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	<title>Coisa de Cinéfilo, Autor em Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Coisa de Cinéfilo, Autor em Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Review: A Very Murray Christmas</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2015 12:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dirigido por Sofia Coppola e estrelado por Bill Murray, A Very Murray Christmas, especial de final de ano da Netflix liberado na última sexta-feira (4) no serviço streaming, parece não fazer muito sentido. A impressão que dá é que Murray e Coppola só queriam uma desculpa para reunir os amigos em um hotel chique de Nova York e cantar clássicos natalinos. Na história, o astro de clássicos como “Feitiço do Tempo” e “Os Caça Fantasmas” é contratado para fazer um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4149" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/1401x788-Screen-Shot-2015-05-22-at-9.33.32-AM.png" alt="1401x788-Screen-Shot-2015-05-22-at-9.33.32-AM" width="610" height="348" /></p>
<p>Dirigido por Sofia Coppola e estrelado por Bill Murray, <strong><em>A Very Murray Christmas</em></strong>, especial de final de ano da Netflix liberado na última sexta-feira (4) no serviço streaming, parece não fazer muito sentido. A impressão que dá é que Murray e Coppola só queriam uma desculpa para reunir os amigos em um hotel chique de Nova York e cantar clássicos natalinos.</p>
<p>Na história, o astro de clássicos como “<em>Feitiço do Tempo</em>” e “<em>Os Caça Fantasmas</em>” é contratado para fazer um especial ao vivo na noite de véspera de Natal em um Hotel. Contudo, o programa produzido pelas personagens de Amy Poehler e Julie White, acaba prejudicado por uma nevasca, que impossibilita convidados e público de cheguem ao local de gravação.</p>
<p>Em meio à frustração, Murray interage com um agente desprezível (Michael Cera), um casal que deveria ter se casado naquela noite (personagens de Rashida Jones e Jason Schwartzman), funcionários do hotel e com o comediante Chris Rock. Entre uma situação e outra, as canções surgem sem constituírem um instrumento narrativo para as tramas.</p>
<p>Isso não é exatamente ruim, mas pode se tornar cansativo em determinado ponto dos 56 minutos de duração. Entre os melhores momentos musicais estão “Baby It’s Cold Outside” (com Murray e Jenny Lewis), “Santa Claus Wants Some Lovin’” (dueto com George Clooney) e a versão de “Silent Night” (a nossa “Noite Feliz”) cantada por Miley Cyrus. Ela também faz um ótimo dueto com Murray em “Sleigh Ride”.</p>
<p>Trata-se de um programa de final de ano convencional com gags simpáticas e canções de natal. Talvez A Very Murray Christmas agrade principalmente aos fãs de Wes Anderson e da própria Sofia, e não seja o tipo de programa feito pra sentar e assistir do início ao fim. Talvez ele seja feito para deixar rolando na TV enquanto as zero hora do dia 25 não chega como fundo musical. Uma boa alternativa ao CD “25 de Dezembro”, da Simone.</p>
<p><strong>Confira o trailer abaixo:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XJP3db3R014" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Review:  Jessica Jones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Coisa de Cinéfilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2015 12:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Série]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jessica Jones, nova série da Netflix em parceria com a Marvel que estreou no serviço streaming no último dia 20 de novembro, não só expande o universo dos heróis urbanos da editora, como representa um avanço na representação da mulher no universo cinematográfico da editora. Jessica Jones (Krysten Ritter) é uma super-humana cuja vida é arruinada depois que o vilão Kilgrave (David Tennant), o Homem Púrpura dos quadrinhos, assume o controle de sua mente. Um ano depois do fato, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4143" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/jessica.jpg" alt="jessica" width="610" height="348" /></p>
