson Emanuel, Maeve Jinkings, Eules Assis, Kaique Brito, Erom Cordeiro, Ian Boechat</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/PsUemUF-hzI?si=ojvckyAWsa-a45rY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sem-coracao/">Crítica: Sem Coração</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-sem-coracao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>10ª edição do Festival de Cinema de Santos anuncia filmes selecionados</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/10a-edicao-do-festival-de-cinema-de-santos-anuncia-filmes-selecionados/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/10a-edicao-do-festival-de-cinema-de-santos-anuncia-filmes-selecionados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 15:52:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[10º Santos Film Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Cinema de Santos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18237</guid>

					<description><![CDATA[<p>Foram cerca de 700 filmes inscritos, entre curtas e longas. E o Santos Film Fest &#8211; Festival de Cinema de Santos, um do cinco finalistas do Prêmio Governador do Estado no ano passado, anuncia a lista de obras selecionadas para sua 10ª edição, que acontece de 18 a 26 de junho em espaços como Cine Roxy, Sesc, Cine Arte Posto 4, Cinemateca de Santos, Unisantos, Novotel, Instituto Arte no Dique, Associação Projeto Tia Egle, Praça do BNH, Concha Acústica, Lagoa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/10a-edicao-do-festival-de-cinema-de-santos-anuncia-filmes-selecionados/">10ª edição do Festival de Cinema de Santos anuncia filmes selecionados</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foram cerca de 700 filmes inscritos, entre curtas e longas. E o <a href="http://www.santosfilmfest.com">Santos Film Fest &#8211; Festival de Cinema de Santos</a>, um do cinco finalistas do Prêmio Governador do Estado no ano passado, anuncia a lista de obras selecionadas para sua 10ª edição, que acontece de 18 a 26 de junho em espaços como Cine Roxy, Sesc, Cine Arte Posto 4, Cinemateca de Santos, Unisantos, Novotel, Instituto Arte no Dique, Associação Projeto Tia Egle, Praça do BNH, Concha Acústica, Lagoa da Saudade no Morro da Nova Cintra, Open House Idiomas, escolas Olga Cury e Andradas, Caruara, entre outros. A mostra nacional de curtas e longas será no Sesc entre 20 e 23/06. A regional será no Roxy em 24/06. A de animação nas sessões infantis em praças e escolas. Para conhecer o júri, basta acessar o site do evento <a href="http://www.santosfilmfest.com">www.santosfilmfest.com</a>.</p>
<p>Em 2024, o festival homenageia a trajetória da atriz <a href="https://www.instagram.com/castrocarol/"><strong>Carol Castro</strong></a>, que tem se destacado no cinema e televisão, e só em 2024 estrela quatro grandes produções. Uma delas, o filme de abertura do Santos Film Fest, <strong><em>Ainda Somos os Mesmos</em></strong>, de <a href="https://www.instagram.com/paulonascimentocine/"><strong>Paulo Nascimento</strong></a>. Também celebra a carreira de <strong>Julia Rezende</strong>, uma das grandes produtoras do cinema nacional, filha de um diretor já homenageado no evento, o grande <strong>Sérgio Rezende</strong>, também presente nesta edição com seu novo longa, <strong><em>Sertão Sertões</em></strong>. <a href="https://www.instagram.com/ley.camargo/"><strong>Wanderley Camargo</strong></a>, professor, cineasta e um dos pioneiros na televisão regional, além de ser o criador e coordenador do curso de cinema da Universidade Católica de Santos, é o homenageado da região. <a href="https://www.instagram.com/betemendes2010/?img_index=1"><strong>Bete Mendes</strong></a>, uma das maiores atrizes da história do Brasil, santista, se faz presente apresentando seu novo filme <strong><em>Essa Noite Seremos Felizes</em></strong>, de <a href="https://www.instagram.com/diegopdosanjos/">Diego dos Anjos.</a></p>
