Crítica: A Múmia

Que Tom Cruise é um ótimo ator de ação, todos sabemos. Mas é preciso entender que tudo deve (ou deveria) ter um limite quando se trata de uma história que não se torna atrativa aos olhos do público.

O enredo é essencialmente parecido com o longa dos anos 90 e traz o ressurgimento de uma Múmia após uma escavação inesperada. Tem o protagonista, vivido por Cruise, e a mocinha, interpretada por Annabelle Wallis, formando o casal principal.

Diferente do primeiro filme, que apesar de não ter um excelente roteiro, tinha simpatia de sobra, essa Múmia é bastante apática. O filme evolui até de forma natural e bem construído, deixando o espectador bem informado de todo o contexto. Mas a narração se perde no caminho e se torna muito entediante. Os personagens não são tão eufóricos e animados, as cenas de ação não são grande coisa. Entenda: não é terrível. Você consegue assistir sem sofrimento. Mas é chato e o público acaba ansiando por um fim que parece demorar muito pra chegar.

Outro ponto fraco é o 3D. Este é 100% esquecido pela equipe. Nem uma sensação de profundidade eles se dão ao trabalho de dar.

A parte gráfica do longa, no entanto, é um ponto alto. Bem feita e alinhada, escolhida com cuidado para dar mais veracidade à história. O problema é que a história não é boa.

O elenco consegue piorar a situação. Cruise traz uma seriedade muito grande ao personagem, mesmo que se esforce para ser mais divertido. Acredito que seja esse o problema principal. O esforço que todos parecem fazer para tornar o ambiente mais divertido. Não soa natural. Nem Russell crowe consegue salvar o clima do filme.

Ao menos não foi nenhuma surpresa, visto que trailer já revela quão chato o filme seria.

Assista ao trailer!

 

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