<p><strong><em>Jessica Jone</em><em>s</em></strong>, nova série da <em>Netflix</em> em parceria com a <em>Marvel</em> que estreou no serviço streaming no último dia 20 de novembro, não só expande o universo dos heróis urbanos da editora, como representa um avanço na representação da mulher no universo cinematográfico da editora.</p>
<p>Jessica Jones (Krysten Ritter) é uma super-humana cuja vida é arruinada depois que o vilão Kilgrave (David Tennant), o Homem Púrpura dos quadrinhos, assume o controle de sua mente. Um ano depois do fato, o homem que ela pensou ter matado volta disposto a manipular qualquer pessoa minimamente próxima a ela para ter sua vingança.</p>
<p>Dando seguimento ao que a série do <em>Demolidor</em> já fazia, o novo programa mostra as consequências da Batalha de Nova York, mostrada no fim do primeiro filme dos <em>Vingadores</em>, para o bairro de Hell&#8217;s Kitchen. Trata-se de um thriller, centrado em um jogo de gato e rato, com fortes influencias do noir.</p>
<p>Em conformidade com a tradição dos detetives atormentados e cínicos do gênero, a Jessica Jones de Ritter canaliza a dor e culpa que sente na bebida. Ela usa seu comportamento impetuoso e impaciente para repelir aqueles que deseja proteger e camuflar sua fragilidade.</p>
<p>Nesse ponto é importante destacar a performance carismática da atriz e a qualidade do texto, que evita que a personagem caia muito fundo na própria escuridão, tornando-se distante do espectador. A showrunner Melissa Rosenberg cria um show fiel aos elementos e temas abordados na trajetória da heroína nas HQs, mas que opta por introduzir seus próprios personagens e conflitos.</p>
<p>Os 13 episódios dessa primeira temporada são inspirados no arco “<em>Alias</em>”, escrito por Brian Michael Bendis entre 2001 e2004. Nas histórias lançadas pelo selo “<em>Max</em>” (linha adulta da Marvel na época), Jessica trabalha como investigadora particular em casos que envolvem outros heróis da casa de ideias.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4144" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/David-Tennant-Krysten-Ritter-AKA-Jessica-Jones.jpg" alt="David-Tennant-Krysten-Ritter-AKA-Jessica-Jones" width="610" height="348" /></p>
<p>O papel de melhor amiga que cabia a Carol Danvers (a Capitã Marvel) na HQ, passa a ser da irmã de consideração Trish Taylor (Rachael Taylor) na série. Da mesma forma, Jessica não trabalha na série para Matt Murdoch (o Demolidor), mas sim para a inescrupulosa Jeri Hogarth (Carrie-Ann Moss).</p>
<p>Em “<em>Alias</em>”, Jessica vivencia casos sem relação com o Killgrave, o que não acontece na série. O vilão ocupa muito espaço na narrativa, e Tennant (conhecido por seu trabalho em Doctor Who) cria uma figura narcisista, fria e perigosa capaz de arrancar, em proporções equivalentes, ódio e simpatia da audiência.</p>
<p>A fotografia explora a cor violeta em arranha-céus, sarjetas e becos para sugerir sua ameaça onipresente, que surge como uma promessa de violência principalmente para as mulheres. Mais do que mostrar o vilão controlando mentes, a série explora as consequências reais provocados pelo seu poder, o e faz dele ainda mais perigoso.</p>
<p>Fica evidente, mais uma vez, que as séries da Marvel na Netflix operaram em princípios diferentes daqueles percebidos em programas do estúdio em canal aberto como “<em>Agents of S.H.I.E.L.D</em>” ou “<em>Agent Carter</em>”. Jesssica Jones tem uma trama mais dark, amarga e sexual que essas, e que sua contemporânea Daredevil.</p>
<p>Ambas as séries são bem sucedidas em suas propostas, mas é inegável a incapacidade de Jessica Jones em igualar-se a Daredevil no quesito ação. A nova série não tem cenas de luta que possam ser descritas como bem coreografadas ou empolgantes. A pancadaria soa instintiva na maior parte do tempo.</p>
<p>Vale lembrar que Jessica Jones é a segunda série de um projeto que inclui outros quatro shows da Marvel a estrear no streaming. Incluindo Daredevil (que ganhará uma segunda temporada), os próximos programas serão protagonizados por Luke Cage (introduzido com sucesso na nova série) e Punho de Ferro.</p>