<p>E para completar, haverá homenagem à família <strong>Barreto</strong>, representada pelo diretor <strong>Marcelo Santiago</strong>, com uma retrospectiva de três filmes emblemáticos destes cineastas tão importantes que ajudaram a construir o cinema nacional.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/lucianoquirinoxx/"><strong>Luciano Quirino</strong></a>, ator e padrinho do Santos Film Fest, estreia na direção com <strong><em>Triângulo de Tebas</em></strong>, codirigido por Lukinha Figueiredo. O curta-metragem será exibido na abertura e retrata a trajetória do arquiteto santista que ajudou a desenvolver o centro de São Paulo.</p>
<p>O festival ainda terá lançamentos de livros da Coleção Santos Film Fest. Neste ano, a autobiografia da designer <a href="https://www.instagram.com/okidadesign/"><strong>Márcia Okida</strong></a> e uma edição especial da história do festival.</p>
<p>A programação contará com mostras competitivas, retrospectivas, inclusive uma destacando os 150 anos da imigração italiana e o centenário de <strong>Marcello Mastroianni</strong>, palestras, bate-papos, exibições com trilha sonora ao vivo (na Concha Acústica), sessões seguidas de debate (inclusive o recente cult <strong><em>O Mestre da Fumaça</em></strong>, com presença dos diretores Augusto de Oliveira Soares e André Luis Folgosi Sigwalt, atividades com áudiodescrição, intérpretes de libras.</p>
<h5><strong>Lançamento da programação completa</strong></h5>
<p>A programação será lançada em 6 de junho, às 19h30, na Unisantos (Av. Conselheiro Nébias, 300), junto das exposições <strong><em>Amor e Dedicação ao Cinema – 15 anos do CineZen Cultural e 10 anos do Santos Film Fest</em></strong> e <strong><em>Cinema</em></strong> <strong><em>10 x 10: 10 Filmes em 10 Anos de Dedicação e Amor ao Cinema</em></strong>, com curadoria de Marcia Okida (responsável pela identidade gráfica do festival) e apresentação musical <strong><em>Tributo a Elton John</em></strong>, com <a href="https://www.instagram.com/mariotirolli/">Mario Tirolli</a>.</p>
<h5><strong>Filmes selecionados pelo júri e programação já confirmada:</strong></h5>
<h5><strong>Mostra Nacional de longas-metragens</strong></h5>
<p><em>Agudás &#8211; Os Brasileiros de Benin</em> (2023), de Aída Marques, 97 minutos, Rio de Janeiro/RJ e o País de Benin/África</p>
<p><em>Combinaram de nos matar &#8211; Nós combinamos de não morrer</em> (2024), de Pablo Guelli, 85 minutos, São Paulo/SP</p>
<p><em>Estranho Caminho </em>(2023), de Guto Parente, 83 minutos, Fortaleza/CE</p>
<p><em>Lenita</em> (2023) de Dácio Pinheiro, 83 minutos, São Bernardo do Campo/SP</p>
<p><em>Onde as Ondas Quebram</em> (2023), de Inara Chayamiti, 85 minutos, São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ</p>
<p><em>Ópera Cabaré Casa Barbosa</em> (2023), de Eduardo Consonni e Rodrigo T. Marques, 89 minutos, São Paulo/SP</p>
<p><em>Partido</em> (2023), de César Charlone, Sebastián Bednarik, Joaquim Castro, 82 minutos, São Paulo/SP</p>
<p><em>Praia da Saudade</em> (2024), de Sinai Sganzerla, 78 minutos, São Paulo/SP</p>
<h5><strong>Mostra nacional de curtas-metragens</strong></h5>
<p><em>Tudo que importa</em> (2024), de Coraci Ruiz, 20 minutos, Campinas/SP</p>
<p><em>Cores Queimam</em> (2024), de Felippy Damian, 9 minutos, Poconé/MT</p>
<p><em>Viventes</em> (2024), de Fabrício Basílio, 20 minutos, Niterói/RJ</p>
<p><em>Buraco de Minhoca</em> (2024), de Marília Hughes Guerreiro e Cláudio Marques, 13 minutos, Salvador/BA</p>
<p><em>Uma Irmã Mais Velha</em> (2024), de Drica Mendes, 26 minutos, Recife/PE</p>
