Crítica: A Torre Negra

É profundamente decepcionante quando assistimos um filme que fica na superfície das possibilidades em diversos aspectos. A Torre Negra é justamente assim, só que elevado ao triplo. Uma sucessão de más escolhas, que vai desde o elenco, finalizando com o roteiro.

A história basicamente conta que a escuridão é mantida aprisionada no universo por conta de uma Torre que mantém esse equilíbrio. Só que um grupo de pessoas decide destruir essa Torre e espalhar toda a maldade e escuridão existente. É baseado na obra literária homônima de Stephen King e, acredite se quiser, nem isso é suficiente para fazer o filme algo válido.

A escolha de elenco é muito confusa. Matthew McConaughey, apesar de ser um ótimo ator, está super canastrão e exagerado. Ele ainda disputa atenção o tempo todo com Idris Elba, que fica no limítrofe entre apagado e lutando por atenção. O menino Tom Taylor é bom e convincente, mas se perde num roteiro fraco e sem embasamento.

As coisas acontecem sem muita explicação no filme, de forma fantástica e absurda, sem conexão com nada. É o que mais incomoda, porque é como se duvidasse da capacidade do espectador em entender uma história mais complexa ou uma inabilidade do roteirista de ser mais eficiente.

As cenas de ação são ruins e sem inspiração. A narrativa é preguiçosa e não se esforça nem um pouco para ser superior que a média. É como se o diretor não tivesse ambição para se tornar um filme bom. Aliás, é muito complicado porque é possível ver o potencial da trama completamente desperdiçado.

Com o tempo, o espectador sente apenas alívio pelo filme ser curto e não ter que prolongar aquele sofrimento. É lamentável o resultado desse filme e o desperdício de elenco.

Assista ao trailer!

 

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