<p>Por fim, todos esses heróis devem se reunir no crossover de oito episódios “The Defenders”.</p>
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		<title>Do cinema para Tv, Fargo mantém excelência na estreia da segunda temporada</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2015 17:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fargo]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Série]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Quando Fargo, obra de 1996 dirigida pelos Irmãos Coen, recebeu, em 2013, sinal verde para virar uma minissérie com 10 episódios pelo canal a cabo FX, a primeira reação geral foi pensar no quanto essa era uma ideia estúpida. A história de um homem que planeja o sequestro da própria esposa, para ficar com o dinheiro do resgate pago pelo sogro, é uma estranha e memorável jornada pelo centro-oeste americano. Com violência e senso de humor peculiar, o filme [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3850" aria-describedby="caption-attachment-3850" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/fargo.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3850" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/fargo.jpg" alt="Cena do filme de 1996" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3850" class="wp-caption-text">Cena do filme de 1996</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando <em>Fargo</em>, obra de 1996 dirigida pelos Irmãos Coen, recebeu, em 2013, sinal verde para virar uma minissérie com 10 episódios pelo canal a cabo FX, a primeira reação geral foi pensar no quanto essa era uma ideia estúpida.</p>
<p>A história de um homem que planeja o sequestro da própria esposa, para ficar com o dinheiro do resgate pago pelo sogro, é uma estranha e memorável jornada pelo centro-oeste americano.</p>
<p>Com violência e senso de humor peculiar, o filme “baseado em fatos”, retrata uma sociedade tão educada quanto reprimida em seu potencial agressivo. Visualmente, a neve fria, branca e asséptica serve como plano de fundo contrastante e inusitado à história sórdida que é contada.</p>
<p>Cheio de virtudes técnicas e com performances inspiradas de William H. Macy, Steve Buscemi, Peter Stormare e Frances McDormand, o filme foi bem recepcionado por público e crítica, ganhando prêmios em Cannes, no BAFTA e no Oscar.</p>
<p>Sendo assim, que relevância criativa teria uma minissérie que se propõem a recriaria essa história com mais tempo de tela? Noah Hawley, responsável pelo roteiro de alguns episódios da série <em>Bones</em>, topou o desafio de responder essa pergunta.</p>
<p>Com a ajuda de um elenco encabeçado por Billy Bob Thornton, Martin Freeman, Colin Hanks, Bob Odenkirk, Keith Carradine e Allison Tolman (até então pouco conhecida), Hawley foi muito além da adaptação e fez de <em>Fargo</em> uma fanfic de luxo.</p>
<p>Na trama, os policiais Molly Solverson (Tolman) e Gus Grimly (Hanks) investigam o rastro de sangue deixado pelo estado de Minesota após os caminhos do brutalmente ardiloso Lorne Malvo (Thornton) e do ridicularizado Lester Nygaard (Freeman) se cruzarem.</p>
<p>Lester é um completo imbecil, assim como o Jerry Lundegaard vivido por William H. Macy no filme de 1996 (observe como seus sobrenomes têm sonoridades parecidas). Da mesma forma, a astúcia simplória de Molly dialoga diretamente com a personalidade da Marge Gunderson de Frances McDormand.</p>
<p>Contudo, ao decorrer dos 10 episódios ficou claro para o expectador fã dos Coen que aquela era uma história nova e repleta de elementos que dialogavam com toda a filmografia dos irmãos, não ficando restrita apenas ao filme que batizava o programa.</p>
<p>Malvo é um vetor de violência semelhante à Anton Chigurh (personagem de Javier Bardem em Onde os Fracos não Têm Vez), e em determinado ponto da história, vemos uma personagem entrar, por ganância, em uma trama de chantagem maior que sua capacidade intelectual (situação semelhante a de personagens em <em>Queime Depois de Ler</em>), só pra citar 2 exemplos.</p>