<p><em>Plural</em> (2024), de Patricia Travassos, 25 minutos, São Paulo/SP</p>
<p><em>Noke Koi</em> (2024), de Arthur Ribeiro – Tsãka to’o, 30 minutos, Cruzeiro do Sul/AC</p>
<p><em>Memórias Culinárias do Quilombo Ausente Feliz</em> (2024), de Lucas Assunção, Serro/MG</p>
<h5><strong> </strong><strong>Mostra Regional Baixada Santista</strong></h5>
<p><em>Amare Vinyl</em> (2023), de Luiz Becker, 20 minutos, Santos/SP</p>
<p><em>Bergamota</em> (2023), de Hsu Chien, 15 minutos, Santos/SP</p>
<p><em>Chico Voltou Só</em> (2023), de Douglas Gadelha, 6 minutos, Cubatão/SP</p>
<p><em>Eu Sou da Vila Margarida</em> (2023), de Cesar Freire, Ed Siqueira, Vitor Donizete, 14 minutos, Santos/São Paulo</p>
<p><em>Nalua</em> (2023), de Isabelly Cristiny, 15 minutos, Santos/São Paulo</p>
<p><em>Onde as Flores Crescem</em> (2024), de Fabrício de Lima, 16 minutos, Santos/SP</p>
<p><em>Roberto Pires: Êle Fêz O Cinema Baiano Nascer</em> (2023), de Paula Anuska, 13 minutos, Santos/SP</p>
<p><em>VOZ!</em> (2024), de Mariana Pecci, 6 minutos, Guarujá/SP</p>
<h5><strong>Mostra Humanidades de curtas-metragens</strong></h5>
<p><em>Benevolentes</em> (2022), de Thiago Nunes, 15 minutos, Plano Piloto/DF</p>
<p><em>Das Águas</em> (2023), de Adalberto Oliveira e Tiago Martins Rêgo, 17 minutos, Recife/PE</p>
<p><em>Eu, Girassol</em> (2023), de Bruno Granata, 19 minutos, Santa Cruz do Sul/RS</p>
<p><em>E se Jesus Nascesse no Mangue?</em> (2023) de Carlos Oliveira, 6 minutos, Santos/SP</p>
<p><em>Gordos não vão para o céu &#8211; Qual o poder de escolha de uma pessoa gorda?</em> (2023), de Mariana Mussi S. Infanti, 20 minutos, Santos/SP</p>
<p><em>Jantar à Luz de Velas</em> (2023), de Leandro Salu, 7 minutos, Planaltina/DF</p>
<p><em>Movimentos Migratórios</em> (2024), de Rogério Cathalá, 14 minutos, Salvador/BA</p>
<p><em>Notas de Yakecan</em> (2024), de André Moura, 24 minutos, Crateús e Fortaleza/Ceará</p>
<p><em>O Canto</em> (2023), de Isa Magalhães e Izabella Vitório, 15 minutos, Arapiraca/AL</p>
<p><em>Os Finais de Domingos</em> (2023), de Olavo Junior, 8 minutos, Fortaleza/Ceará</p>
<p><em>Vai-vai e as Raízes do Bixiga: Uma história Entrelaçada</em> (2024), de Cendy Domingues, 16 minutos, Santos/SP</p>
<h5><strong>Mostra Humanidades de longas-metragens</strong></h5>
<p><em>A Estética da Luta</em> (2022), de Guillermo Planel, 85 minutos, Rio de Janeiro/RJ</p>
<p><em>As aguas que correm</em> (2023), de Julien Heurtier, 76 minutos, Rio de janeiro/RJ</p>
<p><em>Ato Final</em> (2023), de Roberta Fernandes, 72 minutos, Espírito Santo/ES</p>
<p><em>Justiça em Estado de Exceção</em> (2023), Silvio Tendler, 95 minutos, Rio de Janeiro/RJ</p>
<p><em>Invisível</em> (2024), de Carolina Vilela e Rodrigo Hinrichsen, 87 minutos, Rio de Janeiro/RJ</p>
<p><em>Liberta!</em> (2024), de Débora Gobitta, 93 minutos, São Paulo, João Pessoa e Campo Grande/SP, PB e MS</p>
<p><em>Madre</em> (2024), de Marcela Varani e Ana Paula Pinheiro, 78 minutos, Ribeirão Preto e São Paulo/SP</p>
<p><em>O Alecrim e o sonho</em> (2022), de Valério Fonseca, 111 minutos, Natal/RN</p>
<p><em>O Grande Espanto de Dorothy Boom</em> (2024), de Alberto Camarero e Alberto de Oliveira, 86 minutos, São Paulo/SP</p>
<p><em>Patrícia Acioli, Juíza do Povo</em> (2022), de Humberto Nascimento, 110 minutos, Niterói e São Gonçalo/RJ</p>
<p><em>Paulo e Eliana</em> (2023), de Neide Duarte e Caue Angeli, 77 minutos, São Paulo/SP</p>
<h5><strong>Mostra de Animação</strong></h5>
<p><em>Coaxo</em> (2023), de Cecilia Silva Martinez, 5 minutos, Pelotas/RS</p>
<p><em>De Dentro do Quarto</em> (2023), de Paula M. Urbinati, 8 minutos, São Paulo/SP</p>
<p><em>Geração Alpha</em> (2023), de Débora Resendes e Iuri Moreno, 11 minutos, Goiânia/GO</p>
<p><em>Lagrimar</em> (2024), de Paula Vanina, 14 minutos, Natal/Rio Grande do Norte</p>