<p>Assim, a história de transformação de Nygaard, de boboca fragilizado em covarde sem escrúpulos, também conquistou critica e público. O show, que conta com os Coen na produção executa, abocanhou prêmios no <em>Critics&#8217; Choice Television Award</em>, <em>Emmy</em> e <em>Globo de Ouro</em>, sagrando-se como uma das melhores coisas que a TV produziu em 2014.</p>
<figure id="attachment_3851" aria-describedby="caption-attachment-3851" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/lester-nygard-serie-fargo.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3851 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/lester-nygard-serie-fargo.jpg" alt="lester-nygard-serie-fargo" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3851" class="wp-caption-text">Martin Freeman como Lester Nygaard na série de TV</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o sucesso, <em>Fargo</em> foi renovada para uma segunda temporada, e a grande pergunta passou a ser: Será possível continuar mantendo a relevância do programa e superar a aclamada temporada anterior?</p>
<p>Pela estreia da nova temporada, no ultimo dia 12 de outubro, é seguro afirmar que Hawley tem boas chances de manter respondendo esse tipo de pergunta com um sonoro “sim”. Dessa vez, o showrunner parece ter encontrado um jeito de fazer uma prequel sem deixar de lado o caráter de antologia da série.</p>
<p>Sendo assim, uma história de violência ambientada em 1979 será contada com o auxílio de um elenco tão talentoso e numeroso quanto o da primeira temporada, incluindo Patrick Wilson, Kirsten Dunst, Jesse Plemons, Jean Smart, Ted Danson, Jeffrey Donovan, Cristin Milioti e Nick Offerman.</p>
<p>Logo no início, vemos um jovem Lou Solverson (Wilson vivendo papel que já foi de Carradine no ano anterior) tendo de interromper a história que está lendo para sua filha ( a pequena Molly, a protagonista da temporada anterior) quando é requisitado pelo xerife e sogro (Danson) para investigar um triplo homicídio.</p>
<p>O crime foi cometido por Rye (Kieran Culkin), o mais jovem dos três irmãos de uma família de mafiosos. No mesmo dia dos homicídios, uma série de acontecimentos esdrúxulos colocam Rye no caminho do jovem casal Peggy (Dunst) e Ed (Plemons), lançando-os em uma trama complexa e potencialmente trágica.</p>
<p>Fechando a equação, Otto (Michael Hogan), pai de Rye e chefe da máfia, sofre um AVC, lançando sua esposa Floyd (Smart) e seus filhos Dodd (Donovan) e Bear (Angus Sampson) em uma disputa pelo comando da organização. Ao mesmo tempo, longe dali, surge uma nova ameaça aos negócios da família.</p>
<p>Apesar de contar com tantos personagens envolvidos em uma sucessão de acontecimentos relativamente confusos, a episódio de estreia da temporada conduz o espectador com maestria, sem deixar ninguém perdido ou confuso. Assinando sozinho o episódio, Hawley entrega um roteiro primoroso e engraçado.</p>
<p>A direção de Michael Uppendahl e Randall Einhorn equilibra o suspense e o humor. As cenas violentas escapam do exagerado e do gratuito. Como na temporada anterior, e no filme, a comédia exala das situações e das personagens quase sempre servindo de pressagio para uma explosão de violência. A risada pode vir com certo desconforto.</p>
<p>A cinematografia é bonita e atenta aos detalhes da década retratada, e até mesmo momentos dissonantes do restante do episódio, como o plano sequencia inicial ou a presença de um ovni em um momento chave do episódio, têm seu charme e sentido dentro da proposta do show.</p>
<p>Em coletiva de imprensa do <em>Television Critics Association</em>, Hawley disse que as inspirações para essa segunda temporada serão, além de <em>Fargo</em>, <em>Ajuste Final</em> e <em>O Homem que Não Estava Lá</em>. Ainda é cedo para discussões aprofundadas sobre essa afirmação, contudo desde já parece seguro apostar que será bastante divertido descobrir, pelos próximos episódios, quanto disso é verdade.</p>
<p><em>Fargo</em> é transmitida pelo FX toda segunda-feira e, infelizmente, não é exibida por nenhum canal a cabo ou da TV aberta brasileira.</p>
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