<p><em>Maré Braba</em> (2023), de Pâmela Peregrino, 7 minutos, Porto Seguro e Fortaleza/BA e CE</p>
<p><em>Manu sonha com onças</em> (2023), de Daniel OG, 6 minutos, Rio de Janeiro/RJ</p>
<p><em>Mecha Meraki</em> (2024), de Babi Astolfi, 4 minutos, São Paulo/SP</p>
<p><em>Mytikah Explora &#8211; Maria Sibylla Merian</em> (2023), de Hygor Amorim e Recy Cazarotto, 4 minutos, São Carlos/SP</p>
<p><em>Palavras Mágicas</em> (2023), de Carlon Hardt, 3 minutos, Curitiba/PR</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; Retrospectivas de filmes das homenageadas Carol Castro e Julia Rezende e da LC Barreto Produções, que completa 60 anos de trajetória e produziu ou coproduziu mais de 160 filmes nacionais. Com exibição dos filmes <strong><em>Dona Flor e Seus Dois Maridos, Isto é Pelé</em></strong> e<strong><em> Barretão</em></strong>.</p>
<p>&#8211; Sessão especial dos premiados filmes <strong><em>Kairo</em></strong> e <strong><em>Engole o Choro</em></strong>, seguidas de debate com o cineasta Fabio Rodrigo.</p>
<p>&#8211; Sessões azuis para pessoas PCD em parceria com o grupo Inclusão para Todos, em Santos, São Vicente e Cubatão.</p>
<p>&#8211; Bate-papo com a cineasta Dandara Ferreira, diretora do filme <strong><em>Meu Nome é Gal</em></strong>.</p>
<p>&#8211; Feira de mídia física em parceria com o Bazar da Sétima Arte.</p>
<p>&#8211; Virada cinematográfica tendo como tema os filmes do Verão de 84</p>
<p>&#8211; Exposições de cartazes inspirados em 10 filmes, em comemoração aos 10 anos do festival com artistas de todo o Brasil. E a exposição 10 anos de dedicação e amor ao cinema apresentando a retrospectiva de todas as edições do festival.</p>
<p>&#8211; Palestra sobre os 60 anos de <strong><em>Mary Poppins</em></strong>, com Waldemar Lopes.</p>
<p>O <strong>10º Santos Film Fest &#8211; Festival de Cinema de Santos</strong>, é realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, via edital do Governo do Estado de São Paulo. Tem apoio institucional da Secretaria de Cultura de Santos, emendas parlamentares municipais de vereadores, apoio cultural da Universidade Católica de Santos, e apoios do Sesc Santos, Paris Filmes, Mauricio de Sousa Produções, restaurantes Cantina de Lucca, Beduíno, Padaria Nova Princesa, Rizzieri Eventos, Open House Idiomas, Histórias do Cinema e da TV. A direção é dos produtores André Azenha e Paula Azenha, e a produção do Instituto Cinezen Cultural, que celebra 15 anos de atividade em 2024.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/10a-edicao-do-festival-de-cinema-de-santos-anuncia-filmes-selecionados/">10ª edição do Festival de Cinema de Santos anuncia filmes selecionados</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/10a-edicao-do-festival-de-cinema-de-santos-anuncia-filmes-selecionados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em Maestro(s), relação desgastada entre pai e filho enfrenta momento decisivo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/em-maestros-relacao-desgastada-entre-pai-e-filho-enfrenta-momento-decisivo/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/em-maestros-relacao-desgastada-entre-pai-e-filho-enfrenta-momento-decisivo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2024 18:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18100</guid>

					<description><![CDATA[<p>A difícil relação entre pai e filho em um ambiente competitivo como a música clássica está no centro do drama francês ‘Maestro(s)’, de Bruno Chiche (Troca de Casal), que estreia nos cinemas em 16 de maio. Um dos filmes mais vistos no Festival Varilux de Cinema Francês em 2023, o longa permite ao público descobrir os bastidores do universo da música clássica. A distribuição para os cinemas é da Bonfilm.  No filme, Pierre Arditi (A Acusação/Belle Époque) é François Dumar, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/em-maestros-relacao-desgastada-entre-pai-e-filho-enfrenta-momento-decisivo/">Em Maestro(s), relação desgastada entre pai e filho enfrenta momento decisivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A difícil relação entre pai e filho em um ambiente competitivo como a música clássica está no centro do drama francês </span><b>‘Maestro(s)’</b><span style="font-weight: 400;">, de Bruno Chiche (Troca de Casal), que estreia nos cinemas </span><b>em 16 de maio</b><span style="font-weight: 400;">. Um dos filmes mais vistos no Festival Varilux de Cinema Francês em 2023, o longa permite ao público descobrir os bastidores do universo da música clássica. A distribuição para os cinemas é da Bonfilm. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No filme, Pierre Arditi (A Acusação/Belle Époque) é François Dumar, um veterano maestro que sente nunca ter tido o reconhecimento que merecia. Já seu filho, Denis Dumar, interpretado por Yvan Attal (A Acusação/Breaking Point), tem a mesma profissão e está no auge da carreira. Ele tem recebido prêmios importantes, o que faz com que aumente ainda mais o ressentimento do pai.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um certo dia, um telefonema atendido por François promete a consagração e a realização de antigo sonho: um convite para se tornar regente do Teatro alla Scala, em Milão. Inebriado pela novidade, descobre mais tarde que convidaram o Dummar errado: seu filho é que irá ocupar a posição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto travam uma batalha entre si, pai e filho veem suas vidas privadas e seus relacionamentos se transformarem. O comportamento de François, faz com que sua esposa, Hélène Dumar (Miou-Miou), tenha que escolher entre marido e filho. Denis, por sua vez, negligencia seu relacionamento com a violinista Virginie (Caroline Anglade) e, mais ainda, com o seu filho Mathieu (Nils Othenin-Girard), cometendo os mesmos erros de seu pai.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A trilha musical do longa-metragem conta com composições conhecidas como a 9ª Sinfonia de Beethoven e obras de Brahms, Rachmaninov, Schubert e Antonín Dvorák, entre outros.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“É o tipo de comédia dramática da qual você sai no ritmo. Com elegância e know-how, o cineasta Bruno Chiche […] orquestrou a rivalidade entre pai e filho.” – </span></i><b><i>Le Figaro</i></b></p>
<p><b>MAESTRO(S)</b></p>
<p><b>2022|Drama|1h36|Distribuição:Bonfilm|Livre</b></p>
<p><b>Direção: Bruno Chiche</b></p>
<p><b>Elenco: Yvan Attal, Pierre Arditi, Miou-Miou, Caroline Anglade</b></p>
<p><b>Sinopse:</b><span style="font-weight: 400;"> O maestro Denis Dumar (Yvan Attal) ganhou mais um prêmio nas Victoires de la Musique Classique, evento anual de premiação de música clássica francesa. Logo em seguida, seu pai, François (Pierre Arditi) – um brilhante maestro de renome internacional – recebe um telefonema anunciando que foi escolhido para reger a orquestra do Teatro alla Scala, de Milão. Sendo esse seu maior sonho, ambos vibram com a notícia. Porém, Denis rapidamente se desilude ao descobrir que, na verdade, ele é quem foi escolhido para ir à Milão, e não seu pai.</span></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/DIieyF8xJ-A?si=70_0jSOTo2CGJXwD" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/em-maestros-relacao-desgastada-entre-pai-e-filho-enfrenta-momento-decisivo/">Em Maestro(s), relação desgastada entre pai e filho enfrenta momento decisivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/em-maestros-relacao-desgastada-entre-pai-e-filho-enfrenta-momento-decisivo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
